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Capa do livro: Impenhorabilidade e Direitos do Credor - Biblioteca de Estudos em Homenagem ao Professor Arruda Alvim, Márcio Manoel Maidame Impenhorabilidade e Direitos do Credor - Biblioteca de Estudos em Homenagem ao Professor Arruda Alvim - Enc. Especial - ano 2007 edição 2008
Márcio Manoel Maidame, 456 pgs.
Publicado em: 7/10/2008
Editora: Juruá Editora
ISBN: 978853622197-7
Preço: R$ 99,70

* Desconto não cumulativo com outras promoções e P.A.P.

         

ÁREA(S)

  • Direito Processual Civil
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    SINOPSE

     Nesta obra, a impenhorabilidade é analisada sob um ponto de vista inédito: o da proteção dos interesses do credor. Afinado com os postulados modernos de efetividade do processo, ressalta-se que a tutela do direito de crédito tem forte conexão com a extensão dos bens penhoráveis.
    O estudo identifica que a impenhorabilidade muitas vezes impede o bom andamento da execução, sem proteger legítimos interesses do devedor. Com fundamento na Constituição, o autor demonstrou que a extensão de algumas regras de impenhorabilidade coloca em risco direitos igualmente legítimos do credor.
    Com fundamento na mais moderna doutrina nacional e estrangeira este estudo propõe interpretação superadora das regras de impenhorabilidade, como instrumento para uma adequada proteção dos direitos legítimos do credor e do devedor (conflito de direitos fundamentais). E o autor propõe a possibilidade de penhora de parcela do salário, do único imóvel do devedor.
    Também as novas regras da execução (princípio da colaboração/cooperação) e a penhora on-line foram estudadas com grande profundidade. No último capítulo – e muitas vezes de maneira inédita – o autor apresenta medidas alternativas de proteção ao crédito, que podem se sobrepor aos obstáculos que a impenhorabilidade representa ao processo de execução.

    Neste volume:

    • As novas regras do Processo de Execução
    • Penhora de percentual do salário
    • Penhora do bem de família suntuoso
    • Penhora on-line, adequada divisão dos ônus do processo e dano marginal
    • Meios alternativos de realização do crédito
    • Protesto da Dívida Tributária
    • Princípio da Colaboração

    CURRÍCULO DO AUTOR

    Márcio Manoel Maidame é Advogado; Mestre pela Fadisp; Especialista pela PUCSP; Coordenador do curso de Direito da "FAAT – Faculdades Atibaia", onde é também Professor titular de Direito Processual Civil; Professor convidado dos cursos de graduação e especialização da Fadisp. Autor e co-autor de diversos artigos jurídicos publicados em livros e revistas especializadas. Revisor técnico de traduções jurídicas.

    SUMÁRIO DA OBRA
    INTRODUÇÃO
     Noções propedêuticas
    1 PROCESSO DE EXECUÇÃO E EFETIVIDADE
     1.1 A celeridade e a efetividade do processo: conceitos distintos
     1.2 A (in)efetividade do processo de execução e o acesso à justiça
     1.3 Processo eficaz: mudança de mentalidade?
    2 PENHORA E IMPENHORABILIDADE: CONCEITO E NATUREZA JURÍDICA
     2.1 A responsabilidade patrimonial
     2.2 Penhora: conceito e extensão
     2.2.1 Penhora e frutos do bem penhorado
     2.3 Impenhorabilidade
     2.3.1 Impenhorabilidade relativa
     2.3.1.1 A nova redação do art. 650 do CPC
     2.3.1.2 O veto ao parágrafo único do art. 650 e ao § 3º do 649
     2.3.2 Impenhorabilidade absoluta
     2.4 Impenhorabilidade convencional
     2.5 Pode a doutrina e a jurisprudência criar impenhorabilidade não expressa em lei?
    3 DIREITOS FUNDAMENTAIS NA EXECUÇÃO CIVIL
     3.1 Tutela do direito de propriedade e o princípiofavor creditoris
     3.2 Preservação da dignidade da pessoa humana (favor debitoris)
     3.2.1 Mínimo existencial
     3.3 Intimidade, privacidade e inviolabilidade do lar
    4 IMPENHORABILIDADE E COLISÃO DE DIREITOS FUNDAMENTAIS
     4.1 Positivismo, formalismo e argumentação contra legem
     4.1.1 A origem do positivismo e a "crise da lei" segundo António Hespanha
     4.2 O direito como sistema de "superação de normas"
     4.3 A supremacia da Constituição e a teoria dos direitos fundamentais
     4.4 O proporcional e o razoável
     4.5 Colisão de Direitos Fundamentais
     4.6 O problema da segurança jurídica
    5 OMISSÃO PATRIMONIAL E NOVAS REGRAS DA EXECUÇÃO (LEI 11.382/06)
     5.1 Possibilidade de o juízo colher informações sobre o patrimônio do executado
     5.2 O registro da penhora, a fraude à execução e a proteção dos direitos do credor
    6 IMPENHORABILIDADE E PROCESSO: QUESTÕES DE DIREITO MATERIAL E PROCESSUAL
     6.1 Matéria de ordem pública?
     6.1.1 Constituição de ônus e constrição de bem impenhorável
     6.1.2 Aquisição de bem imóvel mais valioso, a fim de ampliar a impenhorabilidade
     6.2 Há prazo para alegação?
     6.2.1 É possível discussão sobre impenhorabilidade após o término do processo executivo?
     6.3 Alegação via embargos de terceiro
     6.4 Alegação de impenhorabilidade em embargos ou na defesa sem embargos (exceção de pré-executividade)?
    7 A IMPENHORABILIDADE EM ESPÉCIE
     7.1 Casos de impenhorabilidade absoluta
     7.1.1 Os bens inalienáveis e os declarados, por ato voluntário, não sujeitos à execução
     7.1.1.1 Bens que integrem garantias civis
     7.1.1.2 Recursos públicos destinados a fins sociais (convênios administrativos)
     7.1.1.3 Direitos da personalidade; os passes dos atletas
     7.1.2 Os bens necessários ou úteis ao exercício de qualquer profissão e os materiais necessários para obras em andamento
     7.1.3 A caderneta de poupança
     7.1.4 Impenhorabilidade do bem penhorado em execução fiscal da União
     7.1.5 Bens públicos, autárquicos, de sociedade de economia mista e empresas públicas
     7.1.6 Bem de família
     7.1.6.1 Constitucionalidade (?) do instituto
     7.1.6.2 Conceito
     7.1.6.3 Limitações ao bem de família
     7.1.6.4 Possibilidade de penhora do bem de família suntuoso
     7.1.6.5 A pequena propriedade rural
     7.1.6.6 Bem de família e sucessão
     7.1.6.7 A possibilidade de cisão do imóvel
     7.1.6.8 Impenhorabilidade e vaga em garagem
     7.1.6.9 Bens que guarnecem a residência do executado
     7.1.7 Penhora de salários, pensões etc.
     7.2 Bens de valor ínfimo e novas regras do processo de execução
     7.3 Penhora de quotas nas sociedades limitadas
     7.4 Penhora do estabelecimento comercial, de faturamento e usufruto da empresa
     7.5 Penhora sobre os bens dos sócios - desconsideração da personalidade jurídica
     7.6 Penhora de Bens de Estados Estrangeiros
    8 PENHORA ON-LINE
     8.1 Legalidade, regulamentação e natureza jurídica
     8.2 Regulamentação e Procedimento
     8.3 Distinção entre a penhora de ativos financeiros por ofício
     8.4 Penhora ou coerção?
     8.5 A alegação de impenhorabilidade na penhora on-line
     8.6 Penhora on-line e terceiros
    9 PENHORA DE BENS IMPENHORÁVEIS: RESPONSABILIDADE DO EXEQÜENTE OU DO ESTADO?
     9.1 Probidade processual
     9.2 O art. 574 do CPC: Proteção do credor de boa-fé
     9.3 Dano marginal e penhora on-line
     9.4 Responsabilidade do Estado: má prestação dos serviços judiciários
    10 UMA TENTATIVA DE SE ULTRAPASSAR OS LIMITES IMPOSTOS PELA PENHORA: MEIOS EXECUTÓRIOS COERCITIVOS NA EXECUÇÃO POR QUANTIA CERTA
     10.1 Meios de Coerção noDireito Contemporâneo
     10.2 Pessoalização dos meios executórios - direito comparado
     10.2.1 Commom Law e o Contempt of Court
     10.2.2 O sistema misto do Direito alemão, espanhol e italiano. O direito português e francês
     10.3 Pessoalização dos meios executórios no Brasil
     10.3.1 As reformas de 2005/2006 e o princípio da colaboração: surge um novo processo de execução?
     10.3.2 Meios executórios e coerção pessoal
     10.3.2.1 Multa
     10.3.2.2 Restrições cadastrais e interrupção de fornecimento de produtos e serviços
     10.3.2.2.1 Protesto de dívidas (protesto tributário)
     10.3.2.3 Penhora on-line como sanção; bloqueio de documentos e de cadastros
     10.3.2.4 Vedação de distribuição de dividendos
     10.3.2.5 Impedimento de atividade: "Prisão Civil" da empresa?
     10.3.2.6 Apreensão do veículo (CTB)
     10.3.2.7 A decretação de insolvência como meio de "coação" do devedor
     10.3.3 Prisão civil: possibilidades e restrições
    CONCLUSÃO
    REFERÊNCIAS
              

     

     
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