Saberes Psicológicos no Brasil - História, Psicologia e Cultura - Biblioteca Juruá História dos Saberes - Coordenação: Adriano Furtado Holanda

Marina Massimi

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Ficha técnica

Autor(es): Marina Massimi

ISBN v. impressa: 978853625562-0

ISBN v. digital: 978853625652-8

Acabamento: Brochura

Formato: 15,0x21,0 cm

Peso: 422grs.

Número de páginas: 340

Publicado em: 28/01/2016

Área(s): Psicologia - Diversos

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Sinopse

A presente coletânea visa repropor alguns textos que marcam as etapas principais do percurso da pesquisadora no âmbito da historia dos saberes psicológicos e da Psicologia na cultura brasileira.

Após uma parte introdutória e descritiva desse percurso e um apanhado dos métodos de pesquisa na área, o livro se estrutura em duas partes: um conjunto de estudos acerca dos saberes psicológicos de século XVI a XVIII abordando as visões de homem, de conhecimento psicológico e as concepções de processos psíquicos específicos; e outro conjunto de estudos acerca da História da Psicologia Brasileira entre século XIX a XX vertentes sobre as definições de Psicologia vigentes na época, o ensino da disciplina em instituições brasileiras, e as discussões sobre o campo e suas interelações com a Educação e a Psiquiatria.

Autor(es)

MARINA MASSIMI
Possui Pós-Doutorado pela Universidade de Coimbra, Portugal. Doutora e Mestre em Psicologia pela Universidade de São Paulo. Especialista em História da Ciência e Graduada em Psicologia pela Universidade dos Estudos de Padova, Itália. Professora Titular da Universidade de São Paulo. Desde 2010 é membro da Academia Ambrosiana de Milão, Secção Estudos Históricos da Idade Moderna. Vice-Presidente da Sociedade Brasileira de História da Psicologia. Coeditora da Revista Eletrônica Memorandum: Memória e História em Psicologia. Tem se dedicado a pesquisas na área dos Estudos Históricos em Psicologia no Brasil, especificamente na história dos saberes psicológicos no Brasil colonial, buscando resgatar a riqueza e a originalidade da cultura brasileira. Os resultados destas investigações podem ser encontrados em livros e artigos. 

Porque comprar

Pensar a história é, fundamentalmente, colocar-se nela. Michel de Certeau caminha nesta direção, ao dizer que fazer a história é marcar uma relação com o tempo, é circunscrever um passado, para construir um presente.

Apresentamos aqui o início de uma nova coleção de ideias: a construção de subjetivações e subjetividades. Com isto, pretende-se oferecer ao leitor, um repertório diversificado de proposições, de olhares, de aportes, que toquem a cada um no particular, sem desvincular esse particular de suas relações com a cultura, a sociedade e seu próprio tempo.

Esse é o objetivo da Biblioteca Juruá História dos Saberes, iniciar um debate e ampliar o espectro de leituras, para além das disciplinas específicas, mas alicerçando-se em cada elemento que possa lançar luzes sobre a compreensão desse sujeito contemporâneo, seu tempo e seu espaço, em suas múltiplas formações e construções, trazendo aspectos de um passado que não se desaloja de seu momento.

ADRIANO HOLANDA
COORDENADOR DA BIBLIOTECA

Sumário

INTRODUÇÃO, p. 21

Algumas Notas Autobiográficas, p. 21

1 Primeiros Passos, p. 21

2 Um Caminho a Percorrer: Os Estudos Históricos Acerca da Psicologia Brasileira, p. 26

3 A História dos Saberes Psicológicos na Cultura Luso-Brasileira: A Definição do Campo e a Busca dos Métodos, p. 29

4 A Escolha dos Temas Investigados, p. 40

5 Uma Consideração Final, p. 42

6 Referências, p. 43

PARTE I - Métodos, p. 45

CAPÍTULO 1 - Métodos de Investigação em História da Psicologia, p. 47

1.1 Introdução, p. 47

1.2 A Definição do Campo Histórico, p. 48

1.3 As Relações entre História e Memória, p. 49

1.4 Novas Interações entre Historiografia, Ciências Humanas e Psicologia, p. 51

1.5 O Pluralismo Metodológico na História da Psicologia, p. 52

1.6 As Fontes e os Gêneros, p. 58

1.7 A Escrita da História, p. 60

1.8 Referências, p. 61

PARTE II - Estudos Acerca dos Saberes Psicológicos do Século XVI ao XVIII, p. 63

II.I Visões de Homem e Conhecimentos Psicológicos, p. 63

CAPÍTULO 2 - A Definição de ´Medicina do Ânimo´ no Manuscrito ´De Animorum Medicamentis´ (Século XV) e seu Significado para a História das Ideias Psicológicas, p. 65

2.1 Introdução, p. 65

2.2 O Tratado De Animorum Medicamentis: Descrição dos Principais Conteúdos Significativos para a História das Ideias Psicológicas, p. 67

2.3 O Gênero do Tratado, p. 67

2.4 Definição do Animus, p. 68

2.5 Definição de ´Medicina´ do Ânimo, p. 72

2.6 A Virtude: Saúde do Espírito, do Corpo e da Sociedade, p. 77

2.7 Os Medicamenta e as Idades da Vida, p. 80

2.8 Como Corrigir os Vícios?, p. 83

2.9 Os Medicamenta do Ânimo, p. 85

2.10 A Medicina do Corpo, p. 86

2.11 Os Medicamentos para a ´Saúde ´ do Corpo Social, p. 88

2.12 Conclusão, p. 91

2.13 Referências, p. 91

CAPÍTULO 3 - A Pessoa e o seu Conhecimento: Um Percurso Conceitual, p. 93

3.1 O Percurso, p. 94

3.2 Marco Inicial: O Daimon como Voz Interior, p. 94

3.3 Segunda Etapa: Pessoa e Introspecção, p. 94

3.4 Terceira Etapa: Pessoa como Substância, p. 100

3.5 Quarta Etapa: ´Sair de Si Mesmo´ como Acesso à Experiência da Pessoa, p. 100

3.6 Interseções e Apropriações, p. 102

3.7 Traços deste Percurso na Cultura Brasileira, p. 103

3.8 Confronto entre Tradicionais Saberes sobre a Pessoa e a Psicologia Moderna: Vozes Críticas na Cultura Brasileira, p. 113

3.9 Referências, p. 115

CAPÍTULO 4 - Estudos sobre a Contribuição da Antiga Companhia de Jesus ao Desenvolvimento dos Saberes sobre o Psiquismo Humano no Brasil Colonial, p. 117

4.1 Relato de um Percurso, p. 119

4.2 As Fontes Jesuíticas: Primeiras Questões Metodológicas, p. 120

4.3 Os Saberes Psicológicos Elaborados pelos Jesuítas numa Perspectiva de História Conceitual, p. 121

4.4 A Transmissão dos Saberes Psicológicos pela Oralidade e seus Usos nas Práticas Comunicativas, p. 129

4.5 Conclusão, p. 136

4.6 Referências, p. 136

CAPÍTULO 5 - Representações Acerca dos Índios Brasileiros em Documentos Jesuítas do Século XVI, p. 139

5.1 Introdução, p. 139

5.2 O Diálogo do Padre Nóbrega sobre a Conversão do Gentio, p. 142

5.3 As Informações de José de Anchieta, p. 148

5.4 Do Princípio e Origem dos Índios do Brasil e Narrativa Epistolar de uma Viagem e Missão Jesuítica, de Fernão Cardim, p. 152

5.5 Coisas do Brasil, de Francisco Soares, p. 155

5.6 Conclusão, p. 156

5.7 Referências, p. 157

II.II Concepções dos Processos Psíquicos, p. 161

CAPÍTULO 6 - Engenho e Temperamentos nos Catálogos e no Pensamento da Companhia de Jesus nos séculos XVII e XVIII, p. 163

6.1 Os Catálogos Trienais da Companhia de Jesus, p. 163

6.2 As Categorias Usadas nos Catálogos Segundos, p. 164

6.3 O Engenho e os Temperamentos na Literatura Jesuítica, p. 165

6.4 O Engenho e os Temperamentos nos Textos do Jesuíta Daniello Bartoli, p. 168

6.5 Conclusão, p. 173

6.6 Referências, p. 174

CAPÍTULO 7 - Imaginação e Imagens: Conceitos e Práticas em Tradições Culturais da Modernidade Ocidental e do Brasil Colonial, p. 175

7.1 Introdução, p. 175

7.2 Eliade e o Debate Acerca da Dimensão Polivalente das Imagens, p. 176

7.3 A Articulação entre Imaginação e Memória na Perspectiva Historiográfica, p. 178

7.4 Os Alicerces Conceituais Acerca de Imagem e Imaginação na Cultura Ocidental e Brasileira, p. 181

7.5 Do Universo do Pensável ao Universo das Práticas, p. 185

7.6 Imagens e Imaginação no Brasil da Idade Moderna, p. 194

7.7 Conclusão, p. 200

7.8 Referências, p. 201

CAPÍTULO 8 - A Memória Ventre da Alma, p. 205

8.1 Introdução, p. 205

8.2 A Memória num Sermão de Antônio Vieira, p. 205

8.3 A Memória Segundo Agostinho, p. 207

8.4 As Práticas da Memória, p. 211

8.5 Conclusão, p. 215

8.6 Referências, p. 215

CAPÍTULO 9 - Narrativas Autobiográficas nas Cartas de Jovens Jesuítas do Século XVII ao Século XX, p. 217

9.1 Introdução, p. 217

9.2 A Narrativa Autobiográfica nas Indipetae, p. 220

9.3 Resultados, p. 222

9.3.1 A ´Voz Interior´, p. 223

9.3.2 O Atrativo e o Conflito Interior, p. 224

9.3.3 A Meta, Objeto de Imaginação e de Afeto, p. 228

9.4 Conclusão, p. 235

9.5 Referências, p. 236

CAPÍTULO 10 - As Ideias Psicológicas de Francisco de Mello Franco, Médico e Iluminista Brasileiro, p. 239

10.1 Francisco de Mello Franco: A Vida, p. 239

10.2 O Tratado de Educação Física dos Meninos (1790), p. 239

10.3 A Medicina Theologica (1794), p. 242

10.4 Os Elementos de Hygiene (1813), p. 245

10.5 Conclusão, p. 248

10.6 Referências, p. 248

PARTE III - Estudos Acerca da História da Psicologia Brasileira entre Século XIX a XX, p. 249

CAPÍTULO 11 - As Definições de Psicologia na Cultura Brasileira do Século XIX, p. 251

11.1 Variedades de Conhecimentos Psicológicos no Brasil do Século XIX, p. 252

11.2 As Definições da Psicologia no Âmbito da Filosofia, p. 253

11.3 As Definições de Psicologia no Âmbito da Medicina, p. 258

11.4 As Definições da Psicologia no Âmbito da Pedagogia, p. 260

11.5 As Definições de Psicologia no Âmbito da Teologia, p. 261

11.6 Conclusões, p. 262

11.7 Referências, p. 263

CAPÍTULO 12 - O Ensino de Psicologia no Século XIX na Cidade do Rio de Janeiro, p. 267

12.1 Introdução, p. 267

12.2 A ´Psychologia´ no Mosteiro de São Bento, p. 268

12.3 A ´Psychologia´ no Seminário de São José, p. 270

12.4 A ´Psychologia´ no Imperial Colégio Pedro II (ex-Seminário São Joaquim), p. 271

12.5 A ´Psychologia´ na Faculdade de Medicina, p. 274

12.6 Conclusão, p. 277

12.7 Referências, p. 278

CAPÍTULO 13 - O Ensino da Psicologia no Século XIX na Cidade de São Paulo, p. 281

13.1 Introdução, p. 281

13.2 A ´Psychologia´ nas Escolas de São Paulo, p. 283

13.3 A ´Psychologia´ na Faculdade de Direito, p. 283

13.4 A ´Psychologia´ na Escola Normal, p. 288

13.5 A ´Psychologia´ no Seminário Episcopal de Sant’Ana, p. 289

13.6 ´Psychologia´ Ensinada nos Colégios, p. 291

13.7 Conclusão, p. 292

13.8 Referências, p. 293

CAPÍTULO 14 - Católicos Confrontando Posições Secularizadas sobre Educação no Brasil: O Círculo Dom Vital e a Revista A Ordem, p. 295

14.1 Introdução, p. 295

14.2 Circulo Dom Vital: Parte de uma História, p. 302

14.3 Os Protagonistas, p. 302

14.4 Educação e Psicologia na Revista A Ordem, p. 304

14.5 Referências, p. 314

CAPÍTULO 15 - Psicologia na Visão de Psicólogos e Psiquiatras Brasileiros das Primeiras Décadas do Século XX, p. 317

15.1 Introdução, p. 317

15.2 Definições de Psicologia, p. 317

15.3 Objetos da Psicologia, p. 322

15.4 Métodos da Psicologia, p. 323

15.5 Objetivos da Psicologia, p. 325

15.6 Reflexões Críticas Acerca da Psicologia, p. 326

15.7 Conclusão, p. 329

15.8 Referências, p. 330

Índice alfabético

C

  • Cartas de jovens jesuítas. Narrativas autobiográficas nas cartas de jovens jesuítas do século XVII ao século XX, p. 217
  • Cartas de jovens jesuítas. Narrativas autobiográficas. A meta, objeto de imaginação e de afeto, p. 228
  • Cartas de jovens jesuítas. Narrativas autobiográficas. A "voz interior", p. 223
  • Cartas de jovens jesuítas. Narrativas autobiográficas. Conclusão, p. 235
  • Cartas de jovens jesuítas. Narrativas autobiográficas. Introdução, p. 217
  • Cartas de jovens jesuítas. Narrativas autobiográficas. Narrativa autobio-gráfica nas Indipetae, p. 220
  • Cartas de jovens jesuítas. Narrativas autobiográficas. O atrativo e o con-flito interior, p. 224
  • Cartas de jovens jesuítas. Narrativas autobiográficas. Referências, p. 236
  • Cartas de jovens jesuítas. Narrativas autobiográficas. Resultados, p. 222
  • Católicos confrontando posições secularizadas sobre educação no Brasil: o círculo Dom Vital e a revista A Ordem, p. 295
  • Católicos confrontando posições secularizadas sobre educação no Brasil: o círculo Dom Vital e a revista A Ordem. Círculo Dom Vital: parte de uma história, p. 302
  • Católicos confrontando posições secularizadas sobre educação no Brasil: o círculo Dom Vital e a revista A Ordem. Educação e psicologia na revista A Ordem, p. 304
  • Católicos confrontando posições secularizadas sobre educação no Brasil: o círculo Dom Vital e a revista A Ordem. Introdução, p. 295
  • Católicos confrontando posições secularizadas sobre educação no Brasil: o círculo Dom Vital e a revista A Ordem. Os protagonistas, p. 302
  • Católicos confrontando posições secularizadas sobre educação no Brasil: o círculo Dom Vital e a revista A Ordem. Referências, p. 314
  • Companhia de Jesus. Catálogos trienais da Companhia de Jesus, p. 163
  • Companhia de Jesus. Categorias usadas nos Catálogos Segundos, p. 164
  • Companhia de Jesus. Conclusão, p. 173
  • Companhia de Jesus. Engenho e os temperamentos na literatura jesuítica, p. 165
  • Companhia de Jesus. Engenho e os temperamentos nos textos do jesuíta Daniello Bartoli, p. 168
  • Companhia de Jesus. Engenho e temperamentos nos catálogos e no pen-samento da Companhia de Jesus nos séculos XVII e XVIII, p. 163
  • Companhia de Jesus. Referências, p. 174
  • Concepções dos processos psíquicos, p. 161
  • Conhecimento. Pessoa e o seu conhecimento: um percurso conceitual, p. 93
  • Conhecimentos psicológicos. Visões de homem e conhecimentos psicoló-gicos, p. 63

D

  • Definição de "medicina do ânimo" no manuscrito "De Animorum Medi-camentis" (século XV) e seu significado para a história das ideias psicoló-gicas, p. 65
  • Definição de "medicina do ânimo" no manuscrito "De Animorum Medi-camentis" (século XV) e seu significado para a história das ideias psicoló-gicas. Introdução, p. 65
  • Documentos jesuítas. Representações acerca dos índios brasileiros em documentos jesuítas do século XVI, p. 139

E

  • Elementos de Hygiene (1813), p. 245
  • Engenho e temperamentos nos catálogos e no pensamento da Compa-nhia de Jesus nos séculos XVII e XVIII, p. 163
  • Ensino da psicologia no século XIX na cidade de São Paulo, p. 281
  • Ensino da psicologia no século XIX na cidade de São Paulo. A "psycholo-gia" na Escola Normal, p. 288
  • Ensino da psicologia no século XIX na cidade de São Paulo. A "psycholo-gia" na Faculdade de Direito, p. 283
  • Ensino da psicologia no século XIX na cidade de São Paulo. A "psycholo-gia" nas escolas de São Paulo, p. 283
  • Ensino da psicologia no século XIX na cidade de São Paulo. A "psycholo-gia" no Seminário Episcopal de Sant’Ana, p. 289
  • Ensino da psicologia no século XIX na cidade de São Paulo. Conclusão, p. 292
  • Ensino da psicologia no século XIX na cidade de São Paulo. Introdução, p. 281
  • Ensino da psicologia no século XIX na cidade de São Paulo. Referências, p. 293
  • Ensino da psicologia no século XIX na cidade de São Paulo. "Psycholo-gia" ensinada nos colégios, p. 291
  • Ensino de psicologia no século XIX na cidade do Rio de Janeiro, p. 267
  • Ensino de psicologia no século XIX. A "psychologia" na Faculdade de Medicina, p. 274
  • Ensino de psicologia no século XIX. A "psychologia" no Imperial Colégio Pedro II (ex-Seminário São Joaquim), p. 271
  • Ensino de psicologia no século XIX. A "psychologia" no Mosteiro de São Bento, p. 268
  • Ensino de psicologia no século XIX. A "psychologia" no Seminário de São José, p. 270
  • Ensino de psicologia no século XIX. Conclusão, p. 277
  • Ensino de psicologia no século XIX. Introdução, p. 267
  • Ensino de psicologia no século XIX. Referências, p. 278
  • Estudos acerca dos saberes psicológicos do século XVI ao XVIII, p. 63
  • Estudos sobre a contribuição da antiga Companhia de Jesus ao desenvol-vimento dos saberes sobre o psiquismo humano no Brasil Colonial, p. 117

F

  • Francisco de Mello Franco: a vida, p. 239

H

  • História da psicologia brasileira. as definições de psicologia no âmbito da teologia, p. 261
  • História da psicologia brasileira. Conclusões, p. 262
  • História da psicologia brasileira. Definições da psicologia no âmbito da filosofia, p. 253
  • História da psicologia brasileira. Definições da psicologia no âmbito da pedagogia, p. 260
  • História da psicologia brasileira. Definições de psicologia na cultura brasi-leira do século XIX, p. 251
  • História da psicologia brasileira. Definições de psicologia no âmbito da medicina, p. 258
  • História da psicologia brasileira. Referências, p. 263
  • História da psicologia brasileira. Variedades de conhecimentos psicológi-cos no Brasil do século XIX, p. 252
  • História da psicologia. Métodos de investigação em história da psicologia, p. 47
  • História da psicologia. Métodos de investigação. Definição do campo histórico, p. 48
  • História da psicologia. Métodos de investigação. Escrita da história, p. 60
  • História da psicologia. Métodos de investigação. Fontes e os gêneros, p. 58
  • História da psicologia. Métodos de investigação. Introdução, p. 47
  • História da psicologia. Métodos de investigação. Novas interações entre historiografia, ciências humanas e psicologia, p. 51
  • História da psicologia. Métodos de investigação. Pluralismo metodológico na história da psicologia, p. 52
  • História da psicologia. Métodos de investigação. Referências, p. 61
  • História da psicologia. Métodos de investigação. Relações entre história e memória, p. 49
  • História dos saberes psicológicos na cultura luso-brasileira: a definição do campo e a busca dos métodos, p. 29

I

  • Ideias psicológicas de Francisco de Mello Franco, médico e iluminista brasileiro, p. 239
  • Ideias psicológicas de Francisco de Mello Franco, médico e iluminista brasileiro. Conclusão, p. 248
  • Ideias psicológicas de Francisco de Mello Franco, médico e iluminista brasileiro. Referências, p. 248
  • Ideias psicológicas. Definição de "medicina do ânimo" no manuscrito "De Animorum Medicamentis" (século XV) e seu significado para a história das ideias psicológicas, p. 65
  • Imaginação e imagens: conceitos e práticas em tradições culturais da modernidade ocidental e do Brasil Colonial, p. 175
  • Imaginação e imagens: conceitos e práticas em tradições culturais da modernidade ocidental e do Brasil Colonial. Alicerces conceituais acerca de imagem e imaginação na cultura ocidental e brasileira, p. 181
  • Imaginação e imagens: conceitos e práticas em tradições culturais da modernidade ocidental e do Brasil Colonial. Articulação entre imaginação e memória na perspectiva historiográfica, p. 178
  • Imaginação e imagens: conceitos e práticas em tradições culturais da modernidade ocidental e do Brasil Colonial. Conclusão, p. 200
  • Imaginação e imagens: conceitos e práticas em tradições culturais da modernidade ocidental e do Brasil Colonial. Eliade e o debate acerca da dimensão polivalente das imagens, p. 176
  • Imaginação e imagens: conceitos e práticas em tradições culturais da modernidade ocidental e do Brasil Colonial. Imagens e imaginação no Brasil da Idade Moderna, p. 194
  • Imaginação e imagens: conceitos e práticas em tradições culturais da modernidade ocidental e do Brasil Colonial. Introdução, p. 175
  • Imaginação e imagens: conceitos e práticas em tradições culturais da modernidade ocidental e do Brasil Colonial. Referências, p. 201
  • Imaginação e imagens: conceitos e práticas em tradições culturais da modernidade ocidental e do Brasil Colonial. Universo do pensável ao uni-verso das práticas, p. 185
  • Índios brasileiros. Representações acerca dos índios brasileiros em documentos jesuítas do século XVI, p. 139
  • Índios brasileiros. Representações acerca dos índios brasileiros em documentos jesuítas do século XVI. Coisas do Brasil, de Francisco Soares, p. 155
  • Índios brasileiros. Representações acerca dos índios brasileiros em documentos jesuítas do século XVI. Conclusão, p. 156
  • Índios brasileiros. Representações acerca dos índios brasileiros em documentos jesuítas do século XVI. Diálogo do Padre Nóbrega sobre a Con-versão do Gentio, p. 142
  • Índios brasileiros. Representações acerca dos índios brasileiros em documentos jesuítas do século XVI. Do Princípio e Origem dos Índios do Brasil e Narrativa Epistolar de uma Viagem e Missão Jesuítica, de Fernão Cardim, p. 152
  • Índios brasileiros. Representações acerca dos índios brasileiros em documentos jesuítas do século XVI. Informações de José de Anchieta, p. 148
  • Índios brasileiros. Representações acerca dos índios brasileiros em documentos jesuítas do século XVI. Introdução, p. 139
  • Índios brasileiros. Representações acerca dos índios brasileiros em documentos jesuítas do século XVI. Referências, p. 157

M

  • Medicina do ânimo. Definição de "medicina do ânimo" no manuscrito "De Animorum Medicamentis" (século XV) e seu significado para a histó-ria das ideias psicológicas, p. 65
  • Medicina Theologica (1794), p. 242
  • Memória ventre da alma, p. 205
  • Memória ventre da alma. Conclusão, p. 215
  • Memória ventre da alma. Introdução, p. 205
  • Memória ventre da alma. Memória num sermão de Antônio Vieira, p. 205
  • Memória ventre da alma. Memória segundo Agostinho, p. 207
  • Memória ventre da alma. Práticas da memória, p. 211
  • Memória ventre da alma. Referências, p. 215
  • Método. História dos saberes psicológicos na cultura luso-brasileira: a definição do campo e a busca dos métodos, p. 29
  • Métodos de investigação em história da psicologia, p. 47

N

  • Narrativas autobiográficas nas cartas de jovens jesuítas do século XVII ao século XX, p. 217
  • Notas autobiográficas. Algumas notas autobiográficas, p. 21

P

  • Pessoa e o seu conhecimento. Confronto entre tradicionais saberes sobre e pessoa e a psicologia moderna: vozes críticas na cultura brasileira, p. 113
  • Pessoa e o seu conhecimento. Interseções e apropriações, p. 102
  • Pessoa e o seu conhecimento. Marco inicial: o daimon como voz interior, p. 94
  • Pessoa e o seu conhecimento. Percurso, p. 94
  • Pessoa e o seu conhecimento. Quarta etapa: "sair de si mesmo" como acesso à experiência da pessoa, p. 100
  • Pessoa e o seu conhecimento. Referências, p. 115
  • Pessoa e o seu conhecimento. Segunda etapa: pessoa e introspecção, p. 94
  • Pessoa e o seu conhecimento. Terceira etapa: pessoa como substância, p. 100
  • Pessoa e o seu conhecimento. Traços deste percurso na cultura brasileira, p. 103
  • Pessoa e o seu conhecimento: um percurso conceitual, p. 93
  • Primeiros passos, p. 21
  • Processos psíquicos. Concepções dos processos psíquicos, p. 161
  • Psicologia na visão de psicólogos e psiquiatras brasileiros das primeiras décadas do século XX, p. 317
  • Psicologia na visão de psicólogos e psiquiatras brasileiros das primeiras décadas do século XX. Conclusão, p. 329
  • Psicologia na visão de psicólogos e psiquiatras brasileiros das primeiras décadas do século XX. Definições de psicologia, p. 317
  • Psicologia na visão de psicólogos e psiquiatras brasileiros das primeiras décadas do século XX. Introdução, p. 317
  • Psicologia na visão de psicólogos e psiquiatras brasileiros das primeiras décadas do século XX. Métodos da psicologia, p. 323
  • Psicologia na visão de psicólogos e psiquiatras brasileiros das primeiras décadas do século XX. Objetivos da psicologia, p. 325
  • Psicologia na visão de psicólogos e psiquiatras brasileiros das primeiras décadas do século XX. Objetos da psicologia, p. 322
  • Psicologia na visão de psicólogos e psiquiatras brasileiros das primeiras décadas do século XX. Referências, p. 330
  • Psicologia na visão de psicólogos e psiquiatras brasileiros das primeiras décadas do século XX. Reflexões críticas acerca da psicologia, p. 326
  • Psicologia. Um caminho a percorrer: os estudos históricos acerca da psico-logia brasileira, p. 26
  • Psicologia. Um caminho a percorrer: os estudos históricos acerca da psico-logia brasileira. Referências, p. 43
  • Psiquismo humano. Estudos sobre a contribuição da antiga Companhia de Jesus ao desenvolvimento dos saberes sobre o psiquismo humano no Brasil Colonial, p. 117
  • Psiquismo humano. Estudos sobre a contribuição da antiga Companhia de Jesus ao desenvolvimento dos saberes sobre o psiquismo humano no Brasil Colonial. Conclusão, p. 136
  • Psiquismo humano. Estudos sobre a contribuição da antiga Companhia de Jesus ao desenvolvimento dos saberes sobre o psiquismo humano no Brasil Colonial. Fontes jesuíticas: primeiras questões metodológicas, p. 120
  • Psiquismo humano. Estudos sobre a contribuição da antiga Companhia de Jesus ao desenvolvimento dos saberes sobre o psiquismo humano no Brasil Colonial. Referências, p. 136
  • Psiquismo humano. Estudos sobre a contribuição da antiga Companhia de Jesus ao desenvolvimento dos saberes sobre o psiquismo humano no Brasil Colonial. Relato de um percurso, p. 119

R

  • Representações acerca dos índios brasileiros em documentos jesuítas do século XVI, p. 139

S

  • Saber psicológico. História dos saberes psicológicos na cultura luso-brasileira: a definição do campo e a busca dos métodos, p. 29
  • Saberes psicológicos elaborados pelos jesuítas numa perspectiva de histó-ria conceitual, p. 121
  • Saberes psicológicos. Estudos acerca dos saberes psicológicos do século XVI ao XVIII, p. 63
  • Saberes psicológicos. Estudos sobre a contribuição da antiga Companhia de Jesus ao desenvolvimento dos saberes sobre o psiquismo humano no Brasil Colonial, p. 117
  • Saberes psicológicos. ma consideração final, p. 42
  • Saberes psicológicos. Transmissão dos saberes psicológicos pela oralidade e seus usos nas práticas comunicativas, p. 129

T

  • Tema. Escolha dos temas investigados, p. 40
  • Transmissão dos saberes psicológicos pela oralidade e seus usos nas práti-cas comunicativas, p. 129
  • Tratadado de animorum medicamentis. Definição de "medicina do âni-mo" no manuscrito "De Animorum Medicamentis" (século XV) e seu signi-ficado para a história das ideias psicológicas, p. 65
  • Tratado de animorum medicamentis. Como corrigir os vícios?, p. 83
  • Tratado de animorum medicamentis. Conclusão, p. 91
  • Tratado de animorum medicamentis. Definição de "medicina" do ânimo, p. 72
  • Tratado de animorum medicamentis. Definição do animus, p. 68
  • Tratado de animorum medicamentis. Gênero do tratado, p. 67
  • Tratado de animorum medicamentis. Medicamenta do ânimo, p. 85
  • Tratado de animorum medicamentis. Medicamenta e as idades da vida, p. 80
  • Tratado de animorum medicamentis. Medicamentos para a "saúde " do corpo social, p. 88
  • Tratado de animorum medicamentis. Medicina do corpo, p. 86
  • Tratado de animorum medicamentis. Referências, p. 91
  • Tratado de animorum medicamentis. Virtude: saúde do espírito, do corpo e da sociedade, p. 77
  • Tratado de animorum medicamentis: descrição dos principais conteúdos significativos para a história das ideias psicológicas, p. 67
  • Tratado de Educação Física dos Meninos (1790), p. 239

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