| INTRODUÇÃO |
Capítulo 1 - CRIME ORGANIZADO: EM BUSCA DO SEU SIGNIFICADO E DE UMA TEORIA EXPLICATIVA |
| | 1.1 Perguntas a serem respondidas e etapas a serem seguidas |
| | 1.2 Um pouco da origem da máfia italiana |
| | 1.3 Características contemporâneas do crime organizado |
| | 1.4 As organizações criminosas e seus mecanismos de atuação |
| | 1.5 Ações policiais e parlamentares - origem das organizações |
| | 1.6 Lavagem de dinheiro - peça fundamental para a maximização dos benefícios |
| | 1.7 Teoria do crime organizado e seu significado |
Capítulo 2 - HIPÓTESES PARA OS MECANISMOS DO FENÔMENO TRÁFICO DE DROGAS |
| | 2.1 Em busca dos mecanismos do tráfico de drogas e de uma possível teoria |
| | 2.2 Revisando a literatura |
| | 2.3 Em busca de uma teoria |
Capítulo 3 - MECANISMOS DO TRÁFICO DE DROGAS NO RIO DE JANEIRO |
| | 3.1 O Rio de Janeiro |
| | 3.2 O tráfico no asfalto |
| | 3.3 Atos de cooperação e conflitos |
| | 3.4 O Comando Vermelho e outras facções: elas existem? |
| | 3.5 Dinâmica do tráfico de drogas nos morros |
| | 3.6 A proteção institucional |
| | 3.7 As Forças Armadas e o tráfico |
| | 3.8 Os variados grupos e as dimensões |
Capítulo 4 - OPERAÇÃO DIAMANTE |
| | 4.1 O grande grupo, as Farcs e Fernandinho Beira-mar |
| | 4.2 Proteção institucional e lavagem de dinheiro |
| | 4.3 A versão de Leonardo Mendonça |
| | 4.4 Os mecanismos da organização diamante |
Capítulo 5 - MECANISMOS DO TRÁFICO NO POLÍGONO DA MACONHA E NA REGIÃO METROPOLITANA DO RECIFE |
| | 5.1 Polígono da maconha: análise inicial |
| | 5.1.1 Contexto socioeconômico |
| | 5.1.2 Tráfico de drogas e homicídios |
| | 5.1.3 O Ministério Público e o tráfico de drogas |
| | 5.2 Polígono da maconha:análise complementar |
| | 5.2.1 Agentes estatais e traficantes: proteção e interferência institucional |
| | 5.2.2 Constatações empíricas da proteção e da interferência institucional |
| | 5.3 Mecanismos do tráfico de drogas no polígono da maconha |
| | 5.4 Mecanismos do tráfico de drogas na Região Metropolitana do Recife |
| | 5.4.1 Incidência do tráfico de drogas por áreas |
| | 5.5 Perfil do traficante de drogas |
| | 5.6 As peças do tráfico |
Capítulo 6 - O TRÁFICO DE DROGAS EM PORTUGAL E A DESCRMINALIZAÇÃO DO CONSUMO |
| | 6.1 Dinâmica do tráfico de drogas em Portugal |
| | 6.1.2 A origem da droga, os pescadores e o tráfico formiguinha |
| | 6.1.3 Efeitos da política de descriminalização na dinâmica do tráfico de drogas |
| | 6.2 O consumidor, o toxicodependente e uma política para enfrentamento das drogas |
CONSIDERAÇÕES FINAIS |
REFERÊNCIAS |
FIGURAS |
Figura 1.1 - Organograma da exportação destino Nordeste |
Figura 1.2 - Organograma do esquema dos selos falsificados |
Figura 1.3 - Modelo das peças e mecanismos das ações da organização Marlboro |
Figura 1.4 - Organograma da hierarquia da organização Marlboro |
Figura 1.5 - Modelo de cooperação: jogo do crime organizado |
Figura 1.6 - Organograma da hierarquia da organização Anjos da Guarda |
Figura 1.7 - Modelo das peças e mecanismos das ações da organização Anjos da Guarda |
Figura 1.8 - Modelo de cooperação: jogo do crime organizado |
Figura 1.9 - Organograma da hierarquia das organizações criminais da RMR e do Polígono da Maconha |
Figura 1.10 - Modelo das peças e mecanismos das ações das organizações da RMR |
Figura 1.11 - Modelo de concorrência: jogo do crime organizado |
Figura 1.12 - Modelo das peças e mecanismos das ações das organizações no Polígono da Maconha |
Figura 1.13 - Organograma da rede de apoios políticos no Polígono da Maconha |
Figura 1.14 - Modelo de cooperação: jogo do crime organizado |
Figura 1.15 - Modelo dos mecanismos de ação, hierarquia e participantes da organização do juiz Rocha Mattos e do agente federal César Herman |
Figura 1.16 - Modelo de cooperação: jogo do crime organizado |
Figura 1.17 - Modelo de cooperação: jogo do crime organizado |
Figura 1.18 - Modelo de concorrência: jogo do crime organizado |
Figura 1.19 - Modelo do ciclo da troca política |
Figura 2.1 - Modelo principal da dinâmica do tráfico de drogas |
Figura 2.2 - Gráfico da hierarquia institucional |
Figura 2.3 - Gráfico das zonas de cooperação |
Figura 2.4 - Gráfico da maximização dos benefíciosversus tempo |
Figura 3.1 - Dinâmica do tráfico de drogas de um traficante de classe média |
Figura 3.2 - Modelo de não-cooperação: jogo do conflito |
Figura 3.3 - Mapa das facções e os territórios |
Figura 3.4 - Dinâmica do tráfico dedrogas e tipos de interação |
Figura 3.5 - Dinâmica do tráfico dedrogas no Rio de Janeiro |
Figura 3.6 - Modelo de cooperação: jogo do crime organizado |
Figura 3.7 - Dinâmica cooperativa |
Figura 4.1 - Dinâmica do tráfico de drogas e os participantes da organização Diamante |
Figura 4.2 - Clarificando a dinâmica da organização Diamante |
Figura 4.3 - Modelo de cooperação: jogo do crime organizado |
Figura 4.4 - Mecanismos da organização Diamante |
Figura 5.1 - Gráfico do IDH dos municípios em 2000 |
Figura 5.2 - Gráfico da renda per capita versus IDH em 2000 |
Figura 5.3 - Gráfico do índice Gini em 2000 |
Figura 5.4 - Gráfico da taxa de homicídios por 100 mil habitantes em 2002 |
Figura 5.5 - Gráfico da análise comparativa dos índices de homicídios 2000 em quatro capitais |
Figura 5.6 - Gráfico da análise comparativa dos índices de homicídios 2002 em quatro capitais |
Figura 5.7 - Gráfico da evolução dos homicídios no período1998-2002 |
Figura 5.8 - Gráfico da médiada taxa de homicídios |
Figura 5.9 - Gráfico da proporção de homicídios como causa de mortalidade |
Figura 5.10 - Gráfico da proporção de homicídiosversus 100 mil habitantes |
Figura 5.11 - Modelo de cooperação para a concessão de proteção institucional |
Figura 5.12 - Modelo de interferência política que pode motivar a proteção institucional |
Figura 5.13 - Modelo da dinâmica do tráfico de drogas |
Figura 5.14 - Gráfico da apreensão de drogas por bairros |
Figura 6.1 - Modelo principal do tráfico de drogas: o grande grupo |
Figura 6.2 - Modelo de cooperação: jogo do crime organizado |
Figura 6.3 - Descriminalização e dinâmicado tráfico de drogas |
Figura 6.4 - Gráfico da quantidade de droga apreendida em quilos |
Figura 6.5 - Gráfico do número de apreensões de drogas |
Figura 6.6 - Gráfico do número de prisões de traficantes de drogas |
Figura 6.7 - Gráfico do número de prisões de traficantes-consumidores de drogas |
Figura 6.8 - Gráfico do número de flagrantes de consumidores de drogas |
Figura 6.9 - Gráfico da quantidade de heroína apreendida em gramas |
Figura 6.10 - Gráfico do cruzamento das categorias |
Figura 6.11 - Gráfico da quantidade de haxixe apreendida em gramas |
Figura 6.12 - Gráfico do cruzamento das categorias |
Figura 6.13 - Gráfico da quantidade de cocaína apreendida em gramas |
Figura 6.14 - Gráfico do cruzamento das categorias |
Figura 6.15 - Gráfico da quantidade de comprimidos de ecstasy apreendidos |
Figura 6.16 - Gráfico do cruzamento das categorias |
Figura 6.17 - Variação do preço das drogas |
Figura 6.18 - Gráfico do mercado de drogas |
Figura 6.19 - Gráfico dos processos de contra-ordenação |
Figura 6.20 - Gráfico do consumo ou posse de drogas na Espanha |
QUADROS |
Quadro 1.1 - Características das organizações criminosas (matriz) |
Quadro 1.2 - Características daorganização Marlboro |
Quadro 1.3 - Características da organização Anjos da Guarda |
Quadro 1.4 - Características das organizações da RMR |
Quadro 1.5 - Características das organizações do Polígono da Maconha |
Quadro 1.6 - Características da organização do juiz Rocha Mattos e do agente federal César Herman |
Quadro 1.7 - Operações de combate ao crime organizado desenvolvidas pela Polícia Federal noperíodo 2002-2004 |
Quadro 1.8 - Operações de combate ao crime organizado desenvolvidas por Comissões Parlamentares de Inquérito (CPI) |
Quadro 1.9 - Tipos de organização criminosa com base em sua origem e sua relação com o Estado |
Quadro 1.10 - Dimensões do crime organizado |
Quadro 2.1 - Hierarquia institucional |
Quadro 2.2 - As dimensões da criminalidade organizada |
Quadro 3.1 - Mecanismos do tráfico de drogas fluminense e suas classificações |
Quadro 6.1 - Efeitos da descriminalização na dinâmica do tráfico de heroína |
Quadro 6.2 - Efeitos da descriminalização na dinâmica do tráfico de cocaína |
Quadro 6.3 - Efeitos da descriminalização na dinâmica do tráfico de haxixe |
Quadro 6.4 - Efeitos da descriminalizaçãona dinâmica do tráfico de ecstasy |
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