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Capa do livro: Comentários à Nova Lei Antidrogas - Manual Prático, Jorge Vicente Silva Comentários à Nova Lei Antidrogas - Manual Prático - Encadernação Especial
Jorge Vicente Silva, 656 pgs.
Publicado em: 22/9/2006
Editora: Juruá Editora
ISBN: 853621381-7
Preço: R$ 149,90

* Desconto não cumulativo com outras promoções e P.A.P.

         

ÁREA(S)

  • Direito Penal
  • Direito Processual Penal
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    SINOPSE

    Você encontrará nesta obra:

    NOVO CONCEITO DE TÓXICO
    DIREITO MATERIAL • Dos Crimes e das Penas
    • Da Conduta para Consumo Pessoal
    • Do Tráfico de Drogas
    • Condutas Assemelhadas ao Tráfico
    • Da Nobre Causa de Diminuição de Pena
    • Do Induzimento, Instigação e Auxílio
    • Do Uso Compartilhado
    • Da Fabricação, Preparação, Produção ou Transformação de Drogas
    • Da Associação
    • Do Financiamento e/ou Custeio
    • Da Colaboração à Prática de Crimes
    • Da Prescrição por Profissional
    • Da Condução de Embarcação ou Aeronave
    • Das Causas de Aumento de Pena
    • Da Colaboração Premiada
    • Da Isenção de Pena
    • Da Irretroatividade da Lei mais Maléfica
    • Da Aplicação da Lei mais Benéfica
    DIREITO PROCESSUAL PENAL • Da Investigação Criminal
    • Da Prisão em Flagrante
    • Da Prisão Temporária
    • Da Prisão Preventiva
    • Da Liberdade Provisória
    • Do Prazo para Encerramento do Inquérito Policial
    • Da Instrução Criminal
    • Dos Atos após Oferecida a Denúncia
    • Da Defesa Prévia
    • Do Recebimento da Denúncia
    • Do Prazo para Encerramento da Instrução
    DA SENTENÇA
    • Requisitos Estruturais da Sentença Penal
    • Motivação da Sentença
    • Individualização da Pena – Critério Trifásico
    • Aplicação da Pena-Base
    • Circunstâncias Atenuantes
    • Circunstâncias Agravantes
    • Concurso de Circunstâncias Agravantes e Atenuantes
    • Causas de Diminuição de Pena
    • Causas de Aumento de Pena
    • Concurso de Causas de Aumento ou de Diminuição de Pena
    • Limite de Pena
    • Fixação do Tipo de Pena
    • Fixação do Regime Prisional
    • Substituição por Pena de Multa
    • Substituição por Penas Restritivas de Direitos
    • Suspensão Condicional da Pena
    • Do Livramento Condicional
    • Da Pena de Multa
    • Das Medidas Cautelares
    • Dos Efeitos da Sentença


    Outras obras do autor:
    - Execução Penal – 2ª Edição;
    - Estelionato e Outras Fraudes – 2ª Edição;
    - Homicídio Doloso – 6ª Edição;
    - Apelação Crime;
    - Liberdade Provisória com e sem Fiança – 5ª Edição;
    - Código Penal com Notas Remissivas;
    - Código de Processo Penal com Notas Remissivas, em Co-autoria com o Dr. Luiz Antônio Câmara

    CURRÍCULO DO AUTOR

    Jorge Vicente Silva formou-se em Direito, em 1987, pela Faculdade de Direito de Curitiba. É pós-graduado em Pedagogia em nível superior pela PUCPR; é Especialista em Direito Processual Penal pela PUCPR.  Autor do livro: Tóxicos – Manual Prático – Respostas às dúvidas surgidas com a Lei 10.409/02, 2ª ed., Juruá Editora.

    SUMÁRIO DA OBRA
    APRESENTAÇÃO
    1 DO NOVO CONCEITO DE DROGAS
    2 DIREITO MATERIAL
    2.1 DOS CRIMES E DAS PENAS
     2.1.1 Da Conduta para Consumo Pessoal
     2.1.1.1 Do Tratamento ao Viciado
     2.1.1.2 Da Duração das Sanções
     2.1.1.3 Da Forma de Aplicaçãoe Cumprimento das Sanções
     2.1.1.4 Do Descumprimento das Sanções
     2.1.1.5 Da Reincidência
     2.1.1.6 Da Tipificação da Conduta
     2.1.1.7 Do Princípio da Insignificância
     2.1.1.8 Da Prescrição
    2.2 DO TRÁFICO DE DROGAS
     2.2.1 Da Classificação do Delito
     2.2.2 Da Sanção Privativa de Liberdade
     2.2.3 Da Sanção Pecuniária
     2.2.4 Da Prova do Tráfico
     2.2.5 Do Dolo
     2.2.6 Do Flagrante Preparado
     2.2.7 Das Condutas Segundo a Denúncia e Sentença
     2.2.8 Das Condutas com Alteração na Nova Lei
    2.3 DAS CONDUTAS ASSEMELHADAS AO TRÁFICO
     2.3.1 Da Matéria-Prima, Insumo ou Produto Químico com Destino à Preparação de Drogas
     2.3.2 Do Semeio, Cultivo ou Colheita de Plantas Para Preparação de Drogas
     2.3.3 Dos Fins Medicinais, Científicos ou Ritualístico-religioso
     2.3.4 Local e Prazo Predeterminados
     2.3.5 Da Fiscalização
     2.3.6 Do Dolo
    2.4 DA UTILIZAÇÃO DE PROPRIEDADE PARA O TRÁFICO
    2.5 DA NOBRE CAUSA DE DIMINUIÇÃO DE PENA
     2.5.1 Do Direito Público Subjetivo
     2.5.2 Dos Requisitos Para Concessão do Benefício
     2.5.2.1 Da Primariedade
     2.5.2.2 Das Conseqüências da Infração Por Uso de Drogas
     2.5.2.3 Dos Antecedentes
     2.5.2.4 Da Dedicação às Atividades Criminosas
     2.5.2.5 Da Participação em Organização Criminosa
     2.5.2.6 Das Circunstâncias Isoladas
     2.5.2.7 Da Fixação doQuantum Mitigatório
    2.6 DO INDUZIMENTO, INSTIGAÇÃO OU AUXÍLIO
     2.6.1 Do Crime Formal
     2.6.2 Do Concurso de Crimes
     2.6.3 Do Concurso com o Crime para Consumo Pessoal
     2.6.4 Do Concurso com o Crime de Consumo Pessoal e Uso Compartilhado
     2.6.5 Do Concurso Com Crime de Tráfico
     2.6.6 Da Retroatividade Benéfica
    2.7 DO USO COMPARTILHADO
     2.7.1 Dos Requisitos
     2.7.2 Da Eventualidade
     2.7.3 Das Condutas Sem Fins Lucrativos
     2.7.4 Do Relacionamento Entre os Usuários
     2.7.5 Do Consumo Conjunto
     2.7.6 Da Voluntariedade
     2.7.7 Da Tentativa
     2.7.8 Do Concurso com Infração aoart. 28
     2.7.9 Do Delito de Pequeno Potencial Ofensivo
     2.7.10 Da Pena de Multa
     2.7.11 Da Lei Nova Mais Benéfica
    2.8 DA FABRICAÇÃO, PREPARAÇÃO, PRODUÇÃO OU TRANSFORMAÇÃO DE DROGAS
    2.9 DA ASSOCIAÇÃO
     2.9.1 Da Finalidade da Associação
     2.9.2 Da Permanência
     2.9.3 Da Habitualidade
     2.9.4 Da Estabilidade
     2.9.5 Da Reiteração Criminosa
     2.9.6 Do Concurso de Crimes
     2.9.7 Da Lei Nova Mais Maléfica
     2.9.8 Da Quantidade de Pena Corporal
     2.9.9 Da Pena Pecuniária
     2.9.10 Da Proibição de Substituição etc.
     2.9.11 Da Associação para Financiamento e/ou Custeio
     2.9.12 Da Associação Eventual
     2.9.12.1 Da Abolitio Criminis
     2.9.12.2 Dos Efeitos da abolitio criminis
    2.10 DO FINANCIAMENTO E/OU CUSTEIO
     2.10.1 Da Conduta do art. 36 e seu Alcance
     2.10.2 Do Alcance do art. 35, parágrafo único
     2.10.3 Do Alcance do art. 40, inc. VII
    2.11 DA COLABORAÇÃO À PRÁTICA DE CRIMES
    2.12 DA PRESCRIÇÃO DE DROGA POR PROFISSIONAL
    2.13 DA CONDUÇÃO DE EMBARCAÇÃO OU AERONAVE
     2.13.1 Do Automotor Conduzido
     2.13.2 Do Consumo de Drogas
     2.13.3 Da Exposição aDano Potencial
     2.13.4 Da Comprovação do Consumo de Drogas
     2.13.5 Da Sanção Penal
     2.13.6 Do Agravamento no Caso de Transporte Coletivo
    2.14 DAS CAUSAS DE AUMENTO DE PENA DO ART. 40
     2.14.1 Dos Tipos Penais Atingidos
     2.14.2 Das Circunstâncias do inc. I
     2.14.2.1 Da Fixação doQuantum de Aumento da Pena
     2.14.3 Das Circunstâncias do inc. II
     2.14.3.1 Da Fixação doQuantum de Aumento da Pena
     2.14.4 Das Circunstâncias do inc. III
     2.14.4.1 Quanto aos Estabelecimentos
     2.14.4.2 Quanto às Entidades
     2.14.4.3 Quanto ao Local do Fato
     2.14.4.4 Local de trabalho coletivo
     2.14.4.5 Recintos onde se realizam espetáculos ou diversões de qualquer natureza
     2.14.4.6 Serviços de tratamento de dependentes de drogas ou de reinserção social
     2.14.4.7 Unidades Militares e Policiais
     2.14.4.8 Transporte Público
     2.14.4.9 Da Fixação doQuantum de Aumento da Pena
     2.14.5 Das Circunstâncias do inc. IV
     2.14.5.1 Da Fixação doQuantum de Aumento da Pena
     2.14.6 Das Circunstâncias do inc. V
     2.14.6.1 Da Fixação doQuantum de Aumento da Pena
     2.14.7 Das Circunstâncias do inc. VI
     2.14.7.1 Da Prova Desta Condição
     2.14.7.2 Da Fixação doQuantum de Aumento da Pena
     2.14.8 Das Circunstâncias do inc. VII
     2.14.8.1 Da Fixação doQuantum de Aumento da Pena
     2.14.9 Das Novas Causas de Aumento de Pena
     2.14.10 Das Condutas Abrangidas por Estas Causas
     2.14.11 Das Causas não Contempladas na Nova Lei
     2.14.12 Dos Efeitos da Descriminalização
     2.14.13 Do Patamar Mínimo Mais Benéfico
    2.15 DA COLABORAÇÃO PREMIADA
     2.15.1 Da Aplicação de Outras Normas Legais
    2.16 DA INIMPUTABILIDADE E SEMI-IMPUTABILIDADE
     2.16.1 Da Inimputabilidade
     2.16.1.1 Dos Efeitos da Absolvição
     2.16.1.2 Dos Efeitos da Condenação
     2.16.2 Da Semi-Imputabilidade
     2.16.3 Das Provas Face a Dependência/Incapacidade
    2.17 DA IRRETROATIVIDADE DA LEI MAIS MALÉFICA
    2.18 DA APLICAÇÃO DA LEI MAIS BENÉFICA
    3 DIREITO PROCESSUAL PENAL
    3.1 DA INVESTIGAÇÃO CRIMINAL
     3.1.1 Da Aplicação da Lei 9.034/95
     3.1.2 Da Infiltração de Policiais
     3.1.3 Da Atuação Policial Controlada
     3.1.4 Do Acesso a Provas Acobertadas por Sigilo
     3.1.5 Da Prisão em Flagrante
     3.1.5.1 Da Comunicação da Prisão em Flagrante
     3.1.5.2 Dos Delitos que não Comportam Lavratura de Auto de Prisão em Flagrante
     3.1.5.3 Do Juízo Competente
     3.1.5.4 Do Laudo Provisório de Constatação
     3.1.5.5 Do Valor Probante do Laudo Provisório
     3.1.5.6 Dos Delitos que não Necessitam de Laudo
     3.1.5.7 Da Subscrição doLaudo de Constatação
     3.1.5.8 Da Incineração do Material Tóxico Apreendido
     3.1.6 Da Prisão Temporária
     3.1.7 Da Prisão Preventiva
     3.1.8 Da Liberdade Provisória
     3.1.9 Do Prazo Para Encerramento do Inquérito Policial
     3.1.9.1 Do Relatório
     3.1.9.2 Da Classificação do Delito
     3.1.9.3 Das Diligências Complementares
    3.2 DA INSTRUÇÃO CRIMINAL
     3.2.1 Do Recebimento do Inquérito Policial e Manifestação do Ministério Público
     3.2.2 Do Arquivamento do Inquérito
     3.2.3 Da Requisiçãode Diligências
     3.2.4 Do Oferecimento da Denúncia
     3.2.5 Dos Atos Após Oferecida a Denúncia
     3.2.5.1 Da Citaçãodo Acusado
     3.2.5.1.1 Da Citação por Mandado
     3.2.5.1.2 Do Comparecimento Espontâneo
     3.2.5.1.3 Da Fé Pública do Oficial de Justiça
     3.2.5.1.4 Da Citação e Requisição de Réu Preso
     3.2.5.1.5 Do Réu Citado no Mesmo Dia do Interrogatório
     3.2.5.1.6 Do Mandado com Endereço Inexato
     3.2.5.1.7 Da Citação de Militar e Funcionário Público
     3.2.5.1.8 Da Citação por Edital
     3.2.5.1.9 Da Falta de Procura Pessoal em Todos os Endereços
     3.2.5.1.10 Do Réu que Fornece Endereço Incorreto
     3.2.5.1.11 Do Réu que se Encontra Preso
     3.2.5.1.12 Da Desobrigação de Buscas Infinitas
     3.2.5.1.13 Da Necessidade de Observância do Prazo do Edital
     3.2.5.1.14 Da Publicação na Imprensa Oficial
     3.2.5.1.15 Da Falta de Indicação dos Dispositivos da Lei Penal
     3.2.5.1.16 Do Erro de Grafia do Nome do Acusado
    3.3 DA DEFESA PRÉVIA
     3.3.1 Do Prazo para a Apresentação
     3.3.2 Da Obrigatoriedade de Apresentação da Defesa Prévia
     3.3.3 Das Matérias a Serem Argüidas
     3.3.4 Da Decisão Quanto à Defesa Prévia
     3.3.5 Da Realizaçãode Diligências
     3.3.6 Da Defesa Colidente
     3.3.7 Da Suspensão do Processo
     3.3.8 Da Revelia do Acusado
    3.4 DO RECEBIMENTO DA DENÚNCIA
     3.4.1 Do Concurso de Crimes e Respectivos Ritos
    3.5 DOS ATOS APÓS RECEBIDA A DENÚNCIA
     3.5.1 Do Exame de Dependência
     3.5.2 Da Audiência de Instrução e Julgamento
     3.5.3 Do Interrogatório
     3.5.4 Da Ouvida das Testemunhas
     3.5.5 Dos Debates Orais
    3.6 DO PRAZO PARA ENCERRAMENTO DA INSTRUÇÃO
    4 DA SENTENÇA
    4.1 CONCEITO DE SENTENÇA PENAL
    4.2 REQUISITOS ESTRUTURAIS DA SENTENÇA PENAL
     4.2.1 Nome das Partes
     4.2.2 Relatório e Exposição Sucinta da Acusação e Defesa
     4.2.3 Indicação dos Motivos emque se Funda a Decisão
     4.2.4 Indicação dos Artigos da Lei Aplicados
     4.2.5 Parte Dispositiva
     4.2.6 Data e Assinatura do Juiz
    4.3 MOTIVAÇÃO DA SENTENÇA
     4.3.1 Apreciação das Tesesda Acusação e Defesa
     4.3.2 Motivação Quanto à Materialidade do Delito
     4.3.3 Motivação Quanto àAutoria do Delito
     4.3.4 Motivação em Delito de Autoria Coletiva
     4.3.5 Motivação Quantoao Tipo Penal
     4.3.6 Fundamentação nas Provas dos Autos
     4.3.6.1 Da Prova Documental
     4.3.6.2 Da Prova Testemunhal
     4.3.6.2.1 Principais provas testemunhais
     4.3.6.2.2 Colheita de prova testemunhal através de Carta Rogatória
     4.3.6.3 Da Prova Pericial
     4.3.6.4 Da Prova Indiciária
     4.3.6.5 Da Prova Emprestada
     4.3.6.6 Das Outras Provas
     4.3.6.7 Ônus da prova
    4.4 INDIVIDUALIZAÇÃO DA PENA - CRITÉRIO TRIFÁSICO
     4.4.1 Aplicação daPena-Base
     4.4.1.1 Da Natureza e/ou Qualidade da Substância ou do Produto
     4.4.1.2 Da Culpabilidade
     4.4.1.3 Dos Antecedentes
     4.4.1.4 Da Personalidade do Agente
     4.4.1.5 Da Conduta Social
     4.4.1.6 Dos Motivos dos Crimes
     4.4.1.7 Das Circunstâncias do Crime
     4.4.1.8 Das Conseqüências do Crime
     4.4.1.9 Do Comportamento da Vítima
     4.4.2 Circunstâncias Atenuantes
     4.4.3 Circunstâncias Agravantes
     4.4.3.1 Da Reincidência
     4.4.4 Concurso de Circunstâncias Agravantes e Atenuantes
    4.5 CAUSAS DE DIMINUIÇÃO DE PENA
    4.6 CAUSAS DE AUMENTO DE PENA
    4.7 CONCURSO DE CAUSAS DE AUMENTO OU DE DIMINUIÇÃO DE PENA
    4.8 LIMITE DE PENA
    4.9 FIXAÇÃO DO TIPO DE PENA
     4.9.1 Pena de Reclusão
     4.9.2 Pena de Detenção
     4.9.3 Pena de Multa
    4.10 FIXAÇÃO DO REGIME PRISIONAL
     4.10.1 Regime Fechado
     4.10.2 Regime Semi-Aberto
     4.10.3 Regime Aberto
     4.10.4 Local de Cumprimento da Pena
    4.11 SUBSTITUIÇÃO DE PENA
     4.11.1 Substituição por Pena de Multa
    4.12 SUBSTITUIÇÃO POR PENAS RESTRITIVAS DE DIREITOS
     4.12.1 Requisitos Objetivos
     4.12.2 Requisitos Subjetivos
     4.12.3 Reincidência
     4.12.4 Independência do Juiz
     4.12.5 Direito Público Subjetivo
     4.12.6 Pena de Multa
     4.12.7 PrestaçãoPecuniária
     4.12.8 Prestação deoutra natureza
     4.12.9 Perda de Bens e Valores
     4.12.10 Prestação de Serviços à Comunidade
     4.12.11 Interdição Temporária de Direitos
     4.12.12 Limitação deFim de Semana
    4.13 SUSPENSÃO CONDICIONAL DA PENA
     4.13.1 Requisitos Objetivos
     4.13.2 Requisitos Subjetivos
     4.13.3 Modalidades de Sursis
     4.13.4 Sursis Simples
     4.13.5 Sursis Especial
     4.13.6 Sursis Etário
     4.13.7 Sursis Humanitário
     4.13.8 Períodode Prova
    4.13 DO LIVRAMENTO CONDICIONAL
    4.14 PENA DE MULTA
     4.14.1 Critério Bifásico/Trifásico
     4.14.1.1 Aplicação Isolada
     4.14.1.2 AplicaçãoCumulativa
     4.14.2 Fixação Definitiva da Pena em Dias-Multa
     4.14.3 Proporcionalidade entre Pena Privativa de Liberdade e Multa
    Tabela da pena de multa
     4.14.4 Fixação do Valor do Dia-Multa
     4.14.5 Multiplicação dos Dias-Multa
     4.14.6 Aplicação dos Aumentos
     4.14.7 A Multa e sua Correção Monetária
     4.14.8 Aplicação da Pena Pecuniária no Crime Continuado
     4.14.9 Aplicação da Pena no Concurso de Crimes
    4.15 DAS MEDIDAS CAUTELARES
     4.15.1 Das Medidas Cautelares Assecuratórias
     4.15.1.1 Das Medidas Cautelares Assecuratórias pela Nova Lei
     4.15.2 Das Medidas Cautelares Preventivas
     4.15.2.1 Da Apreensão
     4.15.2.2 Da Remoção
     4.15.2.3 Da Guarda de Bens que servem como Meio de Transporte
     4.15.2.4 Da Guarda de Bens Imóveis
     4.15.2.5 Da Guarda de Dinheiro ou Cheque
     4.15.2.6 Do Uso dos Bens Apreendidos
     4.15.2.7 Da Alienação
     4.15.2.8 Do Leilão
     4.15.2.8.1 Do Leilão de Instrumentos do Crime
     4.15.2.8.2 Do Leilão de Produtos de Crime
     4.15.2.8.3 Do Leilão Como Garantia da Indenização e/ou Pagamento das Custas e Multa Penal
     4.15.2.8.4 Da Autuação dos Procedimentos
     4.15.2.8.5 Da Não-Incidência de Tributos
     4.15.2.8.6 Da Possibilidade de ser Realizada a Alienação sem Leiloeiro
     4.15.2.8.7 Do Destino dos Valores do Leilão
     4.15.2.8.8 Da Impugnação da Constrição
     4.15.3 Da AlienaçãoApós a Sentença
     4.15.4 Dos Recursos Cabíveis
     4.15.5 Das Outras Medidas Cautelares
     4.15.5.1 Da Aplicação do art. 243 da CF
     4.15.5.2 Da Necessidade da Utilização das MedidasCautelares
    4.16 DOS EFEITOS DA SENTENÇA
     4.16.1 Dos Efeitos Principais
     4.16.2 Dos Efeitos Secundários
     4.16.3 Da Reparação do Dano
     4.16.4 Do Perdimento em Favor da União
     4.16.4.1 Do Instrumento do Crime
     4.16.4.2 Do Produto do Crime
     4.16.4.3 Da Motivação
     4.16.4.4 Da Perda de Cargo, Função Pública ou Cargo Eletivo por Incapacidade ou Inabilitação
     4.16.4.5 Do Perdimento do Mandato Eletivo
     4.16.4.6 Da previsão da alínea" a", do art. 92, I, do CP
     4.16.4.7 Da previsão na alínea" b", do art. 92, I, do CP
     4.16.4.8 Da Incapacidade para o Exercício de Pátrio Poder, Tutela ou Curatela (CP, art. 92, II)
     4.16.4.9 Da Inabilitaçãopara Dirigir Veículo (CP, art. 92, III)
     4.16.4.10 Da Motivação
     4.16.5 Do Apelo em Liberdade
     4.16.6 Da Expedição deMandado de Prisão
     4.16.7 Do Pagamento das Custas
     4.16.8 Do Rol dos Culpados
     4.16.9 Da Expedição de Ofício ao TRE
     4.16.10 Das Diversas Outras Providências
    5 LEGISLAÇÃO
     Lei 11.343, de 23 de agosto de 2006
     Portaria 344, de 12 de maio de 1998
     Decreto 79.388, de 14 de março de 1977
    REFERÊNCIAS
              

     

     
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