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Capa do livro: Tráfico de Drogas e Crime Organizado - Peças e Mecanismos, Adriano Oliveira
Tráfico de Drogas e Crime Organizado - Peças e Mecanismos - Encadernação Especial
Adriano Oliveira, 352 pgs.
Publicado em: 27/8/2007
Editora: Juruá Editora
ISBN: 978853621661-4
ÁREA(S)

  • Direito Penal
  • Direito Processual Penal
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    SINOPSE

    Quais são as peças que compõem o fenômeno tráfico de drogas? Quais são seus possíveis mecanismos? Esta pesquisa procura responder a esses questionamentos e lança luzes sobre um fenômeno que assola todas as sociedades: o comércio de droga. O que é crime organizado? A definição de organizações criminosas é necessária, porque, além de ser um termo com significado ainda obscuro e por demais simplista, não é possível analisar o tráfico de drogas sem sua definição. Qual é a contribuição da descriminalização do usuário de drogas para os mecanismos do tráfico? Por meio de um exaustivo estudo empírico realizado em Portugal, verifica-se se os mecanismos do tráfico se fortalecem quando o consumidor de drogas não é mais tratado penalmente. Com base em relatórios oficiais, entrevistas e dados estatísticos, os questionamentos desta pesquisa são respondidos.

    CURRÍCULO DO AUTOR

    Adriano Oliveira é Doutor em Ciência política pela Universidade Federal de Pernambuco. Vice-coordenador do Núcleo de Estudos de Instituições Coercitivas da UFPE. Professor das Faculdades Integradas Barros Melo e FACIPE. E autor do livro “Tiros na democracia – De que lado ficou a imprensa na greve da Política Militar de Pernambuco no ano de 1997?” Editora Bagaço, 2001.

    ENTREVISTA COM O AUTOR
    Título: Tráfico de Drogas e Crime Organizado
    Resumo: Nesta entrevista, Dr. Adriano comenta o tráfico de drogas no Brasil e no exterior e como o crime organizado vem atuando na máquina estatal.

    Clique aqui e leia a íntegra da entrevista.

    SUMÁRIO DA OBRA
    INTRODUÇÃO
    Capítulo 1 - CRIME ORGANIZADO: EM BUSCA DO SEU SIGNIFICADO E DE UMA TEORIA EXPLICATIVA
     1.1 Perguntas a serem respondidas e etapas a serem seguidas
     1.2 Um pouco da origem da máfia italiana
     1.3 Características contemporâneas do crime organizado
     1.4 As organizações criminosas e seus mecanismos de atuação
     1.5 Ações policiais e parlamentares - origem das organizações
     1.6 Lavagem de dinheiro - peça fundamental para a maximização dos benefícios
     1.7 Teoria do crime organizado e seu significado
    Capítulo 2 - HIPÓTESES PARA OS MECANISMOS DO FENÔMENO TRÁFICO DE DROGAS
     2.1 Em busca dos mecanismos do tráfico de drogas e de uma possível teoria
     2.2 Revisando a literatura
     2.3 Em busca de uma teoria
    Capítulo 3 - MECANISMOS DO TRÁFICO DE DROGAS NO RIO DE JANEIRO
     3.1 O Rio de Janeiro
     3.2 O tráfico no asfalto
     3.3 Atos de cooperação e conflitos
     3.4 O Comando Vermelho e outras facções: elas existem?
     3.5 Dinâmica do tráfico de drogas nos morros
     3.6 A proteção institucional
     3.7 As Forças Armadas e o tráfico
     3.8 Os variados grupos e as dimensões
    Capítulo 4 - OPERAÇÃO DIAMANTE
     4.1 O grande grupo, as Farcs e Fernandinho Beira-mar
     4.2 Proteção institucional e lavagem de dinheiro
     4.3 A versão de Leonardo Mendonça
     4.4 Os mecanismos da organização diamante
    Capítulo 5 - MECANISMOS DO TRÁFICO NO POLÍGONO DA MACONHA E NA REGIÃO METROPOLITANA DO RECIFE
     5.1 Polígono da maconha: análise inicial
     5.1.1 Contexto socioeconômico
     5.1.2 Tráfico de drogas e homicídios
     5.1.3 O Ministério Público e o tráfico de drogas
     5.2 Polígono da maconha:análise complementar
     5.2.1 Agentes estatais e traficantes: proteção e interferência institucional
     5.2.2 Constatações empíricas da proteção e da interferência institucional
     5.3 Mecanismos do tráfico de drogas no polígono da maconha
     5.4 Mecanismos do tráfico de drogas na Região Metropolitana do Recife
     5.4.1 Incidência do tráfico de drogas por áreas
     5.5 Perfil do traficante de drogas
     5.6 As peças do tráfico
    Capítulo 6 - O TRÁFICO DE DROGAS EM PORTUGAL E A DESCRMINALIZAÇÃO DO CONSUMO
     6.1 Dinâmica do tráfico de drogas em Portugal
     6.1.2 A origem da droga, os pescadores e o tráfico formiguinha
     6.1.3 Efeitos da política de descriminalização na dinâmica do tráfico de drogas
     6.2 O consumidor, o toxicodependente e uma política para enfrentamento das drogas
    CONSIDERAÇÕES FINAIS
    REFERÊNCIAS
    FIGURAS
    Figura 1.1 - Organograma da exportação destino Nordeste
    Figura 1.2 - Organograma do esquema dos selos falsificados
    Figura 1.3 - Modelo das peças e mecanismos das ações da organização Marlboro
    Figura 1.4 - Organograma da hierarquia da organização Marlboro
    Figura 1.5 - Modelo de cooperação: jogo do crime organizado
    Figura 1.6 - Organograma da hierarquia da organização Anjos da Guarda
    Figura 1.7 - Modelo das peças e mecanismos das ações da organização Anjos da Guarda
    Figura 1.8 - Modelo de cooperação: jogo do crime organizado
    Figura 1.9 - Organograma da hierarquia das organizações criminais da RMR e do Polígono da Maconha
    Figura 1.10 - Modelo das peças e mecanismos das ações das organizações da RMR
    Figura 1.11 - Modelo de concorrência: jogo do crime organizado
    Figura 1.12 - Modelo das peças e mecanismos das ações das organizações no Polígono da Maconha
    Figura 1.13 - Organograma da rede de apoios políticos no Polígono da Maconha
    Figura 1.14 - Modelo de cooperação: jogo do crime organizado
    Figura 1.15 - Modelo dos mecanismos de ação, hierarquia e participantes da organização do juiz Rocha Mattos e do agente federal César Herman
    Figura 1.16 - Modelo de cooperação: jogo do crime organizado
    Figura 1.17 - Modelo de cooperação: jogo do crime organizado
    Figura 1.18 - Modelo de concorrência: jogo do crime organizado
    Figura 1.19 - Modelo do ciclo da troca política
    Figura 2.1 - Modelo principal da dinâmica do tráfico de drogas
    Figura 2.2 - Gráfico da hierarquia institucional
    Figura 2.3 - Gráfico das zonas de cooperação
    Figura 2.4 - Gráfico da maximização dos benefíciosversus tempo
    Figura 3.1 - Dinâmica do tráfico de drogas de um traficante de classe média
    Figura 3.2 - Modelo de não-cooperação: jogo do conflito
    Figura 3.3 - Mapa das facções e os territórios
    Figura 3.4 - Dinâmica do tráfico dedrogas e tipos de interação
    Figura 3.5 - Dinâmica do tráfico dedrogas no Rio de Janeiro
    Figura 3.6 - Modelo de cooperação: jogo do crime organizado
    Figura 3.7 - Dinâmica cooperativa
    Figura 4.1 - Dinâmica do tráfico de drogas e os participantes da organização Diamante
    Figura 4.2 - Clarificando a dinâmica da organização Diamante
    Figura 4.3 - Modelo de cooperação: jogo do crime organizado
    Figura 4.4 - Mecanismos da organização Diamante
    Figura 5.1 - Gráfico do IDH dos municípios em 2000
    Figura 5.2 - Gráfico da renda per capita versus IDH em 2000
    Figura 5.3 - Gráfico do índice Gini em 2000
    Figura 5.4 - Gráfico da taxa de homicídios por 100 mil habitantes em 2002
    Figura 5.5 - Gráfico da análise comparativa dos índices de homicídios 2000 em quatro capitais
    Figura 5.6 - Gráfico da análise comparativa dos índices de homicídios 2002 em quatro capitais
    Figura 5.7 - Gráfico da evolução dos homicídios no período1998-2002
    Figura 5.8 - Gráfico da médiada taxa de homicídios
    Figura 5.9 - Gráfico da proporção de homicídios como causa de mortalidade
    Figura 5.10 - Gráfico da proporção de homicídiosversus 100 mil habitantes
    Figura 5.11 - Modelo de cooperação para a concessão de proteção institucional
    Figura 5.12 - Modelo de interferência política que pode motivar a proteção institucional
    Figura 5.13 - Modelo da dinâmica do tráfico de drogas
    Figura 5.14 - Gráfico da apreensão de drogas por bairros
    Figura 6.1 - Modelo principal do tráfico de drogas: o grande grupo
    Figura 6.2 - Modelo de cooperação: jogo do crime organizado
    Figura 6.3 - Descriminalização e dinâmicado tráfico de drogas
    Figura 6.4 - Gráfico da quantidade de droga apreendida em quilos
    Figura 6.5 - Gráfico do número de apreensões de drogas
    Figura 6.6 - Gráfico do número de prisões de traficantes de drogas
    Figura 6.7 - Gráfico do número de prisões de traficantes-consumidores de drogas
    Figura 6.8 - Gráfico do número de flagrantes de consumidores de drogas
    Figura 6.9 - Gráfico da quantidade de heroína apreendida em gramas
    Figura 6.10 - Gráfico do cruzamento das categorias
    Figura 6.11 - Gráfico da quantidade de haxixe apreendida em gramas
    Figura 6.12 - Gráfico do cruzamento das categorias
    Figura 6.13 - Gráfico da quantidade de cocaína apreendida em gramas
    Figura 6.14 - Gráfico do cruzamento das categorias
    Figura 6.15 - Gráfico da quantidade de comprimidos de ecstasy apreendidos
    Figura 6.16 - Gráfico do cruzamento das categorias
    Figura 6.17 - Variação do preço das drogas
    Figura 6.18 - Gráfico do mercado de drogas
    Figura 6.19 - Gráfico dos processos de contra-ordenação
    Figura 6.20 - Gráfico do consumo ou posse de drogas na Espanha
    QUADROS
    Quadro 1.1 - Características das organizações criminosas (matriz)
    Quadro 1.2 - Características daorganização Marlboro
    Quadro 1.3 - Características da organização Anjos da Guarda
    Quadro 1.4 - Características das organizações da RMR
    Quadro 1.5 - Características das organizações do Polígono da Maconha
    Quadro 1.6 - Características da organização do juiz Rocha Mattos e do agente federal César Herman
    Quadro 1.7 - Operações de combate ao crime organizado desenvolvidas pela Polícia Federal noperíodo 2002-2004
    Quadro 1.8 - Operações de combate ao crime organizado desenvolvidas por Comissões Parlamentares de Inquérito (CPI)
    Quadro 1.9 - Tipos de organização criminosa com base em sua origem e sua relação com o Estado
    Quadro 1.10 - Dimensões do crime organizado
    Quadro 2.1 - Hierarquia institucional
    Quadro 2.2 - As dimensões da criminalidade organizada
    Quadro 3.1 - Mecanismos do tráfico de drogas fluminense e suas classificações
    Quadro 6.1 - Efeitos da descriminalização na dinâmica do tráfico de heroína
    Quadro 6.2 - Efeitos da descriminalização na dinâmica do tráfico de cocaína
    Quadro 6.3 - Efeitos da descriminalização na dinâmica do tráfico de haxixe
    Quadro 6.4 - Efeitos da descriminalizaçãona dinâmica do tráfico de ecstasy
              

     

     
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