Juruá Editora
  quinta, 02/set/2010 PESQUISA:   
Livraria virtual Biblioteca Virtual Boletim informativo Professores Livreiros Sobre a Juruá Sua compra Fale conosco


Você está em um site seguro


Capa do livro: Litigância de Má-Fé e Lealdade Processual, Celso Hiroshi Iocohama Litigância de Má-Fé e Lealdade Processual
Celso Hiroshi Iocohama, 320 pgs.
Publicado em: 31/3/2006
Editora: Juruá Editora
ISBN: 853621205-5
Preço: R$ 69,90

* Desconto não cumulativo com outras promoções e P.A.P.

         

ÁREA(S)

  • Direito Processual Civil
  • Clique aqui e veja os últimos lançamentos da mesma área.

    SINOPSE

    A necessidade de se aprimorar a lealdade dentro do processo civil exige reflexões que ultrapassam a mera leitura de normas legais. Por isso, além de abordar a atividade das partes na litigância de má-fé, o trabalho busca destacar o envolvimento de todos os demais sujeitos perante a lealdade processual (magistrados, membros do Ministério Público, advogados, auxiliares da Justiça e terceiros), tratando do enquadramento de suas condutas no plano ético, das infrações e das respectivas sanções que o sistema processual permite, objetivando o aprimoramento do processo enquanto instrumento necessário para a atividade jurisdicional estatal. Importante instrumento de trabalho posto à disposição dos profissionais do Direito.

    CURRÍCULO DO AUTOR

    Celso Hiroshi Iocohama é Advogado, tendo obtido o título de Doutor em Direito pela Pontifícia Universidade Católica de São Paulo e seu título de Mestre em Direito pela Universidade Estadual de Londrina, com especialização em Docência do Ensino Superior pela Universidade Paranaense. Professor da Universidade Paranaense – Unipar desde 1991, ministra na graduação em Direito a disciplina de Direito Processual Civil I e no programa de Mestrado em Direito Processual e Cidadania a disciplina de Metodologia no Ensino Superior. Leciona em especializações as disciplinas de Hermenêutica Jurídica, Teoria Geral do Direito e Metodologia do Ensino Superior. Na Universidade Paranaense – Unipar exerceu diversos cargos administrativos, dentre os quais Chefe de Departamento e Coordenador do Curso de Direito (por 09 anos), com atividades em Conselhos, Colegiados e Comitês. Atualmente, é Chefe do Núcleo de Pesquisa em Ciências Humanas e Sociais Aplicadas. Perante a Ordem dos Advogados do Brasil, participa da Diretoria da Subseção de Umuarama/PR. pelo terceiro mandato (vice-presidente).

    SUMÁRIO DA OBRA
    INTRODUÇÃO
    1 O DIREITO PROCESSUAL CIVIL - SUA IMPORTÂNCIA E DELIMITAÇÃO DO ESTUDO
    2 OS ESCOPOS DO DIREITO PROCESSUAL CIVIL
     2.1 Os problemas para a determinação dos escopos do processo
     2.1.1 A visão introspectiva do processo - a necessidade de sua revisão
     2.2 Os escopos diante do bem protegido
     2.3 Os escopos diante da instrumentalidade
    3 O PROCESSO E A CELERIDADE PARA O SEU RESULTADO
     3.1 O problema da morosidade e a efetividade do processo
     3.2 As perspectivas para a celeridade do processo
    4 ASPECTOS FUNDAMENTAIS SOBRE A LEALDADE
     4.1 A noção etimológica da lealdade
     4.2 A lealdade e a boa-fé
    5 A LEALDADE PROCESSUAL
     5.1 A importância da lealdade processual
     5.2 A contrariedade à concepção lealdade processual
     5.3 A determinação da natureza jurídica da lealdade processual
     5.3.1 A lealdade processual como um princípio de Direito
     5.3.2 A lealdade processual como um dever
     5.3.3 A lealdade processual e a sua presunção
     5.3.4 Outras características da lealdade processual
     5.3.5 A lealdade processual e o contempt of court
     5.4 A amplitude da lealdade processual
    6 OS SUJEITOS DA LEALDADE PROCESSUAL
     6.1 A amplitude subjetiva da lealdade processual
     6.2 O magistrado
     6.2.1 Os critérios éticos
     6.2.2 Os princípios processuais controladores da atividade jurisdicional
     6.2.2.1 O devido processo legal
     6.2.3 A atuação no controle da lealdade
     6.2.3.1 O controle direto da litigância de má-fé
     6.2.3.2 Outras formas de controle da lealdade processual
     6.2.4 A necessária conscientização
     6.3 As partes
     6.3.1 A capacidade e a legitimidade de ser parte
     6.3.2 A incomunicabilidade dos atos praticados
     6.4 Os procuradores
     6.4.1 A importância e os valores éticos da profissão
     6.4.2 Os reflexos sobre a deslealdade dos procuradores
     6.5 O curador especial
     6.6 O representante do Ministério Público
     6.6.1 Importância e funções
     6.6.2 Os deveres éticos e a responsabilidade
     6.6.3 A atuação como parte e a lealdade processual
     6.6.4 A atuação como custos legis e a lealdade processual
     6.7 Os auxiliares da justiça
     6.8 Os terceiros
    7 AS INFRAÇÕES À LEALDADE PROCESSUAL
     7.1 Explicações gerais sobre a classificação das infrações
     7.2 As infrações específicas das partes
     7.2.1 O abuso de direito
     7.2.1.1 O abuso de direito no plano do direito material
     7.2.1.2 O abuso de direito no Processo Civil
     7.2.2 A tipificação dos casos de litigância de má-fé pelo art. 17 do Código de Processo Civil
     7.2.2.1 A abrangência da expressão "litigância"
     7.2.2.2 A caracterização da má-fé
     7.2.2.3 As combinações entre o art. 14 e o art. 17 do Código de Processo Civil
     7.2.2.4 A dedução de pretensão ou defesa contra texto expresso de lei ou fato incontroverso
     7.2.2.5 A alteração da verdade dos fatos
     .2.2.6 O uso do processo para conseguir objetivo ilegal
     7.2.2.7 A oposição de resistência injustificada ao andamento do processo
     7.2.2.8 O proceder de modo temerário em qualquer inciden- te ou ato do processo
     7.2.2.9 A provocação de incidentes manifestamente infundados
     7.2.2.10 A interposição de recurso com intuito manifestamente protelatório
     7.3 Outras infrações à lealdade processual previstas pelo Código de Processo Civil e pela Legislação Complementar
     7.3.1 Infrações pelo magistrado
     7.3.2 Infrações pelas partes
     7.3.3 Infrações pelos procuradores
     7.3.4 Infrações pelo curador especial
     7.3.5 Infrações pelo representante do Ministério Público
     7.3.6 Infrações pelos auxiliares da justiça
     7.3.7 Infrações pelos terceiros
    8 A RESPONSABILIDADE PROCESSUAL PELA DESLEALDADE PROCESSUAL
     8.1 Observações iniciais
     8.2 O dolo processual
     8.2.1 Elementos gerais sobre o dolo na lealdade processual
     8.2.2 O dolo e a consecução do prejuízo na deslealdade processual
     8.2.3 Os sujeitos passivos
     8.3 A responsabilidade objetiva
     8.4 A antijuridicidade
     8.5 O dano
    9 A SANÇÃO E A DESLEALDADE PROCESSUAL
     9.1 A importância da sanção
     9.2 A classificação das sanções
     9.3 A sanção à litigância de má-fé
     9.3.1 A evolução histórica do art. 18
     9.3.2 A condenação da parte litigante de má-fé pelos danos decorrentes do comportamento desleal
     9.3.2.1 Visão geral sobre o objeto da indenização
     9.3.2.2 A provocação da indenização e a sua fixação
     9.3.2.3 A regra geral para a incidência das despesas e dos honorários
     9.3.2.4 A litigância de má-fé e as despesas
     9.3.2.5 A litigância de má-fé e os honorários advocatícios
     9.3.2.6 O conluio entre as partes
     9.3.3 A condenação da parte litigante de má-fé em multa
     9.3.3.1 A determinação da multa
     9.3.3.2 O titular da multa
     9.4 As demais sanções à deslealdade processual
     9.4.1 As sanções reparatórias
     9.4.2 As invalidades
     9.4.3 As despesas processuais
     9.4.4 Os honorários advocatícios
     9.4.5 As multas
     9.4.5.1 O recebimento de custas indevidas ou excessivas
     9.4.5.2 As contas marginais ou interlineares
     9.4.5.3 A não devolução dos autos no prazo legal
     9.4.5.4 A citação por edital
     9.4.5.5 Os embargos declaratórios
     9.4.5.6 A multa pela improcedência ou a inadmissibilidade da ação rescisória
     9.4.5.7 Os atos atentatórios à dignidade da Justiça na execução
     9.4.5.8 Outras previsões de multa
     9.4.6 A rescisão da sentença
     9.4.7 A exclusão de palavras e o desfazimento de atos
     9.4.8 A perda de direitos
     9.4.9 A repetição de atos processuais
     9.4.10 A declaração de inexistência de atos
     9.4.11 A preclusão
     9.4.12 A perempção
     9.4.13 A antecipação de tutela
     9.4.14 A confissão ficta
     9.4.15 O atentado
     9.4.16 A sentença secundum eventum litis
     9.4.17 A prisão do depositário infiel
     9.4.18 A referência das sanções penais
     9.5 A cumulação de punições pela litigância de má-fé
     9.5.1 A configuração da litigância e da má-fé
     9.5.2 A sanção reparatória
     9.5.3 O bis in idem e a conciliação entre a lei especial e a lei geral
     9.6 Os aspectos gerais da condenação pela litigância de má-fé e as suas respectivas implicações
     9.6.1 Os atos judiciais para a condenação
     9.6.2 A quantidade de condenações
     9.6.3 A fundamentação da condenação
     9.6.4 Os princípios do contraditório e da ampla defesa
     9.6.5 A formação de coisa julgada e a discussão da deslealdade em ação própria
     9.6.6 A incidência do art. 940 do Código Civil de 2002
    10 BREVES CONSIDERAÇÕES SOBRE A EXECUÇÃO DA SAN- ÇÃO PELA LITIGÂNCIA DE MÁ-FÉ
    11 SUGESTÃO DE LEGE FERENDA PARA ALTERAÇÃO DO CÓ- DIGO DE PROCESSO CIVIL EM RELAÇÃO AO DESTINATÁRIO DA MULTA PELA LITIGÂNCIA DE MÁ-FÉ
    CONCLUSÕES
    REFERÊNCIAS
              

     

     
    ©2005 Juruá Editora Ltda.
    Av. Munhoz da Rocha, 143 - Juvevê
    Curitiba - Paraná - CEP 80030-475
    Televendas: (41) 3352-1200 / 3352-3900
    Vendas Atacado: (41) 4009-3939
    Livraria Exclusiva Juruá
    Av. Visconde de Guarapuava, 2435 - Centro
    Curitiba - Paraná - CEP 80010-100
    Televendas: (41) 3352-1200 / 3352-3900
    Vendas Atacado: (41) 4009-3939
    259 Usuários Ativos