Reforma Psiquiátrica, uma Realidade Possível - Representações Sociais da Loucura e a História de uma Experiência

Juliana Garcia Pacheco

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Ficha técnica

Autor(es): Juliana Garcia Pacheco

ISBN v. impressa: 978853622319-3

ISBN v. digital: 978853627754-7

Acabamento: Brochura

Número de páginas: 352

Publicado em: 14/07/2009

Área(s): Psicologia - Social

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Sinopse

Neste trabalho foram investigadas as relações entre a implemrentação da Reforma Psiquiátrica no Brasil e as Representações Sociais da loucura. Reconhecendo o importante papel da História na dinâmica social, foram resgatadas as origens das concepções de loucura na cultura ocidental e sua transformação em objeto do discurso psiquiátrico.
Um estudo de caso foi realizado na cidade de Campinas - SP, onde existe uma experiência de Reforma Psiquiátrica, cujo processo de implementação, revela uma mudança nas práticas relacionadas aos usuários dos serviços de saúde mental. A pesquisa de campo permitiu conhecer a realidade da rede de saúde mental da cidade, vivenciar as minúcias de seu cotidiano e testemunhar o dia-a-dia da relação entre profissionais e usuários.
A experiência de Campinas tem o mérito de demonstrar a viabilidade da transformação dos modos de cuidar em saúde mental, reafirmando que a Reforma Psiquiátrica não é mais utopia, e sim realidade possível de ser vivida.

Autor(es)

Juliana Garcia Pacheco é Psicóloga e mestre pela Universidade de Brasília. Tem experiência de trabalho na área da Saúde Mental desde 1997, tendo também participado do Movimento social em prol da reforma psiquiátrica no Distrito Federal. Atualmente é doutoranda do Programa de Pós-Graduação em Psicologia Social, do Trabalho e das Organizações, da Universidade de Brasília, membro da ELO – equipe de Acompanhamento Terapêutico e do Conselho Regional de Psicologia, 1ª região.

Porque comprar

Público-alvo:

Estudantes das áreas de Psicologia, Saúde e Ciências Sociais. Profissionais e demais interessados na área de saúde mental, usuários do sistema de saúde mental e familiares.

Motivos pelos quais a obra deve ser adquirida

1. É o relato de uma importante experiência de Reforma Psiquiátrica, que interessa a todos os que desejam conhecer a história da saúde mental no Brasil.
2. É uma importante fonte de pesquisa e de formação para aqueles que se dedicam à saúde mental e enfrentam no dia-a-dia o sofrimento de dor provocado pela loucura.
3. Demonstra de forma concreta a possibilidade de transformação das formas de cuidar em saúde mental.
4. Responde às críticas feitas à Reforma Psiquiátrica, demonstrando sua viabilidade.
5. Demonstra a intrínseca relação entre o cotidiano vivenciado pelos atores sociais e a transformação de suas representações acerca da loucura.

Áreas de interesse:
Saúde Mental, Psicologia, Ciências Humanas e Sociais, Artes e Comunicação
 

Sumário

INTRODUÇÃO, p. 25

PARTE I - CONTEXTUALIZANDO A LOUCURA, p. 32

1.1 A História da Loucura, p. 36

1.1.1 As várias faces da loucura, p. 36

A loucura como fruto da intervenção dos deuses, p. 37

Loucura: a batalha perdida do homem contra suas paixões, p. 49

A loucura como doença do corpo, p. 52

1.1.2 A loucura entre Deus e o Diabo, p. 62

1.1.3 A loucura do cotidiano, p. 69

1.1.4 O aprisionamento da loucura, p. 78

1.2 Breve história da Psiquiatria e sua inserção na cultura brasileira, p. 88

1.2.1 A chegada da Psiquiatria no Brasil, p. 95

1.2.2 A loucura na Colônia, p. 96

1.2.3 Nacionalismo e República: as transformações no tratamento da loucura, p. 103

1.2.4 A ampliação da Psiquiatria no Brasil: do Tratamento Moral à Higiene Mental, p. 106

1.2.5 A instauração do modelo manicomial e seus contrapontos, p. 112

1.2.6 A indústria da loucura, p. 118

1.3 A Reforma Psiquiátrica, p. 119

1.3.1 Os antecedentes históricos da Reforma Psiquiátrica Brasileira, p. 122

Primeiro período: as Comunidades Terapêuticas e Psicoterapia Institucional, p. 123

Segundo período: a Psicoterapia de Setor e Psiquiatria Preventiva, p. 125

Terceiro período: a Antipsiquiatria e Psiquiatria Democrática Italiana (tradição basagliana), p. 128

1.4 A Reforma Psiquiátrica no Brasil, p. 142

1.4.1 A história de uma luta, p. 148

1.4.2 O Movimento Social, p. 163

1.4.3 O estado da arte da Reforma Psiquiátrica Brasileira, p. 168

Centros de Atenção Psicossocial (CAPS): o carro chefe da Reforma, p. 173

Serviços Residenciais Terapêuticos (SRT): a importância do morar, p. 180

Reabilitação Psicossocial: a ideia chave para um novo projeto de humanidade, p. 186

PARTE II - A APROXIMAÇÃO DA EXPERIÊNCIA DE CAMPINAS: METODOLOGIA DA PESQUISA DE CAMPO, p. 192

2.1 Reflexões metodológicas, p. 192

2.1.1 Situando campo de pesquisa, p. 195

2.1.2 Ajustando teoria e objeto: a abordagem culturalista e monográfica como opção metodológica, p. 203

2.1.3 A construção do desenho da pesquisa, p. 206

2.2 O desenho metodológico, p. 212

2.2.1 A observação participante, p. 212

Visitas aos serviços da rede, p. 213

Reuniões de trabalhos e supervisões, p. 214

Eventos sociais e festas, p. 216

Eventos políticos e/ou científicos, p. 217

2.2.2 A memória documentada: consulta aos livros, vídeos, jornais, documentos, registros históricos, processos jurídicos, p. 218

2.2.3 As entrevistas: os participantes, a elaboração dos roteiros e o contexto em que foram realizadas, p. 220

2.2.4 Procedimento de análise dos dados, p. 223

PARTE III - O QUE A EXPERIÊNCIA DE CAMPINAS NOS REVELA, p. 225

3.1 Alguns comentários para início de conversa, p. 225

3.2 A organização da experiência vivida, p. 229

3.2.1 A história da saúde mental em Campinas, p. 232

3.2.2 Os CAPS e o funcionamento da rede, p. 233

3.3 A saúde mental em Campinas: uma história de transformação do cuidado, p. 237

3.3.1 De Hospital de Dementes de Campinas a Sanatório Dr. Cândido Ferreira (1924 a 1989): antecedentes históricos da Rede de Saúde Mental de Campinas, p. 239

3.3.2 A co-gestão na Saúde Mental. De Sanatório a Serviço de Saúde Cândido Ferreira (1989-1992), p. 243

A criação da Unidade de Reabilitação de Moradores: o ponto de partida para outras iniciativas, p. 245

A criação e trajetória do Hospital-Dia, p. 249

A criação do Núcleo de Oficinas de Trabalho (NOT), p. 251

3.3.3 A construção da Rede de Saúde Mental de Campinas: A criação dos CAPS (de 1992 aos dias atuais), p. 254

A criação dos CAPS Integração e Aeroporto: um momento de adversidades, p. 255

A criação do CAPS Estação, p. 257

A criação do CAPS Antônio da Costa Santos (CAPS Toninho), p. 260

A criação do Núcleo de Atenção à Crise (NAC) e Núcleo de Atenção à Dependência Química (NADEC), p. 265

Núcleo de Atenção à Dependência Química (NADEC), p. 265

CAPS Esperança: uma história de resistências e aprendizagens, p. 270

O CAPS Esperança em Nova Campinas, p. 271

O CAPS Esperança no SSCF e no Taquaral, p. 284

O CAPS no ´olho do furacão´: algumas reflexões sobre o funcionamento da rede de saúde mental, p. 287

3.4 Tecendo a rede, p. 292

3.4.1 As residências terapêuticas em Campinas: o valor da convivência, p. 296

3.4.2 Centro de Convivência e Arte: aprendendo a delicada arte de conviver, p. 300

3.4.3 A contribuição da comunicação para a Reforma Psiquiátrica, p. 307

3.5 A saúde mental em Campinas: uma tentativa de síntese, p. 314

CONSIDERAÇÕES FINAIS, p. 317

A loucura como um fenômeno de Representações Sociais, p. 317

A ciência e a tentativa de redução da loucura à doença mental, p. 318

A Reforma Psiquiátrica como reação à internação não justificável do ponto de vista científico, social e ético, p. 320

A Reforma Psiquiátrica e sua crítica à cultura manicomial, p. 321

A Reforma Psiquiátrica no contexto brasileiro, p. 322

O que a experiência de Campinas nos ensina sobre a Reforma Psiquiátrica, p. 323

À guisa de conclusão, p. 326

REFERÊNCIAS, p. 328

ANEXOS, p. 338

Anexo 1: Cronologia da Reforma Psiquiátrica brasileira, p. 338

Anexo 2: Carta de 1996 do Movimento Nacional da Luta Anti manicomial ao Senado, p. 340

Anexo 3: Histórico da rede de saúde mental da cidade de Campinas, p. 342

Índice alfabético

A

  • A guisa de conclusão, p. 326
  • Ajustando teoria e objeto: a abordagem culturalista e monográfica como opção metodológica, p. 203
  • Ampliação da psiquiatria no Brasil: do tratamento moral à higiene mental, p. 106
  • Anexo 1: Cronologia da Reforma Psiquiátrica brasileira, p. 338
  • Anexo 2: Carta de 1996 do Movimento Nacional da Luta Anti manicomial ao Senado, p. 340
  • Anexo 3: Histórico da rede de saúde mental da cidade de Campinas, p. 342
  • Anexos, p. 338
  • Antecedentes históricos da reforma psiquiátrica brasileira, p. 122
  • Antipsiquiatria. Psiquiatria. Antecedentes históricos. Terceiro período: a antipsiquiatria e psiquiatria democrática italiana (tradição basagliana), p. 128
  • Aprisionamento da loucura, p. 78
  • Aproximação da experiência de Campinas: metodologia da pesquisa de campo, p. 192

B

  • Breve história da Psiquiatria e sua inserção na cultura brasileira, p. 88

C

  • CAPS. Criação do CAPS Antônio da Costa Santos (CAPS Toninho), p. 260
  • CAPS. Criação do CAPS Estação, p. 257
  • CAPS. Criação dos CAPS Integração e Aeroporto: um momento de adversidades, p. 255
  • CAPS Esperança em Nova Campinas, p. 271
  • CAPS Esperança no SSCF e no Taquaral, p. 284
  • CAPS Esperança: uma história de resistências e aprendizagens, p. 270
  • CAPS e o funcionamento da rede, p. 233
  • CAPS no ´olho do furacão´: algumas reflexões sobre o funcionamento da rede de saúde mental, p. 287
  • Campinas. Aproximação da experiência de Campinas: metodologia da pesquisa de campo, p. 192
  • Campinas. Construção da Rede de Saúde Mental de Campinas: Criação dos CAPS (de 1992 aos dias atuais), p. 254
  • Campinas. Hospital de Dementes de Campinas a Sanatório Dr. Cândido Ferreira (1924 a 1989): antecedentes históricos da Rede de Saúde Mental de Campinas, p. 239
  • Campinas. Residências terapêuticas em Campinas: o valor da convivência, p. 296
  • Campinas. Saúde mental em Campinas: uma história de transformação do cuidado, p. 237
  • Campinas. Saúde mental em Campinas: uma tentativa de síntese, p. 314
  • Centro de Convivência e Arte: aprendendo a delicada arte de conviver, p. 300
  • Centros de Atenção Psicossocial (CAPS): o carro chefe da reforma, p. 173
  • Chegada da psiquiatria no Brasil, p. 95
  • Ciência. Reforma Psiquiátrica como reação à internação não justificável do ponto de vista científico, social e ético, p. 320
  • Ciência e a tentativa de redução da loucura à doença mental, p. 318
  • Co-gestão na Saúde Mental. De Sanatório a Serviço de Saúde Cândido Ferreira (1989-1992), p. 243
  • Colônia. Loucura na Colônia, p. 96
  • Conclusão. À guisa de conclusão, p. 326
  • Considerações finais, p. 317
  • Construção da Rede de Saúde Mental de Campinas: Criação dos CAPS (de 1992 aos dias atuais), p. 254
  • Construção do desenho da pesquisa, p. 206
  • Contextualizando a loucura, p. 32
  • Contribuição da comunicação para a Reforma Psiquiátrica, p. 307
  • Convivência. Residências terapêuticas em Campinas: o valor da convivência, p. 296
  • Corpo. Loucura como doença do corpo, p. 52
  • Cotidiano. Loucura do cotidiano, p. 69
  • Crença. Loucura entre Deus e o Diabo, p. 62
  • Criação da Unidade de Reabilitação de Moradores: o ponto de partida para outras iniciativas, p. 245
  • Criação do Núcleo de Oficinas de Trabalho (NOT), p. 251
  • Criação e trajetória do Hospital-Dia, p. 249
  • Cultura. Ajustando teoria e objeto: a abordagem culturalista e monográfica como opção metodológica, p. 203
  • Cultura brasileira. Breve história da Psiquiatria e sua inserção na cultura brasileira, p. 88
  • Cultura manicomial. Reforma Psiquiátrica e sua crítica à cultura manicomial, p. 321

D

  • Dependência química. Criação do Núcleo de Atenção à Crise (NAC) e Núcleo de Atenção à Dependência Química (NADEC), p. 265
  • Desenho metodológico, p. 212
  • Deus. Loucura entre Deus e o Diabo, p. 62
  • Diabo. Loucura entre Deus e o Diabo, p. 62
  • Doença mental. Ciência e a tentativa de redução da loucura à doença mental, p. 318
  • Doença. Loucura como doença do corpo, p. 52

E

  • Entrevistas: os participantes, a elaboração dos roteiros e o contexto em que foram realizadas, p. 220
  • Estado da arte da reforma psiquiátrica brasileira, p. 168
  • Ética. Reforma Psiquiátrica como reação à internação não justificável do ponto de vista científico, social e ético, p. 320

H

  • Higiene mental. Ampliação da psiquiatria no Brasil: do tratamento moral à higiene mental, p. 106
  • História. Loucura: a batalha perdida do homem contra suas paixões, p. 49
  • História. Loucura como fruto da intervenção dos deuses, p. 37
  • História da loucura, p. 36
  • Histórico. Antecedentes históricos da reforma psiquiátrica brasileira, p. 122
  • Hospital de Dementes de Campinas a Sanatório Dr. Cândido Ferreira (1924 a 1989): antecedentes históricos da Rede de Saúde Mental de Campinas, p. 239
  • Humanidade. Reabilitação psicossocial:a ideia chave para um novo projeto de humanidade, p. 186

I

  • Indústria da loucura, p. 118
  • Instauração do modelo manicomial e seus contrapontos, p. 112
  • Internação. Reforma Psiquiátrica como reação à internação não justificável do ponto de vista científico, social e ético, p. 320
  • Intervenção dos deuses. Loucura como fruto da intervenção dos deuses, p. 37
  • Introdução, p. 25

L

  • Loucura. Aprisionamento da loucura, p. 78
  • Loucura. Ciência e a tentativa de redução da loucura à doença mental, p. 318
  • Loucura. Contextualizando a loucura, p. 32
  • Loucura. História da loucura, p. 36
  • Loucura. Indústria da loucura, p. 118
  • Loucura. Nacionalismo e República: as transformações no tratamento da loucura, p. 103
  • Loucura: a batalha perdida do homem contra suas paixões, p. 49
  • Loucura como doença do corpo, p. 52
  • Loucura como fruto da intervenção dos deuses, p. 37
  • Loucura como um fenômeno de Representações Sociais, p. 317
  • Loucura do cotidiano, p. 69
  • Loucura entre Deus e o Diabo, p. 62
  • Loucura na Colônia, p. 96

M

  • Manicômio. Instauração do modelo manicomial e seus contrapontos, p. 112
  • Manicômio. Reforma Psiquiátrica e sua crítica à cultura manicomial, p. 321
  • Memória documentada: consulta aos livros, vídeos, jornais, documentos, registros históricos, processos jurídicos, p. 218
  • Metodologia. Ajustando teoria e objeto: a abordagem culturalista e monográfica como opção metodológica, p. 203
  • Metodologia. Aproximação da experiência de Campinas: metodologia da pesquisa de campo, p. 192
  • Metodologia. Desenho metodológico, p. 212
  • Metodologia. Reflexões metodológicas, p. 192
  • Monografia. Ajustando teoria e objeto: a abordagem culturalista e monográfica como opção metodológica, p. 203

N

  • NAC. Criação do Núcleo de Atenção à Crise (NAC) e Núcleo de Atenção à Dependência Química (NADEC), p. 265
  • Nacionalismo e República: as transformações no tratamento da loucura, p. 103

O

  • Observação participante, p. 212
  • Oficinas de trabalho. Criação do Núcleo de Oficinas de Trabalho (NOT), p. 251

P

  • Paixão. Loucura: a batalha perdida do homem contra suas paixões, p. 49
  • Pesquisa. Alguns comentários para início de conversa, p. 225
  • Pesquisa. Co-gestão na Saúde Mental. De Sanatório a Serviço de Saúde Cândido Ferreira (1989-1992), p. 243
  • Pesquisa. Construção do desenho da pesquisa, p. 206
  • Pesquisa. Entrevistas: os participantes, a elaboração dos roteiros e o contexto em que foram realizadas, p. 220
  • Pesquisa. Eventos políticos e/ou científicos, p. 217
  • Pesquisa. Eventos sociais e festas, p. 216
  • Pesquisa. História da saúde mental em Campinas, p. 232
  • Pesquisa. Hospital de Dementes de Campinas a Sanatório Dr. Cândido Ferreira (1924 a 1989): antecedentes históricos da Rede de Saúde Mental de Campinas, p. 239
  • Pesquisa. Memória documentada: consulta aos livros, vídeos, jornais, documentos, registros históricos, processos jurídicos, p. 218
  • Pesquisa. O que a experiência de Campinas nos revela, p. 225
  • Pesquisa. Organização da experiência vivida, p. 229
  • Pesquisa. Procedimento de análise dos dados, p. 223
  • Pesquisa. Reuniões de trabalhos e supervisões, p. 214
  • Pesquisa. Saúde mental em Campinas: uma história de transformação do cuidado, p. 237
  • Pesquisa. Situando campo de pesquisa, p. 195
  • Pesquisa de campo. Aproximação da experiência de Campinas: metodologia da pesquisa de campo, p. 192
  • Prevenção. Psiquiatria. Antecedentes históricos. Segundo período: a psicoterapia de setor e psiquiatria preventiva, p. 125
  • Psicossocial. Centros de Atenção Psicossocial (CAPS): o carro chefe da reforma, p. 173
  • Psicossocial. Reabilitação psicossocial: a ideia chave para um novo projeto de humanidade, p. 186
  • Psicoterapia. Psiquiatria. Antecedentes históricos. Primeiro período: as comunidades terapêuticas e psicoterapia institucional, p. 123
  • Psicoterapia. Psiquiatria. Antecedentes históricos. Segundo período: a psicoterapia de setor e psiquiatria preventiva, p. 125
  • Psiquiatria. Ampliação da psiquiatria no Brasil: do tratamento moral à higiene mental, p. 106
  • Psiquiatria. Antecedentes históricos. Primeiro período: as comunidades terapêuticas e psicoterapia institucional, p. 123
  • Psiquiatria. Antecedentes históricos. Segundo período: a psicoterapia de setor e psiquiatria preventiva, p. 125
  • Psiquiatria. Antecedentes históricos. Terceiro período: a antipsiquiatria e psiquiatria democrática italiana (tradição basagliana), p. 128
  • Psiquiatria. Antecedentes históricos da reforma psiquiátrica brasileira, p. 122
  • Psiquiatria. Breve história da Psiquiatria e sua inserção na cultura brasileira, p. 88
  • Psiquiatria. Chegada da psiquiatria no Brasil, p. 95
  • Psiquiatria. Reforma psiquiátrica, p. 119
  • Psiquiatria. Reforma psiquiátrica no Brasil, p. 142
  • Psiquiatria democrática italiana. Antecedentes históricos. Terceiro período: a antipsiquiatria e psiquiatria democrática italiana (tradição basagliana), p. 128

R

  • Reabilitação. Criação da Unidade de Reabilitação de Moradores: o ponto de partida para outras iniciativas, p. 245
  • Reabilitação psicossocial: a ideia chave para um novo projeto de humanidade, p. 186
  • Referências, p. 328
  • Reflexões metodológicas, p. 192
  • Reforma Psiquiátrica como reação à internação não justificável do ponto de vista científico, social e ético, p. 320
  • Reforma Psiquiátrica e sua crítica à cultura manicomial, p. 321
  • Reforma Psiquiátrica no contexto brasileiro, p. 322
  • Reforma psiquiátrica, p. 119
  • Reforma psiquiátrica. Antecedentes históricos da reforma psiquiátrica brasileira, p. 122
  • Reforma psiquiátrica. Centros de Atenção Psicossocial (CAPS): o carro chefe da reforma, p. 173
  • Reforma psiquiátrica. Contribuição da comunicação para a Reforma Psiquiátrica, p. 307
  • Reforma psiquiátrica. O que a experiência de Campinas nos ensina sobre a reforma psiquiátrica, p. 323
  • Reforma psiquiátrica brasileira. Estado da arte, p. 168
  • Reforma psiquiátrica no Brasil, p. 142
  • Reforma psiquiátrica no Brasil. História de uma luta, p. 148
  • Reforma psiquiátrica no Brasil. Movimento Social, p. 163
  • Representação social. Loucura como um fenômeno de Representações Sociais, p. 317
  • República. Nacionalismo e República: as transformações no tratamento da loucura, p. 103
  • Residências terapêuticas em Campinas: o valor da convivência, p. 296
  • Reuniões de trabalhos e supervisões, p. 214

S

  • Saúde. Loucura como doença do corpo, p. 52
  • Saúde mental. Co-gestão na Saúde Mental. De Sanatório a Serviço de Saúde Cândido Ferreira (1989-1992), p. 243
  • Saúde mental em Campinas: uma história de transformação do cuidado, p. 237
  • Saúde mental em Campinas: uma tentativa de síntese, p. 314
  • Serviços Residenciais Terapêuticos(SRT): a importância do morar, p. 180
  • Serviços de rede. Visitas aos serviços da rede, p. 213
  • Situando campo de pesquisa, p. 195
  • Sociedade. Reforma Psiquiátrica como reação à internação não justificável do ponto de vista científico, social e ético, p. 320

T

  • Tecendo a rede, p. 292
  • Terapia. Serviços Residenciais Terapêuticos (SRT): a importância do morar, p. 180
  • Tradição basagliana. Psiquiatria. Antecedentes históricos. Terceiro período: a antipsiquiatria e psiquiatria democrática italiana (tradição basagliana), p. 128
  • Tratamento. Nacionalismo e República: as transformações no tratamento da loucura, p. 103
  • Tratamento moral. Ampliação da psiquiatria no Brasil: do tratamento moral à higiene mental, p. 106

V

  • Várias faces da loucura, p. 36
  • Visitas aos serviços da rede, p. 213

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