Naufrágio nas Ilhas Fiji - 1824-1833 - Experiência do único sobrevivente entre canibais do Pacífico Sul - Coleção Diários de Viagem

William S. Cary - Tradução e Adaptação: Lia Licodiedoff Terbeck - Revisão: Giselle Zambiazzi

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Ficha técnica

Autor(es): William S. Cary - Tradução e Adaptação: Lia Licodiedoff Terbeck - Revisão: Giselle Zambiazzi

ISBN v. impressa: 978652631218-6

ISBN v. digital: 978652631788-4

Acabamento: Brochura

Formato: 15,0x21,0 cm

Peso: 170grs.

Número de páginas: 116

Publicado em: 17/06/2025

Área(s): Literatura e Cultura - Viagem e Turismo; Literatura e Cultura - Diversos

Sinopse

Naufrágio nas Ilhas Fiji:

Uma História Real de Sobrevivência

Em abril de 1825, o baleeiro estadunidense Oeno naufragou próximo às Ilhas Fiji. A tripulação sobreviveu ao acidente, mas foi atacada por uma tribo inimiga. William S. Cary foi o único a escapar, escondendo-se em uma caverna. Capturado pelos nativos, não foi morto. Pelo contrário: foi adotado pelo chefe local e viveu quase uma década entre os fijianos.

Seu relato deu origem a este livro, “Náufrago nas Ilhas Fiji”, em que Cary descreve sua adaptação a uma cultura completamente diferente, participando de guerras tribais, assistindo a rituais canibais, a ritos de execução e vivendo nu, sob o sol e os mosquitos, tal como um nativo.

Esquecido em uma região tão remota, foram várias as tentativas sem sucesso de voltar para casa. Depois de seis anos, quando Cary finalmente conseguiu embarcar em um navio de bandeira estadunidense, este também naufragou, mas ele não desistiu do seu plano.

Foram necessários mais três anos até que surgisse uma nova oportunidade de embarcar em um navio com destino aos Estados Unidos, onde finalmente chegou, em outubro de 1833. Desacreditado, seu relato ficou esquecido até 1887, quando foi encontrado por acaso em uma casa de peixe abandonada em Nantucket, cidade natal de Cary, e publicado pela primeira vez.

Com tudo o que é contado neste livro, chega a ser difícil de acreditar que Cary tenha sobrevivido a tanta coisa. Mas, como está no prefácio da primeira edição em inglês, esta é, sim, uma história inacreditável. E a sua melhor parte é que ela é real. 

Boa leitura!

Autor(es)

WILLIAM S. CARY 

Nasceu na cidade portuária de Nantucket (EUA) em 1804. Os registros a seu respeito são bastante escassos. Cary cresceu em um contexto de ascensão da atividade baleeira. Ele e os amigos passaram a infância brincando entre ranchos de pescadores e estaleiros. Aos 19 anos, foi contratado para integrar a tripulação do navio Oeno, que naufragou no Pacífico em 1825. Cary foi o único sobrevivente e, depois de quase uma década, conseguiu voltar aos Estados Unidos. Por conter detalhes sobre canibalismo e práticas sexuais entre os nativos, o relato que mais tarde daria origem a “Náufrago nas Ilhas Fiji” foi desacreditado e esquecido. Cary seguiu a vida. Casou em 1855 com Ann Fish, não teve filhos e seguiu com suas atividades pesqueiras e mercantis na região do Estreito de Nantucket. Faleceu em 1883, dois meses antes do seu aniversário de 79 anos, e seu relato só foi publicado pela primeira vez em 1887.

Sumário

I A partida do Oeno, p. 11

4 de novembro de 1824, quinta-feira, p. 11

20 de março de 1825, domingo, p. 12

7 de abril de 1825, quinta-feira, p. 13

II O massacre da tripulação, p. 25

III Cary aprende fatos sobre Charlie, p. 41

IV Costumes dos ilhéus, p. 51

V Cary faz uma jornada com Whippey, p. 65

Outubro de 1827, p. 68

17 de fevereiro de 1828, domingo, p. 75

VI Derrota do inimigo, p. 79

Março de 1829, p. 86

4 de julho de 1829, sábado, p. 90

Março de 1830, p. 92

VII Um navio de Nantucket, p. 97

24 de abril de 1830, sábado, p. 97

28 de abril de 1830, quarta-feira, p. 98

20 de julho de 1830, terça-feira, p. 99

15 de outubro de 1830, sexta-feira, p. 100

Janeiro de 1831, p. 104

3 de abril de 1832, terça-feira, p. 108

Julho de 1832, p. 111

9 de junho de 1833, domingo, p. 113

16 de junho de 1833, domingo, p. 113

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