Neste Volume:
CAPÍTULO 1
INTEGRAÇÃO BRASIL-ARGENTINA: O PRIMEIRO ENSAIO (1958-1962)
CAPÍTULO 2
AFASTAMENTO E REAPROXIMAÇÃO (1962-1966)
CAPÍTULO 3
O APRENDIZADO DO DIÁLOGO (1966-1972)
CAPÍTULO 4
AS DIFICULDADES DO DIÁLOGO (1972-1976)
CAPÍTULO 5
A SUPERAÇÃO DAS DIFICULDADES (1976-1979)
CAPÍTULO 6
A CONSOLIDAÇÃO DO ENTENDIMENTO (1980-1986)
Coleção Relações Internacionais
A expansão do ensino de relações internacionais, nos níveis de graduação e pós-graduação, tem sido exponencial nos últimos anos.
A Coleção Relações Internacionais, lançamento da Juruá Editora, tem o propósito de prover estudantes, professores e profissionais da área com o conhecimento que resulta da expansão das pesquisas nas Universidades brasileiras.
O apoio do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico-CNPq, por meio do projeto integrado de pesquisa “Parcerias Estratégicas do Brasil: a construção do conceito e as experiências em curso”, financiado com recursos do Edital Renato Archer de fomento do estudo das relações internacionais e sediado na Universidade de Brasília, encontra-se na origem dessa iniciativa.
A Coleção Relações Internacionais reúne estudos originais resultantes de dissertações e teses selecionadas, em razão de sua originalidade e relevância, nas Universidades que mantêm programas de pós-graduação, bem como obras coletivas ou individuais especialmente focadas nas parcerias operadas pelo Brasil junto a países europeus e emergentes, objetos a que se volta o Renato Archer da UnB.
Em razão do elevado número de lançamentos que a Coleção programou, pretende ser ela instrumento indispensável a todos os que manuseiam o conhecimento atualizado das relações internacionais, seja com o propósito acadêmico, seja com o fim de tomar decisões nas esferas política e social, pública e privada, que engendram o modelo brasileiro de inserção internacional e sua dinâmica operacional.
O espírito que norteia as publicações da Coleção coincide com o espírito de isenção, objetividade, clareza e funcionalidade que preside os estudos nas Universidades. Desse modo, põe-se o conhecimento a serviço dos atores que dele fazem uso para equipar-se de expertise com que possam alcançar interesses externos da nação ou de seus segmentos sociais, bem como reagir e equilibrar-se diante de interesses que outros países buscam realizar no Brasil.
| INTRODUÇÃO |
Capítulo 1 - INTEGRAÇÃO BRASIL-ARGENTINA: O PRIMEIRO ENSAIO (1958-1962) |
| | 1.1 Desencontros (1945-1954) |
| | 1.2 Cordialidade e Rivalidade (1956-1957) |
| | 1.3 A Operação Pan-Americana |
| | 1.4 Coordenação Política e Integração Econômica (1959-1960) |
| | 1.5 O Encontro de Uruguaiana |
| | 1.6 De Uruguaiana a Punta Del Este: Apogeu e Ocaso de um Ensaio |
Capítulo 2 - AFASTAMENTO E REAPROXIMAÇÃO (1962-1966) |
| | 2.1 A Crise do Interamericanismo e o Fim do "Ensaio de Integração" |
| | 2.2 Argentina: do Alinhamento à Política Exterior Independente |
| | 2.3 Brasil: da PEI à Retomada do Nacional-Desenvolvimentismo |
| | 2.4 Comércio, Relações Bilaterais e Segurança Hemisférica |
| | 2.5 As Relações Diplomáticas Brasil-Argentina |
| | 2.6 Compassos e Descompassos |
Capítulo 3 - O APRENDIZADO DO DIÁLOGO (1966-1972) |
| | 3.1 A Détente e a Onda Nacionalista na América Latina |
| | 3.2 O Diálogo Bilateral e a Circunstância Sul-Americana |
| | 3.3 O Tratado da Bacia do Prata |
| | 3.4 A Visão Brasileira: Rivalidade Histórica e Instabilidade Política |
| | 3.5 A Visão Argentina: Tendências Históricas e a Expansão Brasileira |
| | 3.6 O Esforço Negociador e seus Limites |
Capítulo 4 - AS DIFICULDADES DO DIÁLOGO (1972-1976) |
| | 4.1 Distintas Respostas na Nova Conjuntura dos Anos 1970 |
| | 4.2 Argentina: Instabilidade e Inconstância |
| | 4.3 Brasil: Estabilidade e Constância |
| | 4.4 A Preponderância Brasileira e as Apreensões da Argentina |
| | 4.5 O Voo do Condor: Considerações |
| | 4.6 Sob os Signos da "Instabilidade" e da "Expansão" (1972 a 1976) |
Capítulo 5 - A SUPERAÇÃO DAS DIFICULDADES (1976-1979) |
| | 5.1 Conjuntura Internacional e Regional: o Jogo das Forças |
| | 5.2 O Proceso e a Política Exterior Argentina |
| | 5.3 As Relações Bilaterais e a Busca do Entendimento |
| | 5.4 As Reuniões Tripartites e o Acordo de 1979 |
| | 5.5 A Cooperação Nuclear: uma "Carta Argentina"? |
| | 5.6 O Diálogo Bilateral e a Força das Ideias |
Capítulo 6 - A CONSOLIDAÇÃO DO ENTENDIMENTO (1980-1986) |
| | 6.1 Os Acordos de 1980: Cooperação e Direitos Humanos |
| | 6.2 A Segunda Fase do Proceso e o Relacionamento Bilateral |
| | 6.3 A Crise das Malvinas e o Posicionamento do Brasil |
| | 6.4 Continuidade, Redemocratização e Relacionamento Bilateral |
| | 6.5 O Papel do Brasil em Londres |
| | 6.6 Da Cooperação à Integração |
CONCLUSÃO |
REFERÊNCIAS |
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