Capa do livro: Alvoradas, Vicente Andrade

Alvoradas

Vicente Andrade

    Preço

    por R$ 79,90

    Ficha técnica

    Autor/Autores: Vicente Andrade

    ISBN v. impressa: 978652632340-3

    ISBN v. digital: 978652632224-6

    Acabamento: Brochura

    Formato: 15,0x21,0 cm

    Peso: 187grs.

    Número de páginas: 146

    Publicado em: 25/05/2026

    Área(s): Literatura e Cultura - Adoção; Literatura e Cultura - Diversos; Psicologia - Família e Adoção

    Sinopse

    Prefácio por Luiz Roberto Evangelista

    Alvoradas reúne poemas que nascem da experiência humana em seus momentos de revelação, inquietação e esperança. Ao longo dos versos, o autor percorre paisagens interiores onde se encontram memória, ética, amor, indignação e contemplação, revelando um olhar atento às fragilidades e às grandezas da condição humana.

    A vida é uma travessia. Em sua breve passagem pelo mundo, o ser humano avança entre alegrias e dores, incertezas e descobertas, agarrando-se às frágeis boias que encontra para atravessar o grande rio silencioso da existência. Alguns chamam esse percurso de “vale de lágrimas”; outros o reconhecem como uma jornada de aprendizado e transformação.

    Como médico, o autor teve o privilégio de testemunhar de perto esse drama humano. Ao longo de sua trajetória, pacientes lhe revelaram não apenas os mistérios do corpo, mas também os abismos e as grandezas da alma: medos, fragilidades, contradições e esperanças. Em muitos deles reconheceu algo de si mesmo.

    É desse encontro com a vida real que nascem os poemas de Alvoradas. Neles convivem a recusa firme diante da injustiça e da covardia e, ao mesmo tempo, a celebração da beleza simples que se manifesta em gestos cotidianos, encontros inesperados e instantes de contemplação em que o tempo parece suspenso.

    Com linguagem clara e intensa, o livro propõe ao leitor uma travessia por diferentes estados de espírito — da indignação moral à ternura, da perplexidade à confiança na vida.

    Cada poema sugere um despertar, uma pequena aurora interior.

    Mais do que um conjunto de poemas, Alvoradas é um convite à reflexão e à sensibilidade, lembrando que, mesmo nas noites mais longas, sempre pode nascer uma nova manhã.

    Autor(es)

    VICENTE ANDRADE

    Vicente Florentino Castaldo Andrade nasceu em Maringá (PR), onde passou a infância em brincadeiras de rua com a molecada, entre sibipirunas e flamboyants da Zona 2 — na rua Felipe Camarão, nas matas do Bosque II e às margens do córrego Cleópatra — além das paisagens rurais de sítios e fazendas da região, de Sarandi à Fazenda Avelina, em Mandaguaçu. Filho do escritor, advogado e professor Galdino Andrade e da professora Dylma A. C. Andrade, irmão de Gal e Grilo, cresceu em um ambiente marcado pela presença da literatura, até vir estudar em Curitiba no início da década de 1980, cidade onde se radicou. É médico formado pela Universidade Federal do Paraná (UFPR), onde também concluiu o mestrado e o doutorado. Atua como pesquisador e preceptor do Programa de Residência Médica em Endocrinologia da instituição. Ao longo de sua trajetória profissional manteve contato intenso com a experiência humana que inspira sua reflexão literária. Desde a adolescência cultiva o hábito de escrever contos e poesia. Casado com Maria Isabel, é pai de Luiz Vicente e Victor. Alvoradas, publicado aos 62 anos, é seu primeiro livro.

    Sumário

    INTRODUÇÃO

    CAFTISMO

    DOIS DO ONZE

    AINDA VOCÊ

    MINHA SINA

    LEMBRANÇA

    DESABAFO

    EXISTÊNCIA

    UTOPIA

    CAE

    O CONDE

    ESTRELINHA

    MANHÃ

    MADAME

    ATUALIDADE

    FELIZ NATAL.EPONTO

    SOLIDÃO

    ODE A ARÍSTIPO

    BRISA

    DEIXA PRA LÁ

    ECOS DE SILÊNCIO

    O LIMITE

    BOM DIA

    ALMA

    ALVORECER

    SEGREDO

    LÁGRIMA

    ESSAS FLORES

    ORAÇÃO

    VINTE E SEIS ANOS

    LUA CRESCENTE

    DIA DOS NAMORADOS

    LIBERDADE

    NARCISO

    MEU CARRINHO

    MOMENTOS

    OS MORTOS-VIVOS

    SILÊNCIO

    VOO

    MOMENTO PRESENTE

    POEMETO DE BOAS-VINDAS

    REVOLUCIONAIRE

    POEMETO DE DESPEDIDA

    11 DE SETEMBRO

    SULA

    O HOMEM DE TERNO E GRAVATA

    FINAL CUT

    POEMETO DE BOAS-VINDAS (2)

    DIA FELIZ

    O PORQUÊ

    CEGUEIRA DAS HORAS

    POEMETO DO ENDOCRINOLOGISTA

    MANIQUEU E A ESFINGE

    POEMETO DE NATAL

    TERCEIROS DE OITENTA

    PÁSCOA EM TEMPOS DE CÓLERA

    UMA SÁBIA SABIÁ

    ALVORADAS