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Capa do livro: Arbitragem Comercial Internacional nos Países do Mercosul  - Biblioteca de Direito Internacional - volume 4, João Bosco Lee Arbitragem Comercial Internacional nos Países do Mercosul - Biblioteca de Direito Internacional - volume 4
João Bosco Lee, 448 pgs.
Publicado em: 10/5/2002
Editora: Juruá Editora
ISBN: 853620024-3
Preço: R$ 89,90

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ÁREA(S)

  • Direito Internacional
  • Direito Processual Civil
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    SINOPSE

    NESTE VOLUME: PRIMEIRA PARTE O DIREITO INTERNO DA ARBITRAGEM NOS PAÍSES DO MERCOSUL Título I - A Convenção de Arbitragem Capítulo I - A Claúsula Compromissória Capítulo II - O Compromisso Título II - A Instância Arbitral Capítulo I - O Tribunal Arbitral Capítulo II - O Procedimento Arbitral Capitúlo III - A Sentença Arbitral Título III - O Controle Estatal de Setença Arbitral Capítulo I - O Controle Judicial das Sentenças Arbitrais Nacionais Capítulo II - O Reconhecimento e Execução das Sentenças Arbitrais Estrangeiras SEGUNDA PARTE O DIREITO CONVENCIONAL DA ARBITRAGEM NAS RELAÇÕES INTRA-MERCOSUL Título I - O Sistema Internacional de Arbitragem Comercial Internacional Capítulo I - A Existência de um Sistema Interamericano de Arbitragem Comercial Internacional Capítulo II - A Aplicação do Sistema Interamericano de Arbitragem Comercial Internacional no Quadro do Mercosul Título II - A Arbitragem Comercial Internacional no Direito do Mercosul Capítulo I - A Resolução de Controvérsia no Mercosul: o Protocolo de Brasília Capítulo II - A Harmonização da Arbitragem Comercial Internacional no Direito do Mercosul.

    SUMÁRIO DA OBRA
    ABREVIAÇÕES
    INTRODUÇÃO
    PRIMEIRA PARTE - O DIREITO INTERNO DA ARBITRAGEM NOS PAÍSES DO MERCOSUL
    TÍTULO I - A CONVENÇÃO DE ARBITRAGEM
    CAPÍTULO I - A CLÁUSULA COMPROMISSÓRIA
    Seção I - As condições de validade da cláusula compromissória
    § 1. As condições de fundo
    A. A arbitrabilidade subjetiva
    1. As restrições à arbitrabilidade subjetiva
    a) as restrições ligadas ao objeto da relação jurídica
    b) as restrições ligadas à competência ratione materiae das jurisdições estatais
    2. Os contratos de empréstimos internacionais
    B. A arbitrabilidade objetiva
    1. Os critérios considerados para definir a arbitrabilidade
    a) a referência à noção de transação
    b) a livre disponibilidade dos direitos
    c) a influência da ordem pública
    2. O campo de aplicação da arbitrabilidade
    a) as matérias indisponíveis
    b) as matérias patrimoniais "sensíveis"
    § 2. As condições de forma
    Seção II. A eficácia da cláusula compromissória
    § 1. A autonomia da cláusula compromissória
    A. A afirmação do princípio da cláusula compromissória pelo direito brasileiro
    B. A incerteza jurisprudencial do direito argentino
    § 2. A ação de execução da cláusula compromissória
    A. A jurisdição competente
    B. O objeto da ação de execução da cláusula de arbitragem
    CAPÍTULO II – O COMPROMISSO
    Seção I. A exigência do compromisso em presença da cláusula compromissória
    § 1. A extensão da exigência do compromisso
    A. A cláusula compromissória é auto-suficiente
    B. A cláusula compromissória é uma promessa de compromisso
    C. O direito brasileiro: um sistema híbrido?
    1. A auto-suficiência relativa da cláusula compromissória
    2. A incerteza quanto ao sistema de auto-suficiência relativa da cláusula compromissória
    a) as contradições da Lei 9.307/96 em relação à cláusula de arbitragem
    b) a inconstitucionalidade da cláusula compromissória junto ao Supremo Tribunal Federal
    § 2. As conseqüências da exigência do compromisso
    A. Os efeitos da cláusula compromissória em relação à exigência do compromisso
    1. O efeito negativo da cláusula compromissória
    2. O efeito positivo da cláusula compromissória
    B. O princípio da "competência-competência"
    Seção II. A validade do compromisso
    § 1. As condições impostas para a validade do compromisso
    A. As condições presentes em todas as legislações
    B. As particularidades de cada legislação
    § 2. A assimilação do Acte de Mission ao compromisso
    A. Assimilação e caráter facultativo do compromisso
    1. As diferenças entre o acte de mission e o compromisso
    2. A posição da jurisprudência francesa
    B. Equiparação e caráter obrigatório do compromisso
    1. A atenuação das diferenças no caso do compromisso precedido de uma cláusula compromissória
    2. A aplicabilidade da equiparação nos países do Mercosul
    Seção III. A extinção do compromisso
    CONCLUSÃO DO TÍTULO I
    TÍTULO II - A INSTÂNCIA ARBITRAL
    CAPÍTULO I - O TRIBUNAL ARBITRAL
    Seção I. Os árbitros
    § 1. As categorias de árbitros
    A. O árbitro de direito e "amiable compositeur"
    1. A primazia da "amiable composition"
    2. Apreciação crítica da primazia da amiable composition
    B. O perito-árbitro do direito argentino
    1. A definição da perícia arbitral
    2. As dificuldades de qualificação da perícia arbitral
    § 2. O estatuto do árbitro
    A. As condições para exercer a missão de árbitro
    1. As condições de ordem pessoal
    a) as condições referentes à nacionalidade ou à residência do árbitro
    b) a formação ou o exercício de uma profissão jurídica como condição para o exercício da função de árbitro
    2. As condições de ordem deontológica
    B. A responsabilidade do árbitro
    1. A responsabilidade civil do árbitro
    2. A responsabilidade penal do árbitro
    Seção II. A constituição do tribunal arbitral
    § 1. A designação dos árbitros
    A. A autonomia da vontade das partes
    B. Os limites impostos à autonomia da vontade
    1. O número de árbitros
    2. A não-violação da ordem pública
    § 2. Os obstáculos na constituição do tribunal arbitral
    A. As dificuldades ligadas à constituição inicial do tribunal arbitral
    1. A discórdia entre as partes
    2. A falta de acordo entre os árbitros
    B. As dificuldades relativas à permanência do tribunal arbitral
    1. A recusa dos árbitros
    a) a autoridade competente para conhecer da recusa
    (i) a competência do tribunal arbitral
    (ii) o recurso aos tribunais estatais
    b) as causas de recusa
    2. A substituição do árbitro
    CAPÍTULO II - O PROCEDIMENTO ARBITRAL
    Seção I. A determinação das regras aplicáveis ao procedimento arbitral
    § 1. A autonomia da vontade das partes
    § 2. Os critérios subsidiários
    A. A autonomia dos árbitros para regular as questões processuais
    B. A submissão à lei do "foro arbitral".
    Seção II. O procedimento arbitral segundo as legislações dos países do mercosul
    § 1. A instauração do procedimento
    A. O lugar da arbitragem
    B. A duração da missão do tribunal arbitral
    C. Os secretários
    § 2. A instrução do procedimento arbitral
    A. As regras referentes à instrução
    B. A assistência das jurisdições estatais
    1. O domínio da intervenção dos tribunais estatais
    a) as medidas cautelares
    b) a oitiva de testemunhas
    2. O procedimento diante dos tribunais estatais
    CAPÍTULO III - A SENTENÇA ARBITRAL
    Seção I. O direito aplicável ao mérito do litígio
    § 1. A falta de normas referentes ao direito aplicável ao mérito do litígio
    A. A referência a regras de conflito aplicáveis aos contratos internacionais
    1. Os critérios rígidos de conexão aplicáveis aos contratos internacionais
    a) a lei do lugar da execução
    b) o duplo critério de conexão argentino
    2. A aceitação do princípio da autonomia da vontade pela doutrina e tribunais argentinos
    B. O princípio da autonomia da vontade como regra material da arbitragem internacional
    § 2. As disposições referentes ao direito aplicável ao mérito do litígio no direito brasileiro da arbitragem
    A. A consagração do princípio da autonomia da vontade
    B. As conseqüências do sistema monista com respeito ao direito aplicável ao mérito do litígio
    1. A extensão da autonomia da vontade às arbitragens internas
    2. A determinação do direito aplicável ao mérito do litígio pelos árbitros
    Seção II. O regime jurídico da sentença
    § 1. A elaboração da sentença
    A. A deliberação do tribunal arbitral
    1. A forma da sentença
    2. O conteúdo da sentença
    C. A notificação e o depósito da sentença
    § 2. A retificação e a interpretação da sentença
    § 3. As custas da arbitragem
    CONCLUSÃO TÍTULO II
    TÍTULO III – O CONTROLE ESTATAL DA SENTENÇA ARBITRAL
    CAPÍTULO I - O CONTROLE JUDICIAL DAS SENTENÇAS ARBITRAIS NACIONAIS
    Seção I. A Execução Das Sentenças Arbitrais Nacionais
    § 1. A ausência de exequatur
    § 2. O procedimento de execução forçada da sentença arbitral
    Seção II. Os recursos contra a sentença arbitral
    § 1. A apelação
    § 2. A anulação da sentença arbitral
    A. O procedimento de anulação
    B. Os motivos de anulação da sentença arbitral
    1. A diversidade dos motivos de anulação da sentença arbitral
    2. O caráter exemplificativo dos motivos de anulação da sentença arbitral
    CAPÍTULO II - O RECONHECIMENTO E EXECUÇÃO DAS SENTENÇAS ARBITRAIS ESTRANGEIRAS
    Seção I. A jurisdição competente
    § 1. Os direitos argentino, paraguaio e uruguaio
    § 2. O direito brasileiro
    Seção II. As condições de reconhecimento e execução das sentenças arbitrais estrangeiras
    § 1. A equiparação da sentença arbitral estrangeira aos julgamentos estatais
    A. O duplo exequatur
    B. A extensão das condições de reconhecimento e execução aplicáveis aos julgamentos estatais
    § 2. O regime de homologação específica das sentenças arbitrais estrangeiras: o direito brasileiro
    A. As condições de homologação
    B. A articulação entre os motivos de recusa de homologação e as hipóteses de anulação: a anulação pelos tribunais brasileiros de uma sentença proferida no estrangeiro
    CONCLUSÃO DO TÍTULO III
    CONCLUSÃO DA PRIMEIRA PARTE
    SEGUNDA PARTE - O DIREITO CONVENCIONAL DA ARBITRAGEM NAS RELAÇÕES INTRAMERCOSUL
    TÍTULO I - O SISTEMA INTERAMERICANO DE ARBITRAGEM COMERCIAL INTERNACIONAL
    CAPÍTULO I - A EXISTÊNCIA DE UM SISTEMA INTERAMERICANO DE ARBITRAGEM COMERCIAL INTERNACIONAL
    Seção I. A arbitragem comercial internacional na codificação do direito internacional privado latino-americano
    § 1. Os tratados de Montevidéu
    A. O Congresso Sul-americano de 1888/1889
    B. A revisão de 1940
    § 2. O Código de Bustamante de 1928
    Seção II. As convenções interamericanas de direito internacional privado
    § 1. A Convenção Interamericana sobre a arbitragem comercial internacional (Panamá, 30.01.1975)
    A. O acordo de arbitragem
    B. A instância arbitral
    1. A nomeação dos árbitros
    2. As regras aplicáveis ao procedimento arbitral
    C. O reconhecimento e execução das sentenças arbitrais estrangeiras
    § 2. A Convenção Interamericana sobre a eficácia extraterritorial dos julgamentos e das sentenças estrangeiras (Montevidéu, 1979)
    CAPÍTULO II - A APLICAÇÃO DO SISTEMA INTERAMERICANO DE ARBITRAGEM COMERCIAL INTERNACIONAL NO QUADRO DO MERCOSUL
    Seção I. As vicissitudes do sistema interamericano de arbitragem
    § 1. O campo de aplicação da Convenção do Panamá de 1975
    A. O campo de aplicação territorial
    1. A vocação regional ou universal da Convenção do Panamá
    2. O princípio da reciprocidade
    B. O campo de aplicação ratione materiae
    § 2. A insuficiência das regras convencionais
    A. A eficácia da cláusula compromissória
    B. A aplicabilidade do Regulamento da CIAC
    1. O caráter subsidiário do Regulamento
    2. A natureza privada do Regulamento
    C. O reconhecimento das sentenças arbitrais estrangeiras
    Seção II. A aplicação do sistema interamericano de arbitragem e os conflitos de normas
    § 1. O conflito entre norma convencional e norma interna
    A. A primazia do direito internacional sobre o direito interno
    B. Lex posterior derogat priori
    § 2. Os conflitos de convenções
    A. As cláusulas de compatibilidade entre convenções
    B. Os princípios aplicáveis aos conflitos de convenções
    CONCLUSÃO DO TÍTULO I
    TÍTULO II - A ARBITRAGEM COMERCIAL INTERNACIONAL NO DIREITO DO MERCOSUL
    CAPÍTULO I - A RESOLUÇÃO DE CONTROVÉRSIAS NO MERCOSUL: O PROTOCOLO DE BRASÍLIA
    Seção I. As reclamações dos estados-membros
    § 1. A etapa preliminar: as negociações diretas
    A. As negociações entre os Estados
    1. O procedimento de consulta direta
    2. A intervenção do Grupo Mercado Comum (GMC)
    B. O papel da Comissão de Comércio do Mercosul
    1. O procedimento em face da Comissão de Comércio do Mercosul
    2. A prática
    § 2. A arbitragem entre Estados membros
    A. A instalação da arbitragem
    1. A demanda de arbitragem
    2. O tribunal arbitral
    B. A instância arbitral
    1. O procedimento arbitral
    2. O direito aplicável ao mérito do litígio
    3. A sentença arbitral
    Seção II. As reclamações dos particulares
    § 1. As condições de admissibilidade
    § 2. O procedimento reservado aos particulares
    A. O procedimento diante da Seção nacional do GMC ou da CCM
    B. O procedimento diante do GMC
    C. A impossibilidade de acessar diretamente na arbitragem
    CAPÍTULO II - A HARMONIZAÇÃO DA ARBITRAGEM COMERCIAL INTERNACIONAL NO DIREITO DO MERCOSUL
    Seção I. A regulamentação da circulação das sentenças arbitrais no Mercosul
    § 1. O procedimento de reconhecimento e execução das sentenças arbitrais estrangeiras
    § 2. As condições de reconhecimento e execução das sentenças arbitrais estrangeiras
    Seção II. regulamentação da arbitragem comercial internacional
    § 1. A consagração dos princípios da arbitragem comercial internacional
    A. O tribunal arbitral
    1. As condições do exercício da função de árbitro
    2. A constituição do tribunal arbitral
    B. As regras materiais aplicáveis ao procedimento arbitral
    C. A sentença arbitral
    § 2. As incertezas
    A. O campo de aplicação
    B. A eficácia da cláusula compromissória
    C. O direito aplicável ao mérito do litígio
    CONCLUSÃO DO TÍTULO II
    CONCLUSÃO DA SEGUNDA PARTE
    CONCLUSÃO GERAL
    ANEXOS
    BIBLIOGRAFIA
              

     

     
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