| ABREVIATURAS E SIGLAS |
NOÇÕES DA ESTRUTURA DA JUSTIÇA DO TRABALHO |
NOÇÕES DE PROCESSO DO TRABALHO |
| | I PROCESSO DE CONHECIMENTO - FASE NO PRIMEIRO GRAU |
| | II PROCESSO DE CONHECIMENTO - FASE NO SEGUNDO GRAU |
| | III PROCESSO DE CONHECIMENTO - FASE NO TERCEIRO GRAU |
| | IV TRÂNSITO EM JULGADO E INÍCIO DA EXECUÇÃO |
| | V PROCESSO DE EXECUÇÃO - FASE DE LIQUIDAÇÃO |
| | VI PROCESSO DE EXECUÇÃO - FASE DE CONSTRIÇÃO |
| | VII PROCESSO DE EXECUÇÃO - FASE NO SEGUNDO GRAU |
| | VIII PROCESSO DE EXECUÇÃO - FASE DE EXPROPRIAÇÃO |
INTERPRETAÇÃO DA COISA JULGADA E CONCEITOS BÁSICOS DE CÁLCULO |
| | I NECESSIDADE DE INTERPRETAÇÃO E INTEGRAÇÃO DA " COISA JULGADA" |
| | II CAMINHOS PARA A INTERPRETAÇÃO DA SENTENÇA E DOS DEMAIS ATOS JURÍ - DICOS EM GERAL |
| | 1 Elemento gramatical ou filológico |
| | 2 Elementos lógicos |
| | III O RESULTADO DA INTERPRETAÇÃO DA SENTENÇA |
| | IV INTEGRAÇÃO DA SENTENÇA |
| | V MECANISMOS ESPECÍFICOS DE INTERPRETAÇÃO DA SENTENÇA |
| | 1 Princípio da inalterabilidade da sentença |
| | 2 Presunção da unicidade da sentença |
| | 3 Presunção de razoabilidade do que foi decidido |
| | 4 Princípio da interpretação restritiva da condenação |
| | 5 Presunção de non bis in idem |
| | 6 Presunção de adequaçãoda sentença ao pedido |
| | 7 Presunção de veracidade do incontroverso |
| | 8 Presunção de veracidade do que aparte contrária admite verdadeiro |
| | 9 Desnecessidade de a sentença manifestar-se a respeito da base de cálculo |
| | 10 Possibilidade de condenação sem débito |
| | 11 Presunção de só transitar em julgado o dispositivo da sentença |
| | VI INTERPRETAÇÃO DA SENTENÇA E O SI LÊNCIO COMO MANIFESTAÇÃO DE VON - TADE DO JULGADOR |
| | VII ACESSÓRIO E PRINCIPAL , REFLEXOS E BASE DE CÁLCULO |
| | 1 Conceitos |
| | 2 A delimitação da base de cálculo |
| | 2.1 Base de cálculo das verbas principais |
| | 2.2 Base de cálculo das verbas acessórias |
| | 3 Estrutura formativa das bases de cálculo |
| | 3.1 Concepção horizontal de bases de cálculo |
| | 3.2 Concepção vertical das bases de cálculo |
| | 4 Base de cálculo e bis in idem |
| | VIII REALIZAÇÃO DOS CÁLCULOS - SEQÜÊNCIA LÓGICA |
O TEMPO NOS CÁLCULOS |
| | I PERÍODO DE TRABALHO |
| | II PRESCRIÇÃO |
| | 1 Conceito - prescrição total e parcial |
| | 2 Histórico da prescrição trabalhista |
| | 3 Contagem da prescrição qüinqüenal e exigibilidade de parcela |
| | 4 Prescrição das férias |
| | 4.1 Prescrição das férias não-usufruídas |
| | 4.2 Prescrição das férias usufruídas |
| | 5 Prescrição do 13º salário |
| | 6 Prescrição do FGTS |
| | 7 Decadência e prescrição das contribuições previdenciárias |
| | 8 Prescrição e período deaquisição do direito |
REMUNERAÇÃO E SALÁRIO |
| | I CONCEITOS E FORMAS DE ESTIPULAÇÃO |
| | 1 Conceitos básicos |
| | 2 Elementos integrantes do salário |
| | 2.1 Considerações adicionais sobre o conceito de salário |
| | 2.2 Salário e habitualidade |
| | 2.3 Salário e indenização |
| | 3 Formas de estipulação de salário |
| | 3.1 Salário por unidade de tempo |
| | 3.2 Salário por produção oupor unidade de obra |
| | 3.3 Salário por tarefa |
| | II COMISSÕES |
| | 1 Noções básicas |
| | 2 Valor da hora normal do empregado comissionista |
| | 3 Comissões e atividades fora da área de vendas |
| | 4 Base de cálculo |
| | 5 Reflexos |
| | 5.1 Em repouso remunerado |
| | 5.2 Em horas extras |
| | 5.3 Em 13º salário, férias e aviso prévio |
| | III GORJETAS |
| | 1 Generalidades |
| | 2 Base de cálculo e apuração do valor da gorjeta |
| | 3 Valor da hora normal |
| | 4 Reflexos das gorjetas |
| | 5 Problemas de cálculo relativos às gorjetas |
| | IV SALÁRIO -UTILIDADE |
| | 1 Noções básicas |
| | 2 Desconto da utilidade |
| | 2.1 Desconto dos trabalhadores urbanos |
| | 2.2 Desconto dos trabalhadores rurais |
| | 3 Determinação na sentença de pagamento da utilidade ou de diferenças de valor dessa utilidade salarial |
| | 4 Fixação do valor das utilidades |
| | 5 Silêncio da sentença quanto ànatureza da utilidade fornecida |
| | 6 Reflexos das utilidades salariais |
| | 6.1 Reflexos das utilidades salariais em repouso remunerado |
| | 6.2 Reflexos das utilidades salariais nas férias |
| | 6.3 Reflexos das utilidades salariais no aviso prévio |
| | V EQUIPARAÇÃO SALARIAL |
| | 1 Noções básicas |
| | 2 Base de cálculo e verbas submetidas à equiparação salarial |
| | 3 Se o autor e o paradigma recebem diferentes tipos de salário por unidade de tempo |
| | 4 Período abrangido pela equiparação |
| | 5 Equiparação com mais de um paradigma |
| | 6 Se o salário do paradigma for alterado por decisão judicial |
| | 7 Cumulação de equiparação salarial com outras diferenças deferidas na sentença |
| | 8 Reflexos |
| | VI DIFERENÇAS SALARIAIS |
| | 1 Base de cálculo |
| | 2 Data-base da categoria |
| | 3 Salário mínimo legal |
| | 3.1 Período de 03.07.1940 a 30.04.1984 |
| | 3.2 Período de 01.05.1984 até agora |
| | VII REPOUSO REMUNERADO |
| | 1 Generalidades |
| | 2 Base de cálculo |
| | 3 Trabalho em domingos e folga compensatória |
| | 4 Cálculo do repouso remunerado |
| | 4.1 Regras gerais |
| | 4.2 Reflexos do salário-hora |
| | 4.3 Reflexos do salário-dia |
| | 4.4 Reflexos do salário por unidade de obra |
| | 5 Repouso remunerado dos bancários |
| | 6 Feriados |
| | 6.1 Regras gerais acerca dos feriados |
| | 6.2 Feriados nacionais |
| | 6.3 Feriados estaduais |
| | 6.4 Carnaval |
| | 6.5 Finados |
| | 6.6 Corpus Christi |
| | 6.7 Antecipação dos feriados - período de 12.06.1985 a 29.10.1990 |
| | 6.8 Fixação de feriados municipais em número superior ao previsto nas Leis 605/49 e 9.093/95 |
| | 7 Faltas não-justificadas e o cálculo do repouso remunerado |
| | 8 Reflexos do repouso remunerado |
| | VIII ADICIONAL DE PERICULOSIDADE |
| | 1 Noções básicas |
| | 2 Base de cálculo |
| | 3 Cálculo do adicional de periculosidade |
| | 3.1 Empregado mensalista |
| | 3.2 Para empregado horista ou diarista |
| | 4 Diferenças de adicional de periculosidade |
| | 4.1 Reflexos de outras verbas deferidas na sentença no adicional de periculosidade |
| | 4.2 Período em que são devidas as diferenças do adicional de periculosidade |
| | 5 Reflexos do adicional de periculosidade |
| | 6 Dedução dos valores pagos |
| | 6.1 Dedução de pagamentos retroativos |
| | 6.2 Dedução dos valores pagos a título de adicional de insalubridade |
| | IX ADICIONAL DE INSALUBRIDADE |
| | 1 Noções básicas |
| | 2 Base de cálculo |
| | 3 Reflexos do adicional de insalubridade |
| | X ADICIONAL DE TRANSFERÊNCIA |
| | 1 Generalidades |
| | 2 Base de cálculo |
| | 3 Reflexos do adicional de transferência |
| | XI GRATIFICAÇÕES COMUNS |
| | 1 Generalidades |
| | 1.1 Quanto à periodicidade: mensais, bimestrais, trimestrais, semestrais e anuais |
| | 1.2 Quanto ao valor: fixas e variáveis |
| | 1.3 Quanto à fonte da obrigação: contratuais, normativas ou legais |
| | 2 Base de cálculo das gratificações |
| | 3 Gratificações mais freqüentes |
| | 3.1 Gratificação por tempo de serviço |
| | 3.2 Gratificação de função |
| | 3.3 Gratificação de produtividade |
| | 3.4 Gratificação de assiduidade |
| | 3.5 Gratificação de quebra de caixa |
| | 4 Reflexos das gratificações |
| | 4.1 Em repouso remunerado |
| | 4.2 Em horas extras e adicional noturno |
| | 4.3 Reflexos nas férias e no 13º salário |
| | 4.4 Reflexos em FGTS |
| | 4.5 Em contribuições previdenciárias |
| | XII GRATIFICAÇÕES SEMESTRAIS E EQUIVALENTES |
| | 1 Considerações gerais |
| | 2 Base de cálculo |
| | 3 Reflexos das gratificações semestrais |
| | XIII 13º SALÁRIO |
| | 1 Noções básicas |
| | 2 Base de cálculo |
| | 3 Forma de cálculo |
| | 3.1 Cômputo do número de meses |
| | 3.2 Cálculo do 13º salário para quem recebe salário por unidade de tempo |
| | 3.3 Cálculo para quem recebe salário variável |
| | 4 Reflexos do 13º salário |
| | 4.1 Reflexos em FGTS |
| | 4.2 Reflexos em contribuição previdenciária |
| | 4.3 Reflexos em imposto de renda |
| | XIV FÉRIAS ANUAIS |
| | 1 Noções básicas |
| | 1.1 Problemas concernentes ao período aquisitivo |
| | 1.2 Problemas atinentes ao período concessivo |
| | 1.3 Natureza jurídica daremuneração das férias |
| | 2 Número de dias das férias |
| | 3 Abono pecuniário de férias |
| | 4 O acréscimo de pelo menos 1/3 |
| | 5 Pagamento em dobro das férias |
| | 6 Férias proporcionais |
| | 7 Férias do empregado doméstico |
| | 8 Base de cálculo da remuneração das férias |
| | 9 Forma de cálculo da remuneração das férias |
| | 9.1 Salário por unidade de tempo |
| | 9.2 Salário por unidade de obra |
| | 9.3 Comissões |
| | 10 Reflexos das férias |
| | 10.1 Reflexos em FGTS |
| | 10.2 Reflexos em contribuição previdenciária |
| | 10.3 Reflexos em imposto de renda |
| | XV DIÁRIAS |
| | 1 Generalidades |
| | 2 Distinção das diárias próprias e impróprias pelo critério da CLT |
| | 3 Reflexos das diárias |
| | XVI AJUDA DE CUSTO |
| | XVII SALÁRIO DO PROFESSOR |
| | 1 Salário e repouso remunerado |
| | 2 Hora-atividade |
| | 3 Trabalho extraordinário |
| | 4 Férias dos professores |
| | 5 13º salário dosprofessores |
| | XVIII SALÁRIO -MATERNIDADE |
| | 1 Natureza do salário-maternidade |
| | 2 Problemas de cálculo |
| | 3 Base de cálculo |
| | 4 Reflexos do salário-maternidade |
| | XIX AVISO PRÉVIO |
| | 1 Generalidades |
| | 2 Integração e contagem do prazo do aviso prévio |
| | 3 Base de cálculo do aviso prévio |
| | 4 Forma de cálculo |
| | 5 Reflexos do aviso prévio |
| | 5.1 Em férias e 13º salário |
| | 5.2 No FGTS |
| | 5.3 Em contribuições previdenciárias |
| | 5.4 Reflexos em imposto de renda |
ADICIONAIS RELATIVOS À DURAÇÃO DO TRABALHO |
| | I SISTEMA SEXAGESIMAL E SISTEMA DECIMAL |
| | II ADICIONAL NOTURNO |
| | 1 Considerações preliminares |
| | 2 Apuração da quantidade de horas noturnas |
| | 2.1 Horário noturno e porcentual correspondente |
| | 2.2 Hora ficta noturna |
| | 2.3 Prorrogação do trabalho noturno |
| | 3 Base de cálculo do adicional noturno |
| | 4 Cálculo do adicional noturno |
| | 4.1 Se a sentença restringe o horário noturno até 05 horas |
| | 4.2 Se a sentença prorroga o horário noturno para depois de 05 horas |
| | 5 Reflexos do adicional noturno |
| | III HORAS EXTRAS |
| | 1 Generalidades |
| | 2 Apuração da quantidade de horas extras |
| | 2.1 Excedente do limite diário |
| | 2.2 Apuração do excedente da 44ª horasemanal |
| | 2.3 Aplicação da Súmula 85, III /TST |
| | 2.4 Empregado horista e deferimento de horas extras - aplicação por analogia do item III da Súmula 85/TST |
| | 2.5 Horas in itinere |
| | 2.6 Hora extra prestada em horário noturno |
| | 2.7 Exclusão dos minutos que antecedem e/ou sucedem os horários normais |
| | 2.8 Fechamento dos cartões |
| | 3 Intervalos |
| | 3.1 Intervalo "i ntrajornada" |
| | 3.2 Intervalo "int erjornadas" |
| | 4 Apuração do valor da hora extra |
| | 4.1 Base de cálculo das horas extras e das parcelas correlatas |
| | 4.2 Valor da hora extra e salário por unidade de obra (inclusive comissões) |
| | 4.3 O porcentual a ser aplicado |
| | 5 Dedução dos valores pagos |
| | 5.1 Regras gerais |
| | 5.2 Dedução ao se aplicar a Súmula 85, III/TST |
| | 6 Reflexos das horas extraordinárias |
| | 6.1 Em repouso remunerado |
| | 6.2 Reflexos no 13º salário |
| | 6.3 Reflexos na remuneração das férias |
| | 6.4 Reflexos no aviso prévio |
| | 6.5 Reflexos em FGTS, contribuições previdenciárias e imposto de renda retido na fonte |
| | 6.6 Reflexos das horas extras - exemplo prático |
| | IV DOMINGOS E FERIADOS TRABALHADOS |
| | 1 Considerações preliminares |
| | 2 Natureza jurídica e cálculo da remuneração dos domingos e feriados trabalhados |
| | 3 Compensação dos domingos e feriados trabalhados com folgas |
| | 4 Base de cálculo |
| | 5 Reflexos dos domingos e feriados trabalhados |
| | 5.1 Reflexos em repouso remunerado |
| | 5.2 Reflexos em 13º salário, férias e aviso prévio |
| | 5.3 Reflexos em FGTS, contribuições previdenciárias e imposto de renda retido na fonte |
| | 5.4 Reflexos em outras verbas |
| | V SOBREAVISO |
| | 1 Generalidades |
| | 2 Base de cálculo do sobreaviso |
| | 3 Cálculo do sobreaviso |
| | 4 Reflexos do sobreaviso |
PARCELAS INDENIZATÓRIAS |
| | I CONSIDERAÇÕES PRELIMINARES |
| | II DISTINÇÃO ENTRE INDENIZAÇÃO E MULTA |
| | III INDENIZAÇÃO DE ANTIGÜIDADE |
| | 1 Generalidades |
| | 2 Base de cálculo |
| | 3 Forma de cálculo |
| | 4 Empregado estável e indenização |
| | 5 Reflexos da indenização de antigüidade |
| | IV FGTS |
| | 1 Noções básicas |
| | 2 Base de cálculo do FGTS |
| | 3 Diferenças decorrentes do incorreto recolhimento |
| | 4 Forma de cálculo do FGTS |
| | 4.1 FGTS sobre as parcelas deferidas |
| | 4.2 FGTS incidente sobre parcelas salariais que não eram integradas ao salário |
| | 5 A multa pelo atraso no recolhimento do FGTS |
| | 6 Reflexos do FGTS |
| | V INDENIZAÇÃO COM BASE NO FGTS |
| | 1 Evolução histórica |
| | 2 A base de cálculo da indenização de 40% |
| | 3 Cumulação da indenização constitucional com a prevista na Lei 8.036/90 |
| | 4 Reflexos da indenização constitucional |
| | VI INDENIZAÇÃO DE ESTABILIDADE IMPRÓPRIA (OU GARANTIA DE EMPREGO) |
| | 1 Generalidades |
| | 2 Base de cálculo e procedimento de cálculo |
| | 3 Reflexos da indenização de estabilidade imprópria |
| | VII INDENIZAÇÃO DO SEGURO -DESEMPREGO |
| | 1 Generalidades |
| | 2 Número de parcelas devidas ao empregado |
| | 3 Base de cálculo e valor da parcela |
| | 4 Requisitos temporais para percepção do benefício |
| | 4.1 Trabalho nos últimos seis meses anteriores ao desemprego |
| | 4.2 Trabalho nos últimos dois anos anteriores ao desemprego |
| | 5 Período aquisitivo (carência) |
| | 6 Procedimentos específicos de cálculo |
| | 6.1 Período de 01.05.1986 a 11.01.1990 |
| | 6.2 Período de 12.01.1990 a 31.01.1991 |
| | 6.3 Período de 01.02.1991 a 28.02.1994 |
| | 6.4 Período de 01.03.1994 a 30.04.1995 |
| | 6.5 Período de 01.05.1995 a 30.04.1996 |
| | 6.6 Período de 01.05.1996 em diante |
| | 7 Exemplo de cálculo |
| | 8 Reflexos da indenização do seguro-desemprego |
| | VIII INDENIZAÇÃO DOS VALES -TRANSPORTE |
| | 1 Generalidades |
| | 2 Base de cálculo |
| | 3 Dedução da cota do empregado |
| | 3.1 Conceito de salário básico |
| | 3.2 Possibilidade de dedução se a sentença nada menciona a esse respeito |
| | 4 Reflexos da indenização do vale-transporte |
| | IX OUTRAS INDENIZAÇÕES |
| | 1 Rescisão antecipada de contrato por prazo determinado |
| | 2 Término de contrato por obra certa |
| | 3 Término de contrato de safra |
| | 4 Indenização adicional |
| | 5 Trabalho temporário |
| | 6 Supressão de horas extras - Súmula 291/TST |
| | X DEVOLUÇÃO DE DESCONTOS |
| | XI SALÁRIO -FAMÍLIA |
| | 1 Generalidades |
| | 2 Base de cálculo e valor do salário-família |
| | 3 Proporcionalidade do salário-família |
| | 4 Requisitos para percepção |
| | 5 Reflexos do salário-família |
MULTAS |
| | I MULTA POR ATRASO NO PAGAMENTO DAS VERBAS RESILITÓRIAS |
| | 1 Base de cálculo da multa prevista no art. 477, § 8º, da CLT |
| | 2 Proporcionalidade da multa |
| | 3 Aplicabilidade do art. 412 do Código Civil de 2002 |
| | 4 Falência |
| | 5 Reflexos da multa |
| | II MULTA PREVISTA NO ART. 467/CLT |
| | III MULTAS PREVISTAS EM NORMAS COLETIVAS |
| | IV APLICAÇÃO DO ART . 412 DO CÓDIGO CIVIL DE 2002 |
OUTRAS QUESTÕES RELATI VAS AOS CÁLCULOS |
| | I DEDUÇÃO DOS VALORES PAGOS |
| | 1 Diferença entre dedução dos valores pagos e compensação |
| | 2 Se a sentença silencia a respeito da dedução dos valores pagos |
| | 3 A dedução do que foi pago deve ser realizada pelo número físico ou pelos valores? |
| | 4 Os saldos negativos devem ser deduzidos ou "zerados"? |
| | 4.1 Considerações iniciais |
| | 4.2 A dedução de saldo negativo e Súmula 187/TST |
| | 5 A expressão "abatam-se as verbas pagas sob o mesmo título" |
| | 6 Dedução dos valores pagos a título de reflexos |
| | 7 Dedução do que foi pago a título de adicional de insalubridade |
| | II COMPENSAÇÃO |
| | 1 Generalidades |
| | 2 Época própria para a compensação das dívidas |
III ATUALIZAÇÃO MONETÁRIA |
| | 1 Considerações gerais |
| | 1.1 Natureza da atualização monetária |
| | 1.2 Determinação da sentença - pedido implícito |
| | 1.3 Atualização monetária dos débitos do trabalhador |
| | 2 Correção monetária dosdébitos trabalhistas |
| | 2.1 Resumo histórico |
| | 2.2 Expurgo do IPC de março de 1990 |
| | 2.3 Tabela única de atualização monetária |
| | 2.4 Época própria para aplicação das tabelas de atualização monetária |
| | 3 Correção monetária de débitos não-trabalhistas |
| | 3.1 Complementação de aposentadoria e outros benefícios de natureza previdenciária |
| | 3.2 Remuneração de trabalho autônomo |
| | 3.3 Indenizações por danos morais |
| | 3.4 Indenizações por danos materiais e imateriais decorrentes de acidente de trabalho |
| | 3.5 Contribuições sindicais |
| | 4 Casos especiais de atualização monetária |
| | 4.1 Débitos de empresa sob liquidação extrajudicial? |
| | 4.2 Débitos da massa falida |
| | 4.3 Débitos da Fazenda Pública |
| | IV JUROS DE MORA |
| | 1 Generalidades |
| | 2 Inclusão de juros de mora não previstos na sentença |
| | 3 Termo inicial da contagem dos juros de mora |
| | 4 Termo final da contagem dos juros de mora |
| | 5 Da necessidade de incluir juros de mora nos cálculos |
| | 6 Base de cálculo dos juros |
| | 7 Juros de mora e falência do devedor |
| | 8 Juros de mora e liquidação extrajudicial |
| | 9 Porcentual dos juros de mora devidos pela Fazenda Pública |
| | 10 Forma de cálculo dos juros |
| | 10.1 Período de 10.11.1943 a 26.02.1987 |
| | 10.2 Período de 27.02.1987 a 03.03.1991 |
| | 10.3 Período de 04.03.1991 até hoje |
| | 10.4 Síntese do cálculo dos juros trabalhistas |
| | V JUROS COMPENSATÓRIOS |
| | VI CONTRIBUIÇÕES PREVIDENCIÁRIAS |
| | 1 Hipótese de incidência das contribuições previdenciárias |
| | 1.1 Prestação de serviços como fato gerador |
| | 1.2 Sentença trabalhista como fato gerador |
| | 1.3 O pagamento de remuneração como fato gerador |
| | 1.4 A posição do INSS acerca do fato gerador das contribuições |
| | 1.5 Efeitos práticos do fato gerador das contribuições previdenciárias |
| | 2 Tipos de contribuição previdenciária |
| | 3 Competência material da Justiça do Trabalho |
| | 3.1 Histórico |
| | 3.2 Contribuições incidentes sobre os salários pagos durante a prestação de serviços |
| | 3.3 Contribuições devidas a terceiros |
| | 4 Sujeitos da obrigação previdenciária |
| | 4.1 Sujeito ativo |
| | 4.2 Sujeito passivo |
| | 5 Silêncio da sentença e execução das contribuições para a seguridade social |
| | 6 Decadência e prescrição das contribuições previdenciárias |
| | 7 Base de cálculo das contribuições previdenciárias |
| | 7.1 Limites mínimos e máximosda base de cálculo |
| | 7.2 Inclusão do 13º salário na basede cálculo das contribuições previdenciárias |
| | 8 Prazo e dispensa de recolhimento |
| | 9 Cálculo da contribuição previdenciária a cargo do trabalhador |
| | 9.1 O regime de competência da contribuição do empregado - sistema "mês a mês" |
| | 9.2 Cálculo em liquidação de sentença com reconhecimento do vínculo de emprego com trabalhador urbano |
| | 9.3 Cálculo em liquidação de sentença com reconhecimento do vínculo de emprego com trabalhador doméstico |
| | 9.4 Acordo com reconhecimento de vínculo de emprego com trabalhador urbano |
| | 9.5 Liquidação de sentença ou acordo com reconhecimento do vínculo de emprego com trabalhador rural |
| | 9.6 Acordo judicial ou sentença em que se reconhece a inexistência de vínculo de empregoentre as partes |
| | 10 Cálculo das contribuições previdenciárias a cargo do empregador, empresa ou equiparado |
| | 10.1 Contribuição previdenciária principal |
| | 10.2 Custeio dos riscos ambientais do trabalho |
| | 10.3 Recolhimentos em favor de terceiros |
| | 10.4 Resumo prático do recolhimento dos valores devidos pelo empregador nas demandas trabalhistas |
| | 11 Juros, correção monetária e multas |
| | 11.1 Atualização monetária das contribuições previdenciárias |
| | 11.2 Juros de mora das contribuições previdenciárias |
| | 11.3 Multas de mora |
| | 11.4 Atualização monetária, juros de mora e multas dos créditos previdenciários no processo do trabalho |
| | VII IMPOSTO DE RENDA RETIDO NA FONTE |
| | 1 Generalidades |
| | 1.1 Competência da Justiça do Trabalho |
| | 1.2 Atribuição do encargo do imposto de renda retido ao empregador |
| | 1.3 O imposto de renda deve ser arcado pelo empregado, mas calculado "mês a mês" |
| | 2 Pessoas sujeitas à retenção do tributo na fonte |
| | 2.1 Sujeito passivo da obrigação tributária |
| | 2.2 Responsável pelo recolhimento |
| | 3 Base de cálculo |
| | 3.1 Primeira corrente: nenhuma parcela deferida na sentença é tributável |
| | 3.2 Segunda corrente: o imposto de renda deve incidir apenas sobre os juros de mora |
| | 3.3 Terceira corrente: o imposto de renda deve incidir sobre a totalidade do que for pago ao empregado |
| | 3.4 Quarta corrente: o imposto de renda deve incidir sobre o total das parcelas tributáveis previstas na legislação própria, inclusive os juros de mora |
| | 4 Forma de cálculo do imposto de renda |
| | 4.1 Se a sentença determina o cálculo sobre o total da condenação |
| | 4.2 Se a sentença determina o cálculo "mês a mês" |
| | 4.3 Se o IRRF decorre de transação judicial com o reconhecimento da existência de vínculo de emprego |
| | 4.4 Se decorrente de transação judicial sem o reconhecimento da existência de vínculo de emprego |
| | 4.5 Dispensa de retenção |
| | VIII CONTRIBUIÇÃO SOCIAL DE 10% DO FGTS |
| | IX PARCELAS VINCENDAS |
| | X HONORÁRIOS DO ADVOGADO |
TÉCNICA DA ELABORAÇÃO DO LAUDO DE CÁLCULOS DE LIQUIDAÇÃO |
| | I REQUISITOS DE ESTILO |
| | 1 Adequação |
| | 2 Precisão |
| | 3 Objetividade (simplicidade e concisão) |
| | 4 Clareza |
| | I REQUISITOS DE FORMA E CONTEÚDO |
| | 1 Demonstrativo das bases de cálculo |
| | 2 Demonstrativos específicos dos cálculos |
| | 2.1 Tabelas separadas para cada verba |
| | 2.2 Demonstração dos reflexos deferidos na sentença |
| | 3 Espelhos de cartão de ponto |
| | 4 Quadro de resumo geral das contas |
| | 5 Ordem de apresentação das peças |
REFERÊNCIAS |
ANEXOS |
| | | | | | | | | | |