Poeta Anônimo, O - Crônicas

Mozart Victor Russomano

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FICHA TÉCNICA
Autor(es): Mozart Victor Russomano
ISBN: 978853624937-7
Acabamento: Brochura
Número de Páginas: 406
Publicado em: 09/02/2015
Área(s): Literatura e Cultura - Diversos
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SINOPSE

Este é um livro de crônicas de Mozart Victor Russomano, originalmente publicadas pelo Diário Popular, de Pelotas - RS, e escolhidas para esta obra, entre as muitas existentes, pelo próprio autor, – o qual, além de magistrado, jurista e uma das maiores, se não a maior, autoridade brasileira de seu tempo em Direito do Trabalho e Seguridade Social, foi cronista e poeta.

Criou o famoso “Viajante Apressado”, personagem de crônicas de suas viagens e de outros livros. Escrevia sempre com a mesma peculiariedade: só pesquisava depois de dar o texto por concluído e só para conferir dados históricos, biográficos e técnicos. Apesar disso, dizia jamais errar qualquer um dos mesmos, ou seja, dizia que todos os seus textos, incluindo os destas crônicas de O Poeta Anônimo, lhe vinham prontos, por assim dizer, bastando-lhe imprimir neles o seu estilo, reconhecidamente refinado e inteligente.

AUTOR(ES)

Mozart Victor Russomano foi um autor, magistrado, jurista e uma das maiores, se não a maior, autoridade brasileira de seu tempo em Direito do Trabalho e Seguridade Social. Foi Ministro, Presidente e Corregedor Geral do Tribunal Superior do Trabalho, no DF. Entre suas atividades judiciárias no exterior, destacam-se a de ter sido Presidente e Fundador do Tribunal Administrativo da Organização dos Estados Americanos/OEA (1971 a 1975); juiz do Tribunal Administrativo do Banco Interamericano de Desenvolvimento/BID, (1981 a 1986); e representante do Governo brasileiro no Conselho de Administração da Organização Internacional do Trabalho/OIT, de 1984 a 1990, da qual foi o segundo brasileiro a ser Presidente, nos anos de 1987 e 1988. Como autor, foi Membro da Academia Brasiliense de Letras, onde ocupou a Cadeira Sílvio Romero, da Academia de Letras do Rio Grande do Sul, onde ocupou a Cadeira Simões Lopes Neto, e Presidente de Honra da Academia Pelotense de Letras, da qual, hoje, é Patrono. Foi igualmente um professor universitário de atuação e renome internacionais. Recebeu, em vida, incontáveis condecorações. Nasceu em Pelotas - RS, ao meio-dia de 5 de julho de 1922, e faleceu na mesma cidade, em 17 de outubro de 2010, às 17 horas e 35 minutos, com 88 anos de idade. Dizia-se “um homem do século XIX, que nasceu no XX por engano e que, por um engano maior ainda, iria morrer no XXI”. Escritor profícuo, além de poeta, uma de suas aspirações de juventude era ser escritor profissional. Criou o famoso “Viajante Apressado”, personagem de sua crônicas de viagens. A presente obra póstuma reúne algumas de suas muitas outras crônicas, publicadas regularmente no jornal pelotense Diário Popular, e que foram escolhidas por ele mesmo para este livro, em seus últimos meses de vida.

SUMÁRIO

Clayton Rocha

As Cruéis Torturas Pequeninas

Pagando uma Dívida

O Palimpsesto da Memória

Palavras - A alma da palavra é o tom com que ela é dita

Amor ao Trágico

Agruras do Poeta

Três Apontamentos

Sobre Dívidas, Amigos e Livros

Mostrador de Horas Minguadas

A Bota do Sapateiro

No Rio Antigo

A Beleza Transitória

O Experimento de Piti

A Primeira Vítima

Os Grandes Também Erram

Eça e Fialho

Uma Visita a Pushkin

Rosas Azuis

Getúlio & João Neves

João Neves & Flores da Cunha

Mandem-me Uma!

Moedas Inúteis

Getúlio & Cristiano Machado

Pontuação

Alceu Wamosy

O Desprazer das Palavras

Um Novo Holocausto?

Bandeiras em Chamas

O Pêndulo dos Tempos

A Informatização do Voto

Os Três Mangabeira

No Corredor da Morte

Os Dois Pasqualini

Perestroika & Glasnost

O Julgador (I)

O Julgador (II)

Até Breve?!

Gabriel García Márquez

Por Quê?

Assis Brasil na Constituinte de 34

Obrigado, Senhor Desembargador

Castilhos, a Zona Sul e Dom Antônio

O Ditador Castilhos

Nós, os Homens Feios

Instantâneos

A Quem? A Ninguém!

Bacchieri Duarte

Gauchismos

Duas Histórias

Castilhos, Novamente. E Ponto Final

Lembranças de Los Angeles

Minha Bola de Cristal

O Mundo Não é Plano

Clemenceau Tinha um Poussin

Pagando Outra Dívida

Maciel Moreira

Passeio a Leningrado

Lembrança de Dom Vicente Scherer

Esses Terríveis e Admiráveis Russos

Três Flashes

Dois Mestres

Que é Eiswein?

Europa, Velha Europa

Uma História Alegre

Uma História Trágica

Quem Ganhou a Guerra?

De Antônio Carlos a Severino

Gregos & Romanos

Meu Alistamento Eleitoral

Os Elefantes de Aníbal

Palavras ao Vento

Outras Palavras, Outros Ventos

Palavras Velhas & Ventos Novos

Palavras que o Vento Levou

Júlio Verne

A Barca de Caronte

De Gaulle

A Árvore de Cracóvia

Ladrões na Minha Vida

Um Bom Ladrão?

Gafes Minhas e de Outros

A Crítica Científica

Depoimento

Carême! Por Quê?

Carême! Por Quê? (Final)

Mais Ninguém Lê Bilac

Os Latidos de Cérbero

Greta Garbo, Quem Diria

Caringi & Gotuzzo

Caringi & Gotuzzo (Final)

Namoro à Antiga

Versos de um "Poeta Pelotense Anônimo"

Outros Versos do "Poeta Anônimo"

Últimos Versos do "Poeta Anônimo"

O Filho do Caseiro (Mozart Victor Russomano)

O Filho do Caseiro (Clayton Rocha)

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