Transtornos Alimentares na Adolescência - Depoimentos das Adolescentes, Gestalt-terapia e Pesquisa

Arlene Leite Nunes

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FICHA TÉCNICA
Autor(es): Arlene Leite Nunes
ISBN: 978853622995-9
Acabamento: Brochura
Número de Páginas: 238
Publicado em: 14/05/2010
Área(s): Psicologia - Saúde
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SINOPSE

Ultimamente tem havido um crescente movimento de valorização do ter em detrimento do ser. Isso, associado a uma transformação na visão de homem e de mundo, em que a aparência tem uma importância cada vez maior, serve de solo fértil para acentuar ainda mais os transtornos alimentares, extremamente vinculados ao ideal estético supervalorizado nos últimos tempos.
O conhecimento de alguns desses dados teóricos, o aumento da incidência desses transtornos e sua gravidade, associados a experiências pessoais superficiais, despertou-nos o interesse em aprofundar os estudos neste tema. E o fizemos de uma forma diferente: indo ao encontro de adolescentes com esses transtornos e ouvindo-as, dando voz a elas.
Este livro foi escrito sob duas óticas essenciais: uma dissertação de mestrado em Nutrição, abordando os transtornos alimentares numa perspectiva fenomenológica, e um trabalho de conclusão de curso de especialização em Gestalt-terapia. Há também duas intenções evidentes: primeiramente, mostrar a visão dos transtornos alimentares sob os aspectos da ciência, o de adolescentes que passaram por ele e o da Gestalt-terapia. A segunda é apresentar, na prática, o método fenomenológico como metodologia de pesquisa na área da saúde, fazendo uso de um estudo dos transtornos alimentares e, assim, buscando servir de modelo para aqueles que se interessam por essa modalidade de pesquisa.
Descobrir o que são os transtornos alimentares não é uma tarefa muito difícil, uma vez que há inúmeros artigos científicos e vários livros e manuais que os descrevem. Nossa proposta é mostrar como são esses transtornos na visão de quem está passando por eles, bem como apresentar uma possibilidade na Psicologia para trabalhar com elas, e um modelo de pesquisa na área da saúde.

AUTOR(ES)

Arlene Leite Nunes é Psicóloga pela Associação Catarinense de Ensino (2002), Especialista em Gestalt-terapia pelo Instituto Gestalten, monografia: Transtornos Alimentares sob a óptica da Gestalt-Terapia (2004), Mestre em Nutrição pela Universidade Federal de Santa Catarina, dissertação: Transtornos Alimentares na visão de meninas adolescentes de Florianópolis: uma abordagem fenomenológica (2007). Atendimento clínico de adolescentes, adultos e transtornos da alimentação no Instituto de Endocrinologia de Joinville (IEJE-CAD). Pesquisa na área de transtornos alimentares e participação em Congressos. Palestras sobre transtornos alimentares e obesidade sob a óptica da Gestalt-terapia. Autora do capítulo “Compreendendo transtornos alimentares sob a óptica da Gestalt-terapia” do livro “Transtornos Alimentares: uma visão gestáltica” (2007). Professora na Universidade da Região de Joinville das disciplinas de Psicopatologia, Psicologia Clínica (Gestalt-terapia) e Estágio Curricular Supervisionado (Psicologia Clínica). Atua principalmente nos seguintes temas: transtornos da alimentação, obesidade, cirurgia bariátrica e gestalt-terapia.
 

SUMÁRIO

INTRODUÇÃO

PARTE I TRANSTORNOS ALIMENTARES

Capítulo 1 - A visão da Ciência

1.1 A anorexia nervosa

1.2 A bulimia nervosa

1.3 Diagnóstico diferencial

1.4 A adolescência

1.5 Comportamento e hábitos alimentares

Capítulo 2 - Vivência das Adolescentes

2.1 Quem são elas?

2.2 O que dizem?

2.3 Transtornos alimentares

2.3.1 Percepções do início dos transtornos alimentares

2.3.2 Viver com transtorno alimentar

2.3.3 A descoberta do transtorno alimentar

2.3.4 Práticas inadequadas de controle de peso

2.3.5 Comportamentos alimentares: restrição

2.3.6 Comportamentos alimentares: compulsão

2.3.7 O ciclo vicioso restrição/compulsão

2.3.8 Comparação de transtorno alimentar com dependência química

2.3.9 A recuperação, a recaída e a busca de um motivo para o desenvolvimento de um transtorno alimentar

2.4 Os sentimentos e as percepções

2.4.1 O medo de engordar

2.4.2 O desejo de emagrecer

2.4.3 Autopercepção da imagem corporal

2.4.4 Tentativas de suicídio e autoagressão

2.4.5 A presença da depressão e da ansiedade

2.4.6 Relação da alimentação com o estado de espírito

2.4.7 A percepção da relação com a comida

2.4.8 O auto julgamento

2.4.9 A sensação de saciedade

2.4.10 A percepção da fome

2.5 A comida e a alimentação

2.5.1 O que representa a comida

2.5.2 O hábito alimentar

2.5.3 Alimentos que deixaram de ser consumidos

2.5.4 Alimentos que passaram a ser consumidos

2.5.5 O consumo de refrigerantes

2.5.6 Escolhas alimentares

2.5.7 A composição das refeições

2.5.8 O hábito alimentar da família

2.5.9 Alimentação saudável

2.6 A relação com o outro

2.6.1 Relação com nutricionistas

2.6.2 A percepção do julgamento do outro

2.6.3 Relação com os pais

2.6.4 Relação com irmãos

2.6.5 Relação com o namorado

Capítulo 3 - Compreensão da Gestalt]Terapia

3.1 Transtornos Alimentares - quem?

3.2 Transtornos Alimentares sob a Óptica da Gestalt-terapia

3.2.1 Saúde e Adoecimento

3.2.2 Ajustamento Criativo

3.2.3 Sintoma

3.2.4 Processo terapêutico

3.2.5 Vínculo terapêutico

3.2.6 A família

3.2.7 Fim do processo terapêutico

3.3 Anorexia Nervosa

3.4 Bulimia Nervosa

PARTE II PESQUISA FENOMENOLÓGICA

Capítulo 4 - A Pesquisa Qualitativa

Capítulo 5 - A Fenomenologia

Capítulo 6 - A Pesquisa Fenomenológica

Capítulo 7 - Percurso Metodológico um modelo

7.1 Delineamento

7.2 Local e Participantes

7.3 A Realização das Entrevistas

7.4 Condutas para a Escuta, Transcrição e Análise das Entrevistas

7.5 Dimensões Éticas do Estudo

CONSIDERAÇÕES FINAIS

REFERÊNCIAS

APÊNDICE

ÍNDICE ALFABÉTICO

A

  • Adoecimento e saúde
  • Adolescência
  • Adolescentes. O que dizem?.
  • Adolescentes. Quem são elas?.
  • Adolescentes. Vivência das adolescentes
  • Afetividade. Relação da alimentação com o estado de espírito.
  • Ajustamento criativo
  • Alimentação. Comportamento e hábitos alimentares.
  • Alimentação. Comportamentos alimentares: compulsão.
  • Alimentação. Comportamentos alimentares: restrição.
  • Alimentação. Hábito alimentar da família
  • Alimentação. Percepção darelação com a comida.
  • Alimentação. Relação da alimentação com o estado de espírito
  • Alimentação. Relação da alimentação com o estado de espírito
  • Alimentação. Transtornos alimentares
  • Alimentação. Transtornos alimentares
  • Alimentação e comida
  • Alimentação saudável
  • Alimentos que deixaram de ser consumidos
  • Alimentos que deixaram de ser consumidos
  • Alimentos que passaram a ser consumidos
  • Alimentos que passaram a ser consumidos
  • Almoço. Composição das refeições
  • Análise. Entrevista. Condutas para a escuta, transcrição e análise das entrevistas
  • Anorexia nervosa
  • Anorexia nervosa.
  • Ansiedade. Presença da depressão e da ansiedade
  • Ansiedade. Presença da depressão e da ansiedade
  • Apêndice
  • Autoagressão e tentativas de suicídio.
  • Autoagressão e tentativas de suicídio.
  • Atividade Física. Práticas inadequadas de controle de peso
  • Autojulgamento
  • Autojulgamento
  • Autopercepção da imagem corporal.
  • Autopercepção da imagem corporal.

B

  • Bulimia nervosa
  • Bulimia nervosa
  • Busca de um motivo. Recuperação, a recaída e a busca de um motivo para o desenvolvimento de um transtorno alimentar

C

  • Ciclo vicioso restrição/compulsão
  • Ciclo vicioso restrição/compulsão
  • Ciência. Transtornos alimentares. A visão da ciência.
  • Comida. O que representa a comida.
  • Comida. O que representa a comida.
  • Comida e alimentação.
  • Comparação de transtorno alimentar com dependência química
  • Comparação de transtorno alimentar com dependência química
  • Comportamento. Percepção da relação com a comida.
  • Comportamento. Percepção da relação com a comida.
  • Comportamento. Relação da alimentação com o estado de espírito
  • Comportamento. Relação da alimentação com o estado de espírito
  • Comportamento e hábitos alimentares.
  • Comportamentos alimentares: compulsão.
  • Comportamentos alimentares: compulsão.
  • Comportamentos alimentares: restrição.
  • Comportamentos alimentares: restrição.
  • Composição das refeições.
  • Composição das refeições.
  • Composição das refeições. Almoço
  • Composição das refeições. Final de semana.
  • Compreensão da Gestalt-Terapia
  • Compulsão. Ciclo vicioso restrição/compulsão
  • Compulsão. Ciclo vicioso restrição/compulsão
  • Compulsão. Comportamentos alimentares.
  • Compulsão. Comportamentos alimentares.
  • Condutas para a escuta, transcrição e análise das entrevistas
  • Considerações finais
  • Consumo. Alimentos que deixaram de ser consumidos
  • Consumo. Alimentos que deixaram de ser consumidos
  • Consumo. Alimentos que passaram a ser consumidos
  • Consumo. Alimentos que passaram a ser consumidos
  • Consumo de refrigerantes.
  • Controle de peso. Práticas inadequadas
  • Controle de peso. Práticas inadequadas

D

  • Delineamento. Metodologia. Percurso metodológico.
  • Dependência química. Comparação de transtorno alimentar com dependência química
  • Dependência química. Comparação de transtorno alimentar com dependência química
  • Depressão. Presença da depressão e da ansiedade
  • Depressão. Presença da depressão e da ansiedade
  • Descoberta do transtorno alimentar
  • Descoberta do transtorno alimentar
  • Desejo de emagrecer
  • Desejo de emagrecer
  • Diagnóstico diferencial. Transtorno alimentar
  • Dimensões éticas do estudo.
  • Diurético. Práticas inadequadas de controle de peso. Laxante / Diurético / Inibidor de Apetite

E

  • Emagrecer. Desejo de emagrecer
  • Emagrecer. Desejo de emagrecer
  • Engordar. Medo de engordar
  • Engordar. Medo de engordar.
  • Entrevista. Condutas para a escuta, transcrição e análise das entrevistas.
  • Entrevista. Metodologia. Percurso metodológico. Realização das entrevistas
  • Escolhas alimentares
  • Escolhas alimentares
  • Escuta. Entrevista. Condutas para a escuta, transcrição e análise das entrevistas
  • Estado de espírito. Relação da alimentação com o estado de espírito.
  • Estado de espírito. Relação da alimentação com o estado de espírito
  • Estar bem. Relação da alimentação com o estado de espírito.
  • Ética. Dimensões éticas do estudo.

F

  • Família.
  • Família. Hábito alimentar da família
  • Família. Relaçãocom irmãos.
  • Família. Relaçãocom irmãos.
  • Família. Relação com os pais.
  • Família. Relação com os pais.
  • Fenomenologia.
  • Fenomenologia. Pesquisa fenomenológica
  • Fim do processo terapêutico
  • Final de semana. Composição das refeições
  • Fome. Percepção da fome
  • Fome. Percepção da fome

G

  • Gestalt-Terapia. Compreensão.
  • Gestalt-Terapia. Transtornos alimentares sob a óptica da Gestaltterapia.

H

  • Hábito alimentar
  • Hábito alimentar
  • Hábito alimentar da família
  • Hábitos alimentares e comportamento

I

  • Imagem corporal. Autopercepção
  • Imagem corporal. Autopercepção
  • Inibidor de Apetite. Práticas inadequadas de controle de peso. Laxante / Diurético / Inibidor de Apetite
  • Início. Percepções do iníciodos transtornos alimentares
  • Início. Percepções do iníciodos transtornos alimentares
  • Introdução.
  • Irmãos. Relação com irmãos
  • Irmãos. Relação com irmãos

J

  • Julgamento. Autojulgamento
  • Julgamento. Autojulgamento
  • Julgamento. Percepção do julgamento do outro.
  • Julgamento. Percepção do julgamento do outro.

L

  • Laxante. Práticas inadequadas de controle de peso. Laxante / Diurético / Inibidor de Apetite

M

  • Medo de engordar.
  • Medo de engordar.
  • Metodologia. Percurso metodológico. Condutas para a escuta, transcrição e análise das entrevistas.
  • Metodologia. Percurso metodológico. Delineamento.
  • Metodologia. Percurso metodológico. Local e participantes
  • Metodologia. Percurso metodológico. Realização das entrevistas.
  • Metodologia. Percurso metodológico. Um modelo.

N

  • Namorado. Relação com o namorado
  • Namorado. Relação com o namorado.
  • Não estar bem. Relação da alimentação com o estado de espírito.
  • Nutricionista. Relação com nutricionistas.
  • Nutricionista. Relação com nutricionistas.

P

  • Pais. Relação com os pais.
  • Pais. Relação com os pais.
  • Percepção. Sentimentos e percepções
  • Percepção da fome.
  • Percepção da fome.
  • Percepção da relação com a comida.
  • Percepção da relação com a comida.
  • Percepção do julgamento do outro.
  • Percepção do julgamento do outro.
  • Percepções do início dostranstornos alimentares.
  • Percepções do início dos transtornos alimentares.
  • Percurso metodológico. Delineamento.
  • Percurso metodológico. Local e participantes
  • Percurso metodológico. Realização das entrevistas.
  • Percurso metodológico. Um modelo.
  • Peso. Desejo de emagrecer.
  • Peso. Desejo de emagrecer.
  • Peso. Medo de engordar
  • Peso. Medo de engordar
  • Pesquisa fenomenológica.
  • Pesquisa qualitativa.
  • Práticas inadequadas de controle de peso.
  • Práticas inadequadas de controle de peso.
  • Práticas inadequadas de controle de peso. Vômitos.
  • Práticas inadequadas de controle de peso. Laxante / Diurético / Inibidor de Apetite
  • Práticas inadequadas de controle de peso. Atividade Física
  • Presença da depressão e da ansiedade
  • Presença da depressão e da ansiedade
  • Processo terapêutico.
  • Processo terapêutico. Fim

Q

  • Qualidade. Pesquisa qualitativa.

R

  • Recaída. Recuperação, a recaída e a busca de um motivo para o desenvolvimento de um transtorno alimentar.
  • Recaída. Recuperação, a recaída e a busca de um motivo para o desenvolvimento de um transtorno alimentar.
  • Recuperação, a recaída e a busca de um motivo para o desenvolvimento de um transtorno alimentar.
  • Recuperação, a recaída e a busca de um motivo para o desenvolvimento de um transtorno alimentar. Recuperação
  • Recuperação, a recaída e a busca de um motivo para o desenvolvimento de um transtorno alimentar. Recaída
  • Refeição. Composição das refeições
  • Refeição. Composição das refeições
  • Referências
  • Refrigerante. Consumo de refrigerantes.
  • Relação com irmãos
  • Relação com irmãos
  • Relação com nutricionistas
  • Relação com nutricionistas
  • Relação com o namorado
  • Relação com o namorado
  • Relação com os pais
  • Relação com os pais
  • Relação da alimentação como estado de espírito.
  • Relação da alimentação como estado de espírito.
  • Relação da alimentação com o estado de espírito. Afetividade
  • Relação da alimentação com o estado de espírito. Estar bem
  • Relação da alimentação com o estado de espírito. Não estar bem
  • Relacionamento. Relação com irmãos
  • Relacionamento. Relação com irmãos
  • Relacionamento. Relação com nutricionistas
  • Relacionamento. Relação com nutricionistas
  • Relacionamento. Relação com o namorado.
  • Relacionamento. Relação com o namorado.
  • Relacionamento. Relação com o outro
  • Relacionamento. Relação com os pais.
  • Relacionamento. Relação com os pais.
  • Restrição. Ciclo vicioso restrição/compulsão.
  • Restrição. Ciclo vicioso restrição/compulsão.
  • Restrição. Comportamentos alimentares.
  • Restrição. Comportamentos alimentares.

S

  • Saciedade. Sensação de saciedade
  • Saciedade. Sensação de saciedade
  • Saudável. Alimentação.
  • Saúde e adoe cimento.
  • Sensação de saciedade.
  • Sensação de saciedade.
  • Sentimentos e percepções
  • Sintoma
  • Suicídio. Tentativas de suicídio e autoagressão
  • Suicídio. Tentativas de suicídio e autoagressão

T

  • Tentativas de suicídio e autoagressão.
  • Tentativas de suicídio e autoagressão.
  • Terapia. Fim do processo terapêutico
  • Terapia. Processo terapêutico
  • Terapia. Vínculoterapêutico
  • Transcrição. Entrevista. Condutas para a escuta, transcrição e análise das entrevistas.
  • Transtorno alimentar. Comparação de transtorno alimentar com dependência química.
  • Transtorno alimentar. Descoberta
  • Transtorno alimentar. Descoberta
  • Transtorno alimentar. Diagnóstico diferencial
  • Transtorno alimentar. Recuperação, a recaída e a busca de um motivo para o desenvolvimento de um transtorno alimentar
  • Transtorno alimentar. Viver com transtorno alimentar
  • Transtornos alimentares
  • Transtornos alimentares
  • Transtornos alimentares - quem?.
  • Transtornos alimentares. A visão da ciência
  • Transtornos alimentares. Considerações gerais.
  • Transtornos alimentares. Percepções do início
  • Transtornos alimentares. Quem sofre?
  • Transtornos alimentares sob a óptica da Gestalt-terapia.

V

  • Vínculo terapêutico.
  • Vivência das adolescentes.
  • Viver com transtorno alimentar
  • Viver com transtorno alimentar
  • Vômitos. Práticas inadequadas de controle de peso
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