Memória Política, Repressão e Ditadura no Brasil

Soraia Ansara

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Ficha técnica

Autor(es): Soraia Ansara

ISBN v. impressa: 978853622205-9

ISBN v. digital: 978853627776-9

Acabamento: Brochura

Formato: 15,0x21,0 cm

Peso: 470grs.

Número de páginas: 380

Publicado em: 27/11/2008

Área(s): Psicologia - Social

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Sinopse

"Memória Política, Repressão e Ditadura no Brasil" traz para o público uma das maneiras de narrar a história de um período de tanta repressão como foi o da ditadura militar no Brasil, quase sempre relegada aos subterrâneos da História e da memória oficial. Mais que isso, traz à luz a memória da resistência e da luta política dos movimentos sociais populares que recusam as versões instituídas pela memória oficial.

Ao longo do livro, a autora procura mostrar que na memória das lideranças políticas (sindicais e comunitárias) entrevistadas ainda estão presentes os legados da repressão policial, da impunidade e do autoritarismo na sociedade brasileira especialmente nas instituições políticas, policiais e, no interior das próprias organizações comunitárias e movimentos em que participam. Não obstante, na contramão da história aparece um legado especialmente importante para os movimentos sociais: a existência de uma memória política construída pelos movimentos sociais que se preocupam em transmitir às novas gerações os acontecimentos ocorridos no período da ditadura militar.

Embora admitamos que exista um processo de "esquecimento" forjado e legitimado por uma "memória oficial", que se fundamentou na propagação do terror e do medo ou na ocultação dos acontecimentos de violência política – produzindo a alienação e a desmobilização da grande maioria da população brasileira que não se envolve em ações políticas, é fundamental destacar que a experiência de participação possibilita a reconstrução de uma memória política, que rompe com essa alienação por meio da crítica à memória oficial, potencializando os que hoje atuam nos movimentos sociais a continuarem a luta contra o autoritarismo político, a dominação e a injustiça, em busca de uma sociedade que de fato seja justa e democrática.

"Memória Política, Repressão e Ditadura no Brasil" é um livro que demarca o ponto de partida de uma nova frente de pesquisa no Brasil. Além de oferecer um estudo empírico complexo sobre a memória e a consciência política, a autora também aproxima o leitor e o pesquisador brasileiro dos estudos e teorias desenvolvidas no exterior sobre esse tema, até hoje relativamente esquecido em nosso meio. Por essas duas razões, acreditamos que o trabalho de Soraia Ansara seja um passo importante na direção de focalizar a memória psicopolítica como um dos aspectos centrais a serem considerados no estudo da realidade política brasileira" (Salvador Sandoval).

 

Autor(es)

Soraia Ansara  é mestre (2000) e doutora (2005) em Psicologia Social pela Pontifícia Universidade Católica de São Paulo, licenciada em Filosofia pelas Faculdades Associadas Ipiranga (1993). Atualmente é professora titular da Uniradial Estácio e educadora social do Instituto Sedes Sapientiae, atuando na assessoria aos movimentos sociais e Secretarias Municipais de Educação. Tem experiência na área de Psicologia, com ênfase em Psicologia Social e Psicologia Política, atuando principalmente nos seguintes temas: memória política, movimentos sociais, consciência política, participação política e intervenção psicossocial em comunidades. Tem também experiência na área da educação, com ênfase em fundamentos da educação e formação de professores. É membro da Associação Brasileira de Psicologia Política (ABPP).
 

Porque comprar

Público Alvo:
Professores, pesquisadores e estudantes da Psicologia Social e Psicologia Política, Ciências Sociais, Ciência Política e História.

 

Sumário

INTRODUÇÃO, p. 23

CAPÍTULO I - As Possibilidades da Memória e seus desdobramentos Epistemológicos, p. 31

1.1 Circunscrevendo o estudo da memória nos marcos de referência da psicologia social, p. 31

1.2 Da Psicologia Social à Psicologia Política: a memória coletiva e sua relação com o comportamento político, p. 42

1.3 Os diferentes enfoques e tradições da Memória Social, p. 61

1.3.1 A Psicologia da Memória, p. 62

1.3.2 A Sociologia da Memória de Halbwachs, p. 69

1.3.3 A construção social da memória, p. 77

CAPÍTULO II - MEMÓRIA COLETIVA DE EVENTOS POLÍTICOS, p. 85

2.1 Eventos Políticos ou Públicos, p. 86

2.1.1 Os Estudos da Memória e a Experiência Espanhola, p. 87

2.1.2 Os Estudos da Memória e a Experiência Britânica, p. 99

2.1.3 Os Estudos da Memória e a Perspectiva Italiana, p. 100

2.1.4 Os Estudos da Memória e a Experiência Belga, p. 107

2.1.5 Os Estudos da Memória nos EUA, p. 108

2.2 Memória de eventos traumáticos na Europa e na América Latina, p. 116

2.2.1 Memória e trauma na Espanha: o peso da Guerra Civil e da Ditadura Franquista, p. 117

2.2.2 Memória e trauma na França: O peso da II Guerra e do Holocausto, p. 119

2.2.3 Ditadura, trauma psicossocial e memória na sociedade chilena, p. 122

2.2.4 Memória coletiva e genocídio na Guatemala, p. 129

2.3 Memórias da repressão política no Cone Sul, p. 130

2.4 Os estudos da memória da repressão no Brasil, p. 136

CAPÍTULO III - DA DITADURA À DEMOCRACIA: CONHECENDO A HISTÓRIA PARA COMPREENDER A MEMÓRIA, p. 145

3.1 A Ditadura Militar no Brasil, p. 146

3.1.1 Revisitando a história do primeiro governo militar, p. 147

3.1.2 O rigor do Governo Médici, p. 149

3.1.3 A abertura Política e o começo da ´redemocratização´, p. 150

3.1.4 A ´redemocratização´: vinte e um anos depois, p. 153

3.1.5 A luta pela anistia e apuração dos crimes cometidos na Ditadura, p. 157

3.2 Os movimentos sociais no processo de transição à democracia, p. 165

CAPÍTULO IV - CONSTRUINDO OS PROCEDIMENTOS METODOLÓGICOS DA PESQUISA SOBRE MEMÓRIA NA PERSPECTIVA PSICOPOLÍTICA, p. 173

4.1 Seleção dos entrevistados, p. 175

4.2 As Entrevistas, p. 176

4.3 Os Questionários, p. 178

4.4 Perfil dos entrevistados, p. 179

4.4.1 Lideranças sindicais, p. 180

4.4.2 Lideranças comunitárias, p. 180

4.4.3 Estudantes Universitários, p. 180

4.5 A construção das categorias analíticas no estudo da memória política, p. 186

CAPÍTULO V - ESTUDANTES UNIVERSITÁRIOS, LIDERANÇAS COMUNITÁRIAS E SINDICAIS CONSTRUINDO A MEMÓRIA POLÍTICA DA DITADURA MILITAR NO BRASIL, p. 189

5.1 As tramas da memória política: marcas do que ficou, p. 196

5.1.1 A memória das lideranças sindicais, p. 198

5.1.2 A memória das lideranças comunitárias, p. 203

5.1.3 A memória dos estudantes universitários, p. 206

5.2 As fontes da memória: as testemunhas, a militância, a escola e os veículos de informação, p. 217

5.3 Representação e significados do período para a sociedade brasileira, p. 222

5.3.1 Atraso e um período drástico e muito ruim para o país, p. 222

5.3.2 Luta, organização e resistência, p. 223

5.3.3 Compromisso e conquista, p. 224

5.3.4 Reflexão, valorização da história e posicionamento político, p. 224

5.3.5 Letargia do povo, p. 225

5.3.6 Uma marca, um período nebuloso, um vácuo, p. 226

5.3.7 Uma lacuna na história brasileira, p. 226

Comparação entre as representações e significados atribuídos à ditadura por lideranças e estudantes, p. 229

CAPÍTULO VI - OS IMPACTOS SOCIAIS E PSICOPOLÍTICOS NA CONSTRUÇÃO SOCIAL DA MEMÓRIA, p. 233

6.1 O legado da ditadura: repressão policial, impunidade, autoritarismo, p. 234

6.1.1 A falta de uma consciência política democrática, p. 234

6.1.2 A vivência de uma falsa democracia, p. 235

6.1.3 A concentração do poder que leva uma ideia de política como coisa ruim, é uma coisa nefasta, p. 236

6.1.4 O medo de se organizar - desmobilização social, p. 237

6.1.5 A atitude repressiva nas greves e manifestações populares, p. 239

6.1.6 Impunidade e violação aos direitos humanos, p. 241

6.1.7 A ocultação dos acontecimentos por meio da manipulação da mídia, p. 242

6.2 A existência de uma Memória Política construída pelos Movimentos Sociais, p. 243

6.2.1 O conhecimento do passado potencializa a ação dos movimentos sociais hoje, p. 244

6.2.2 A importância da consciência política - a luta contra o esquecimento, p. 247

6.2.3 Os que vivenciaram a violência política, a tortura, deram uma lição de cidadania para o país!, p. 250

6.2.4 A conquista da liberdade e o aprendizado para o futuro, p. 251

6.2.5 Os espaços memoriais criados pelas comunidades e movimentos sociais, p. 252

6.3 O ´processo de redemocratização ´ e seus impactos sociais e psicopolíticos, p. 256

CAPÍTULO VII - MEMÓRIA POLÍTICA: AS INTERFACES ENTRE MEMÓRIA COLETIVA E CONSCIÊNCIA POLÍTICA, p. 269

7.1 Histórias contadas x Lembranças dos entrevistados, p. 270

7.1.1 Histórias contadas pelas testemunhas, p. 274

7.1.2 Repressão e Resistência nas lembranças dos entrevistados, p. 279

7.1.3 Lembranças significativas e aproximações com as histórias contadas, p. 286

7.2 Militância política x Memória Política, p. 302

7.3 Impacto Pessoal e Político, p. 313

7.3.1 Impacto pessoal (direto), p. 314

7.3.2 Impacto político (indireto), p. 319

CAPÍTULO VIII - A MEMÓRIA COMO ESTRATÉGIA DE RESISTÊNCIA E LUTA POLÍTICA, p. 325

8.1 As políticas de esquecimento, p. 334

8.2 Políticas da Memória: A luta contra o esquecimento, p. 336

8.2.1 A memória de resistência das classes populares, p. 337

8.2.2 Abrir os arquivos da época da ditadura, p. 339

8.2.3 A necessidade de reparação: não à impunidade, p. 340

8.2.4 Desmontar os mecanismos de institucionalização da memória social, p. 342

8.2.5 Preservar a memória da ditadura, p. 344

8.2.6 Combate à repressão policial: não à criminalização da sociedade, p. 350

REFERÊNCIAS, p. 355

Índice alfabético

A

  • Abertura Política e o começo da´redemocratização´. Brasil, p. 150
  • Abrir os arquivos da época da ditadura, p. 339
  • América Latina. Memória de eventos traumáticos na Europa e na América Latina, p. 116
  • Anistia. Luta. Apuração dos crimes cometidos na Ditadura, p. 157
  • Aprendizado para o futuro.Liberdade. Conquista, p. 251
  • Apuração dos crimes cometidos na Ditadura. Anistia. Luta, p. 157
  • Arquivos da época da ditadura. Abertura, p. 339
  • As tramas da memória política. Marcas do que ficou, p. 196
  • Atitude repressiva nas greves e manifestações populares, p. 239
  • Atraso e um período drástico e muito ruim para o país. Ditadura militar, p. 222

B

  • Bélgica. Os estudos da memória e a experiência belga, p. 107
  • Brasil. Abertura Política e o começo da ´redemocratização´, p. 150
  • Brasil. Ditadura Militar, p. 146
  • Brasil. Ditadura. Representação e significados do período para a sociedade brasileira, p. 222
  • Brasil. Os estudos da memória da repressão, p. 136
  • Brasil. Os que vivenciaram a violência política, a tortura, deram uma lição de cidadania para o país!, p. 250
  • Brasil. Redemocratização vinte e um anos depois, p. 153

C

  • Categorias analíticas.Construção. Estudo da memória política, p. 186
  • Chile. Ditadura, trauma psicossocial e memória na sociedade chilena, p. 122
  • Cidadania. Os que vivenciaram a violência política, a tortura, deram uma lição de cidadania para o país!, p. 250
  • Circunscrevendo o estudo da memória nos marcos de referência da Psicologia Social, p. 31
  • Classe popular. Memória de resistência das classes populares, p. 337
  • Combate à repressão policial. Não à criminalização da sociedade, p. 350
  • Comportamento político. Memória coletiva e sua relação com o comportamento político. Da psicologia social à psicologia política, p. 42
  • Compromisso e conquista. Ditadura militar, p. 224
  • Comunidade. Espaços memoriais criados pelas comunidades e movimentos sociais, p. 252
  • Comunidade. Lideranças comunitárias, p. 180
  • Comunidade. Lideranças comunitárias. Memória. Ditadura, p. 203
  • Concentração do poder que leva uma idéia de política como coisa ruim, é uma coisa nefasta, p. 236
  • Cone Sul. Repressão política. Memórias, p. 130
  • Conhecendo a história para compreender a memória. Da Ditadura à Democracia, p. 145
  • Conhecimento do passado potencializa a ação dos movimentos sociais hoje, p. 244
  • Conquista da liberdade e o aprendizado para o futuro, p. 251
  • Consciência política democrática. Falta, p. 234
  • Consciência política. Importância. Luta contra o esquecimento, p. 247
  • Consciência política. Memória coletiva. Memória política, p. 269
  • Construção das categorias analíticas no estudo da memória política, p. 186
  • Construção social da memória, p. 77
  • Construção social da memória. Impactos sociais e psicopolíticos, p. 233
  • Construindo os procedimentos metodológicos da pesquisa sobre memória na perspectiva psicopolítica, p. 173

D

  • Da Ditadura à Democracia. Conhecendo a história para compreender a memória, p. 145
  • Da psicologia social à psicologia política. Memória coletiva e sua relação com o comportamento político, p. 42
  • Democracia. Abertura Política e o começo da ´redemocratização´. Brasil, p. 150
  • Democracia. Brasil. Redemocratização vinte e um anos depois, p. 153
  • Democracia. Conhecendo a história para compreender a memória, p. 145
  • Democracia. Falta de uma consciência política democrática, p. 234
  • Democracia. Movimentos sociais no processo de transição à democracia, p. 165
  • Democracia. Processo de redemocratização e seus impactos sociais e psicopolíticos, p. 256
  • Democracia. Vivência de uma falsa democracia, p. 235
  • Desdobramentos epistemológicos. Memória. Possibilidades. Repressão no Brasil, p. 31
  • Desmobilização social. Medo de se organizar, p. 237
  • Desmontar os mecanismos de institucionalização da memória social, p. 342
  • Diferentes enfoques e tradições da Memória Social, p. 61
  • Direitos humanos. Violação. Impunidade, p. 241
  • Ditadura Franquista. Guerra Civil. Peso. Memória e trauma na Espanha, p. 117
  • Ditadura Militar no Brasil, p. 146
  • Ditadura militar no Brasil. Revisitando a história do primeiro governo militar, p. 147
  • Ditadura militar. Atraso e um período drástico e muito ruim para o país, p. 222
  • Ditadura militar. Compromisso e conquista, p. 224
  • Ditadura Militar. Estudantes universitários, lideranças comunitárias e sindicais construindo a memória política da Ditadura Militar no Brasil, p. 189
  • Ditadura militar. Lacuna na história brasileira, p. 226
  • Ditadura militar. Letargia do povo, p. 225
  • Ditadura militar. Luta, organização e resistência, p. 223
  • Ditadura militar. Reflexão, valorização da história e posicionamento político, p. 224
  • Ditadura militar. Uma marca, um período nebuloso,um vácuo, p. 226
  • Ditadura, trauma psicossocial e memória na sociedade chilena, p. 122
  • Ditadura. Abrir os arquivos da época da ditadura, p. 339
  • Ditadura. Apuração dos crimes cometidos na Ditadura. Anistia. Luta, p. 157
  • Ditadura. Conhecendo a história para compreender a memória, p. 145
  • Ditadura. Legado. Repressão policial, impunidade, autoritarismo, p. 234
  • Ditadura. Memória das lideranças comunitárias, p. 203
  • Ditadura. Memória das lideranças sindicais, p. 198
  • Ditadura. Memória dos estudantes universitários, p. 206
  • Ditadura. Necessidade de reparação. Não à impunidade, p. 340
  • Ditadura. Preservar a memória da ditadura, p. 344
  • Ditadura. Preservar a memória da ditadura, p. 344
  • Ditadura. Representação e significados do período para a sociedade brasileira, p. 222
  • Ditadura. Tramas da memória política. Marcas do que ficou, p. 196

E

  • Enfoques e tradições da Memória Social, p. 61
  • Entrevista. Perfil dos entrevistados, p. 179
  • Entrevista. Repressão e resistência nas lembranças dos entrevistados, p. 279
  • Entrevista. Seleção dos entrevistados, p. 175
  • Entrevistas, p. 176
  • Epistemologia. Repressão no Brasil. Possibilidades da memória e seus desdobramentos epistemológicos, p. 31
  • Escola, militância, testemunhas os veículos de informação. Fontes da memória, p. 217
  • Espaços memoriais criados pelas comunidades e movimentos sociais, p. 252
  • Espanha. Memória e trauma na Espanha. Peso da Guerra Civil e da Ditadura Franquista, p. 117
  • Espanha. Os estudos da memória e a experiência espanhola, p. 87
  • Estudantes universitários, lideranças comunitárias e sindicais construindo a memória política da Ditadura Militar no Brasil, p. 189
  • Estudantes universitários, p. 180
  • Estudantes universitários.Memória. Ditadura, p. 206
  • Estudo da memória política. Construção das categorias analíticas, p. 186
  • Estudos da memória da repressão no Brasil, p. 136
  • Estudos da memória e a experiência belga, p. 107
  • Estudos da memória e a experiência britânica, p. 99
  • Estudos da memória e a experiência espanhola, p. 87
  • Estudos da memória e a perspectiva italiana, p. 100
  • Estudos da memória nos EUA, p. 108
  • EUA. Os estudos da memória nos EUA, p. 108
  • Europa. Memória de eventos traumáticos na Europa e na América Latina, p. 116
  • Evento político. Memória coletiva, p. 85
  • Evento traumático. Memória de eventos traumáticos na Europa e na América Latina, p. 116
  • Eventos políticos ou públicos, p. 86
  • Existência de uma memória política construída pelos movimentos sociais, p. 243

F

  • Falsa democracia. Vivência, p. 235
  • Falta de uma consciência política democrática, p. 234
  • Fontes da memória. Testemunhas, a militância, a escola e os veículos de informação, p. 217
  • França. Memória e trauma na França. O peso da II Guerra e do Holocausto, p. 119
  • Futuro. Conquista da liberdade e o aprendizado para o futuro, p. 251

G

  • Genocídio e memória coletiva Guatemala, p. 129
  • Governo Médici. Rigor, p. 149
  • Governo militar. Revisitando a história do primeiro governo militar, p. 147
  • Greve. Atitude repressiva, p. 239
  • Guatemala. Memória coletiva e genocídio na Guatemala, p. 129
  • Guerra Civil. Peso. Memória e trauma na Espanha. Ditadura Franquista, p. 117

H

  • Halbwachs. Sociologia da Memória de Halbwachs, p. 69
  • História brasileira. Lacuna. Ditadura militar, p. 226
  • História. Conhecendo a história para compreender a memória. Da Ditadura à Democracia, p. 145
  • História. Conhecimento do passado potencializa a ação dos movimentos sociais hoje, p. 244
  • História. Impacto pessoal (direto), p. 314
  • História. Impacto Pessoal e Político, p. 313
  • História. Impacto político (indireto), p. 319
  • História. Lembranças significativas e aproximações com as histórias contadas, p. 286
  • História. Primeiro governo militar, p. 147
  • História. Reflexão, valorização da história e posicionamento político. Ditadura militar, p. 224
  • Histórias contadas pelas testemunhas, p. 274
  • Histórias contadas x Lembranças dos entrevistados, p. 270
  • Holocausto. Memória e trauma na França, p. 119

I

  • Idéia de política. Concentração do poder que leva uma idéia de política como coisa ruim, é uma coisa nefasta, p. 236
  • Impacto pessoal (direto). História, p. 314
  • Impacto Pessoal e Político. História, p. 313
  • Impacto político (indireto). História, p. 319
  • Impactos sociais e psicopolíticos na construção social da memória, p. 233
  • Impactos sociais e psicopolíticos. Processo de redemocratização, p. 256
  • Importância da consciência política. Luta contra o esquecimento, p. 247
  • Impunidade e violação aos direitos humanos, p. 241
  • Inglaterra. Os estudos da memória e a experiência britânica, p. 99
  • Institucionalização da memória social. Desmontar os mecanismos, p. 342
  • Interfaces entre memória coletiva e consciência política. Memória política, p. 269
  • Introdução, p. 23
  • Itália. Os estudos da memória e a perspectiva italiana, p. 100

L

  • Lacuna na história brasileira. Ditadura militar, p. 226
  • Legado da ditadura. Repressão policial, impunidade, autoritarismo, p. 234
  • Lembranças dos entrevistados x histórias contadas, p. 270
  • Lembranças significativas e aproximações com as histórias contadas, p. 286
  • Lembranças. Repressão e resistência nas lembranças dos entrevistados, p. 279
  • Letargia do povo. Ditadura militar, p. 225
  • Liberdade. Conquista. Aprendizado para o futuro, p. 251
  • Lideranças comunitárias, estudantes universitários e lideranças sindicais construindo a memória política daDitadura Militar no Brasil, p. 189
  • Lideranças comunitárias, p. 180
  • Lideranças comunitárias.Memória. Ditadura, p. 203
  • Lideranças sindicais, estudantes universitários e lideranças comunitárias construindo a memória política da Ditadura Militar no Brasil, p. 189
  • Lideranças sindicais, p. 180
  • Lideranças sindicais. Memória. Ditadura, p. 198
  • Luta contra o esquecimento. Importância da consciência política, p. 247
  • Luta contra o esquecimento.Políticas da Memória, p. 336
  • Luta pela anistia e apuração dos crimes cometidos na Ditadura, p. 157
  • Luta política. Memória como estratégia de resistência e luta política, p. 325
  • Luta, organização e resistência. Ditadura militar, p. 223

M

  • Manifestação popular. Atitude repressiva, p. 239
  • Manipulação da mídia. Ocultação dos acontecimentos, p. 242
  • Marcas do que ficou. Ditadura. Tramas da memória política, p. 196
  • Marcos de referência. Psicologia social. Circunscrevendo o estudo da memória, p. 31
  • Medo de se organizar.Desmobilização social, p. 237
  • Memória coletiva de eventos políticos, p. 85
  • Memória coletiva e genocídio na Guatemala, p. 129
  • Memória coletiva e sua relação com o comportamento político. Da psicologia social à psicologia política, p. 42
  • Memória coletiva. Consciência política. Memória política, p. 269
  • Memória como estratégia de resistência e luta política, p. 325
  • Memória da repressão no Brasil. Estudos, p. 136
  • Memória das lideranças comunitárias. Ditadura, p. 203
  • Memória das lideranças sindicais. Ditadura, p. 198
  • Memória de eventos traumáticos na Europa e na América Latina, p. 116
  • Memória de resistência das classes populares, p. 337
  • Memória dos estudantes universitários. Ditadura, p. 206
  • Memória e trauma na Espanha. Peso da Guerra Civil e da Ditadura Franquista, p. 117
  • Memória e trauma na França. O peso da II Guerra e do Holocausto, p. 119
  • Memória política x Militância política, p. 302
  • Memória política. Estudantes universitários, lideranças comunitárias e sindicais construindo a memória política da Ditadura Militar no Brasil, p. 189
  • Memória política. Estudo. Construção das categorias analíticas, p. 186
  • Memória política. Existência de uma memória política construída pelos movimentos sociais, p. 243
  • Memória política. Interfaces entre memória coletiva e consciência política, p. 269
  • Memória política. Tramas.Marcas do que ficou, p. 196
  • Memória social. Enfoques e tradições, p. 61
  • Memória social. Institucionalização. Desmontar os mecanismos, p. 342
  • Memória. Circunscrevendo o estudo da memória nos marcos de referência da Psicologia Social, p. 31
  • Memória. Conhecendo a história para compreender a memória. Da Ditadura à Democracia, p. 145
  • Memória. Construção social, p. 77
  • Memória. Construção social. Impactos sociais e psicopolíticos, p. 233
  • Memória. Ditadura, trauma psicossocial e memória na sociedade chilena, p. 122
  • Memória. Espaços memoriais criados pelas comunidades e movimentos sociais, p. 252
  • Memória. Estudos da memória e a experiência belga, p. 107
  • Memória. Estudos da memória e a experiência britânica, p. 99
  • Memória. Estudos da memória e a experiência espanhola, p. 87
  • Memória. Estudos da memória e a perspectiva italiana, p. 100
  • Memória. Estudos da memória nos EUA, p. 108
  • Memória. Lembranças significativas e aproximações com as histórias contadas, p. 286
  • Memória. Pesquisa. Construindo os procedimentos metodológicos da pesquisa sobre memória na perspectiva psicopolítica, p. 173
  • Memória. Possibilidades. Desdobramentos epistemológicos. Repressão no Brasil, p. 31
  • Memória. Preservar a memória da ditadura, p. 344
  • Memória. Psicologia, p. 62
  • Memória. Sociologia. Halbwachs, p. 69
  • Memórias da repressão política no Cone Sul, p. 130
  • Metodologia. Construindo os procedimentos metodológicos da pesquisa sobre memória na perspectiva psicopolítica, p. 173
  • Mídia. Manipulação. Ocultação dos acontecimentos, p. 242
  • Militância política x Memória política, p. 302
  • Militância, testemunhas, a escola e os veículos de informação. Fontes da memória, p. 217
  • Movimento social. Conhecimento do passado potencializa a ação dos movimentos sociais hoje, p. 244
  • Movimento social. Espaços memoriais criados pelas comunidades e movimentos sociais, p. 252
  • Movimento social. Existência de uma memória política construída pelos movimentos sociais, p. 243
  • Movimentos sociais no processo de transição à democracia, p. 165

N

  • Não à criminalização da sociedade. Combate à repressão policial, p. 350
  • Necessidade de reparação. Não à impunidade. Ditadura, p. 340

O

  • O legado da ditadura. Repressão policial, impunidade, autoritarismo, p. 234
  • Ocultação dos acontecimentos por meio da manipulação da mídia, p. 242
  • Os diferentes enfoques e tradições da Memória Social, p. 61
  • Os impactos sociais e psicopolíticos na construção social da memória, p. 233
  • Os que vivenciaram a violência política, a tortura, deram uma lição de cidadania para o país!, p. 250

P

  • Participação política. Movimentos sociais no processo de transição à democracia, p. 165
  • Perfil dos entrevistados, p. 179
  • Peso da Guerra Civil e da Ditadura Franquista. Memória e trauma na Espanha, p. 117
  • Peso da II Guerra e do Holocausto.Memória e trauma na França, p. 119
  • Pesquisa. Construindo os procedimentos metodológicos da pesquisa sobre memória na perspectiva psicopolítica, p. 173
  • Poder. Concentração do poder que leva uma idéia de política como coisa ruim, é uma coisa nefasta, p. 236
  • Política. Concentração do poder que leva uma idéia de política como coisa ruim, é uma coisa nefasta, p. 236
  • Política. Militância política x Memória política, p. 302
  • Política. Ocultação dos acontecimentos por meio da manipulação da mídia, p. 242
  • Política. Reflexão, valorização da história e posicionamento político. Ditadura militar, p. 224
  • Políticas da Memória. Luta contra o esquecimento, p. 336
  • Políticas de esquecimento, p. 334
  • Possibilidades da memória e seus desdobramentos epistemológicos. Repressão no Brasil, p. 31
  • Preservar a memória da ditadura, p. 344
  • Processo de redemocratização e seus impactos sociais e psicopolíticos, p. 256
  • Psicologia da Memória, p. 62
  • Psicologia política. Memória coletiva e sua relação com o comportamento político, p. 42
  • Psicologia social. Circunscrevendo o estudo da memória nos marcos de referência da Psicologia Social, p. 31
  • Psicologia socil a à psicologia política. Memória coletiva e sua relação com o comportamento político, p. 42
  • Psicopolítica. Construindo os procedimentos metodológicos da pesquisa sobre memória na perspectiva psicopolítica, p. 173
  • Psicopolítica. Processo de redemocratização e seus impactos sociais e psicopolíticos, p. 256

Q

  • Questionários, p. 178

R

  • Redemocratização vinte e um anos depois. Brasil, p. 153
  • Redemocratização. Abertura Política e o começo da ´redemocratização´. Brasil, p. 150
  • Reflexão, valorização da história e posicionamento político. Ditadura militar, p. 224
  • Representação e significados do período para a sociedade brasileira. Ditadura militar, p. 222
  • Repressão e resistência nas lembranças dos entrevistados, p. 279
  • Repressão no Brasil. Possibilidades da memória e seus desdobramentos epistemológicos, p. 31
  • Repressão policial, impunidade, autoritarismo. O legado da ditadura, p. 234
  • Repressão policial. Combate. Não à criminalização da sociedade, p. 350
  • Repressão política. Memórias. Cone Sul, p. 130
  • Repressão. Estudos da memória da repressão no Brasil, p. 136
  • Resistência. Memória como estratégia de resistência e luta política, p. 325
  • Revisitando a história do primeiro governo militar, p. 147
  • Rigor do Governo Médici, p. 149

S

  • Segunda Guerra. Holocausto. Memória e trauma na França, p. 119
  • Seleção dos entrevistados, p. 175
  • Sindicato. Lideranças sindicais, p. 180
  • Sindicato. Memória das lideranças sindicais. Ditadura, p. 198
  • Sociologia da Memória de Halbwachs, p. 69

T

  • Testemunha. Histórias contadas, p. 274
  • Testemunhas, a militância, a escola e os veículos de informação. Fontes da memória, p. 217
  • Tramas da memória política. Marcas do que ficou, p. 196
  • Trauma e memória na Espanha. Peso da Guerra Civil e da Ditadura Franquista, p. 117
  • Trauma e memória na França. O peso da II Guerra e do Holocausto, p. 119
  • Trauma. Ditadura, trauma psicossocial e memória na sociedade chilena, p. 122

U

  • Uma lacuna na história brasileira. Ditadura militar, p. 226
  • Uma marca, um período nebuloso,um vácuo. Ditadura militar, p. 226

V

  • Veículos de informação, testemunhas, a militância e a escola. Fontes da memória, p. 217
  • Violação aos direitos humanos. Impunidade, p. 241
  • Violência política. Os que vivenciaram a violência política, a tortura, deram uma lição de cidadania para o país!, p. 250
  • Vivência de uma falsa democracia, p. 235

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