Capa do livro: Historia do Brazil, Frei Vicente do Salvador

Historia do Brazil

Frei Vicente do Salvador

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Ficha técnica

Autor(es): Frei Vicente do Salvador

ISBN v. impressa: 978853621798-7

ISBN v. digital: 978853626919-1

Acabamento: Brochura

Número de páginas: 358

Publicado em: 13/11/2007

Área(s): Literatura e Cultura - Política, História e Filosofia

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Sinopse

A obra HISTORIA DO BRAZIL, escrito em 1627, é considerada o primeiro clássico do Brasil e narra o modus vivendi do Brasil Colônia, abordando episódios conhecidos de seus primeiros governadores, bem como anedotas, o jeito de falar e de viver nas terras ainda tão novas. O livro descreve, ainda, as características da colônia, o seu clima, fauna, flora, formação do nome, o descobrimento, a divisão e povoamento das capitanias hereditárias, os assédios de franceses e holandeses à costa brasileira etc. Também é um dos primeiros estudos sobre a vida cotidiana na colônia, relatando como eram os costumes de casamento e criação dos filhos, dos ritos funerários, as línguas indígenas, anedotas etc. Esta reedição incorpora a apresentação explicativa do historiador Capistrano de Abreu, escrita em 1918.

Autor(es)

Frei Vicente do Salvador foi o primeiro autor de uma história da jovem Colônia portuguesa, recebendo por tal o título de "Pai da História Brasileira".

Sumário

LIVRO PRIMEIRO - DO DESCOBRIMENTO DO BRASIL, p. 33

Capítulo Primeiro - Como foi descoberto este Estado, p. 35

Capítulo Segundo - Do nome do Brasil, p. 36

Capítulo Terceiro - Da demarcação da terra e da costa do Brasil com a do Peru e Índias de Castella, p. 38

Capítulo Quarto - Do clima e temperamento do Brasil, p. 41

Capítulo Quinto - Das minas de metais e pedras preciosas do Brasil, p. 42

Capítulo Sexto - Das árvores agrestes do Brasil, p. 44

Capítulo Sétimo - Das árvores e ervas medicinais, e outras qualidades ocultas, p. 48

Capítulo Oitavo - Do mantimento do Brasil, p. 49

Capítulo Nono - Dos animais e bichos do Brasil, p. 51

Capítulo Décimo - Das aves, p. 54

Capítulo Décimo Primeiro - De outras coisas que há no mar e terra do Brasil, p. 57

Capítulo Décimo Segundo - Da origem do gentio do Brasil e diversidade de línguas que entre eles há, p. 59

Capítulo Décimo Terceiro - De suas aldeias, p. 61

Capítulo Décimo Quarto - Dos seus casamentos e criação dos filhos, p. 63

Capítulo Décimo Quinto - Da cura dos seus enfermos e enterro dos mortos, p. 65

Capítulo Décimo Sexto - Do modo de guerrear do gentio do Brasil, p. 67

Capítulo Décimo Sétimo - Dos que cativam na guerra, p. 68

LIVRO SEGUNDO - DA HISTÓRIA DO BRASIL NO TEMPO DO SEU DESCOBRIMENTO, p. 71

Capítulo Primeiro - De como se continuou o descobrimento do Brasil e se deu ordem a se povoar, p. 73

Capítulo Segundo - Das capitanias e terras, que el-rei doou a Pero Lopes e Martim Afonso de Sousa, irmãos, p. 74

Capítulo Terceiro - Da terra e capitania que el-rei doou a Pedro de Goes, p. 77

Capítulo Quarto - Da terra e capitania do Espírito Santo que el-rei doou a Vasco Fernandes Coutinho, p. 78

Capítulo Quinto - Da capitania de Porto Seguro, p. 80

Capítulo Sexto - Da capitania dos Ilhéus, p. 81

Capítulo Sétimo - Da capitania da Bahia, p. 82

Capítulo Oitavo - Da capitania de Pernambuco que el-rei doou a Duarte Coelho, p. 85

Capítulo Nono - De como Duarte Coelho correu a costa da sua capitania, fazendo guerra aos franceses e paz com o gentio e se foi para o reino, p. 89

Capítulo Décimo - De como na ausência de Duarte Coelho ficou governando Jerônimo de Albuquerque a capitania de Pernambuco e do que nela aconteceu neste tempo, p. 91

Capítulo Décimo Primeiro - Da capitania de Itamaracá, p. 94

Capítulo Décimo Segundo - Do que aconteceu na capitania de Itamaracá depois que dela se foi o donatário Pero Lopes de Sousa, p. 97

Capítulo Décimo Terceiro - Da terra e capitania que el-rei D. João Terceiro doou a João de Barros, p. 99

Capítulo Décimo Quarto - Da terra e capitania do Maranhão que el-rei D. João Terceiro doou a Luis de Mello da Silva, p. 101

LIVRO TERCEIRO - DA HISTÓRIA DO BRASIL DO TEMPO QUE O GOVERNOU TOMÉ DE SOUSA ATÉ A VINDA DO GOVERNADOR MANUEL TELLES BARRETO, p. 103

Capítulo Primeiro - De como el-rei mandou povoar outra vez a Bahia por Tomé de Sousa, governador-geral do Brasil, p. 105

Capítulo Segundo - De outras duas armadas que el-rei mandou com gente e provimento para a Bahia, p. 108

Capítulo Terceiro - Do segundo governador-geral que el-rei mandou ao Brasil, p. 109

Capítulo Quarto - De uma nau da Índia que arribou a esta Bahia no tempo do governador D. Duarte da Costa, p. 110

Capítulo Quinto - De outra nau da Índia, que arribou à Bahia, p. 112

Capítulo Sexto - Do terceiro governador do Brasil, que foi Men de Sá, p. 114

Capítulo Sétimo - De como mandou o governador seu filho Fernão de Sá socorrer a Vasco Fernandes Coutinho, e o matou lá o gentio, p. 115

Capítulo Oitavo - Da entrada dos franceses no Rio de Janeiro e guerra que lhe foi fazer o governador, p. 117

Capítulo Nono - De como o governador tornou do Rio de Janeiro para a Bahia, e o sucesso que teve uma nau da Índia que a ela arribou, p. 119

Capítulo Décimo - Do aperto, em que os tamoios do Rio de Janeiro puseram a capitania de S. Vicente, e o governador lhes mandou fazer segunda guerra, p. 121

Capítulo Décimo Primeiro - Da viagem, que fez Jorge de Albuquerque de Pernambuco para o reino e casos que nela sucederam, p. 125

Capítulo Décimo Segundo - De como o governador Men de Sá tornou ao Rio de Janeiro, fundou nele a cidade de S. Sebastião, e do mais que lá fez até tornar à Bahia, p. 130

Capítulo Décimo Terceiro - De como o governador tornou para a Bahia e de uma nau que a ela arribou indo para a Índia, p. 132

Capítulo Décimo Quarto - De como os tamoios e franceses depois da vinda do governador foram do Cabo Frio ao Rio de Janeiro para tomarem uma aldeia e do que lhe sucedeu, p. 134

Capítulo Décimo Quinto - Das guerras que houve neste tempo em Pernambuco, p. 135

Capítulo Décimo Sexto - De como vinha por governador do Brasil D. Luis Fernandes de Vasconcellos, e o mataram no mar os corsários, p. 139

Capítulo Décimo Sétimo - Da morte do governador Men de Sá, p. 140

Capítulo Décimo Oitavo - De como el-rei D. Sebastião mandou Cristóvão de Barros por capitão-mor a governar o Rio de Janeiro, p. 143

Capítulo Décimo Nono - Do quarto governador do Brasil Luis de Brito de Almeida e de sua ida ao rio Real, p. 145

Capítulo Vigésimo - Das entradas que neste tempo se fizeram pelo sertão, p. 146

Capítulo Vigésimo Primeiro - Das diferenças que o governador e o bispo tiveram sobre um preso que se acolheu à igreja, p. 149

Capítulo Vigésimo Segundo - Do princípio da rebelião e guerras do gentio da Paraíba, p. 150

Capítulo Vigésimo Terceiro - De como dividiu el-rei o governo do Brasil mandando o dr. Antonio Salema governar o Rio de Janeiro com Porto Seguro e mais capitanias do Sul, e o governador Luis de Brito com a Bahia e as outras do Norte e que fosse conquistar a Paraíba, p. 153

Capítulo Vigésimo Quarto - De como o governador Luis de Brito mandou o ouvidor-geral Fernão da Silva à conquista da Paraíba, e depois ia ele mesmo, e não pôde chegar com ventos contrários, p. 155

Capítulo Vigésimo Quinto - De uma entrada, que nesse tempo se fez de Pernambuco ao sertão, p. 156

Capítulo Vigésimo Sexto - Da morte do governador Lourenço da Veiga, p. 160

LIVRO QUARTO - DA HISTÓRIA DO BRASIL DO TEMPO QUE O GOVERNOU MANUEL TELLES BARRETO ATÉ A VINDA DO GOVERNADOR GASPAR DE SOUSA, p. 163

Capítulo Primeiro - De como veio governar o Brasil Manuel Telles Barreto, e do que aconteceu a umas naus francesas e inglesas no Rio de Janeiro e S. Vicente, p. 165

Capítulo Segundo - Da armada que mandou Sua Majestade ao estreito de Magalhães, em que foi por general Diogo Flores de Valdez e o sucessor que teve, p. 166

Capítulo Terceiro - Do socorro que da Paraíba se mandou pedir ao governador Manuel Telles e o assento que sobre isso se tomou, p. 169

Capítulo Quarto - De como o licenciado Martim Leitão, ouvidor-geral, foi por mandado do governador com o general Diogo Flores de Valdez à conquista da Paraíba e se fez nela a fortaleza da barra, p. 171

Capítulo Quinto - Dos socorros que por indústria do ouvidor-geral se mandaram à Paraíba, p. 173

Capítulo Sexto - De como o ouvidor-geral Martim Leitão foi à Paraíba a primeira vez, e da ordem da jornada e primeiro rompimento e cerca tomada, p. 176

Capítulo Sétimo - De como se tentaram as pazes com o Braço de Peixe e por as não querer se lhe deu guerra, p. 179

Capítulo Oitavo - De como o general Martim Leitão, chegando ao forte, mandou o capitão João Paes à baía da Traição e depois se tornaram para Pernambuco, p. 182

Capítulo Nono - De como o capitão Castejon fugiu e largou o forte e o ouvidor-geral o prendeu e agasalhou os soldados, p. 184

Capítulo Décimo - De como o Braço de Peixe mandou cometer pazes, pedindo socorro contra os potiguares, e o ouvidor-geral tornou à Paraíba e começou a povoação, p. 186

Capítulo Décimo Primeiro - De como o ouvidor-geral foi à baía da Traição, p. 189

Capítulo Décimo Segundo - De como da baía da Traição foram ao Tujucupapo e tornaram para Pernambuco, p. 191

Capítulo Décimo Terceiro - Da vinda do capitão Morales do reino e tornada do ouvidor-geral à Paraíba, p. 193

Capítulo Décimo Quarto - De como o ouvidor-geral foi da Paraíba à Copaíba, p. 195

Capítulo Décimo Quinto - De como destruída a Copaíba foram ao Tujucupapo, p. 198

Capítulo Décimo Sexto - De como despedida a gente o ouvidor-geral fez o forte de S. Sebastião, p. 200

Capítulo Décimo Sétimo - De uma grande traição que o gentio de Sergipe fez aos homens da Bahia e a guerra que o governador fez aos aimorés, p. 201

Capítulo Décimo Oitavo - Da morte do governador Manuel Telles Barreto e como ficaram em seu lugar governando o bispo D. Antonio Barreiros, o provedor-mor Cristóvão de Barros e o ouvidor-geral, p. 203

Capítulo Décimo Nono - De três naus inglesas que neste tempo vieram à Bahia, p. 204

Capítulo Vigésimo - Da guerra que Cristóvão de Barros foi dar ao gentio de Sergipe, p. 205

Capítulo Vigésimo Primeiro - De uma entrada que se fez ao sertão em busca dos gentios que fugiram das guerras de Sergipe e outras, p. 208

Capítulo Vigésimo Segundo - De como se continuaram as guerras da Paraíba com os potiguares e franceses que os ajudavam, p. 211

Capítulo Vigésimo Terceiro - Como Francisco Giraldes vinha por governador do Brasil e, por não chegar e morrer, veio D. Francisco de Sousa que foi o sétimo governador, p. 213

Capítulo Vigésimo Quarto - Da jornada que Gabriel Soares de Sousa fazia às minas do sertão que a morte lhe atalhou, p. 215

Capítulo Vigésimo Quarto - De como veio Feliciano Coelho de Carvalho governar a Paraíba e foi continuando com as guerras dela, p. 218

Parte do Capítulo, que parece ser o trigésimo, p. 219

Capítulo Trigésimo Primeiro - De como Manuel Mascaranhas Homem foi fazer a fortaleza do Rio Grande e do socorro que lhe deu Feliciano Coelho de Carvalho, p. 220

Capítulo Trigésimo Segundo - De como acabado o forte do Rio Grande e entregue ao capitão Jerônimo de Albuquerque se tornaram os capitães-mor de Pernambuco e Paraíba e batalhas que no caminho tiveram com os potiguares, p. 225

Capítulo Trigésimo Terceiro - De como Jerônimo de Albuquerque fez pazes com os potiguares e se começou a povoar o Rio Grande, p. 227

Capítulo Trigésimo Quarto - De como foi o governador-geral às minas de São Vicente e ficou governando a Bahia Álvaro de Carvalho e dos holandeses que a ela vieram, p. 230

Capítulo Trigésimo Quinto - Da guerra dos gentios aimorés e como se fizeram as pazes com eles em tempo do capitão-mor Álvaro de Carvalho, p. 232

Capítulo Trigésimo Sexto - Do que fez o governador nas minas, p. 233

Capítulo Trigésimo Sétimo - Do oitavo governador do Brasil e o primeiro que veio por Pernambuco, que foi Diogo Botelho; e como veio aí ter a gente de uma nau da Índia que se perdeu na ilha de Fernão de Noronha, p. 235

Capítulo Trigésimo Oitavo - Da entrada que fez Pero Coelho de Sousa da Paraíba com licença do governador à serra de Boapaba, p. 237

Capítulo Trigésimo Nono - Do zelo, que o governador Diogo Botelho teve da conversão do gentio, e que se fizesse por ministério os religiosos, p. 241

Capítulo Quadragésimo - De como o governador veio de Pernambuco para a Bahia e mandou o Zorobabé, que se tornava com os seus potiguares para Paraíba, desse de caminho nos negros de Guiné fugidos que estavam nos palmares do rio Itapucuru, e de como se começaram as pescarias das baleias, p. 243

Capítulo Quadragésimo Primeiro - De como Zorobabé chegou à Paraíba, e por suspeito de rebelião foi preso e mandado ao reino, p. 246

Capítulo Quadragésimo Segundo - Do que aconteceu a uma nau flamenga, que por mercancia ia à capitania do Espírito Santo carregar de pau-brasil, p. 249

Capítulo Quadragésimo Terceiro - Da segunda jornada, que fez Pero Coelho de Sousa à serra de Boapaba e ruim sucesso que teve, p. 251

Capítulo Quadragésimo Quarto - Da missão e jornada que por ordem do governador Diogo Botelho fizeram dois padres da Companhia à mesma serra de Boapaba e como deferia aos rogos dos religiosos, p. 253

Capítulo Quadragésimo Quinto - De como o governador D. Diogo de Menezes veio governar a Bahia e presidiu no tribunal que veio da relação, p. 255

Capítulo Quadragésimo Sexto - De como D. Francisco de Sousa tornou ao Brasil a governar as capitanias do Sul e da sua morte, p. 257

Capítulo Quadragésimo Sétimo - Da nova invenção de engenhos de açúcar, que neste tempo se fez, p. 258

LIVRO QUINTO - DA HISTÓRIA DO BRASIL DO TEMPO QUE O GOVERNOU GASPAR DE SOUSA ATÉ A VINDA DO GOVERNADOR DIOGO LUIS DE OLIVEIRA, p. 261

Capítulo Primeiro - Da vinda do décimo governador do Brasil Gaspar de Sousa, e como veio por Pernambuco a dar ordem à conquista do Maranhão, p. 263

Capítulo Segundo - De como mandou o governador a Jerônimo de Albuquerque a conquistar o Maranhão, p. 264

Capítulo Terceiro - Da guerra do Maranhão, e vitória que se alcançou, p. 266

Capítulo Quarto - Das tréguas que se fizeram entre os nossos e os franceses no Maranhão, p. 268

Capítulo Quinto - Do socorro que o governador Gaspar de Sousa mandou por Francisco Caldeira de Castello Branco ao Maranhão, p. 271

Capítulo Sexto - De como o capitão Baltazar de Aragão saiu da Bahia com uma armada contra os franceses e se perdeu, p. 274

Capítulo Sétimo - Da vinda do governador Gaspar de Sousa de Pernambuco à Bahia e do que nela fez, p. 276

Capítulo Oitavo - De como o governador tornou para Pernambuco e mandou Alexandre de Moura ao Maranhão, p. 277

Capítulo Nono - De uma armada de holandeses que passou pelo Rio de Janeiro para o estreito de Magalhães, e de outra de franceses que foi carregar de pau-brasil ao Cabo Frio, et cetera, p. 278

Capítulo Décimo Oitavo - De como, estando provido Henrique Correia da Silva por governador do Brasil, não veio; a causa por que e como veio em seu lugar Diogo de Mendonça Furtado, p. 280

Capítulo Décimo Nono - Da chegada do governador Diogo de Mendonça à Bahia, e ida de seu antecessor D. Luis de Sousa para o reino, p. 281

Capítulo Vigésimo - De como Antonio Barreiros, filho do provedor-mor da Fazenda, foi por provisão do governador-geral Diogo de Mendonça Furtado governar o Maranhão, Bento Maciel o Grão-Pará e o capitão Luis Aranha a descobri-lo pelo cabo do Norte por mandado de Sua Majestade, p. 282

Capítulo Vigésimo Primeiro - Das fortificações e outras boas obras que fez o governador Diogo de Mendonça Furtado na Bahia e dúvidas que houve entre eles e o bispo e outras pessoas, p. 287

Capítulo Vigésimo Segundo - De como os holandeses tomaram a Bahia, p. 289

Capítulo Vigésimo Terceiro - De como o governador Diogo de Mendonça foi preso dos holandeses e o seu coronel D. João Vandort ficou governando a cidade, p. 292

Capítulo Vigésimo Quarto - De como o bispo foi eleito do povo por seu capitão-mor enquanto se avisava a Pernambuco a Mathias de Albuquerque que era governador, p. 294

Capítulo Vigésimo Quinto - De como foi morto o coronel dos holandeses D. João Vandort e lhe sucedeu Alberto Scutis, e o bispo assentou o seu arraial e estâncias para os assaltar, p. 296

Capítulo Vigésimo Sexto - Dos assaltos que se deram enquanto governou o bispo, p. 298

Capítulo Vigésimo Sétimo - De outros assaltos que se deram à beira-mar aos holandeses, p. 300

Capítulo Vigésimo Oitavo - Dos navios que os holandeses tomaram na Bahia e o que fizeram da gente que cativaram, p. 303

Capítulo Vigésimo Nono - De como Mathias de Albuquerque, depois que recebeu a provisão do governo, tratou do socorro da Bahia, e fortificação de Pernambuco, onde deteve a Francisco Coelho de Carvalho, governador do Maranhão, p. 305

Capítulo Trigésimo - De como o governador-geral Mathias de Albuquerque mandou de Pernambuco por capitão-mor da Bahia a Francisco Nunes Marinho e da morte do bispo, p. 307

Capítulo Trigésimo Primeiro - Dos encontros, que houve com os holandeses no tempo que governou o nosso arraial o capitão-mor Francisco Nunes Marinho, p. 309

Capítulo Trigésimo Segundo - De como veio D. Francisco de Moura por mandado de Sua Majestade socorrer a Bahia e governar o arraial, p. 311

Capítulo Trigésimo Terceiro - Da morte do coronel Alberto Scutis e como lhe sucedeu seu irmão Guilhelmo Scutis e se continuaram os assaltos, p. 314

Capítulo Trigésimo Quarto - Da armada que Sua Majestade mandou a socorrer e recuperar a Bahia e dos fidalgos portugueses que se embarcaram, p. 316

Capítulo Trigésimo Quinto - Da ajuda de custa que deram os vassalos de Sua Majestade portugueses para sua armada, p. 320

Capítulo Trigésimo Sexto - De como a armada de Portugal veio ao Cabo Verde esperar a real de Espanha e daí vieram juntas à Bahia, p. 321

Capítulo Trigésimo Sétimo - De como Salvador Correia, do Rio de Janeiro, e Jerônimo Cavalcanti, de Pernambuco, vieram em socorro à Bahia e o que lhes aconteceu com os holandeses no caminho, p. 323

Capítulo Trigésimo Oitavo - De como desembarcaram os da armada e os holandeses lhes foram dar um assalto a S. Bento, donde se começou a dar a primeira bateria, p. 326

Capítulo Trigésimo Nono - Da segunda bateria que se fez do mosteiro do Carmo, onde assistiu o general D. Fradique de Toledo e outras duas que dela se derivaram, p. 329

Capítulo Quadragésimo - De outras trincheiras que se fizeram da parte de S. Bento e como se começaram a dividir os franceses dos holandeses, p. 331

Capítulo Quadragésimo Primeiro - De como se levantaram os soldados holandeses contra o seu coronel Guilhelmo Scutis e, depondo-o do cargo, elegeram outro em seu lugar, p. 333

Capítulo Quadragésimo Segundo - De como se entregaram os holandeses a concerto, p. 334

Capítulo Quadragésimo Terceiro - De como se tomou entrega da cidade e despojos: graças que se deram a Deus pela vitória e aviso que se mandou à Espanha, p. 336

Capítulo Quadragésimo Quarto - Da guerra que o governador Mathias de Albuquerque mandou dar ao gentio da Serra da Copaíba que se rebelou na ocasião dos holandeses, p. 340

Capítulo Quadragésimo Quinto - Da armada que veio da Holanda à Bahia em socorro dos seus e do mais que sucedeu até a partida da nossa, p. 342

Capítulo Quadragésimo Sexto - Do sucesso da nossa armada para o reino e dos holandeses para a sua terra, p. 345

Capítulo Quadragésimo Sétimo - De como o governador Mathias de Albuquerque mandou buscar a carga de uma nau das Índias que se perdeu na ilha de Santa Helena, p. 349

Capítulo Quadragésimo Oitavo - Dos holandeses que andavam por esta costa da Bahia até a Paraíba no ano de 1626, e da ida do governador Francisco Coelho de Carvalho para o Maranhão, p. 351

Capítulo Último - De como Diogo Luis de Oliveira veio governar o Brasil e se foi seu antecessor Mathias de Albuquerque para o reino, p. 354

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