Normas Internacionais e Fraudes em Contabilidade - Análise Crítica Introdutiva Geral e Específica

Antônio Lopes de Sá

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FICHA TÉCNICA
Autor(es): Antônio Lopes de Sá
ISBN: 978853622986-7
Acabamento: Brochura
Número de Páginas: 260
Publicado em: 30/4/2010
Área(s): Contabilidade Geral Aplicada
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SINOPSE

“Esta obra oferece primeiras considerações críticas ao que se tem denominado como ‘Normas Internacionais de Contabilidade’, ou seja, as regras de escrituração e demonstração emitidas por entidades privadas alienígenas e oficialmente reconhecidas pelo poder público.
... Trata-se de obra de caráter introdutivo, visando a expor opiniões próprias e de terceiros sobre efeitos causados pelas normas internacionais citando importantes autoridades intelectuais, reconhecidas como expoentes em todo o mundo, com indicação das fontes pertinentes.
Evoca este livro questões contraditórias contidas nas nominadas ‘Normas Internacionais de Contabilidade’, lesões à ciência, transgressões à lei, debilidades didáticas.
Visa o livro ainda a destacar riscos ao exercício eficaz da profissão contábil em razão da adoção das referidas regras naquilo em que ferem o princípio da prudência”.

O Autor

AUTOR(ES)

Antônio Lopes de Sá é Doutor em Ciências Contábeis pela Universidade do Brasil; Doutor H.C. em Letras pela Samuel Benjamin Thomas University, de Londres; Presidente da Academia Brasileira de Ciências Contábeis de 1998 a 2004; Escritor, com 178 livros editados (no Brasil, Argentina, Portugal e Espanha) e mais de 13.000 artigos publicados (no Brasil, Argentina, Venezuela, Colômbia, Chile, Estados Unidos, Portugal, Espanha, Itália etc.); Detentor da medalha de Ouro João Lira, a maior comenda outorgada pelo máximo órgão profissional no Brasil, o Conselho Federal de Contabilidade (dentre quase 400.000 profissionais só 6 possuem tal dignidade oficial); Detentor da Cruz de Honra da Sociedade Brasileira de Filosofia e Cultura e Ensino; 1º Vice-Presidente da Academia Brasileira de Ciências Contábeis; Vice-Presidente da Academia Nacional de Economia; membro da Academia de Ciências Comerciais de Paris; membro da Academia Real de Ciências Econômicas e Financeiras da Espanha; Presidente de Honra do Centro de Estudos de História da Contabilidade de Portugal; membro do Instituto Internacional de Pesquisas de Nova Jersey, Estados Unidos; membro do Conselho Consultivo do Conselho Federal de Contabilidade; Contador Emérito dos Paises Andinos; Contador de Honra e Mérito de todas as Américas, diplomado pela Associação Interamericana de Contabilidade (que reúne todos os Países do Continente); Comendador da República, por decreto Presidencial; Presidente do VII e VIII Congresso Brasileiro de Contabilidade; Presidente do Seminário Latino de Cultura Contábil, do I ao VII; Detentor do prêmio de literatura científica outorgado pela revista Técnica Contable, de Madri, Espanha, recebido na Embaixada Brasileira com a presença de todos os Presidentes das maiores entidades espanholas da classe Contábil; Presidente do Conselho Científico da Revista JTCE, de Lisboa até 2004; membro do Conselho editorial da Revista Brasileira de Contabilidade, da Revista de Contabilidade do CRC do Rio Grande do Sul, da Revista da Fundação Álvares Penteado de São Paulo, da Revista Ibero-Americana de Contabilidade, da Revista Italiana de História da Contabilidade, da Revista de Contabilidade da Universidade do Chile, da Revista de Contabilidade da Associação dos Professores Universitários de Contabilidade da Espanha, da Revista Contabilidade e Informação da Universidade de Ijuí, do Conselho Editorial da Juruá; membro do Conselho Consultivo da Fundação Brasileira de Contabilidade; membro da comissão de normas contábeis do Conselho Econômico e Social das Nações Unidas, em 1980; Perito, Assessor e Consultor de importantes instituições e empresas como a Gerdau – Açominas, Ambev, Transportes Atlas, Comissão de Controle do Espaço Aéreo da Amazônia etc.; Detentor de mais de 250 dignidades por homenagens de Academias, Universidades, Centros de Cultura e Entidades oficiais nacionais e internacionais.
 

SUMÁRIO

PRINCIPAIS ABREVIATURAS USADAS NESTA OBRA

1ª PARTE CRÍTICAS GERAIS ÀS NOMINADAS NORMAS INTERNACIONAIS DE CONTABILIDADE

1 - Informação como Instrumento de Poder

2 - Limite da Obrigatoriedade do Modelo das Normas Internacionais

3 - Questionável Legalidade da Aplicação das IFRSs

4 - Regime Legalista e Informação Contábil

5 - Diferenças de Qualidade entre as Disposições Normativas no Direito em Relação às Contábeis

6 - Deturpações Decorrentes de Normas como Perverso uso da Contabilidade

7 - Regime Bursátil de Informação Contábil

8 - Regime Bursátil e Informação Contábilno Brasil

9 - Inexistência de "Nova Contabilidade" e Riscos Derivados do Regime Normativo

10 - Empirismo Normativo

11 - Instrumentalismo, Realidade Contábil e Fraudes em Contas

12 - Múltiplas Críticas às Normas do IASB no Eclodir da Catastrófica Crise de 2008

2ª PARTE CRÍTICAS OBJETIVAS AOS TEXTOS DAS NOMINADAS NORMAS INTERNACIONAIS DE CONTABILIDADE

13 - Valor Justo e o Princípio da Prudência

14 - Valor Justo e Infidelidade Informativa

15 - Justiça de Valor, Valor Justo e Crises Financeiras

16 - Alterações de Valor e Manipulações de Resultados

17 - Normas Contábeis Denominadas Internacionais - Efeitos Políticos e Crise Financeira

18 - Conflitos Conceituais e Essência Patrimonial

19 - Conceitos Questionáveis, Híbridos, Textos Confusos e Falta de Universalidade nas Normas Contábeis (IFRS)

20 - Imperfeições Idiomáticas e Normas Sobre Resultados Abrangentes

21 - Equívoco Conceitual Entre Econômico e Contábil

22 - Controle de Empresas e Questões Normativas Denominadas "Combinação de Negócios"

23 - Complexa e Discutível Questão do Arrendamento Mercantil

24 - Alisamento de Resultados, Falseamento de Informações e Normas Internacionais de Contabilidade

25 - Ajustes de Valores por Imparidade

26 - Intangíveis e Erros Conceituais nas Normas

27 - O Vultoso Problema dos Derivativos, Calotes e as Nominadas Normas Internacionais

28 - Científico Contábil e o Normativo em Face da Essência e da Forma dos Fatos Patrimoniais

29 - Enfoque Normativo das Imobilizações

REFERÊNCIAS

ÍNDICE ALFABÉTICO

A

  • Abreviaturas. Principais abreviaturas usadas nesta obra.
  • Ajustes de valores por imparidade.
  • Alisamento de resultados, falseamento de informações e normas internacionais de contabilidade.
  • Alterações de valor e manipulações de resultados.
  • Arrendamento mercantil. Complexa e discutível questão do arrendamento mercantil.

C

  • Calotes. Vultoso problema dos derivativos, calotes e as nominadas normas internacionais.
  • Científico contábil e o normativo em face da essência e da forma dos fatos patrimoniais.
  • Complexa e discutível questãodo arrendamento mercantil.
  • Conceito. Conflitos conceituaise essência patrimonial.
  • Conceito. Equívoco conceitual entre econômico e contábil.
  • Conceito. Intangíveis e errosconceituais nas normas.
  • Conceitos questionáveis, híbridos, textos confusos e falta de universalidade nas normas contábeis (IFRS).
  • Conflitos conceituais e essência patrimonial.
  • Controle de empresas e questões normativas denominadas «combinação de negócios».
  • Crise financeira. Justiça de valor, valor justo e crises financeiras.
  • Crise financeira. Normas contábeis denominadas internacionais. Efeitos políticos e crise financeira.
  • Críticas gerais às nominadas normas internacionais de contabilidade.
  • Críticas objetivas aos textos das nominadas normas internacionais de contabilidade

D

  • Derivativos. Vultoso problema dos derivativos, calotes e as nominadas normas internacionais.
  • Deturpações decorrentes de normas como perverso uso da contabilidade.
  • Diferenças de qualidade entre as disposições normativas no direito em relação às contábeis.
  • Direito. Diferenças de qualidade entre as disposições normativas no direito em relação às contábeis.

E

  • Efeitos políticos. Normas contábeis denominadas internacionais. Efeitos políticos e crise financeira.
  • Empirismo normativo.
  • Enfoque normativo das imobilizações.
  • Equívoco conceitual entreeconômico e contábil.
  • Essência patrimonial. Conflitos conceituais e essência patrimonial.

F

  • Fatos patrimoniais. Científico contábil e o normativo em face da essência e da forma dos fatos patrimoniais.
  • Forma. Científico contábil e o normativo em face da essência e da forma dos fatos patrimoniais.
  • Fraude em contas. Instrumentalismo, realidade contábil e fraudes em contas.

I

  • IASB. Múltiplas críticas às normas doIASB no eclodir da catastrófica crise de 2008.
  • IFRS. Conceitos questionáveis, híbridos, textos confusos e falta de universalidade nas normas contábeis (IFRS).
  • IFRSs. Questionável legalidadeda aplicação das IFRSs.
  • Imobilizações. Enfoque normativo das imobilizações.
  • Imperfeições idiomáticas e normas sobre resultados abrangentes.
  • Inexistência de «Nova Contabilidade» e riscos derivados do regime normativo.
  • Infidelidade normativa. Valor justo e infidelidade informativa.
  • Informação como instrumento de poder.
  • Informação contábil. Regime bursátil de informação contábil.
  • Informação contábil. Regime bursátile informação contábil no Brasil.
  • Informação contábil. Regime legalista e informação contábil.
  • Informação. Alisamento de resultados, falseamento de informações e normas internacionais de contabilidade.
  • Instrumentalismo, realidade contábil e fraudes em contas.
  • Intangíveis e erros conceituais nas normas.

J

  • Justiça de valor, valor justoe crises financeiras.

L

  • Limite da obrigatoriedade do modelo das normas internacionais.

M

  • Manipulação de resultados. Alterações de valor e manipulações de resultados.
  • Múltiplas críticas às normas do IASB no eclodir da catastrófica crise de 2008.

N

  • Negócios. Controle de empresas e questões normativas denominadas «combinação de negócios».
  • Normas contábeis denominadas internacionais. Efeitos políticos e crise financeira.
  • Normas contábeis. Conceitos questionáveis, híbridos, textos confusos e falta de universalidade nas normas contábeis (IFRS).
  • Normas internacionais. Alisamento de resultados, falseamento de informações e normas internacionais de contabilidade.
  • Normas internacionais. Críticas gerais às nominadas normas internacionais de contabilidade.
  • Normas internacionais. Críticas objetivas aos textos das nominadas normas internacionais de contabilidade
  • Normas internacionais. Limite da obrigatoriedade do modelo das normas internacionais.
  • Normas internacionais. Vultoso problema dos derivativos, calotes e as nominadas normas internacionais.
  • Normas. Controle de empresas e questões normativas denominadas «combinação de negócios».
  • Normas. Deturpações decorrentes de normas como perverso uso da contabilidade.
  • Normas. Imperfeições idiomáticas e normas sobre resultados abrangentes.
  • Normas. Intangíveis e errosconceituais nas normas.
  • Nova contabilidade. Inexistência de «Nova Contabilidade» e riscos derivados do regime normativo.

P

  • Poder. Informação como instrumento de poder.
  • Principais abreviaturasusadas nesta obra.
  • Princípio da prudência. Valor justoe o princípio da prudência.

Q

  • Questionável legalidade da aplicação das IFRSs.

R

  • Referências.
  • Regime bursátil de informação contábil.
  • Regime bursátil e informaçãocontábil no Brasil.
  • Regime legalista e informação contábil.
  • Resultado. Alisamento de resultados, falseamento de informações e normas internacionais de contabilidade.
  • Resultados. Alterações de valore manipulações de resultados.

V

  • Valor justo e infidelidade informativa.
  • Valor justo e o princípio da prudência.
  • Valores por imparidade. Ajuste.
  • Vultoso problema dos derivativos, calotes e as nominadas normas internacionais.
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