FICHA TÉCNICA
Autor(es): Cecim Calixto
ISBN: 853621333-7
Acabamento: Brochura
Número de Páginas: 114
Publicado em: 28/07/2006
Área(s): Literatura e Cultura - Diversos
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SINOPSE

Você de novo colibri teimoso,
roubando a seiva da singela rosa!
Morro de inveja do rival airoso
que suga o mel da minha flor mimosa.

A minha rosa tem o olor gostoso
que até perturba a vizinhança prosa.
E sem modéstia o menestrel brioso,
todo orgulhoso, sempre a fez ditosa.

Cedo levanto e para a rosa eu canto
e com carinho vou secar o pranto
da noite fria, que seu bojo aninha.

Mas... meu rival, de novo mais ligeiro,
logrou a mim e a bajulou primeiro,
sugando a gota que era toda minha.


Cecim Calixto
(Premiado no “Concurso de Poesia Helena Kolody)

AUTOR(ES)

Cecim Calixto poeta paranaense. Artista que domina a arte dos sonetos. Uma linguagem poética das mais difíceis. “O soneto é o traje a rigor do pensamento”, já dizia Paulo Bonfim, poeta paulista. Os sonetos no talento de Cecim Calixto brotam naturalmente. São como a nascente de águas que nascem nas montanhas e vêm descendo morro abaixo, criando sons únicos, ritmos, métricas, linguagem que encanta e penetra o coração do ouvinte com simplicidade e prazer.

E canta a vida, o amor, canta Deus, a fé, a família, a natureza, canta a experiência humana.

Falar de Cecim Calixto me lembra aos 25 anos que juntos vivemos no Bamerindus.

Ele já estava lá 20 anos antes. E ajudou a fazer a maior empresa paranaense até o século XX. Cecim foi um dos inúmeros pioneiros chamados por Avelino Vieira ao início do Banco, que teve sua origem em Tomazina, com sua antiga praça, com seus bancos amigáveis junto ao rio das Cinzas que Cecim costuma decantar em seus versos.

Sou testemunha do que estes homens simples e maravilhosos fizeram, escrevendo a história, armados apenas pela fé, pelo trabalho intenso, pelo conhecimento, pela honradez e pela vontade suprema de servir, ajudaram a construir um novo Paraná, um novo Brasil entre os anos de 1950 a 1990.


Sinto que o verbo é semelhante ao sino
que ao espargir o agudo tom Divino,
desperta a fé no coração Humano”


Nos ensina o homem e o poeta Cecim Calixto
Sérgio Reis
Profissional de Marketing

SUMÁRIO

1 Tributo ao guia

2 Tributo ao soneto

3 M ãe Gilda

4 O obstinado

5 O banco da praça

6 Santa esposa

7 Impoluto verso

8 O incrédulo

9 Mãe, estou mais perto

10 Rosas vermelhas

11 A voz do sino (ao liberalino Estevan)

12 A razão

13 Virtual esperança

14 Das escrituras

15 Cônscio

16 A deus! Nunca

17 Saudosa infância (no interior)

18 Flores para esquecer.

19 Perversidade

20 Saudosa mãe (em nossa casa éramos treze, mas, ela só, quem nos servia)

21 Gilda/ternura

22 O pregador

23 Testamento

24 Ressentimentos

25 Casal com deus

26 A invencível

27 Figueira mãe

28 A mor assim não se separa nunca

29 No jardim do céu

30 Antenas de flores

31 L uar do amor

32 Decreto de paz

33 Perseverança

34 Nem mesmo a morte.

35 Ao meu filho médico

36 Surdez sibilosa

37 Revolta

38 Tributos aos excluídos

39 Obsessivo amor

40 A musa flor

41 Guerrilhas do mal

42 A solidão

43 O "dó" maldito

44 A fonte do amor

45 O meu pé de "sininho"

46 Novos caminhos

47 Nem só você, Vinicius

48 Amada rima

49 Decisivo amor

50 Curitiba capital americana da cultura

51 Paixão frustrada

52 Ingenuidade

53 O revés

54 Assim seja

55 Extremo anseio

56 Bem-aventurados

57 A matriarca

58 Minha amada poesia

59 Fada ecológica

60 Tributo a Helena Kolody

61 Melodia eterna

62 Ao soneto

63 Amo as flores

64 O rival

65 A reeleita

66 Passe por lá.

67 Lamento dos animais

68 Eu e ele

69 Grato retorno

70 Missão de um velho mestre

71 Ceia do amor

72 Tributo à trova

73 Onipotente

74 Naufrágio

75 A voz do céu

76 Fascinação

77 Extrema paixão

78 Afortunado

79 A duas mãos

80 Banalidade

81 Compensação

82 Confissão (de um ex-candidato)

83 O livro do saber

84 Deslumbramento

85 Laços eternos

86 Soneto

87 O gladiador da lira

88 Ressurreição

89 Perversidade

90 A jardineira

91 Graças a deus

92 Proteção amiga

93 Dia de feira

94 Eterna luz

95 Egoísmo ecológico

96 Lume à terceira idade

97 A derrota

98 Auspiciosa conclusão

99 Soneto nº 99

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