Crimes no Triângulo Amoroso, Os - Violenta Emoção e Paixão na Interface da Psicanálise com o Direito Penal

Marília Etienne Arreguy

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Ficha técnica

Autor(es): Marília Etienne Arreguy

ISBN: 978853623228-7

Acabamento: Brochura

Número de páginas: 376

Publicado em: 09/02/2011

Área(s): Direito Penal; Psicologia - Psicanálise

Sinopse

O que levaria uma pessoa a matar alguém que já amou ou alguém por quem está apaixonada? Por que a justiça e a sociedade civil consideraram inúmeros assassinatos passionais como se fossem reações “normais” de pessoas “desonradas” por suas(seus) companheiras(os)? Sob a constatação da histórica indulgência em crimes passionais, essa pesquisa versa sobre as leis e o imaginário cultural que sustentaram distorções em julgamentos ao longo dos séculos. Analisa os avanços das transformações jurídicas atuais, promovendo um diálogo entre direito penal e teoria psicanalítica. A autora postula então a noção de “crimes no triângulo amoroso”, lançando luz sobre as condições inconscientes arcaicas na origem da família, nas relações sociais e nas possíveis formações psicopatológicas de um sujeito que comete um crime movido por violenta emoção...

Autor(es)

Marília Etienne Arreguy é Doutora pelo Instituto de Medicina Social da UERJ e na École Doctorale de Recherches en Psychanalyse et Psychopathologie da Universidade de Paris 7 – Denis Diderot; Mestre em Psicologia Clínica pela PUC-Rio; Especialista em tradução de língua francesa pela UFF, atua em traduções orais e escritas na área de psicanálise; Psicóloga pela UFMG. Já publicou diversos artigos acadêmicos. Atualmente, é Professora adjunta da Faculdade de Educação da Universidade Federal Fluminense, coordenando pesquisas multidisciplinares voltadas ao contexto educacional. Com escuta e olhar advindos da clínica psicanalítica, investiga temáticas como crime, passagem ao ato, ciúme, feminilidade, amor, paixão e violência em relações familiares e no binômio professor-aluno.

Sumário

Introdução

1 Mapeamento da problemática de pesquisa

1.1 Uma base transdisciplinar: crime, emoção violenta, paixão e triângulo amoroso

1.1.1 Vulgata jurídica: crime passional

1.1.2 Emoção: choque e imediaticidade

1.1.3 Emoção calcada no corpo e no cérebro

1.1.4 Paixão: cânon filosófico e desdobramentos psicanalíticos

1.1.5 O triângulo amoroso como índice do mal-estar arcaico

1.2 O "tipo passional" e suas variantes

1.2.1 O narcisismo compõe um fator ignóbil?

1.2.2 A violenta emoção é subjetiva

1.3 Estatísticas acerca da violência doméstica e dos crimes passionais

1.4 Um método de pesquisa para um objeto transdisciplinar

1.4.1 Categorias, disciplinas e saber psicanalítico

1.4.2 Saída narrativa, escuta e apoio metapsicológico

2 Família nuclear monogâmica e a cultura da propriedade

2.1 Honra, paixão e propriedade

2.2 A exacerbação psíquica de um sintoma social

2.3 Édipo, paixão e as normas do amor burguês

2.4 Coerção social e a lógica da "provocação injusta"

2.5 O "corno" e seu estigma

2.6 A tendência cultural alivrar a cara do criminoso passional

3 Transformações históricas nos julgamentos dos crimes passionais

3.1 As leis de um histórico crime de exceção no Brasil

3.1.1 Desdobramentos na lei brasileira até a atualidade

3.1.2 Novas perspectivas legais no combate à violência familiar

3.2 Algumas comparações com o ordenamento penal de outras jurisdições

3.3 A construção da relação entre crime e loucura no contexto europeu

3.4 Históricas controvérsias no diagnóstico da passionalidade violenta

3.4.1 Premeditação versus ação impensada

3.4.2 A discussão médico-jurídica no Brasil no início do século XX

4 Debates remanescentes de um modelo médico-jurídico mal superado

4.1 Jogos processuais: entre o tempo do crime e o tempo da pena

4.1.1 Um exemplo da (in)justiça atual num assassinato meses após a separação do casal

4.2 O normal e o normativo na temporalidade do ímpeto passional

4.2.1 O tempo do ímpeto criminal violento se estende na demanda de cuidados

4.2.2 A duração da "violenta emoção": ilustrações literárias

4.3 Sobre a legitimidade de uma leitura psicanalítica do crime

4.3.1 As bases do diagnóstico diferencial em crimes na esfera amorosa

4.3.2 A conformação triádica na eliciação do ciúme homicida e nos pseudo-passionais

4.3.3 Sobre as consequências do diagnóstico e a legitimidade da imputação

4.3.4 A solidão ao fundo da agressão e as respostas punitivas paradoxais

4.4 O tempo da emoção violenta congelado na falha do cérebro

5 A violência arcaica dos crimes no triângulo amoroso

5.1 A violência do casal originada na família do paranoico de ciúme

5.1.1 Um prazer mórbido na relação passional

5.2 Instâncias psíquicas: o tempo inconsciente do crime

5.2.1 Os crimes do amor-próprio e a referência simbólica ao pai

5.2.2 A identificação dos jurados e o processo de vitimização

5.3 Rivalidade e ciúme como incrementos do amor-paixão no texto freudiano

5.4 Passagem ao ato, inquietante estranheza no amor e projeção

5.5 Erotismo e morte na busca utópica de continuidade com o outro

5.5.1 Sentimento oceânico, destruição, uso de objeto e a chance criativa da paixão

Considerações Finais

Referências

Índice alfabético

A

  • Ação impensada. Premeditação versus ação impensada. .
  • Agressão. Solidão ao fundo da agressão e as respo stas punitivas paradoxais.
  • Algumas comparações com o ordenamento penal de ou tras jurisdições.
  • Amor. Passagem ao ato, inquietante estranheza no amor e projeção.
  • Amor burguês. Édipo, paixão e as normas do amor b urguês.
  • Amor-paixão. Rivalidade e ciúme como incrementos do amor-paixão no texto freudiano.
  • Amor-próprio. Crimes do amor-próprio e a referênc ia simbólica ao pai.
  • Apoio metapsicológico. Saída narrativa, escuta e apoio metapsicológico.
  • Ato. Passagem ao ato, inquietante estranheza no a mor e projeção.
  • Atualidade. Desdobramentos na lei brasileira atéa atualidade.

B

  • Base transdisciplinar: crime, emoção violenta, pa ixão e triângulo amoroso.
  • Bases do diagnóstico diferencial em crimes na esf era amorosa.

C

  • Cânon filosófico. Paixão: cânon filosófico e desd obramentos psicanalíticos.
  • Categorias, disciplinas e saber psicanalítico. .
  • Cérebro. Emoção calcada no corpo e no cérebro.
  • Chance criativa da paixão. Sentimento oceânico, d estruição, uso de objeto e a chance criativa da paixão. .
  • Choque. Emoção: choque e imediaticidade. .
  • Ciúme. Rivalidade e ciúme como incrementos do amor-paixão no texto freudiano.
  • Ciúme homicida. Conformação triádica na eliciação do ciúme homicida e nos pseudo-passionais.
  • Coerção social e a lógica da "provocação injusta" .
  • Combate à violência familiar. Novas perspectivas legais.
  • Conformação triádica na eliciação do ciúme homici da e nos pseudo-passionais.
  • Considerações finais. .
  • Construção da relação entre crime e loucura no co ntexto europeu.
  • Continuidade com o outro. Erotismo e morte na busca utópica de continuidade com o outro.
  • Corpo. Emoção calcada no corpo e no cérebro. .
  • Crime. Construção da relação entre crime e loucur a no contexto europeu.
  • Crime. Sobre a legitimidade de uma leitura psicanalítica do crime.
  • Crime. Tempo do crime. Jogos processuais: entre o tempo do crime e o tempo da pena.
  • Crime. Um exemplo da (in)justiça atual num assass inato meses após a separação do casal. .
  • Crime. Uma base transdisciplinar: crime, emoção v iolenta, paixão e triângulo amoroso. .
  • Crime passional. Algumas comparações com o ordena mento penal de outras jurisdições. .
  • Crime passional. Estatísticas acerca da violência doméstica e dos crimes passionais.
  • Crime passional. Mapeamento da problemática de pesquisa.
  • Crime passional. Tendência cultural alivrar a cara do criminoso passional.
  • Crime passional. Transformações históricas nos ju lgamentos dos crimes passionais.
  • Crime passional. Vulgata jurídica. .
  • Crimes de esfera amorosa. Bases do diagnóstico di ferencial em crimes na esfera amorosa.
  • Crimes do amor-próprio e a referência simbólica a o pai.
  • Crimes no triângulo amoroso. Violência arcaica.
  • Cultura. Tendência cultural alivrar a cara do criminoso passional.
  • Cultura da propriedade. Família nuclear monogâmic a e a cultura da propriedade.
  • Cultura monogâmica. Família nuclear monogâmica e a cultura da propriedade.

D

  • Debates remanescentes de um modelo médico-jurídico mal superado.
  • Demanda de cuidados. Tempo do ímpeto criminal vio lento se estende na demanda de cuidados.
  • Desdobramentos na lei brasileira até a atualidade.
  • Destruição. Sentimento oceânico, destruição, uso de objeto e a chance criativa da paixão. .
  • Diagnóstico. Históricas controvérsias no diagnóst ico da passionalidade violenta.
  • Diagnóstico. Sobre as consequências do diagnóstic o e a legitimidade da imputação. .
  • Diagnóstico diferencial. Bases do diagnóstico dif erencial em crimes na esfera amorosa.
  • Discussão médico-jurídica no Brasil no início do século XX.
  • Duração da "violenta emoção": ilustrações literár ias.

E

  • Édipo, paixão e as normas do amor burguês. .
  • Emoção calcada no corpo e no cérebro. .
  • Emoção: choque e imediaticidade. .
  • Emoção violenta. Tempo da emoção violenta congela do na falha do cérebro.
  • Emoção violenta. Uma base transdisciplinar: crime , emoção violenta, paixão e triângulo amoroso. .
  • Erotismo e morte na busca utópica de continuidade com o outro.
  • Escuta. Saída narrativa, escuta e apoio metapsico lógico.
  • Estatísticas acerca da violência doméstica e doscrimes passionais.
  • Estigma. O "corno" e seu estigma.
  • Exacerbação psíquica de um sintoma social. .

F

  • Falha do cérebro. Tempo da emoção violenta congel ado na falha do cérebro.
  • Família. Violência do casal originada na famíliado paranoico de ciúme.
  • Família nuclear monogâmica e a cultura da proprie dade.
  • Fator ignóbil. Narcisismo compõe um fator ignóbil ?.
  • Freud. Rivalidade e ciúme como incrementos do amor-paixão no texto freudiano.

H

  • Históricas controvérsias no diagnóstico da passio nalidade violenta.
  • Histórico. Discussão médico-jurídica no Brasil no início do século XX.
  • Histórico. Transformações históricas nos julgamen tos dos crimes passionais.
  • Honra, paixão e propriedade. .

I

  • Identificação dos jurados e o processo de vitimiz ação.
  • Imediaticidade. Emoção: choque e imediaticidade.
  • Ímpeto criminal violento. Tempo do ímpeto crimina l violento se estende na demanda de cuidados.
  • Ímpeto passional. Normal e o normativo na temporalidade do ímpeto passional.
  • Impunidade. Tendência cultural alivrar a cara do criminoso passional.
  • Impunidade. Um exemplo da (in)justiça atual num a ssassinato meses após a separação do casal. .
  • Imputação. Sobre as consequências do diagnóstico e a legitimidade da imputação. .
  • Inquietante estranheza. Passagem ao ato, inquieta nte estranheza no amor e projeção. .
  • Instâncias psíquicas: o tempo inconsciente do cri me.
  • Introdução. .

J

  • Jogos processuais: entre o tempo do crime e o tempo da pena.
  • Julgamento. Transformações históricas nos julgame ntos dos crimes passionais.
  • Jurados. Identificação dos jurados e o processo d e vitimização.

L

  • Legitimidade. Sobre as consequências do diagnóstico e a legitimidade da imputação. .
  • Lei brasileira. Desdobramentos na lei brasileira até a atualidade.
  • Leis de um histórico crime de exceção no Brasil.
  • Leitura psicanalítica. Sobre a legitimidade de um a leitura psicanalítica do crime
  • Literatura. Duração da "violenta emoção": ilustra ções literárias.
  • Loucura. Construção da relação entre crime e louc ura no contexto europeu.

M

  • Mal-estar. Triângulo amoroso como índice do mal-e star arcaico.
  • Mapeamento da problemática de pesquisa.
  • Modelo médico-jurídico. Debates remanescentes de um modelo médicojurídico mal superado.
  • Monogamia. Família nuclear monogâmica e a cultura da propriedade.
  • Morte e erotismo na busca utópica de continuidade com o outro.

N

  • Narcisismo compõe um fator ignóbil?. .
  • Normal e o normativo na temporalidade do ímpeto p assional.
  • Novas perspectivas legais no combate à violência familiar.

O

  • O "corno" e seu estigma.
  • Ordenamento penal. Algumas comparações com o orde namento penal de outras jurisdições. .

P

  • Paixão. Édipo, paixão e as normas do amor burguês .
  • Paixão. Honra, paixão e propriedade. .
  • Paixão. Sentimento oceânico, destruição, uso de o bjeto e a chance criativa da paixão. .
  • Paixão. Uma base transdisciplinar: crime, emoção violenta, paixão e triângulo amoroso. .
  • Paixão: cânon filosófico e desdobramentos psicana líticos.
  • Paranoico de ciúme. Violência do casal originadana família do paranoico de ciúme.
  • Passagem ao ato, inquietante estranheza no amor e projeção.
  • Passionalidade violenta. Históricas controvérsias no diagnóstico da passionalidade violenta.
  • Pena. Tempo da pena. Jogos processuais: entre o t empo do crime e o tempo da pena.
  • Pesquisa. Mapeamento da problemática de pesquisa
  • Pesquisa. Um método de pesquisa para um objeto transdisciplinar.
  • Prazer mórbido na relação passional. .
  • Premeditação. Discussão médico-jurídica no Brasil no início do século XX
  • Premeditação versus ação impensada. .
  • Processo de vitimização. Identificação dos jurado s e o processo de vitimização. .
  • Projeção. Passagem ao ato, inquietante estranheza no amor e projeção.
  • Propriedade. Família nuclear monogâmica e a cultu ra da propriedade.
  • Propriedade. Honra, paixão e propriedade. .
  • "Provocação injusta". Coerção social e a lógica d a "provocação injusta".
  • Pseudo-passional. Conformação triádica na eliciaç ão do ciúme homicida e nos pseudo-passionais.
  • Psicanálise. Instâncias psíquicas: o tempo inconsciente do crime
  • Psicanálise. Paixão: cânon filosófico e desdobram entos psicanalíticos.
  • Psicanálise. Sobre a legitimidade de uma leiturapsicanalítica do crime.
  • Psicologia. Saída narrativa, escuta e apoio metap sicológico.
  • Psicopatologia. Discussão médico-jurídica no Brasil no início do século XX.
  • Punibilidade. Desdobramentos na lei brasileira at é a atualidade.

R

  • Referência simbólica ao pai. Crimes do amor-própr io e a referência simbólica ao pai. .
  • Referências.
  • Relação passional. Um prazer mórbido na relação p assional.
  • Respostas punitivas paradoxais. Solidão ao fundo da agressão e as respostas punitivas paradoxais.
  • Rivalidade e ciúme como incrementos do amor-paixão no texto freudiano.

S

  • Saída narrativa, escuta e apoio metapsicológico.
  • Sentimento oceânico, destruição, uso de objeto e a chance criativa da paixão.
  • Separação. Um exemplo da (in)justiça atual num as sassinato meses após a separação do casal. .
  • Sintoma social. Exacerbação psíquica de um sintom a social.
  • Sobre a legitimidade de uma leitura psicanalítica do crime.
  • Sobre as consequências do diagnóstico e a legitimidade da imputação.
  • Solidão ao fundo da agressão e as respostas punit ivas paradoxais.
  • Subjetividade. Violenta emoção é subjetiva. .

T

  • Tempo da emoção violenta congelado na falha do cé rebro.
  • Tempo da pena. Jogos processuais: entre o tempo d o crime e o tempo da pena.
  • Tempo do crime. Jogos processuais: entre o tempo do crime e o tempo da pena.
  • Tempo do ímpeto criminal violento se estende na d emanda de cuidados.
  • Tempo inconsciente do crime. Instâncias psíquicas .
  • Temporalidade. Normal e o normativo na temporalid ade do ímpeto passional.
  • Temporalidade do ato passional. Debates remanesce ntes de um modelo médico-jurídico mal superado.
  • Tendência cultural alivrar a cara do criminoso passional.
  • "Tipo passional" e suas variantes. .
  • Traição. O "corno" e seu estigma.
  • Transdisciplinaridade. Um método de pesquisa para um objeto transdisciplinar.
  • Transformações históricas nos julgamentos dos cri mes passionais
  • Triângulo amoroso. Uma base transdisciplinar: cri me, emoção violenta, paixão e triângulo amoroso. .
  • Triângulo amoroso como índice do mal-estar arcaic o.

U

  • Um exemplo da (in)justiça atual num assassinato m eses após a separação do casal.
  • Um método de pesquisa para um objeto transdisciplinar.
  • Um prazer mórbido na relação passional. .
  • Uma base transdisciplinar: crime, emoção violenta , paixão e triângulo amoroso.
  • Uso de objeto. Sentimento oceânico, destruição, u so de objeto e a chance criativa da paixão. .

V

  • Variantes. "Tipo passional" e suas variantes. .
  • Violência arcaica dos crimes no triângulo amoroso.
  • Violência do casal originada na família do paranoico de ciúme.
  • Violência doméstica. Estatísticas acerca da violência doméstica e dos crimes passionais.
  • Violência familiar. Novas perspectivas legais nocombate à violência familiar.
  • Violenta emoção. Duração da "violenta emoção": il ustrações literárias.
  • Violenta emoção é subjetiva.
  • Vitimização. Identificação dos jurados e o proces so de vitimização
  • Vulgata jurídica: crime passional. .

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