Controle Externo da Atividade Policial pelo Ministério Público

2ª Edição – Revista e Ampliada Rodrigo Régnier Chemim Guimarães

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Ficha técnica

Autor(es): Rodrigo Régnier Chemim Guimarães

ISBN: 978853622004-8

Edição/Tiragem: 2ª Edição – Revista e Ampliada

Acabamento: Brochura

Número de páginas: 256

Publicado em: 03/06/2008

Área(s): Direito Processual Penal

Sinopse

A presente obra propõe-se a analisar a questão do controle externo da atividade policial pelo Ministério Público que, na sistemática de controles externos existente, vai além daquele já evidenciado em legislações infraconstitucionais, revestindo-se de importante avanço na área processual penal, e visando colocar o Brasil, próximo, mas ainda não equiparado, aos melhores sistemas de Justiça criminal encontrados no mundo.
Para tanto o trabalho é dividido em cinco partes.
Inicialmente são abordadas as várias formas de controle da polícia, para, em seguida, serem analisados os principais protagonistas do assunto em tela, quais sejam: a Polícia (órgão controlado) e o Ministério Público (órgão controlador), traçando-lhes uma rápida visão histórica e abordando seus atuais perfis constitucionais, nos moldes da Constituição da República Brasileira.
A terceira parte esmiuça a questão do controle externo da atividade policial no Brasil, trazendo os precedentes à sua formulação constitucional, sua razão de ser, seu conceito e abrangência.
Neste tópico ainda é colacionada a legislação vigente em todo o País, tratando-se, também, das questões controvertidas a respeito do controle externo, bem como dos instrumentos legais postos à disposição do Ministério Público no exercício desta atividade de controle.
Na quarta parte são abordadas algumas soluções de direito comparado, estabelecendo uma visão dos sistemas de relação entre o Ministério Público e a Polícia, naqueles países que, historicamente, servem de amparo e consulta aos legisladores brasileiros, notadamente os países europeus continentais. Buscando trazer uma visão de outros sistemas processuais, analisam-se, também, aqueles principais países que adotam um processo penal com significativa tendência acusatória, a exemplo da Inglaterra e Estados Unidos.
E, finalmente, na quinta parte do trabalho, são analisadas as propostas de emenda constitucional e de reforma processual penal atualmente em trâmite junto ao Congresso Nacional brasileiro, as quais trazem alguma novidade na questão do controle externo da atividade policial, observando seus principais pontos de convergência com o tema aqui tratado.

Autor(es)

Rodrigo Régnier Chemim Guimarães é Promotor de Justiça em Curitiba; Especialista em Ciências Penais; Mestre em Direito das Relações Sociais pela UFPR; Conselheiro do IPEC – Instituto Paranaense de Estudos Criminais; Professor de Direito Penal da Fundação Escola do Ministério Público do Paraná, e de Direito Processual Penal da Escola da Magistratura Federal no Paraná; e da Faculdade de Direito de Curitiba Unicuritiba.

Sumário

I PARTE O CONTROLE DA POLÍCIA

Capítulo I - LINHAS INTRODUTÓRIAS

Seção I - Gerais

Seção II - Específicas

Capítulo II - SISTEMAS DE CONTROLE

Seção I - Controle Interno

Seção II - Controle Externo

II PARTE PRINCIPAIS PROTAGONISTAS DO CONTROLE EXTERNO

Capítulo I - ÓRGÃO CONTROLADO - POLÍCIA

Seção I - Resenha Histórica

Seção II - Atual Perfil Constitucional

Capítulo II - ÓRGÃO CONTROLADOR - MINISTÉRIO PÚBLICO

Seção I - Resenha Histórica

Seção II - Atual Perfil Constitucional

III PARTE CONTROLE EXTERNO DA ATIVIDADE POLICIAL PELO MINISTÉRIO PÚBLICO NO BRASIL

Capítulo I - ANTECEDENTES HISTÓRICOS

Seção I - Precedentes da Constituição da República Federativa do Brasil de 1988

Seção II - A "Carta de Curitiba"

Seção III - Origem da Expressão "Controle Externo"

Capítulo II - ASPECTOS GERAIS

Seção I - Conceito, Natureza e Espécies

Seção II - A razão do Controle Externo

Seção III - A Legislação Vigente

Capítulo III - ASPECTOS CONTROVERTIDOS

Seção I - Abrangência do Preceito Constitucional

Seção II - A Questão da Auto-aplicabilidade do Dispositivo Constitucional

Seção III - Investigação Criminal pelo Ministério Público

Capítulo IV - INSTRUMENTOS PARA O EXERCÍCIO DO CONTROLE EXTERNO

Seção I - De Aplicabilidade Nacional

Seção II - De Aplicabilidade Regional

IV PARTE SOLUÇÕES DE DIREITO COMPARADO

Capítulo I - SISTEMAS PROCESSUAIS PENAIS

Seção I - Inquisitório

Seção II - Acusatório

Seção III - Misto

Seção IV - O Modelo Brasileiro

Capítulo II - PAÍSES DE ORIGEM INQUISITÓRIA

Seção I - Portugal

Seção II - Alemanha

Seção III - França

Seção IV - Itália

Capítulo III - PAÍSES DE ORIGEM ACUSATÓRIA

Seção I - Inglaterra e País de Gales

Seção II - Estados Unidos

V PARTE DE LEGE FERENDA

Capítulo I - PROPOSTAS DE EMENDAS CONSTITUCIONAIS

Seção I - Criação de Colegiado para Exercer o Controle Externo da Atividade Policial

Seção II - Instauração e Direção do Inquérito pelo Ministério Público

Seção III -Investigações Preliminares Dirigidas pelo Ministério Público nas Infrações Penais de Relevância Social

Capítulo II - PROJETOS DE LEI

Seção I - Substituição do Controle Jurisdicional pelo Controle Externo Exercido pelo Ministério Público na Fase de Inquérito

Seção II - Projetos de Reforma do Código de Processo Penal Brasileiro

CONCLUSÕES

REFERÊNCIAS

Índice alfabético

A

  • Abrangência do preceito constitucional
  • Alemanha. Sistema processual. Origem inquisitória.
  • Antecedentes históricos. Controleexterno da atividade policial.
  • Aplicabilidade nacional. Instrumentos para o exercício do controle externo.
  • Aplicabilidade regional. Instrumentos para o exercício do controle externo
  • Aspectos controvertidos. Controleexterno da atividade policial
  • Atividade policial. Controle externo. Aspectos gerais
  • Atividade policial. Controle externo. Conceito, natureza e espécies
  • Atividade policial. Controle externo. Legislação vigente
  • Atividade policial. Controle externo. Linhas introdutórias gerais.
  • Atividade policial. Controle externo. Linhas introdutórias
  • Atividade policial. Controle externo. Linhas introdutórias específicas.
  • Atividade policial. Controle externo. Razão do Controle Externo.
  • Atividade policial. Controle externo no Brasil.
  • Atual perfil constitucional.
  • Atual perfil constitucional. Polícia.
  • Auto-aplicabilidade do dispositivo constitucional. Questão

B

  • Brasil. Controle externoda atividade policial.
  • Brasil. Sistema processual penal. Modelo brasileiro.

C

  • CPP. Projetos de Reforma do Código de Processo Penal Brasileiro.
  • "Carta de Curitiba"
  • Conceito. Atividade policial. Controle externo
  • Conclusões.
  • Constitucional. Questão da auto-aplicabilidade do dispositivo constitucional
  • "Controle Externo". Or igem da expressão.
  • Controle. Sistemasde controle
  • Controle da polícia.
  • Controle externo
  • Controle externo. Atividade policial. Colegiado. Juizado de Instrução Criminal. Juízes temporários e outorga de exclusividade de investigação à polícia. Criação.
  • Controle externo. Instrumentos para o exercício
  • Controle externo. Instrumentos para o exercício. Aplicabilidade Nacional.
  • Controle externo. Instrumentos para o exercício. Aplicabilidade regional.
  • Controle externo. Razãodo Controle Externo.
  • Controle externo. Substituição do Controle Jurisdicional pelo Controle Externo Exercido pelo Ministério Público na Fase de Inquérito. Projeto de Lei
  • Controle externo da atividade policial. Antecedentes históricos
  • Controle externo da atividade policial. Aspectos controvertidos.
  • Controle externo da atividade policial no Brasil.
  • Controle interno.
  • Controle jurisdicional. Substituição do Controle Jurisdicional pelo Controle Externo Exercido pelo Ministério Público na Fase de Inquérito. Projeto de Lei.
  • Criação de Colegiado para exercer o Controle Externo da Atividade Policial
  • Criação do Juizado de Instrução Criminal, de colegiado para exercer o controle externo da atividade policial, de juízes temporários e outorga de exclusividade de investigação à polícia.
  • Curitiba. "Carta de Curitiba"

D

  • De lege ferenda.
  • Direito comparado. Soluções de direito comparado. Controle externo

E

  • Emendas Constitucionais. Propostas
  • Espécies. Atividade policial. Controle externo
  • Estados Unidos. Sistema processual. Origem acusatória

F

  • França. Sistema processual. Origem inquisitória

H

  • História. Antecedentes. Controleexterno da atividade policial
  • História. Polícia. Controle. Resenha histórica.

I

  • Infração penal. Investigações preliminares dirigidas pelo Ministério Público nas infrações penais de relevância social
  • Inglaterra e País de Gales. Sistema processual. Origem acusatória
  • Instauração e direção do Inquérito pelo Ministério Público.
  • Instrumentos para o exercício do controle externo
  • Instrumentos para o exercício do controle externo. Aplicabilidade nacional
  • Instrumentos para o exercício do controle externo. Aplicabilidade regional
  • Investigação criminal peloMinistério Público.
  • Investigações preliminares dirigidas pelo Ministério Público nas infrações penais de relevância social.
  • Itália. Sistema processual.Origem inquisitória.

J

  • Juiz temporário. Juizado de Instrução Criminal. Colegiado para exercer o controle externo da atividade policial. Juízes temporários e outorga de exclusividade de investigação à polícia. Criação.
  • Juizado de Instrução Criminal. Colegiado para exercer o controle externo da atividade policial. Juízes temporáriose outorga de exclusividade de investigação à polícia.Criação

L

  • Legislação vigente. Atividadepolicial. Controle externo
  • Linhas introdutórias gerais.
  • Linhas introdutórias
  • Linhas introdutórias específicas.

M

  • Ministério Público. Atual perfil constitucional.
  • Ministério Público. Instauração e direção do inquérito
  • Ministério Público. Investigação criminal
  • Ministério Público. Investigações preliminares dirigidas pelo Ministério Público nas infrações penais de relevância social.
  • Ministério Público. Órgão controlador
  • Ministério público. Órgão controlador. Resenha Histórica

N

  • Natureza. Atividade policial. Controle externo

O

  • Órgão controlado. Polícia
  • Órgão controlador. Ministério Público
  • Origem da expressão "Controle Externo".

P

  • País de Gales e Inglaterra. Sistemaprocessual. Origem acusatória
  • Países de origem acusatória
  • Países de origeminquisitória
  • Polícia. Atual perfil constitucional
  • Polícia. Controle. Resenha histórica
  • Polícia. Controle da polícia.
  • Polícia. Investigação. Juizado de Instrução Criminal. Colegiado para exercer o controle externo da atividade policial. Juízes temporários e outorga de exclusividade de investigação à polícia. Criação.
  • Polícia. Órgãocontrolado
  • Portugal. Sistema processual. Origem inquisitória
  • Precedentes da Constituição da República Federativa do Brasil de 1988.
  • Preceito constitucional. Abrangência
  • Principais protagonistas.
  • Projetos de Lei.Considerações.
  • Projetos de Lei. Projetos de Reforma do Código de Processo Penal Brasileiro
  • Projetos de Lei. Substituição do Controle Jurisdicional pelo Controle Externo Exercido pelo Ministério Público na Fase de Inquérito
  • Projetos de Reforma do Código de Processo Penal Brasileiro. Projeto de Lei
  • Propostas de Emendas Constitucionais.
  • Protagonista. Atividade policial. Controle externo. Principais protagonistas

Q

  • Questão da auto-aplicabilidadedo dispositivo constitucional.

R

  • Razão do Controle Externo
  • Referências.

S

  • Sistema acusatório
  • Sistema acusatório. Paísesde origem acusatória.
  • Sistema inquisitório
  • Sistema inquisitório. Paísesde origem inquisitória.
  • Sistema misto
  • Sistema processual penal. Modelo brasileiro
  • Sistemas de controle.
  • Sistemas processuais penais.
  • Soluções de direito comparado. Controle externo.
  • Substituição do Controle Jurisdicional pelo Controle Externo Exercido pelo Ministério Público na Fase de Inquérito. Projeto de Lei.

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