Comunicação e Saúde do Trabalhador

Adriana Kelly Santos

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Ficha técnica

Autor(es): Adriana Kelly Santos

ISBN v. impressa: 978853622356-8

ISBN v. digital: 978853626973-3

Acabamento: Brochura

Número de páginas: 148

Publicado em: 05/10/2009

Área(s): Literatura e Cultura - Saúde; Psicologia - Saúde

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Sinopse

Este livro apresenta um estudo pioneiro no campo da Saúde do Trabalhador. A autora analisa os processos comunicativos de Programas de Saúde do Trabalhador (PST), adotando como mediação os materiais educativos (cartazes, folhetos, cartilhas) produzidos por instituições públicas que atuam na interface Saúde e Trabalho. O marco teórico-metodológico adotado possibilita ao leitor conhecer gradativamente como os princípios vigentes no campo da Saúde do Trabalhador são incorporados (ou não!) por PST do Sistema Único de Saúde (SUS); além de oferecer uma compreensão no modo como são construídas as relações entre os atores que atuam nesta área. A autora adota como estratégia investigativa a análise de materiais educativos produzidos por PST e a realização de um estudo de recepção de materiais educativos por trabalhadores da construção civil. Os resultados indicam a necessidade dos PST de ampliar a participação de diferentes atores nas ações preventivas e promotoras da saúde, de modo a aproximar as demandas dos programas com as necessidades dos trabalhadores.

Autor(es)

Adriana Kelly Santos é Doutora em Saúde Pública pela Escola Nacional de Saúde Pública Sérgio Arouca/Fiocruz, a mesma instituição em que defendeu a dissertação de mestrado, que originou este livro. Por esta pesquisa recebeu Menção Honrosa do Ministério da Saúde por meio do Prêmio de Incentivo a Ciência e Tecnologia para o SUS, 2003. Psicóloga atuante na área de Saúde Pública. Desenvolveu atividades na Saúde Mental, Saúde do Trabalhador e Coordenação de Programas de Saúde. Dedica-se a pesquisas no campo da Comunicação e Saúde, especificamente sobre a recepção de materiais educativos. Recentemente, como parte da tese de doutorado, elaborou um acervo eletrônico de materiais educativos sobre hanseníase, uma importante contribuição para memória das práticas comunicativas em saúde.

Porque comprar

Esta obra revela-se de inestimável valor teórico e prático, contribuindo para a reflexão e o avanço das ações comunicativas vigentes na Saúde do Trabalhador. Recomendada a profissionais que atuam na interface Saúde, Trabalho, Comunicação e Educação.

Público Alvo:
Pesquisadores, Profissionais de Saúde e da Educação que atuam na interface Saúde, Trabalho, Educação e Comunicação; Estudantes de graduação e pós-graduação das áreas de Saúde, Ciências Humanas e Sociais.

Áreas nas quais o livro se encaixa:
Ciências da Saúde; Saúde Coletiva; Saúde do Trabalhador, Ciência Humanas e Sociais (Comunicação, Educação, Psicologia).

Sumário

CAPÍTULO I - PRESSUPOSTOS TEÓRICOS-METODOLÓGICOS, p. 17

CAPÍTULO II - PROCEDIMENTOS METODOLÓGICOS, p. 27

CAPÍTULO III - DO CAMPO DA SAÚDE DO TRABALHADOR AOS PROGRAMAS DE SAÚDE DO TRABALHADOR, p. 35

CAPÍTULO IV - A PRÁTICA COMUNICATIVA NOS PROGRAMAS DE SAÚDE DO TRABALHADOR, p. 71

CAPÍTULO V - PARA QUE SERVEM OS IMPRESSOS: O ´PONTO DE VISTA´ DOS TRABALHADORES DA CONSTRUÇÃO CIVIL, p. 97

CONCLUSÕES, p. 123

REFERÊNCIAS, p. 129

ANEXO - INSTÂNCIAS PRODUTORAS DE IMPRESSOS, p. 135

Índice alfabético

A

  • A quem se dirigem os impressos?, p. 81
  • Acidentes e doenças em geral. Temáticas eleitas e as intenções em jogo, p. 92
  • Ações realizadas nos PST. Conquistas e desafios, p. 52
  • Agradecimentos, p. 9
  • Análise de materiais educativos. Estratégias metodológicas, p. 28
  • Análise dos produtos. Visibilidade da prática comunicativa por impressos, p. 78
  • Anexos. Instâncias produtoras de impressos, p. 135
  • Apresentação, p. 11
  • Assistência em saúde dotrabalhador no SUS, p. 56
  • Avaliação. Impressos avaliados, p. 98

C

  • Campo da saúde do trabalhador. Configuração, p. 36
  • Campo de saúde do trabalhador aos programas de saúde do trabalhador, p. 35
  • Campo de saúde do trabalhador. Campo interdisciplinar, p. 39
  • Campo interdisciplinar. Campo de saúde do trabalhador, p. 39
  • Capacitação das equipes dos PST, p. 59
  • Comunicação e saúde, p. 22
  • Comunicação. Impresso. Importância do impresso como mediação no processo comunicativo, p. 127
  • Comunicação. Visibilidade da prática comunicativa por impressos. Análise dos produtos, p. 78
  • Conceito de representação social, p. 22
  • Conclusões, p. 123
  • Conclusões. Direcionalidade dos públicos, p. 125
  • Conclusões. Divulgação dos programas, p. 126
  • Conclusões. Formato e estilo, p. 125
  • Conclusões. Problemas discutidos e as intenções dos formuladores de mensagens, p. 126
  • Condições de trabalho. Medidas de segurança versus melhoria das condições de trabalho, p. 103
  • Configuração do campo da saúde do trabalhador, p. 36
  • Configuração dos PST. Impasses e desafios, p. 49
  • Configuração dos PST. Importância da constituição das equipes, p. 47
  • Conquistas e desafios. Ações realizadas nos PST, p. 52
  • Constituição das equipes na configuração dos PST. Importância, p. 47
  • Construção civil. Para que servem os impressos. O ´ponto de vista´ dos trabalhadores da construção civil, p. 97
  • Contexto da recepção. Impresso, p. 97
  • Controle social, p. 111
  • Controle social. Existência do controle social versus propostas de novas formas de organização do trabalhador, p. 113
  • Controle social. Implementação. Participação dos trabalhadores nos PST, p. 61

D

  • Demandas da assistência, p. 55
  • Denúncia dos sindicatos e dos trabalhadores, p. 54
  • Desafios e conquistas. Ações realizadas nos PST, p. 52
  • Desafios e impasses na configuração dos PST, p. 49
  • Dimensões do processo comunicativo. Perspectiva do polo emissor, p. 71
  • Direcionalidade dos públicos. Conclusões, p. 125
  • Direitos do trabalhador. Temáticas eleitas e as intenções em jogo, p. 89
  • Direitos. Informação dos direitos versus o cumprimento dos direitos, p. 110
  • Divulgação dos programas. Conclusões, p. 126
  • Divulgação. Temáticas eleitas e as intenções em jogo, p. 87

E

  • Educação em saúde, p. 19
  • Educação. Perspectivas de educação em saúde, p. 20
  • Entrevistas semiestruturadas. Estratégias metodológicas, p. 29
  • Equipe. PST. Importância da constituição das equipes na configuração dos PST, p. 47
  • Estratégias metodológicas, p. 27
  • Estratégias metodológicas. Análise de materiais educativos, p. 28
  • Estratégias metodológicas. Entrevistas semiestruturadas, p. 29
  • Estratégias metodológicas. Estudod e receptação de mensagens, p. 32
  • Estratégias metodológicas. Participação em evento do campo da saúde do trabalhador, p. 30
  • Estudo de recepção de mensagens. Sujeito-trabalhador, p. 98
  • Estudo de receptação de mensagens. Estratégias metodológicas, p. 32
  • Estudos. Perspectiva dos estudos e recepção, p. 25
  • Existência do controle social versus propostas de novas formas de organização do trabalhador, p. 113
  • Experiências de implantação dos PST em São Paulo, p. 46
  • Experiências de implantação dos PST no Rio de Janeiro, p. 43
  • Experiências que incluem o trabalhador na produção de impressos, p. 120

F

  • Fiscalização. Inclusão dos trabalhadores nas ações de fiscalização versus não inclusão, p. 111
  • Formas de participação. Conclusões, p. 128
  • Formato e estilo.Conclusões, p. 125
  • Formato, autor e ano. Impresso, p. 79
  • Formato. Impresso, p. 99

I

  • Impasses e desafios na configuração dos PST, p. 49
  • Implantação dos PST em São Paulo. Experiências, p. 46
  • Implantação dos PST no Rio de Janeiro. Experiências, p. 43
  • Implementação do controle social. Participação dos trabalhadores nos PST, p. 61
  • Importância da constituição das equipes na configuração dos PST, p. 47
  • Importância do impresso como mediação no processo comunicativo, p. 127
  • Impresso. A quem se dirigem os impressos?, p. 81
  • Impresso. Análise dos produtos. Visibilidade da prática comunicativa por impressos, p. 78
  • Impresso. Contexto da recepção, p. 97
  • Impresso. Experiências que incluem o trabalhador na produção de impressos, p. 120
  • Impresso. Formato, autor e ano, p. 79
  • Impresso. Formato, p. 99
  • Impresso. Importância do impresso como mediação no processo comunicativo, p. 127
  • Impresso. O que discutem os impressos?, p. 102
  • Impresso. Olhar e o saber dos trabalhadores da construção civil sobre os impressos, p. 99
  • Impresso. Para que servem os impressos. O ´ponto de vista´ dos trabalhadores da construção civil, p. 97
  • Impresso. Para quem foram feitos os impressos?, p. 102
  • Impresso. Temáticas eleitas e as intenções em jogo, p. 84
  • Impressos avaliados, p. 98
  • Inclusão dos trabalhadores nas ações de fiscalização versus não inclusão, p. 111
  • Informação dos direitos versus o cumprimento dos direitos, p. 110
  • Instâncias produtoras de impressos. Anexos, p. 135
  • Intenção. Temáticas eleitas e as intenções em jogo. Impresso, p. 84

L

  • Levantamento dos programas de saúde do trabalhador existentes no Rio de Janeiro e em São Paulo e de materiais impressos, p. 28

M

  • Material impresso. Levantamento dos programas de saúde do trabalhador existentes no Rio de Janeiro e em São Paulo e de materiais impressos, p. 28
  • Medidas de segurança e prevenção no trabalho. Temáticas eleitas e as intenções em jogo, p. 93
  • Medidas de segurança versus melhoria das condições de trabalho, p. 103
  • Metodologia. Estratégias metodológicas, p. 27
  • Metodologia. Pressupostos teóricos-metodológicos, p. 17
  • Metodologia. Procedimentos metodológicos, p. 27

N

  • Noção de saúde, p. 17

O

  • O ´ponto de vista´ dos trabalhadores da construção civil. Para que servem os impressos, p. 97
  • O que discutem os impressos?, p. 102
  • O que são os programas de saúde do trabalhador?, p. 41
  • Olhar e o saber dos trabalhadores da construção civil sobre os impressos, p. 99
  • Organização do trabalhador. Existência do controle social versus propostas de novas formas de organização do trabalhador, p. 113

P

  • Para que servem os impressos. O ´ponto de vista´ dos trabalhadores da construção civil, p. 97
  • Para quem foram feitos os impressos?, p. 102
  • Participação dos trabalhadores em eventos dos PST, p. 63
  • Participação dos trabalhadores nos PST. Implementação do controle social, p. 61
  • Participação em evento do campo da saúde do trabalhador. Estratégias metodológicas, p. 30
  • Participação nos conselhos de saúde, p. 64
  • Perspectiva do polo emissor. Dimensões do processo comunicativo, p. 71
  • Perspectiva dos estudos e recepção, p. 25
  • Perspectivas de educação em saúde, p. 20
  • Pesquisas desenvolvidas pelos técnicos de saúde inseridos em programas de pesquisa, p. 54
  • Prática comunicativa nos programas de saúde do trabalhador, p. 71
  • Prefácio, p. 13
  • Pressupostos teóricos-metodológicos, p. 17
  • Problemas discutidos e as intenções dos formuladores de mensagens. Conclusões, p. 126
  • Procedimentos metodológicos, p. 27
  • Processo comunicativo. Dimensões.Perspectiva do polo emissor, p. 71
  • Processo de institucionalização dos PST. Quem faz o quê?, p. 49
  • Processo investigativo, p. 97
  • Produção de impresso. Experiências que incluem o trabalhador na produção de impressos, p. 120
  • Programa de saúde do trabalhador. O que são os programas de saúde do trabalhador?, p. 41
  • Programas de saúde do trabalhador, p. 41
  • Programas de saúde do trabalhador. Campo de saúde do trabalhador, p. 35
  • Programas de saúde do trabalhador. Levantamento dos programas de saúde do trabalhador existentes no Rio de Janeiro e em São Paulo e de materiais impressos, p. 28
  • Programas de saúde do trabalhador. Prática comunicativa, p. 71
  • PST. Experiências de implantação dos PST em São Paulo, p. 46
  • PST. Experiências de implantação dos PST no Rio de Janeiro, p. 43
  • PST. Importância da constituição das equipes na configuração dos PST, p. 47
  • PST. Participação dos trabalhadores. Implementação do controle social, p. 61
  • PST. Processo de institucionalização dos PST. Quem faz o quê?, p. 49

Q

  • Quem faz o quê? Processo de institucionalização dos PST, p. 49

R

  • Recepção. Perspectiva dos estudos e recepção, p. 25
  • Receptação de mensagens. Estudo. Estratégias metodológicas, p. 32
  • Referências, p. 129
  • Representação social. Conceito, p. 22
  • Rio de Janeiro. Levantamento dos programas de saúde do trabalhador existentes no Rio de Janeiro e em São Paulo e de materiais impressos, p. 28
  • Rio de Janeiro. PST. Experiências de implantação dos PST no Rio de Janeiro, p. 43
  • Riscos de acidentes e doenças relacionadas com o trabalho. Temáticas eleitas e as intenções em jogo, p. 90

S

  • Saber e o olhar dos trabalhadores da construção civil sobre os impressos, p. 99
  • São Paulo. Levantamento dos programas de saúde do trabalhador existentes no Rio de Janeiro e em São Paulo e de materiais impressos, p. 28
  • São Paulo. PST. Experiências de implantação dos PST em São Paulo, p. 46
  • Saúde do trabalhador. Levantamento dos programas de saúde do trabalhador existentes no Rio de Janeiro e em São Paulo e de materiais impressos, p. 28
  • Saúde do trabalhador. Programas, p. 41
  • Saúde e comunicação, p. 22
  • Saúde em questão, p. 103
  • Saúde. Campo da saúde do trabalhador. Configuração, p. 36
  • Saúde. Campo de saúde do trabalhador. Campo interdisciplinar, p. 39
  • Saúde. Do campo de saúde do trabalhador aos programas de saúde do trabalhador, p. 35
  • Saúde. Educação, p. 19
  • Saúde. Noção, p. 17
  • Saúde. Perspectivas de educação em saúde, p. 20
  • Sobre as formas de participação. Conclusões, p. 128
  • Sociedade. Conceito de representação social, p. 22
  • Sujeito-trabalhador do estudo de recepção de mensagens, p. 98

T

  • Temáticas eleitas e as intenções em jogo. Acidentes e doenças em geral, p. 92
  • Temáticas eleitas e as intenções em jogo. Direitos do trabalhador, p. 89
  • Temáticas eleitas e as intenções em jogo. Impresso, p. 84
  • Temáticas eleitas e as intenções em jogo. Medidas de segurança e prevenção no trabalho, p. 93
  • Temáticas eleitas e as intenções em jogo. Notificação, p. 84
  • Temáticas eleitas e as intenções em jogo. Riscos de acidentes e doenças relacionadas com o trabalho, p. 90
  • Teoria. Pressupostos teóricos-metodológicos, p. 17
  • Trabalhador. Campo da saúde do trabalhador. Configuração, p. 36
  • Trabalhador. Campo de saúde do trabalhador. Campo interdisciplinar, p. 39
  • Trabalhador. Do campo de saúde do trabalhador aos programas de saúde do trabalhador, p. 35
  • Trabalhador. Experiências que incluem o trabalhador na produção de impressos, p. 120
  • Trabalhadores da construção civil sobre os impressos. Olhar e o saber, p. 99
  • Trabalhadores da construção civil. Ponto de vista. Para que servem os impressos, p. 97

V

  • Vigilância em saúde do trabalhador, p. 53
  • Visibilidade da prática comunicativa por impressos. Análise dos produtos, p. 78

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