Contabilidade Rural - Uma Abordagem do Agronegócio dentro da Porteira - Com Exercícios Práticos e Material de Apoio ao Professor

3ª Edição - Revista e Atualizada de Acordo com o CPC 29 (IAS 41) Deyvison de Lima Oliveira e Gessy Dhein Oliveira

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Ficha técnica

Autor(es): Deyvison de Lima Oliveira e Gessy Dhein Oliveira

ISBN: 978853626553-7

Edição/Tiragem: 3ª Edição - Revista e Atualizada de Acordo com o CPC 29 (IAS 41)

Acabamento: Brochura

Número de páginas: 498

Publicado em: 25/01/2017

Área(s): Contabilidade - Contabilidade Geral Aplicada; Contabilidade - Prática Contábil

Sinopse

A presente obra tem por objetivo discutir os procedimentos para a mensuração de ativos biológicos e produtos agrícolas pelo método a valor justo. Visa atender, principalmente, a graduação em Ciências Contábeis e Administração. Dado o processo de convergência do Brasil às normas contábeis internacionais, a discussão de procedimentos para elaboração de demonstrações contábeis nas atividades agrícola e zootécnica com base no valor justo é tema ainda não abordado nas principais obras de Contabilidade Rural e Contabilidade do Agronegócio no Brasil.

Com a edição do CPC 29, o ativo biológico e o produto agrícola passam a ser avaliados pelo valor justo menos despesa de venda, em lugar do custo histórico de formação ou aquisição. Pelo pronunciamento, o que era regra (mensuração pelo custo) agora passa a ser exceção, sendo a mensuração pelo valor justo menos despesa de venda a regra atual para aqueles ativos.

Acompanham a obra exercícios práticos que contribuem para a fixação dos conteúdos exigidos pelos currículos das instituições de ensino, bem como elucidam e exemplificam pontos das normativas contábeis específicas - a exemplo do CPC 29. Na mesma linha, o manual do professor (com respostas dos exercícios) facilita a escolha de atividades a serem aplicadas em sala, em trabalhos avaliativos etc., tendo em vista o grande número de exercícios disponíveis. Por fim, os modelos de prova facilitam e reduzem o tempo utilizado pelos professores em cada etapa da(s) disciplina(s), considerando que o manual apresenta inclusive as respostas das provas.

Além dos cursos de graduação e especialização em Ciências Contábeis e Administração, a obra também se aplica aos cursos das áreas de Engenharia (de Produção, Florestal, Agronômica, Ambiental, da Pesca etc.), Comércio Exterior, Agronegócio, dentre outros. No campo profissional, a obra é referência para contadores em empresas de contabilidade, contadores autônomos e contadores internos nas empresas rurais (fazendas etc.) e/ou agroindustriais.

Autor(es)

DEYVISON DE LIMA OLIVEIRA
Doutor em Administração pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul. Mestre em Administração pela Universidade Federal de Rondônia. Graduado em Ciências Contábeis pela Universidade Federal de Rondônia. Professor universitário em cursos de Ciências Contábeis e Administração. Pesquisa na área de Administração, com ênfase em Gestão e Qualidade da Informação, Capacidades de TI e Gestão dos Impactos da TI. Na área de Contabilidade, desenvolve pesquisas em Contabilidade de Ativos Biológicos e Produtos Agrícolas.

GESSY DHEIN OLIVEIRA
Pós-Graduada em Controladoria de Negócios e Gestão pela Universidade Federal de Rondônia. Graduada em Ciências Contábeis pela Universidade Federal de Rondônia e em Administração pela Faculdade de Educação e Ciências Administrativas de Vilhena.

Sumário

1ª PARTE - LIVRO-TEXTO, p. 33

PARTE I - PATRIMÔNIO E RESULTADO NA ATIVIDADE RURAL: ABORDAGEM À MENSURAÇÃO, p. 35

CAPÍTULO 1 - PATRIMÔNIO NA ATIVIDADE RURAL: A INFLUÊNCIA DA NATUREZA, p. 37

1.1 Contabilidade como uma Ciência da Informação, p. 37

1.2 Produção Rural e a Influência da Natureza: o Processo Decisório, p. 39

1.2.1 Variáveis da natureza e o negócio: peculiaridades da atividade rural, p. 39

1.2.2 Processo decisório na atividade rural e o papel da informação contábil na gestão, p. 42

1.3 Contabilidade Rural [ou de Agronegócio]: um Ramo da Contabilidade Aplicada, p. 44

1.3.1 Campos de aplicação, p. 44

1.3.2 Patrimônio e o negócio na atividade rural, p. 45

1.4 Ciclo Operacional no Agronegócio, p. 45

1.4.1 Conceito de ciclo operacional, p. 46

1.4.2 Diversidade produtiva e ciclo operacional, p. 46

1.4.3 Período de elaboração das demonstrações contábeis, p. 48

Exercícios, p. 49

Referências, p. 50

CAPÍTULO 2 - RESULTADO NA ATIVIDADE RURAL: ABORDAGEM À MENSURAÇÃO, p. 53

2.1 Regimes de Caixa versus Competência na Atividade rural, p. 53

2.1.1 A visão da ciência contábil, p. 53

2.1.2 Itens que geram dificuldades de compreensão no regime de competência, p. 54

2.2 Resultado na Atividade Rural: Fatos Intervenientes, p. 55

2.2.1 Procriação e colheita, p. 55

2.2.2 Crescimento natural, p. 56

2.2.3 Degeneração e perdas, p. 56

2.2.4 Receita de vendas, p. 57

2.2.5 Despesas do período, p. 57

2.3 Lucro Econômico versus Lucros do Período versus Variação de Caixa, p. 58

2.3.1 Regra geral de reconhecimento da receita, p. 59

2.3.2 Quando há lucro estritamente econômico?, p. 59

2.3.3 Variação do caixa no período e o "lucro financeiro", p. 60

2.4 Importância da Mensuração do Resultado na Atividade rural: o Papel da Ciência Contábil, p. 60

Exercícios, p. 61

Referências, p. 62

EXERCÍCIOS DA PARTE I, p. 63

LEITURAS INDICADAS DA PARTE I, p. 65

PARTE II - CLASSIFICAÇÕES CONTÁBEIS NA ATIVIDADE RURAL: ESTOQUES E IMOBILIZADO, p. 67

CAPÍTULO 3 - CLASSIFICAÇÕES CONTÁBEIS NA ATIVIDADE AGRÍCOLA, p. 69

3.1 Estoques na Atividade Agrícola, p. 69

3.1.1 Produtos agrícolas, p. 70

3.1.2 Ativos biológicos consumíveis, p. 70

3.1.3 Ativos biológicos maduros e imaturos, p. 71

3.1.4 Proposta de contas para o grupo "Estoques" na agricultura, p. 71

3.1.5 Descrição dos principais grupos e contas do Estoque (agricultura), p. 73

3.2 Reconhecimento de Ativo Imobilizado, p. 74

3.2.1 Ativos biológicos para produção na atividade agrícola plantas portadoras (bearer plants), p. 75

3.2.2 Proposta de contas para o grupo "Imobilizado" na agricultura, p. 77

3.2.3 Momento da mudança de ativos biológicos para produção "imaturos" para "maduros", p. 79

3.3 Arrendamento Mercantil: Conceito e contabilização, p. 79

3.3.1 Contabilização do arrendamento mercantil financeiro, p. 81

3.3.2 Contabilização do arrendamento mercantil operacional, p. 84

Exercícios, p. 86

Referências, p. 87

CAPÍTULO 4 - CLASSIFICAÇÕES CONTÁBEIS NA ATIVIDADE ZOOTÉCNICA, p. 89

4.1 Estoques na Atividade Zootécnica, p. 89

4.1.1 Proposta de contas para o grupo "Estoques" na atividade zootécnica, p. 90

4.1.2 Gado em experimentação, p. 93

4.2 Ativo Imobilizado na Atividade Zootécnica, p. 93

4.2.1 Proposta de contas para o grupo "Imobilizado" na atividade zootécnica, p. 94

4.2.2 Momento da mudança de ativos biológicos para produção "imaturos" para "maduros", p. 95

Exercícios, p. 96

Apêndice A - Plano de Contas Resumido para a Atividade Rural (Estoques e Imobilizado), p. 99

Referências, p. 106

EXERCÍCIOS DA PARTE II, p. 107

LEITURAS INDICADAS DA PARTE II, p. 109

PARTE III - MENSURAÇÃO DE ESTOQUES: ABORDAGEM AO PRODUTO AGRÍCOLA E AO ATIVO BIOLÓGICO CONSUMÍVEL, p. 111

CAPÍTULO 5 - ESTOQUES NA ATIVIDADE AGRÍCOLA, p. 113

5.1 Critérios Gerais de Mensuração de Estoques, p. 113

5.2 Mensuração na Atividade Agrícola, p. 115

5.2.1 Exemplos de produtos agrícolas e ativos biológicos consumíveis na agricultura, p. 115

5.2.2 Valor justo, p. 116

5.2.3 Reconhecimento do valor justo, p. 117

5.2.4 Proposta para reconhecimento do produto agrícola em formação (ativo biológico consumível imaturo), p. 117

5.2.4.1 Redução ao valor realizável líquido do "produto agrícola em formação", p. 119

5.2.5 Ganhos e perdas, p. 120

5.3 Demonstração do Resultado Econômico e Realizado (DRER) na Atividade Agrícola, p. 120

5.3.1 Detalhamento da demonstração do resultado econômico e realizado, p. 123

5.4 Exemplo Simplificado - Mensuração a Valor Justo, p. 125

5.4.1 Registros contábeis, p. 128

5.4.2 Demonstrações contábeis da Empresa MNM, p. 130

5.5 Exemplo Expandido de Mensuração a Valor Justo, p. 135

5.5.1 Produto agrícola de ativo biológico consumível (milho), p. 135

5.5.2 Produto agrícola de ativo biológico para produção (laranja), p. 138

5.5.3 Demonstrações contábeis da empresa BBB, p. 141

5.5.3.1 Demonstração do resultado do exercício, p. 141

5.5.3.2 Demonstração do resultado econômico e realizado (DRER), p. 143

5.5.3.3 Balanço patrimonial, p. 146

Exercícios, p. 148

Referências, p. 152

CAPÍTULO 6 - ESTOQUES NA ATIVIDADE ZOOTÉCNICA - ASPECTOS INTRODUTÓRIOS, p. 155

6.1 Mensuração do Ativo Biológico Consumível e Produto Agrícola pelo Valor Justo, p. 155

6.1.1 Exemplos de ativos biológicos consumíveis e produtos agrícolas, p. 156

6.1.2 Valor justo na atividade zootécnica, p. 157

6.1.3 Reconhecimento do valor justo inicial e corrente, p. 157

6.1.4 Ganhos e perdas, p. 158

6.1.5 Critérios para classificação dos ativos biológicos consumíveis no balanço, p. 159

6.2 Exemplo Simplificado de Mensuração a Valor Justo na Pecuária de Corte, p. 160

6.2.1 Resolução - ano X1, p. 161

6.2.2 Resolução - ano X2, p. 163

6.2.3 Resolução - ano X3, p. 164

Exercícios, p. 167

Referências, p. 169

CAPÍTULO 7 - ESTOQUES NA ATIVIDADE ZOOTÉCNICA - ASPECTOS INTERMEDIÁRIOS, p. 171

7.1 Mensuração a Valor Justo em Ciclo Produtivo Contínuo, p. 174

7.2 Demonstração do Resultado Econômico e Realizado (DRER) na Pecuária, p. 172

7.2.1 Detalhamento da demonstração do resultado econômico e realizado, p. 174

7.3 Exemplo Completo de Mensuração a Valor Justo na Pecuária de Corte, p. 176

7.3.1 Resolução - ano X1, p. 179

7.3.2 Resolução - ano X2, p. 188

7.3.3 Resolução - ano X3, p. 197

7.3.4 Resolução - ano X4, p. 208

7.3.5 Demonstrações dos anos X1 a X4, p. 220

Exercício, p. 225

Referência, p. 228

EXERCÍCIOS DA PARTE III, p. 229

LEITURAS INDICADAS DA PARTE III, p. 233

PARTE IV - IMOBILIZADO: ABORDAGEM AO ATIVO BIOLÓGICO PARA PRODUÇÃO, p. 235

CAPÍTULO 8 - ATIVO BIOLÓGICO PARA PRODUÇÃO NA ATIVIDADE AGRÍCOLA, p. 237

8.1 Fases do Ativo Biológico para Produção (Bearer Plants), p. 237

8.1.1 Ativos biológicos para produção maduros, p. 238

8.1.2 Ativos biológicos para produção imaturos, p. 238

8.2 Mensuração do Ativo Biológico para Produção (Bearer Plants) pelo Valor Justo, p. 239

8.2.1 Hierarquia de valor justo, p. 239

8.2.2 Valor presente do fluxo de caixa líquido esperado do ativo, p. 241

8.2.2.1 Exemplo de cálculo do valor presente na atividade agrícola, p. 242

8.2.3 Reconhecimento inicial do ativo biológico para produção, p. 244

8.2.4 Ganhos e perdas do ativo biológico para produção, p. 245

8.3 Mensuração do Ativo Biológico para Produção (Bearer Plants) pelo Custo Histórico, p. 245

8.3.1 Ativos biológicos para produção imaturos, p. 245

8.3.2 Ativos biológicos para produção maduros, p. 247

8.3.3 Amortização dos ativos biológicos maduros mensurados pelo custo histórico, p. 247

8.4 Resumo dos Métodos e Critérios de Mensuração do Ativo Biológico para Produção, p. 249

8.4.1 Métodos e informações para a mensuração, p. 249

8.4.2 Mensuração de ativos biológicos imaturos e maduros: uma proposta, p. 251

8.5 Exemplos de Mensuração de Ativo Biológico para produção, p. 251

8.5.1 Mensuração pelo custo histórico, p. 251

8.5.1.1 Contabilização do ativo biológico para produção (X3 e X4), p. 254

8.5.1.2 Balanços de X3 e X4, p. 256

8.5.1.3 Evidenciação do ativo biológico (X5 e X6), p. 257

8.5.2 Mensuração a valor justo, p. 259

8.5.2.1 Contabilização do ativo biológico para produção (X3 e X4), p. 260

8.5.2.2 DRE e DRER de X3 e X4, p. 263

8.5.2.3 Balanços de X3 e X4, p. 266

8.5.2.4 Ganhos e perdas do ativo biológico para produção (X5 e X6), p. 267

8.5.2.5 Imobilizado em X5 e X6, p. 268

Exercícios, p. 269

Apêndice A - Conversão de Valor Futuro em Valor Presente: Revisão de Conceitos e Aplicações, p. 275

Referências, p. 279

CAPÍTULO 9 - ATIVO BIOLÓGICO PARA PRODUÇÃO NA ATIVIDADE ZOOTÉCNICA, p. 281

9.1 Mensuração do Ativo Biológico para Produção pelo Valor Justo, p. 281

9.1.1 Classificação e categorização do gado, p. 281

9.1.2 Valor de mercado e valor presente dos fluxos de caixa futuros, p. 282

9.1.3 Reconhecimento inicial e corrente do ativo biológico, p. 283

9.1.4 Ganhos e perdas do ativo biológico, p. 283

9.1.5 Receita versus despesas na mensuração a valor justo, p. 284

9.2 Mensuração do Ativo Biológico para Produção pelo Custo Histórico, p. 284

9.2.1 Ativos biológicos para produção imaturos, p. 284

9.2.2 Ativos biológicos para produção maduros, p. 286

9.2.3 Degeneração do ativo biológico para produção na pecuária: uma proposta, p. 286

9.2.4 Perdas por redução ao valor recuperável do ativo: uma proposta, p. 287

9.3 Exemplos de Mensuração de Ativo Biológico para Produção na Pecuária, p. 289

9.3.1 Mensuração pelo custo histórico, p. 289

9.3.1.1 Registros dos custos com o rebanho, p. 291

9.3.1.2 Ativos biológicos para produção (maduros e imaturos), p. 301

9.3.2 Mensuração a Valor Justo, p. 301

9.3.2.1 Registros do valor justo e das despesas com o rebanho, p. 305

9.3.2.2 DRE de X2 a X4, p. 317

9.3.2.3 Ativos biológicos para produção (maduros e imaturos), p. 318

9.3.3 Comparação dos métodos de mensuração dos ativos biológicos, p. 319

Exercícios, p. 320

Referências, p. 325

EXERCÍCIOS DA PARTE IV, p. 327

LEITURAS INDICADAS DA PARTE IV, p. 333

PARTE V - TRIBUTAÇÃO E DEMONSTRAÇÃO DOS FLUXOS DE CAIXA (DFC) NA ATIVIDADE RURAL, p. 335

CAPÍTULO 10 - TRIBUTAÇÃO NA ATIVIDADE RURAL, p. 337

10.1 Atividade Rural: Caracterização Legal e Formas de Exploração, p. 337

10.1.1 Caracterização da atividade rural e formas de exploração, p. 338

10.2 Regimes de Tributação, p. 340

10.2.1 Simples Nacional, p. 341

10.2.1.1 Microempresa e empressa de pequeno porte: tratamento diferenciado, p. 342

10.2.1.2 Tributos abrangidos pelo Simples e vedações ao regime, p. 343

10.2.1.3 Cálculo do Simples Nacional: alíquotas e base de cálculo, p. 346

10.2.2 Lucro presumido, p. 347

10.2.2.1 Base de cálculo e alíquotas no lucro presumido, p. 349

10.2.2.2 IR e CSL no lucro presumido: cálculo e contabilização, p. 352

10.2.3 Lucro real, p. 354

10.2.3.1 Opção e obrigatoriedade do lucro real, p. 354

10.2.3.2 Sistema de apuração e recolhimento: base de cálculo e alíquotas, p. 355

10.2.3.3 Adições, exclusões e compensações, p. 356

10.2.3.4 Apuração do lucro real: cálculos e contabilização, p. 359

10.3 Diferimento do IR E CSL na Mensuração a Valor Justo, p. 361

10.3.1 Fundamentação do diferimento, p. 362

10.3.2 Diferimento da despesa com IR e CSL, p. 363

10.3.3 Diferimento do IR e CSL na atividade agrícola, p. 366

10.3.4 Diferimento do IR e da CSL na atividade zootécnica, p. 371

Exercícios, p. 376

Referências, p. 379

CAPÍTULO 11 - DEMONSTRAÇÃO DOS FLUXOS DE CAIXA NA ATIVIDADE RURAL, p. 381

11.1 Demonstração dos Fluxos de Caixa (DFC): Regulamentação, p. 381

11.1.1 Informações da DFC, p. 382

11.1.2 Conceito de "caixa" para a DFC, p. 382

11.2 Classificação das Atividades da DFC e o Agronegócio, p. 383

11.2.1 Atividades operacionais, p. 383

11.2.2 Atividades de investimento, p. 384

11.2.3 Atividades de financiamento, p. 384

11.3 Transações que Não Afetam Caixa, p. 385

11.4 Métodos de Elaboração da DFC e sua Relevância para a Atividade Rural, p. 387

11.4.1 Método direto, p. 387

11.4.2 Método indireto, p. 391

11.4.2.1 Passos para resolução pelo método indireto, p. 393

11.5 Exemplo de DFC na Atividade Rural, p. 395

11.5.1 Resolução pelo método direto, p. 400

11.5.2 Resolução pelo método indireto, p. 403

11.5.3 Comentários ao exemplo, p. 404

Exercícios, p. 406

Referências, p. 411

LEITURA INDICADA DA PARTE V, p. 413

APÊNDICE A - REGISTROS EM DIÁRIO (EXEMPLOS DESENVOLVIDOS), p. 415

APÊNDICE B - EXEMPLO DE PLANO DE CONTAS PARA A ATIVIDADE RURAL, p. 449

LISTA DE FIGURAS, p. 38

Figura 1.1 Características qualitativas da informação contábil-financeira, p. 38

Figura 1.2 Exemplos de aplicação da contabilidade de agronegócio dentro da porteira, p. 45

Figura 1.3 Exemplo de determinação do exercício social na atividade rural, p. 47

Figura 3.1 Contas do grupo "estoques" na agricultura, p. 72

Figura 3.2 Contas do "ativo imobilizado" na agricultura, p. 78

Figura 3.3 Cálculos do arrendamento financeiro, p. 82

Figura 4.1 Contas do grupo "estoques" na atividade zootécnica, p. 92

Figura 4.2 Contas do "Imobilizado" na atividade zootécnica (pecuária), p. 94

Figura 4.3 Momento da transferência de ativos biológicos "imaturos" para "maduros", p. 96

Figura 5.1 Exemplos de produtos agrícolas na agricultura, p. 116

Figura 5.2 Estrutura da Demonstração do Resultado Econômico e Realizado, p. 122

Figura 5.3 Balanço Patrimonial da Empresa MNM, p. 126

Figura 5.4 Informações sobre a produção de soja da Empresa MNM, p. 127

Figura 5.5 DRE da Empresa MNM, p. 130

Figura 5.6 Demonstração do Resultado Econômico e Realizado, p. 131

Figura 5.7 Balanço Patrimonial da Empresa MNM, p. 134

Figura 5.8 Balanço Patrimonial da Empresa BBB em 30-09-X2, p. 135

Figura 5.9 Informações sobre a produção de milho da Empresa BBB, p. 136

Figura 5.10 Informações sobre a produção de laranja (período de colheita), p. 139

Figura 5.11 DRE da Empresa BBB em 30-09-X3, p. 141

Figura 5.12 Demonstração do Resultado Econômico e Realizado (DRER), p. 143

Figura 5.13 Balanço Patrimonial da Empresa BBB em 30-09-X3, p. 146

Figura 6.1 Exemplos de produtos agrícolas na atividade zootécnica, p. 156

Figura 6.2 Exemplo de categorização do gado na pecuária de corte, p. 159

Figura 6.3 Balanço Patrimonial em X0 - Empresa AHA, p. 160

Figura 6.4 Informações sobre o rebanho (X1 a X3), p. 161

Figura 6.5 DRE da Empresa AHA de X1 a X3, p. 165

Figura 6.6 Balanço Patrimonial da Empresa AHA (anos X1 a X3), p. 166

Figura 7.1 Estrutura da Demonstração do Resultado Econômico e Realizado, p. 173

Figura 7.2 Balanço Patrimonial da Empresa TIL, em 31-12-X0, p. 176

Figura 7.3 Informações sobre o rebanho (valores unitários), p. 178

Figura 7.4 Informações sobre despesas e pagamentos nos anos X1 a X4, p. 179

Figura 7.5 Mapa de avaliação do rebanho a valor justo em X1 - Empresa TIL, p. 182

Figura 7.6 DRE de 01-01 a 31-12-X1 - Empresa TIL, p. 183

Figura 7.7 Demonstração do Resultado Econômico e Realizado de X1, p. 184

Figura 7.8 Balanço Patrimonial de X1 - Empresa TIL, p. 187

Figura 7.9 Mapa de avaliação do rebanho a valor justo em X2 - Empresa TIL, p. 192

Figura 7.10 DRE de 01-01 a 31-12-X2 - Empresa TIL, p. 193

Figura 7.11 Demonstração do Resultado Econômico e Realizado de X2, p. 194

Figura 7.12 Balanço Patrimonial em 31-12-X2 - Empresa TIL, p. 196

Figura 7.13 Mapa de avaliação do rebanho a valor justo em X3 - Empresa TIL, p. 202

Figura 7.14 DRE de 01-01 a 31-12-X3 - Empresa TIL, p. 203

Figura 7.15 Demonstração do Resultado Econômico e Realizado de X3, p. 204

Figura 7.16 Balanço Patrimonial de X3 - Empresa TIL, p. 207

Figura 7.17 Mapa de avaliação do rebanho a valor justo em X4 - Empresa TIL, p. 213

Figura 7.18 DRE de 01-01 a 31-12-X4 - Empresa TIL, p. 214

Figura 7.19 Demonstração do Resultado Econômico e Realizado de X4, p. 215

Figura 7.20 Balanço Patrimonial de X4 - Empresa TIL, p. 219

Figura 7.21 DRE de X1 a X4 - Empresa TIL, p. 221

Figura 7.22 DRE de X1a X4 - Empresa TIL, p. 222

Figura 7.23 Balanços Patrimoniais de X1 a X1 - Empresa, p. 223

Figura 8.1 Informações para cálculo do valor presente do ativo biológico para produção, p. 242

Figura 8.2 Cálculo do VP por ano e total - no início do ano 1, p. 243

Figura 8.3 Valor presente dos fluxos de caixa líquidos estimados para o ativo, p. 243

Figura 8.4 Método de custo na agricultura: exemplos de composição de custos do ativo biológico para produção imaturo, p. 246

Figura 8.5 Nomenclatura da degeneração dos ativos biológicos mensurados pelo custo:alguns exemplos, p. 248

Figura 8.6 Métodos, hierarquia de valor e técnicas de mensuração do ativo biológico, p. 250

Figura 8.7 Balanço Patrimonial da Empresa MMM em 31-12-X2, p. 252

Figura 8.8 Informações sobre a formação do laranjal: custos, despesas e pagamentos, p. 253

Figura 8.9 Balanço Patrimonial da Empresa MMM - (método de custo), p. 256

Figura 8.10 Imobilizado "Ativo biológico para produção em operação" (método de custo), p. 258

Figura 8.11 Valor justo e despesas estimadas de venda para o laranjal, p. 259

Figura 8.12 DRE da Empresa MMM em X3 e X4, p. 263

Figura 8.13 Demonstração do Resultado Econômico e Realizado de X3 e X4, p. 264

Figura 8.14 Balanço Patrimonial da Empresa MMM em X3 e X4 (valor justo), p. 266

Figura 8.15 Ativo biológico para produção - laranjal (valor justo), p. 268

Figura 9.1 Método de custo na pecuária: exemplos de composição de custos dos ativos biológicos para produção, p. 285

Figura 9.2 Método de custo: evidenciação do gado reprodutor no imobilizado, p. 287

Figura 9.3 Balanço Patrimonial da Empresa JOTA em 31-12-X1, p. 290

Figura 9.4 Informações sobre o rebanho em crescimento, p. 291

Figura 9.5 Evidenciação dos ativos biológicos para produção de X2 a X4 (custo histórico), p. 301

Figura 9.6 Balanço Patrimonial da Empresa JOTA em 31-12-X1, p. 302

Figura 9.7 Informações sobre o rebanho em crescimento, p. 303

Figura 9.8 Avaliação do rebanho (para produção) em X2, p. 308

Figura 9.9 Avaliação do rebanho (para produção) em X3, p. 312

Figura 9.10 Avaliação do rebanho (para produção) em X4, p. 316

Figura 9.11 DRE da Empresa JOTA de X2 a X4, p. 317

Figura 9.12 Evidenciação do ativo biológico para produção de X2 a X4 (valor justo), p. 318

Figura 9.13 Comparação dos métodos de mensuração de ativos biológicos para produção em X4, p. 319

Figura 10.1 Base de cálculo do IRPJ no Lucro Presumido, p. 349

Figura 10.2 Base de cálculo da CSL no Lucro Presumido, p. 351

Figura 10.3 DRE para apuração do Lucro Real, p. 359

Figura 10.4 Apuração do Lucro e Real e cálculo dos tributos, p. 360

Figura 10.5 DRE do primeiro trimestre de X7, p. 360

Figura 10.6 Lucro e Real e cálculo dos tributos, p. 363

Figura 10.7 DRE da empresa MNM, p. 366

Figura 10.8 DRER da empresa MNM: antes do IR/CSL, p. 367

Figura 10.9 Cálculo do IR e CSL na atividade agrícola: parcela a recolher e a diferida, p. 368

Figura 10.10 DRER da empresa MNM: após IR/CSL, p. 370

Figura 10.11 DRE da Empresa AHA de X1 a X3, p. 371

Figura 10.12 Cálculo do IR e CSL na atividade zootécnica: parcela a recolher e a diferida, p. 372

Figura 10.13 DRE da Empresa AHA de X1 a X3 e total, p. 375

Figura 11.1 Modelo de estrutura da DFC: método direto, p. 389

Figura 11.2 Modelo de estrutura da DFC: método indireto (atividades operacionais), p. 391

Figura 11.3 DRE da Empresa TXV em 20X2, p. 395

Figura 11.4 Demonstração do Resultado Econômico e Realizado, p. 396

Figura 11.5 Balanço Patrimonial da Empresa TXV em 20X1 e 20X2, p. 397

Figura 11.6 DMPL da Empresa TXV em 20X1, p. 399

Figura 11.7 Informações adicionais para a DFC, p. 400

Figura 11.8 DFC da Empresa TXV em 20X2 (Método Direto), p. 402

Figura 11.9 DFC da Empresa TXV em 20X2 (Método Indireto), p. 405

Índice alfabético

A

  • Agricultura. Descrição dos principais grupos e contas do Estoque (agricultu-ra), p. 73
  • Agricultura. Proposta de contas para o grupo "Estoques" na agricultura, p. 71
  • Agricultura. Proposta de contas para o grupo "Imobilizado" na agricultura, p. 77
  • Agronegócio. Conceito de ciclo operacional, p. 46
  • Agronegócio. Contabilidade rural (ou de agronegócio): um ramo da conta-bilidade aplicada, p. 44
  • Agronegócio. Importância da mensuração do resultado no agronegócio: o papel da ciência contábil, p. 60
  • Amortização dos ativos biológicos maduros mensurados pelo custo históri-co, p. 247
  • Apêndice A. Conversão de valor futuro em valor presente: revisão de con-ceitos e aplicações, p. 275
  • Apêndice A. Registros em diário dos exemplos desenvolvidos, p. 415
  • Apêndice B. Plano de contas expandido para a atividade rural, p. 449
  • Atividade agrícola. Ativo biológico para produção na atividade agrícola, p. 237
  • Atividade agrícola. Ativos biológicos para produção na atividade agrícola, p. 75
  • Atividade agrícola. Estoques na atividade agrícola, p. 113
  • Atividade rural. Classificações contábeis na atividade agrícola, p. 69
  • Atividade rural. Classificações contábeis na atividade rural. Estoques e imobilizado, p. 67
  • Atividade rural. Crescimento natural, p. 56
  • Atividade rural. Degeneração e perdas, p. 56
  • Atividade rural. Despesas do período, p. 57
  • Atividade rural. Estoques na atividade agrícola, p. 69
  • Atividade rural. Lucro econômico versus lucros do período versus variação de caixa, p. 58
  • Atividade rural. Mensuração a valor justo em ciclo produtivo contínuo, p. 171
  • Atividade rural. Mensuração a valor justo em ciclo produtivo contínuo. Exercícios, p. 225
  • Atividade rural. Mensuração a valor justo em ciclo produtivo contínuo. Referências, p. 228
  • Atividade rural. Patrimônio e o negócio na atividade rural, p. 45
  • Atividade rural. Patrimônio na atividade rural: a influência da natureza, p. 37
  • Atividade rural. Processo decisório na atividade rural e o papel da informa-ção contábil na gestão, p. 42
  • Atividade rural. Quando há lucro estritamente econômico?, p. 59
  • Atividade rural. Receita de vendas, p. 57
  • Atividade rural. Regimes de caixa versus competência na atividade rural, p. 53
  • Atividade rural. Regra geral de reconhecimento da receita, p. 59
  • Atividade rural. Resultado na atividade rural: abordagem à mensuração, p. 53
  • Atividade rural. Resultado na atividade rural: abordagem à mensuração. Exercícios, p. 61
  • Atividade rural. Resultado na atividade rural: abordagem à mensuração. Referências, p. 62
  • Atividade rural. Resultado na atividade rural: fatos intervenientes, p. 55
  • Atividade rural. Variação do caixa no período e o "lucro financeiro", p. 60
  • Atividade rural. Variáveis da natureza e o negócio: peculiaridades da ativi-dade rural, p. 39
  • Atividade Rural: Caracterização legal e formas de exploração, p. 337
  • Atividade zootécnica. Ativo biológico para produção na atividade zootéc-nica, p. 281
  • Atividade zootécnica. Ativo imobilizado na atividade zootécnica, p. 93
  • Atividade zootécnica. Classificações contábeis na atividade zootécnica, p. 89
  • Atividade zootécnica. Estoques, p. 155
  • Atividade zootécnica. Estoques na atividade zootécnica, p. 89
  • Atividade zootécnica. Proposta de contas para o grupo "Estoques" na ati-vidade zootécnica, p. 90
  • Atividade zootécnica. Proposta de contas para o grupo "Imobilizado" na atividade zootécnica, p. 94
  • Atividade zootécnica. Valor justo na atividade zootécnica, p. 157
  • Ativo biológico mensurável. Mensuração de estoques: abordagem ao pro-duto agrícola e ao ativo biológico consumível, p. 111
  • Ativo biológico para produção na atividade agrícola, p. 237
  • Ativo biológico para produção na atividade agrícola. Exercícios, p. 269
  • Ativo biológico para produção na atividade agrícola. Referências, p. 279
  • Ativo biológico para produção na atividade zootécnica, p. 281
  • Ativo biológico. Amortização dos ativos biológicos maduros mensurados pelo custo histórico, p. 247
  • Ativo biológico. Critérios para classificação dos ativos biológicos consumí-veis no Balanço, p. 159
  • Ativo biológico. Exemplos de ativos biológicos consumíveis e produtos agrícolas, p. 156
  • Ativo biológico. Exemplos de mensuração de ativo biológico para produção, p. 251
  • Ativo biológico. Fases do ativo biológico para produção, p. 237
  • Ativo biológico. Ganhos e perdas do ativo biológico, p. 283
  • Ativo biológico. Ganhos e perdas do ativo biológico para produção, p. 245
  • Ativo biológico. Imobilizado: abordagem ao ativo biológico para produção, p. 235
  • Ativo biológico. Mensuração de ativos biológicos imaturos e maduros: uma proposta, p. 251
  • Ativo biológico. Mensuração do ativo biológico consumível e produto agrí-cola pelo valor justo, p. 155
  • Ativo biológico. Mensuração do ativo biológico para produção pelo custo histórico, p. 284
  • Ativo biológico. Mensuração do ativo biológico para produção pelo custo histórico, p. 245
  • Ativo biológico. Mensuração do ativo biológico para produção pelo valor justo, p. 281
  • Ativo biológico. Momento da mudança de ativos biológicos para produção "imaturos" para "maduros", p. 79
  • Ativo biológico. Produto agrícola de ativo biológico consumível (milho), p. 135
  • Ativo biológico. Produto agrícola de ativo biológico para produção (laranja), p. 138
  • Ativo biológico. Reconhecimento inicial do ativo biológico para produção, p. 245
  • Ativo biológico. Reconhecimento inicial e corrente do ativo biológico, p. 283
  • Ativo imobilizado na atividade zootécnica, p. 93
  • Ativo imobilizado. Reconhecimento de ativo imobilizado, p. 74
  • Ativo. Valor presente do fluxo de caixa líquido esperado do ativo, p. 241
  • Ativos biológicos consumíveis, p. 70
  • Ativos biológicos maduros e imaturos, p. 71
  • Ativos biológicos para produção imaturos, p. 238
  • Ativos biológicos para produção imaturos, p. 245
  • Ativos biológicos para produção maduros, p. 238
  • Ativos biológicos para produção maduros, p. 247
  • Ativos biológicos para produção na atividade agrícola, p. 75

B

  • Balanço. Critérios para classificação dos ativos biológicos consumíveis no Balanço, p. 159

C

  • Ciclo operacional no agronegócio, p. 45
  • Ciência contábil. A visão da ciência contábil, p. 53
  • Ciência da informação. Contabilidade como uma ciência da informação, p. 37
  • Classificações contábeis na atividade agrícola, p. 69
  • Classificações contábeis na atividade agrícola. Exercícios, p. 86
  • Classificações contábeis na atividade agrícola. Referências, p. 87
  • Classificações contábeis na atividade rural, p. 67
  • Classificações contábeis na atividade rural. Exercícios da parte II, p. 107
  • Classificações contábeis na atividade rural. Leituras indicadas da parte II, p. 109
  • Classificações contábeis na atividade zootécnica, p. 89
  • Classificações contábeis na atividade zootécnica. Apêndice A. Plano de contas resumido para a atividade rural (Estoques e Imobilizado), p. 98
  • Classificações contábeis na atividade zootécnica. Exercícios, p. 97
  • Classificações contábeis na atividade zootécnica. Referências, p. 105
  • Contabilidade como uma ciência da informação, p. 37
  • Contabilidade de agronegócio. Campos de aplicação, p. 44
  • Contabilidade de ativo biológico e produto agrícola. Exercícios da parte I, p. 63
  • Contabilidade de ativo biológico e produto agrícola. Leituras indicadas da parte I, p. 65
  • Contabilidade rural (ou de agronegócio): um ramo da contabilidade aplica-da, p. 44
  • Conversão de valor futuro em valor presente: revisão de conceitos e aplica-ções. Apêndice A, p. 275
  • Critérios para classificação dos ativos biológicos consumíveis no Balanço, p. 159
  • Custo histórico. Amortização dos ativos biológicos maduros mensurados pelo custo histórico, p. 247
  • Custo histórico. Mensuração do ativo biológico para produção pelo custo histórico, p. 284
  • Custo histórico. Mensuração do ativo biológico para produção pelo custo histórico, p. 245
  • Custo histórico. Mensuração pelo custo histórico, p. 251

D

  • Demonstração contábil. Período de elaboração das demonstrações contá-beis, p. 48
  • Demonstração do Resultado Econômico e Realizado (DRER) na atividade agrícola, p. 120
  • Demonstração do Resultado Econômico e Realizado (DRER) na pecuária, p. 172
  • Demonstração dos Fluxos de Caixa (DFC), p. 381
  • Demonstração dos Fluxos de Caixa (DFC). Leitura indicada da parte V, p. 413
  • Demonstração dos Fluxos de Caixa (DFC): regulamentação, p. 381
  • Demonstração dos Fluxos de Caixa na atividade rural, p. 381
  • Demonstração dos Fluxos de Caixa. Atividades de financiamento, p. 384
  • Demonstração dos Fluxos de Caixa. Atividades de investimento, p. 384
  • Demonstração dos Fluxos de Caixa. Atividades operacionais, p. 383
  • Demonstração dos Fluxos de Caixa. Classificação das atividades da DFC e o agronegócio, p. 383
  • Demonstração dos Fluxos de Caixa. Comentários ao exemplo, p. 404
  • Demonstração dos Fluxos de Caixa. Conceito de "caixa" para a DFC, p. 382
  • Demonstração dos Fluxos de Caixa. Exemplo de DFC na atividade rural, p. 395
  • Demonstração dos Fluxos de Caixa. Exercícios, p. 406
  • Demonstração dos Fluxos de Caixa. Informações da DFC, p. 382
  • Demonstração dos Fluxos de Caixa. Método direto, p. 387
  • Demonstração dos Fluxos de Caixa. Método indireto, p. 391
  • Demonstração dos Fluxos de Caixa. Métodos de elaboração da DFC e sua relevância para a atividade rural, p. 387
  • Demonstração dos Fluxos de Caixa. Referências, p. 411
  • Demonstração dos Fluxos de Caixa. Resolução pelo método direto, p. 400
  • Demonstração dos Fluxos de Caixa. Resolução pelo método indireto, p. 403
  • Demonstração dos Fluxos de Caixa. Transações que não afetam caixa, p. 385
  • Demonstrações contábeis da Empresa BBB, p. 141
  • Demonstrações contábeis da Empresa MNM, p. 130
  • Descrição dos principais grupos e contas do Estoque (agricultura), p. 73
  • Despesas. Receita versus despesas na mensuração a valor justo, p. 284
  • Detalhamento da Demonstração do Resultado Econômico e Realizado, p. 174
  • Detalhamento da demonstração do resultado econômico e realizado, p. 123
  • Diferimento do IR E CSL na mensuração a valor justo, p. 361
  • Diversidade produtiva e ciclo operacional, p. 46

E

  • Estoque na atividade zootécnica. Exercícios, p. 167
  • Estoque na atividade zootécnica. Referências, p. 169
  • Estoque. Critérios de mensuração de estoques, p. 113
  • Estoque. Descrição dos principais grupos e contas do Estoque (agricultura), p. 73
  • Estoque. Mensuração de estoques: abordagem ao produto agrícola e ao ativo biológico consumível, p. 111
  • Estoque. Proposta de contas para o grupo "Estoques" na agricultura, p. 71
  • Estoque. Proposta de contas para o grupo "Estoques" na atividade zoo-técnica, p. 90
  • Estoques na atividade agrícola, p. 69
  • Estoques na atividade agrícola, p. 113
  • Estoques na atividade agrícola. Exercícios, p. 148
  • Estoques na atividade agrícola. Referências, p. 152
  • Estoques na atividade zootécnica, p. 89
  • Estoques na atividade zootécnica. Aspectos intermediários, p. 171
  • Estoques na atividade zootécnica. Aspectos intermediários. Demonstrações dos anos X1 a X4, p. 220
  • Estoques na atividade zootécnica. Aspectos intermediários. Resolução. Ano X1, p. 179
  • Estoques na atividade zootécnica. Aspectos intermediários. Resolução. Ano X2, p. 188
  • Estoques na atividade zootécnica. Aspectos intermediários. Resolução. Ano X3, p. 197
  • Estoques na atividade zootécnica. Aspectos intermediários. Resolução. Ano X4, p. 208
  • Estoques na atividade zootécnica. Aspectos introdutórios, p. 155
  • Estoques na atividade zootécnica. Aspectos introdutórios. Resolução. Ano X1, p. 161
  • Estoques na atividade zootécnica. Aspectos introdutórios. Resolução. Ano X2, p. 163
  • Estoques na atividade zootécnica. Aspectos introdutórios. Resolução. Ano X3, p. 164
  • Exemplo completo de mensuração a valor justo na pecuária de corte. As-pectos intermediários, p. 176
  • Exemplo simplificado. Mensuração a valor justo, p. 125
  • Exemplos de ativos biológicos consumíveis e produtos agrícolas, p. 156
  • Exemplos de mensuração a valor justo na pecurária de corte, p. 160
  • Exemplos de mensuração de ativo biológico para produção na pecuária, p. 289

F

  • Fases do ativo biológico para produção, p. 237
  • Fluxo de caixa. Demonstração dos Fluxos de Caixa (DFC), p. 381
  • Fluxo de caixa. Valor de mercado e valor presente dos fluxos de caixa futu-ros, p. 282
  • Fluxo de caixa. Valor presente do fluxo de caixa líquido esperado do ativo, p. 241

G

  • Gado em experimentação, p. 93
  • Gado. Classificação e categorização do gado, p. 281
  • Ganhos e perdas, p. 120
  • Ganhos e perdas, p. 158
  • Ganhos e perdas do ativo biológico para produção, p. 245
  • Gestão contábil. Processo decisório na atividade rural e o papel da informa-ção contábil na gestão, p. 42

I

  • Imobilizado. Proposta de contas para o grupo "Imobilizado" na agricultura, p. 77
  • Imobilizado: abordagem ao ativo biológico para produção, p. 235
  • Imobilizado: abordagem ao ativo biológico para produção. Exercícios da parte IV, p. 327
  • Imobilizado: abordagem ao ativo biológico para produção. Leituras indi-cadas da parte IV, p. 333

L

  • Livro-texto, p. 33

M

  • Mensuração a valor justo, p. 259
  • Mensuração a valor justo em ciclo produtivo contínuo, p. 171
  • Mensuração de ativos biológicos imaturos e maduros: uma proposta, p. 251
  • Mensuração de estoques. Abordagem ao produto agrícola e ato ativo bio-lógico consumível. Exercícios da parte III, p. 229
  • Mensuração de estoques. Abordagem ao produto agrícola e ato ativo bio-lógico consumível. Leituras indicadas da parte III, p. 233
  • Mensuração de estoques: abordagem ao produto agrícola e ao ativo bioló-gico consumível, p. 111
  • Mensuração do ativo biológico consumível e produto agrícola pelo valor justo, p. 155
  • Mensuração do ativo biológico para produção pelo custo histórico, p. 284
  • Mensuração do ativo biológico para produção pelo custo histórico, p. 245
  • Mensuração do ativo biológico para produção pelo valor justo, p. 281
  • Mensuração do ativo biológico para produção pelo valor justo, p. 239
  • Mensuração na atividade agrícola, p. 115
  • Mensuração pelo custo histórico, p. 251
  • Mensuração. Métodos e informações para a mensuração, p. 249
  • Mercado. Valor de mercado e valor presente dos fluxos de caixa futuros, p. 282
  • Momento da mudança de ativos biológicos para produção "imaturos" para "maduros", p. 95

N

  • Natureza. Variáveis da natureza e o negócio: peculiaridades da atividade rural, p. 39
  • Negócio. Patrimônio e o negócio na atividade rural, p. 45
  • Negócio. Variáveis da natureza e o negócio: peculiaridades da atividade rural, p. 39

O

  • Operacionalidade. Diversidade produtiva e ciclo operacional, p. 46

P

  • Patrimônio e o negócio na atividade rural, p. 45
  • Patrimônio e resultado na atividade rural. Abordagem à mensuração, p. 35
  • Patrimônio na atividade rural: a influência da natureza, p. 37
  • Patrimônio na atividade rural: a influência da natureza. Exercícios, p. 49
  • Patrimônio na atividade rural: a influência da natureza. Referências, p. 50
  • Pecuária. Ativo biológico para produção na atividade zootécnica. Exercí-cios, p. 320
  • Pecuária. Ativo biológico para produção na atividade zootécnica. Refe-rências, p. 325
  • Pecuária. Ativos biológicos para produção imaturos, p. 284
  • Pecuária. Ativos biológicos para produção maduros, p. 286
  • Pecuária. Comparação dos métodos de mensuração dos ativos biológicos, p. 319
  • Pecuária. Mensuração a valor justo, p. 301
  • Pecuária. Mensuração do ativo biológico para produção pelo custo históri-co, p. 284
  • Pecuária. Mensuração pelo custo histórico, p. 289
  • Pecuária. Redução do potencial produtivo do ativo biológico para produ-ção na pecuária: uma proposta, p. 286
  • Perdas por redução ao valor recuperável do ativo: uma proposta, p. 286
  • Perdas. Ganhos e perdas, p. 120
  • Perdas. Ganhos e perdas, p. 158
  • Período de elaboração das demonstrações contábeis, p. 48
  • Processo decisório na atividade rural e o papel da informação contábil na gestão, p. 42
  • Processo decisório. Produção rural e a influência da natureza: o processo decisório, p. 39
  • Produção rural e a influência da natureza: o processo decisório, p. 39
  • Produção. Ativos biológicos para produção imaturos, p. 238
  • Produção. Ativos biológicos para produção imaturos, p. 245
  • Produção. Ativos biológicos para produção maduros, p. 238
  • Produção. Ativos biológicos para produção maduros, p. 247
  • Produção. Ganhos e perdas do ativo biológico para produção, p. 245
  • Produção. Imobilizado: abordagem ao ativo biológico para produção, p. 235
  • Produção. Pecuária. Ativos biológicos para produção imaturos, p. 284
  • Produção. Pecuária. Ativos biológicos para produção maduros, p. 286
  • Produção. Reconhecimento inicial do ativo biológico para produção, p. 245
  • Produtividade. Diversidade produtiva e ciclo operacional, p. 46
  • Produto agrícola de ativo biológico consumível (milho), p. 135
  • Produto agrícola de ativo biológico para produção (laranja), p. 138
  • Produto agrícola. Exemplos de ativos biológicos consumíveis e produtos agrícolas, p. 156
  • Produto agrícola. Exemplos de produtos agrícolas e ativos biológicos con-sumíveis na agricultura, p. 115
  • Produto agrícola. Mensuração de estoques: abordagem ao produto agrícola e ao ativo biológico consumível, p. 111
  • Produto agrícola. Mensuração do ativo biológico consumível e produto agrícola pelo valor justo, p. 155
  • Produto agrícola. Proposta para reconhecimento do produto agrícola em formação, p. 117
  • Produtos agrícolas, p. 70
  • Proposta de contas para o grupo "Estoques" na agricultura, p. 71
  • Proposta de contas para o grupo "Estoques" na atividade zootécnica, p. 90
  • Proposta de contas para o grupo "Imobilizado" na agricultura, p. 77
  • Proposta de contas para o grupo "Imobilizado" na atividade zootécnica, p. 94

R

  • Receita versus despesas na mensuração a valor justo, p. 284
  • Reconhecimento de ativo imobilizado, p. 74
  • Reconhecimento do valor justo, p. 117
  • Reconhecimento do valor justo inicial e corrente, p. 157
  • Reconhecimento inicial do ativo biológico para produção, p. 245
  • Reconhecimento inicial e corrente do ativo biológico, p. 283
  • Redução do potencial produtivo do ativo biológico para produção na pe-cuária: uma proposta, p. 286
  • Regime de competência. Itens que geram dificuldades de compreensão no regime de competência, p. 54
  • Regime de tributação, p. 340
  • Regimes de caixa versus competência na atividade rural, p. 53
  • Regimes de tributação. Lucro presumido, p. 347
  • Regimes de tributação. Lucro real, p. 354
  • Regimes de tributação. Simples Nacional, p. 341
  • Registros contábeis, p. 128
  • Resultado na atividade rural: abordagem à mensuração, p. 53
  • Resultado na atividade rural: fatos intervenientes, p. 55
  • Resumo dos métodos e critérios de mensuração do ativo biológico para produção, p. 249

T

  • Tributação e demonstração dos fluxos de caixa (DFC) na atividade rural, p. 335
  • Tributação e demonstração dos fluxos de caixa (DFC) na atividade rural. Exercícios, p. 376
  • Tributação e demonstração dos fluxos de caixa (DFC) na atividade rural. Referências, p. 379
  • Tributação na atividade rural, p. 337

V

  • Valor de mercado e valor presente dos fluxos de caixa futuros, p. 282
  • Valor justo, p. 116
  • Valor justo na atividade zootécnica, p. 157
  • Valor justo. Exemplos de mensuração a valor justo, p. 160
  • Valor justo. Exemplos expandido de mensuração a valor justo, p. 135
  • Valor justo. Mensuração a valor justo, p. 259
  • Valor justo. Mensuração do ativo biológico consumível e produto agrícola pelo valor justo, p. 155
  • Valor justo. Mensuração do ativo biológico para produção pelo valor justo, p. 281
  • Valor justo. Mensuração do ativo biológico para produção pelo valor justo, p. 239
  • Valor justo. Receita "versus" despesas na mensuração a valor justo, p. 284
  • Valor justo. Reconhecimento do valor justo, p. 117
  • Valor justo. Reconhecimento do valor justo inicial e corrente, p. 157
  • Valor presente do fluxo de caixa líquido esperado do ativo, p. 241
  • Valor recuperável. Perdas por redução ao valor recuperável do ativo: uma proposta, p. 286
  • Variáveis da natureza e o negócio: peculiaridades da atividade rural, p. 39

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