Capa do livro: Direito e Antropofagia Jurídica - Lei como Literatura, Utopia e Distopia, Michel Gonçalves Cesarino

Direito e Antropofagia Jurídica - Lei como Literatura, Utopia e Distopia

Michel Gonçalves Cesarino

    Preço

    por R$ 179,90

    Ficha técnica

    Autor/Autores: Michel Gonçalves Cesarino

    ISBN v. impressa: 978652631037-3

    ISBN v. digital: 978652631005-2

    Acabamento: Brochura

    Formato: 15,0x21,0 cm

    Peso: 441grs.

    Número de páginas: 356

    Publicado em: 21/02/2024

    Área(s): Direito - Ensino Jurídico e Metodologia; Direito - Filosofia do Direito; Direito - Teoria Geral do Direito; Literatura e Cultura - Política, História e Filosofia

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    Sinopse

    Um livro com teorias provocantes e inovadoras sobre direito e literatura, poder e comunicação, arte e imaginário, imaginário jurídico e mitopoética jurídica. Através da revitalização do conceito de utopia, proveniente do conceito original de Thomas More, e do de distopia (de outras fontes), o autor evidencia uma relação essencial, antes pouco percebida e compreendida, entre utopia, distopia, direito e lei, imaginário, arte, poder e comunicação. A Utopia de Thomas More, por se mostrar uma rica fonte, é abordada ao lado de 1984 do George Orwell. O livro descarta em definitivo o clichê de utopia como algo irrealizável e sonho inatingível, mostrando que a utopia tem muito mais relação com projetos políticos e arquitetura de modos de vida das pessoas, nas suas pessoalidades e na sociedade civil como um todo. Utopia serve como projeto, mapa de escolhas e ações, mas também para explicar o que seria a lei e o direito. Distopia, por sua parte, evidencia o modo como tiranos e estados tirânicos usam a lei, o imaginário, a arte e a comunicação para consolidar e perpetuar seus poderes. Distopia é o mau lugar que tolhe a dignidade das pessoas e sua humanidade, requerendo atuações prudenciais e culturais para ser evitada ou desfeita. Através da criação e elaboração do conceito de antropofagia jurídica, o autor propõe modos para se empreender atuações prudenciais na sociedade civil, no Estado, no direito e nas leis, para melhor servir ao espírito de liberdade democrático e republicano, na plasmação de melhores formas de efetivar a dignidade da pessoa humana na sociedade civil. Outros assuntos relacionados a lei, direito, literatura, utopia e distopia são tratados no livro: tetralema, estado de exceção, abuso de autoridade, nomos, hermenêutica existencial, arte e cinema, teoria comunicacional jurídica, tópica, educação e ensino universitário, direito do cidadão, política e cultura brasileira, brasilidade, éthos e ética, massa e poder, cleptocracia e corrupção, Deep State (Estado II, neste livro), paradoxo da tolerância, paradoxo da liberdade, paradoxo de Mannheim e, por fim, a proposta original e inovadora do autor para um Museu do direito, da lei e da cidadania.

    Michel Gonçalves Cesarino 
    Doutor em Direito pela USP, Mestre em Teoria e História Literária, em Crítica Literária, pela UNICAMP, Filósofo pela UNICAMP, Advogado com sua formação pela PUC de Campinas.

    Autor(es)

    MICHEL GONÇALVES CESARINO

    Doutor em Direito pela USP, Mestre em Teoria e História Literária, em Crítica Literária, pela UNICAMP, Filósofo pela UNICAMP, Advogado com formação pela PUC de Campinas. Sua formação interdisciplinar orienta-se para estudos, pesquisas e especialidades em Filosofia, Ética, Política, Estado e Relações de Poder, Artes e Estética, Literatura, Crítica Literária, Cinema, Direito, Filosofia do Direito, Teoria Geral do Direito, Lógica e Metodologia Jurídica, Antropologia Jurídica, Direito e Literatura, Filosofia da Ciência, Epistemologia, Metafísica, Psicologia Social, Arquitetura, Urbanismo e Planejamento Urbano, Museologia, Memória e Preservação de Patrimônio Cultural, Estudos do Imaginário, Educação, Universidade e Ensino Universitário.

    Sumário

    INTRODUÇÃO

    Capítulo 1 - A FORÇA

    INTRODUÇÃO AO CAPÍTULO 1

    1.1 DESEJO DE VIDA REALIZADA PARA SI, COM OUTROS, EM INSTITUIÇÕES JUSTAS

    1.2 PARADOXO POLÍTICO

    1.3 CONSIDERAÇÕES SOBRE A ÉTICA DA UTOPIA

    Capítulo 2 - A BELEZA

    INTRODUÇÃO AO CAPÍTULO 2

    2.1 UTOPIAS E DISTOPIAS: PODER E COMUNICAÇÃO, LEI E LITERATURA, O IMAGINÁRIO DO DIREITO

    2.1.1 Poder, comunicação e lei

    2.1.2 Lei, literatura e imaginário do Direito

    2.2 UTOPIA E DISTOPIA: A UTOPIA DE THOMAS MORE E A DISTOPIA 1984 DE GEORGE ORWELL

    2.2.1 Utopia

    2.2.2 1984

    Capítulo 3 - A SABEDORIA

    INTRODUÇÃO AO CAPÍTULO 3

    3.1 ALGO "CENTRAL DO BRASIL" ATRAVÉS DA COMUNICAÇÃO, PODER E UTOPIA EM "ALGO" DE TRÊS FILMES BRASILEIROS: AFÁVEL VIOLÊNCIA FUNDACIONAL BRASILEIRA

    3.2 BRASIL ACONTECIDO E POSSIBILIDADE DE PLASMAÇÃO DE NOVAS BRASILIDADES ATRAVÉS DE UTOPIAS BRASILEIRAS

    3.3 O CONCEITO DE MUSEU DO DIREITO, DA LEI E CIDADANIA E O DE "ANTROPOFAGIA JURÍDICA" COMO POSSIBILIDADES PARA VIABILIZAR UTOPIAS PLASMATÓRIAS DE NOVAS BRASILIDADES

    CONCLUSÃO

    REFERÊNCIAS

    ANEXO

    Índice alfabético

    A

    • Algo "Central do Brasil" através da comunicação, poder e utopia em "algo" de três filmes brasileiros: afável violência fundacional brasileira
    • Anexo
    • "Antropofagia jurídica". Conceito de Museu do Direito, da lei e cidadania e o de "antropofagia jurídica" como possibilidades para viabilizar utopias plasmatórias de novas brasilidades

    B

    • Beleza
    • Brasil acontecido e possibilidade de plasmação de novas brasilidades através de utopias brasileiras

    C

    • Cidadania. Conceito de Museu do Direito, da lei e cidadania e o de "antropofagia jurídica" como possibilidades para viabilizar utopias plasmatórias de novas brasilidades
    • Cinema brasileiro. Algo "Central do Brasil" através da comunicação, poder e utopia em "algo" de três filmes brasileiros: afável violência fundacional brasileira
    • Comunicação. Algo "Central do Brasil" através da comunicação, poder e utopia em "algo" de três filmes brasileiros: afável violência fundacional brasileira
    • Comunicação. Poder, comunicação e lei
    • Comunicação. Utopias e distopias: poder e comunicação, lei e literatura, o imaginário do direito
    • Conceito de Museu do Direito, da lei e cidadania e o de "antropofagia jurídica" como possibilidades para viabilizar utopias plasmatórias de novas brasilidades
    • Conclusão
    • Considerações sobre a ética da utopia

    D

    • Desejo de vida realizada para si, com outros, em instituições justas
    • Distopia. Utopia e distopia: a utopia de Thomas More e a Distopia 1984 de George Orwell
    • Distopia. Utopias e distopias: poder e comunicação, lei e literatura, o imaginário do direito

    E

    • Ética. Considerações sobre a ética da utopia

    F

    • Força

    G

    • George Orwell. Utopia e distopia: a utopia de Thomas More e a Distopia 1984 de George Orwell
    • George Orwell. 1984

    I

    • Imaginário do Direito. Lei, literatura e imaginário do direito
    • Imaginário do Direito. Utopias e distopias: poder e comunicação, lei e literatura, o imaginário do direito
    • Instituições justas. Desejo de vida realizada para si, com outros, em instituições justas
    • Introdução
    • Introdução ao capítulo 1
    • Introdução ao capítulo 2
    • Introdução ao capítulo 3

    J

    • Justiça. Desejo de vida realizada para si, com outros, em instituições justas

    L

    • Lei, literatura e imaginário do direito
    • Lei. Conceito de Museu do Direito, da lei e cidadania e o de "antropofagia jurídica" como possibilidades para viabilizar utopias plasmatórias de novas brasilidades
    • Lei. Poder, comunicação e lei
    • Lei. Utopias e distopias: poder e comunicação, lei e literatura, o imaginário do direito
    • Literatura. Lei, literatura e imaginário do direito
    • Literatura. Utopias e distopias: poder e comunicação, lei e literatura, o imaginário do direito

    M

    • Museu do Direito. Conceito de Museu do Direito, da lei e cidadania e o de "antropofagia jurídica" como possibilidades para viabilizar utopias plasmatórias de novas brasilidades

    P

    • Paradoxo político
    • Plasmação. Brasil acontecido e possibilidade de plasmação de novas brasilidades através de utopias brasileiras
    • Poder, comunicação e lei
    • Poder. Algo "Central do Brasil" através da comunicação, poder e utopia em "algo" de três filmes brasileiros: afável violência fundacional brasileira
    • Poder. Utopias e distopias: poder e comunicação, lei e literatura, o imaginário do direito

    R

    • Referências

    S

    • Sabedoria

    T

    • Thomas More. Utopia e distopia: a utopia de Thomas More e a Distopia 1984 de George Orwell

    U

    • Utopia
    • Utopia brasileira. Brasil acontecido e possibilidade de plasmação de novas brasilidades através de utopias brasileiras
    • Utopia e distopia: a utopia de Thomas More e a Distopia 1984 de George Orwell
    • Utopia. Algo "Central do Brasil" através da comunicação, poder e utopia em "algo" de três filmes brasileiros: afável violência fundacional brasileira
    • Utopia. Considerações sobre a ética da utopia
    • Utopias e distopias: poder e comunicação, lei e literatura, o imaginário do direito
    • Utopias plasmatórias. Conceito de Museu do Direito, da lei e cidadania e o de "antropofagia jurídica" como possibilidades para viabilizar utopias plasmatórias de novas brasilidades

    V

    • Violência fundacional. Algo "Central do Brasil" através da comunicação, poder e utopia em "algo" de três filmes brasileiros: afável violência fundacional brasileira