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Capa do livro: Princípio da Proporcionalidade e as Tutelas de Urgência, O - Biblioteca de Estudos em Homenagem ao Professor Arruda Alvim, Eduardo Melo de Mesquita Princípio da Proporcionalidade e as Tutelas de Urgência, O - Biblioteca de Estudos em Homenagem ao Professor Arruda Alvim - Encadernação Especial
Eduardo Melo de Mesquita, 336 pgs.
Publicado em: 18/8/2006
Editora: Juruá Editora
ISBN: 853621347-7
Preço: R$ 74,90

* Desconto não cumulativo com outras promoções e P.A.P.

         

ÁREA(S)

  • Direito Constitucional
  • Direito Processual Civil
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    SINOPSE
    Edição atualizada com as Leis 11.187/05, 11.232/05, 11.276/06, 11.277/06 e 11.280/06 A propedêutica do Direito e a profícua produção científica, em especial no campo das tutelas emergenciais, apontam desafios poderosos a serem vencidos pelo cientista e pelo intérprete. Os tempos são outros e a leitura deve ser feita pela lente adequada, para que o discurso normativo possa alcançar a efetividade tão almejada.
    O presente estudo pretende fazer a leitura do discurso normativo com enfoque na aplicação do princípio da proporcionalidade às tutelas de emergência. Em sua primeira parte, busca-se situar o modelo hermenêutico contemporâneo, alicerçado no constitucionalismo e, conseqüentemente, com centro de gravidade na Constituição.
    A segunda parte é dedicada ao princípio da proporcionalidade, suporte imprescindível à blindagem das tutelas emergenciais. Todavia, a inserção desse princípio no sistema jurídico requer uma ponte que permita seu ingresso e, para isso, merece destaque o estudo da autopoiese, a auto-reprodução do Direito.
    Uma vez esquadrinhado o ambiente hermenêutico, na primeira parte, e fixados os lindes do princípio da proporcionalidade, instrumento essencial à busca de efetividade da jurisdição, na segunda parte, a análise se voltará para as tutelas de urgência. A derradeira parte deste estudo desenha as tutelas urgentes, em todas as suas espécies, cautelares e satisfativas, com ênfase num modelo que se convencionou chamar de dever geral de urgência, capaz de abarcar o poder geral de cautela e a tutela satisfativa, que se impõe sempre que a situação concreta esteja marcada pela urgência e exija a prestação jurisdicional efetiva.
    Leitura imprescindível ao operador do Direito!
    CURRÍCULO DO AUTOR
    Eduardo Melo de Mesquita é formado em Engenharia Civil e Direito pela Universidade do Amazonas, Manaus/AM; Mestre em Direito Processual Civil pela Pontifícia Universidade Católica de São Paulo; Doutor em Direito Processual Civil pela Pontifícia Universidade Católica de São Paulo; Juiz do Trabalho do TRT – 11ª Região, aprovado em concurso de provas e títulos em setembro de 1994; Professor do curso de pós-graduação em Direito Processual Civil da Universidade Federal do Amazonas – UFAM – desde 2002; Professor da Universidade do Estado do Amazonas – UEA – Desde 2005. Possui diversas produções científicas e palestras proferidas.
    SUMÁRIO DA OBRA
    INTRODUÇÃO
    PRIMEIRA PARTE UMA NOVA HERMENÊUTICA E A REVOLUÇÃO JURÍDICA DO NOVO MILÊNIO - POLITIZAÇÃO DA LEGITIMIDADE E INCLUSÃO DOS POVOS COMO DIREITOS FUNDAMENTAIS
    1 A Constituição Federal de 1988 e o Estado Democrático de Direito
    2 A revolução da Ciência Jurídica sob a lente da revolução heliocêntrica
     2.1 Quatorze séculos de geocentrismo - Cláudio Ptolomeu
     2.2 A revolução provocada pelo heliocentrismo - Copérnico e Galileu
     2.3 A nova órbita do Direito
     2.4 O novo Código Civil e a Nova Hermenêutica
    3 A responsabilidade civil, a função social do contrato e a Nova Hermenêutica
    4 O papel do juiz e o equilíbrio da equação risco-responsabilidade
    5 Imbricação Direito Civil - Processo Civil
    6 Hipóteses de responsabilidade sem culpa
    7 Papel do juiz na quantificação do dano e a ponderação
    8 Negócio jurídico, sua função social e Nova Hermenêutica
    9 Negócio jurídico no Código Civil de 2002
    10 Teorias da vontade e da declaração - Equação imposta ao juiz
    11 Teoria da confiança ou da auto-responsabilidade
    12 O liberalismo e a postura individualista que nortearam os Códigos Civis anteriores
    13 O direito obrigacional a partir da Revolução Francesa e seus reflexos na ordem jurídica
    14 A liberdade de contratar - Do Estado Liberal ao Código Civil de 2002
    15 Vulnerabilidade dos negócios jurídicos - Sistema de nulidades do Código de Defesa do Consumidor e do Código Civil brasileiro
    16 O poder geral de cautela - Manifestação de que o Direito não altera somente alguns segmentos
    17 A proporcionalidade e as cláusulas gerais no Código Civil
    18 Controle externo do Judiciário, democracia e liberdade da magistratura
    SEGUNDA PARTE O PRINCÍPIO DA PROPORCIONALIDADE
    1 Configuração do princípio na ordem doutrinária e jurisprudencial 61
    2 Terminologia em sintonia com a concretude da situação
    3 Aspectos preliminares que criaram o ambiente - Mutações notáveis no relacionamento social, papel do Estado e atuação alargada do Poder Judiciário
    4 A Nova Hermenêutica e o Processo Civil
    5 O princípio da proporcionalidade - A evolução do poder cautelar e o poder cautelar geral
    6 Releitura pelo princípio da proporcionalidade e leitura tradicional 76
    7 A máxima da proporcionalidade nos tribunais
    8 Teoria dos Princípios e a máxima da proporcionalidade - Conexão. O próprio caráter de princípioimplica a máxima da proporcionalidade e inversamente
    9 Proporcionalidade e suas máximas parciais
    10 A teoria material dos direitos fundamentais
    11 Jellinek - Discricionariedade e proporcionalidade
    12 Critério de argumentação e essência dos direitos fundamentais
    13 Regras e princípios na teoria de Dworkin
    14 Regras e princípios na teoria de Robert Alexy
    15 O princípio da proporcionalidade, os direitos fundamentais, as regras e os princípios
    16 Reserva legal convertida para princípio da reserva legal proporcional
    17 A idéia de proporcionalidade
    18 O princípio na Europa Continental
     18.1 França
     18.2 Alemanha
     18.3 Itália
     18.4 Espanha
     18.5 Portugal
    19 O princípio da proporcionalidade e o CDC
    20 Outras previsões legais relativas ao CDC
    TERCEIRA PARTE TUTELA DE URGÊNCIA
    1 Considerações Gerais
    2 A matemática e a dialética
    3 O direito sob a perspectiva pragmática
    4 O Direito como sistema auto-referente
    5 Tutelas de urgência
    6 Periculum, cautelar e antecipação
    7 Conteúdo da cautelar e da antecipatória
    8 Periculum e urgência
    9 Liminar e urgência
    10 Referibilidade e liminar
    11 Força e efeitos do provimento concedido liminarmente
    12 Referibilidade
    13 Fungibilidade e princípio dispositivo
    14 Urgência, cognição sumária epericulum
    15 Juízo do mal maior na tutela de urgência
    16 Medidas de urgência e a aplicabilidade do processo cautelar
    17 Tratamento das medidas urgentes em algumas legislações
    18 Poder geral de urgência
    19 As medidas urgentes e a ação popular
    20 Proibição de liminares contra o Poder Público e o art. 5º, XXXV, da CF de 1988
    21 Modificação e revogação de liminares
    22 Liminar em ação de segurança
    23 Suspensão da liminar (Lei 4.348/64)
    24 Liminar em ação civil pública
    25 A liminar na ação civil pública e a referibilidade
    26 Cognição em rede e a imutabilidade
    27 Tutelas prioritárias
    28 A tutela de urgência e seu fundamento constitucional
    29 Tutela de urgência satisfativa autônoma antecedente e a estabili- zação da tutela satisfativa
    CONCLUSÕES
    REFERÊNCIAS
              

     

     
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