Fundamentos da Criminologia Crítica

Adriano Sérgio Nunes Bretas

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FICHA TÉCNICA
Autor(es): Adriano Sérgio Nunes Bretas
ISBN: 978853623120-4
Acabamento: Capa Dura + Sobrecapa
Número de Páginas: 472
Publicado em: 24/09/2010
Área(s): Direito Penal
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SINOPSE

“... De forma simples e didática, e sem olvidar a complexidade dos temas com os quais trabalha, Bretas nos oferece um texto que perpassa a história da criminologia: começa por seus antecedentes históricos (Escola Liberal Clássica), passa pelas teorias positivistas, psicanalistas e funcionalistas (criminologia etiológica individual e socioestrutural), e, com brilhantismo, apresenta o labelling approach e a criminologia crítica. Isso já seria o suficiente para um excelente livro.

Ocorre que o presente trabalho vai além. Aqui a sua especial contribuição. O autor selecionou as obras que utiliza como texto de apoio para suas pesquisas e aulas, e os sumariou. Dessa forma, permite ao estudante um rápido acesso (típico da velocidade que exige a contemporaneidade) ao pensamento de autores críticos fundamentais, assim como a temas contemporâneos de política criminal.

Enfim, trata-se de uma verdadeira contribuição. Nota-se que o autor se colocou a serviço dos estudantes: atitude humilde de poucos, com grandeza de espírito. E o fundamental é que, ainda que com toda a sua didática, não buscou simplificar a complexidade da vida como costumamos ver em Manuais. Alerta-nos para a dificuldade dos temas, mas, ao mesmo tempo, busca facilitar o entendimento aos leitores. Parabéns ao autor, tanto pelo seu arcabouço teórico, como por assumir posturas comprometidas com o ideal de um Estado Democrático de Direito, e principalmente ao público que consultará essa obra, pois certamente se trata de um dos melhores trabalhos brasileiros sobre o tema”.

Trechos do prefácio de FÁBIO DA SILVA BOZZA

AUTOR(ES)

Adriano Sérgio Nunes Bretas é Professor da Pontifícia Universidade Católica do Paraná – PUCPR; Professor convidado da Escola Superior da Advocacia – ESA, e do curso de pós-graduação da Academia Brasileira de Direito Constitucional – ABDConst. É vice-presidente do Grupo Brasileiro da Association Internationale de Droit Penal – AIDP; Secretário Geral do Instituto Brasileiro de Direito Penal Econômico – IBDPE; Conselheiro do Instituto Paranaense de Estudos Criminais – IPEC, e membro da Comissão de Advogados Criminalistas da OAB/PR, laureado com a medalha Milton Vianna no departamento de Propedêutica do Direito, outorgada pela Faculdade de Direito de Curitiba. É Advogado criminal em Curitiba/PR.

SUMÁRIO

TÍTULO I PARTE GERAL

TEORIA GERAL

1 Conceito de Criminologia

2 Objeto da Criminologia

3 Localização da Criminologia

4 Do Caráter Científico da Criminologia

TÍTULO II PARTE ESPECIAL

I - O PENSAMENTO DE ALESSANDRO BARATTA - CRIMINOLOGIA CRÍTICA E CRÍTICA DO DIREITO PENAL

§ 1º Introdução

§ 2º Sociologia Jurídica e Sociologia Jurídico-Penal

§ 3º Microssociologia, Macrossociologia e Criminologia Positivista

§ 4º Escola Liberal Clássica

§ 5º Francesco Carrara

§ 6º Cesare Lombroso

§ 7º Teorias da Ideologia da Defesa Social

§ 8º Teorias Psicanalíticas

§ 9º Teorias Funcionalistas I

§ 10 Teorias Funcionalistas II

§ 11 Teorias das Subculturas Criminais

§ 12 Teorias das Técnicas de Neutralização

§ 13 Teoria do Labeling Approach I

§ 14 Teoria do Labeling Approach II

§ 15 Teoria do Labeling Approach III

§ 16 Recepção Alemã doLabeling Approach I

§ 17 Recepção Alemã doLabeling Approach II

§ 18 Recepção Alemã doLabeling Approach III

§ 19 Teorias do Conflito I

§ 20 Teorias do Conflito II

§ 21 Teorias do Conflito III

§ 22 Teorias do Conflito IV

§ 23 Crítica às Teorias do Conflito

§ 24 Criminologia Liberal Contemporânea e Concepções Patológicas

§ 25 Crítica à Criminologia Liberal

§ 26 Criminologia Crítica

§ 27 Crítica ao Direito Penal I

§ 28 Crítica ao Direito Penal II

§ 29 Sistema Penal e Sistema Escolar I

§ 30 Sistema Penal e Sistema Escolar II

§ 31 Reais Funções da Pena

§ 32 Cárcere e Fábrica

§ 33 Capitalismo e Criminologia Crítica

§ 34 Política Criminal Alternativa

§ 35 Conclusões

II - O PENSAMENTO DE MICHEL FOUCAULT - VIGIAR E PUNIR

§ 1º Transição e Desaparecimento dos Suplícios

§ 2º Quatro Eixos de Partida

§ 3º Tecnologia do Corpo e Microfísica do Poder

§ 4º Conceito de Suplício e Processo Criminal

§ 5º Confissão e Tortura

§ 6º Execução e Funções do Suplício

§ 7º Apogeu e Decadência dos Suplícios

§ 8º Decadência dos Suplícios

§ 9º Humanização das Penas

§ 10 Os Reformadores do Século XVIII

§ 11 Fundamentos do Novo Sistema

§ 12 Duas Regras Finais de uma Semiotécnica da Pena

§ 13 Sistema Punitivo do Século XVIII

§ 14 Pena de Prisão

§ 15 Modelos Prisionais

§ 16 Distribuição do Espaço Disciplinar

§ 17 Distribuição do Tempo Disciplinar

§ 18 Relações entre Disciplina, Tempo e Força

§ 19 O Olhar

§ 20 A Sanção Normalizadora

§ 21 O Exame

§ 22 Panoptismo

§ 23 Transição Histórica de Modelos Disciplinares

§ 24 Resumo sobre a Disciplina

§ 25 Princípios da Prisão

§ 26 Execução Penal e Direito Penal de Autor

§ 27 Carruagem Panóptica

§ 28 Críticas e Princípios da Prisão

§ 29 Prisão: Fracasso ou Sucesso?

§ 30 Prisão e Delinquência

§ 31 O Carcerário

III - O PENSAMENTO DE GEORG RUSCHE E OTTO KIRCHHEIMER - PUNIÇÃO E ESTRUT URA SOCIAL

§ 1º Introdução

§ 2º Evolução Histórica do Sistema Punitivo

§ 3º Da Fiançaà Prisão

§ 4º O Endurecimento das Penas e a Condição Social do Condenado

§ 5º Breve Relato Histórico do Século XV

§ 6º A Administração da Pobreza

§ 7º O Surgimento da Casa de Correção

§ 8º Duas Constatações sobre as Casas de Correção

§ 9º As Galés

§ 10 Deportação

§ 11 A Pena de Prisão

§ 12 Consagração da Pena de Prisão

§ 13 Origens do Sistema Carcerário

§ 14 A Política Criminal de Classes no Sistema Carcerário

§ 15 Revolução Industrial

§ 16 Mudanças Institucionais do Fim do Mercantilismo

§ 17 Aumento da Criminalidade e do Rigor Punitivo

§ 18 Declínio e Apogeu da Prisão

§ 19 Efeitos da Revolução Industrial na Prisão

§ 20 Abolição da Deportação I

§ 21 Abolição da Deportação II

§ 22 Confinamento Solitário nos Estados Unidos

§ 23 Confinamento Solitário na Europa

§ 24 Mudança de Paradigmas - Fins do Século XIX

§ 25 Garantias Processuais

§ 26 O Crime como Doença

§ 27 Problemas da Pena de Prisão

§ 28 Guerra e Criminalidade

§ 29 Apogeu e Decadência da Fiança

§ 30 Ainda Sobre a Fiança

§ 31 Direito Penal Facista

§ 32 Efeitos do Direito Penal Fascista

§ 33 Política Criminal e Cifras Criminais e Conclusão

IV - O PENSAMENTO DE DARIO MELOSSI E MASSIMO PAVARINI - CÁRCERE E FÁ BRICA

§ 1º Apresentação Crítica

§ 2º Introdução

§ 3º Bridewell e Rasp-Huis

§ 4º A Disciplina nas Casas de Correção

§ 5º Do Modelo Feudal para o Modelo Burguês

§ 6º A Expansão das Casas de Correção

§ 7º O Colapso do Sistema Manufatureiro

§ 8º A New Poor Law

§ 9º O Panótico

§ 10 Os Relatos de John Howard

§ 11 O Pensamento de Jean-Paul Marat

§ 12 A Experiência Norte-Americana

§ 13 A Família Colonial dos Estados Unidos

§ 14 Bases para a Decolagem Capitalista

§ 15 Impulso Industrial e Controle Social

§ 16 Dois Modelos de Penitenciária

§ 17 Exploração do Trabalho Penitenciário

§ 18 Função do Cárcere

§ 19 Características Comuns aos Modelos Penitenciários

V - O PENSAMENTO DE EUGENIO RAÚL ZAFFARONI EM BUSCA DAS PENAS PERDIDAS

§ 1º Introdução

§ 2º A Ilegalidade do Sistema

§ 3º Saberversus Poder

§ 4º O Empobrecimento Teórico do Discurso Jurídico-Penal

§ 5º Painel de Teorias Deslegitimantes

§ 6º Reação Legitimante

§ 7º O Discurso Sistêmico

§ 8º O Abolicionismo

§ 9º Efeitos Positivos e Negativos do Avanço Tecnológico

§ 10 O Uso Alternativo do Direito

§ 11 As Três Revoluções da América Latina

§ 12 O Papel da Mídia na Conservação das Agências Não Judiciais

§ 13 Universidade, Criminalização e Policização

§ 14 Falsos Papéis e Antagonismos Criados

§ 15 Deslegitimação do Direito Penal a Partir dos Direitos Humanos

§ 16 Pessimismo ou Otimismo

§ 17 Conceito de Realismo e Conceito de Marginal

§ 18 História, Política e Teoria do Realismo Marginal

§ 19 Objetivos Político-Criminais do Realismo Marginal e Táticas para Alcançá-los

§ 20 Elementos do Discurso Legitimante

§ 21 Teorias Realistas versus Teorias Idealistas

§ 22 Sistema Penal e Guerra

§ 23 O Conceito de Pena

§ 24 Reetização do Direito Penal

§ 25 Guerra e Sistema Penal

§ 26 Guerra e Sistema Penal II

§ 27 Personagens e Funções das Garantias

§ 28 Princípios

§ 29 A Inexistência do Crime

§ 30 Da Conduta e da Tipicidade

§ 31 Da Inexistência de Culpabilidade

§ 32 Da Responsabilidade da Agência Judicial

§ 33 Culpabilidade como Vulnerabilidade

VI - O PENSAMENTO DE JESÚS-MARÍA SILVA SÁNCHEZ - A EXPANSÃO DO DIREITO PENAL

§ 1º Introdução

§ 2º Sociedade do Medo

§ 3º Sujeitos Passivos

§ 4º Maioria e Vítima

§ 5º A Esquerda Punitiva

§ 6º A Formalidade e o Minimalismo

§ 7º Globalização e Integração como Multiplicadores do Expansionismo Penal

§ 8º Globalização do Direito Penal

§ 9º Globalização e Microcriminalidade

§ 10 A Missão do Direito Penal

§ 11 A Administrativização do Direito Penal

§ 12 O Paradigma dos Delitos de Acumulação

§ 13 A Inspeção Penal

§ 14 O Resgate da Neutralização

§ 15 O Rigor das Punições e o Grau das Garantias

§ 16 Duas Velocidades do Direito Penal

§ 17 A Terceira Velocidade do Direito Penal

VII - O PENSAMENTO DE JOCK YOUNG - A SOCIEDADE EXCLUDENTE

§ 1º Introdução

§ 2º O Projeto Modernista

§ 3º O Projeto Pós-Modernista

§ 4º Os Grupos da Sociedade Pós-Modernista

§ 5º O Outrosou Eu

§ 6º A Crise da Criminologia

§ 7º Fatores da Revolução Social Pós-Moderna

§ 8º Déficit ou Privação Relativa

§ 9º Diferença e Dificuldade

§ 10 Novos Métodos para uma Nova Realidade

§ 11 Umwelt e Medo

§ 12 A Bulimia

§ 13 O Epoché Multicultural

§ 14 Essencialismo e Demonização do Outro

§ 15 Demonização e Beatificação

§ 16 A Desmistificação da Tolerância Zero

§ 17 Falácias da Tolerância Zero

§ 18 Meritocracia, Desigualdade e Família

§ 19 Combater a Criminalidade

§ 20 Desafios da Modernidade Recente

VIII - O PENSAMENTO DE GÜNTHER JAKOBS - DIREITO PENAL DO INIMIGO

§ 1º Introdução

§ 2º Direito Penal do Cidadão e Direito Penal do Inimigo

§ 3º Cidadãos e Inimigos

§ 4º Processo, Garantia e Expectativas

§ 5º Direito Penal Simbólico e Punitivismo

§ 6º Direito Penal do Inimigo

IX - O PENSAMENTO DE LOUK HULSMAN - PENAS PERDIDAS

§ 1º Demolindo Mitos

§ 2º Deslegitimando o Sistema Penal

§ 3º Processo Fictício

§ 4º A Abolição do Sistema Penal

§ 5º Poema de Castro Alves

§ 6º O Rótulo do Crime

§ 7º Diferenças, Violência e Estatísticas

X - O PENSAMENTO DE LOÏC WACQUANT - PUNIR OS POBRES

§ 1º Introdução

§ 2º Evolução da Penalidade na Escalada do Neoliberalismo

§ 3º Panorama da Abordagem Punitiva

§ 4º O Estado Híbrido

§ 5º Recuo Assistencialista e Avanço Punitivo

§ 6º Críticas à Reforma Social dos EUA de 1996

§ 7º Efeitos da Reforma Americana de 1996

§ 8º Fatores do Aumento da Demografia Carcerária

§ 9º Tolerância Zero

§ 10 Como Abolir a Prisão

XI - O PENSAMENTO DE ROSA DEL OLMO - A AMÉRICA LATINA E SUA CRIMINOLOGIA

§ 1º Introdução

§ 2º Importaçãodo Saber

§ 3º A Penitenciária, o Código Penal e a Criminologia

§ 4º Gabinetes de Identificaçãoe Institutos de Criminologia

§ 5º Congressos

§ 6º Defesa Social

XII - O PENSAMENTO DE LOLA ANIYAR DE CASTRO - CRIMINOLOGIA DA LIBERTAÇÃO

§ 1º Introdução

§ 2º Função Legitimadora da Criminologia

§ 3º Surgimento da Criminologia da Libertação

§ 4º O Método

XIII - O PENSAMENTO DE ANTONIO BERISTAIN - NOVA CRIMINOLOGIA À LUZ DO DIREITO PENAL E DA VITIMOLOGIA

§ 1º Religião, Arte e Voluntariado

§ 2º Ainda o Voluntariado

§ 3º Revendo o Talião

§ 4º O Perdão

§ 5º Criminologia Pós-Moderna

§ 6º Desafios da Vitimologia

§ 7º A Predisposição de Ser Vítima

§ 8º Justiça Recriadora

§ 9º Cartas de Princípios dos Modelos de Justiça Penal

XIV - O PENSAMENTO DE HANNAH ARENDT SOBRE A VIOLÊNCIA

§ 1º O Suicídio Universal

§ 2º Novos Riscos Antigos

§ 3º Violência X Poder

§ 4º Um Acordo Semântico Necessário

§ 5º A Razão Violenta ou a Violência Racional

§ 6º Violência Orgânica

XV - O PENSAMENTO DE JUAREZ CIRINO DOS SANTOS - A CRIMINOLOGIA RADICAL

§ 1º Introdução

§ 2º Pressupostos Criminológicos à Criminologia Radical

§ 3º Modo de Produção e Sistema de Punição

§ 4º Conceito Proletário de Crime

§ 5º Matrizes Teóricas da Criminologia Radical

§ 6º Origens, Características e Funções da Prisão

§ 7º O Marxismo Aplicado à Teoria Geral do Direito

§ 8º Política Criminal Alternativa da Criminologia Radical

XVI - O PENSAMENTO DE NILO BATISTA - INTRODUÇÃO CRÍTICA AO DIREITO PENAL BRASILEIRO

§ 1º Introdução

§ 2º Criminologia e Política Criminal

§ 3º Direito Penal como Direito Público

§ 4º A Expressão "Direito Penal"

§ 5º A Missão do Direito Penal

XVII - OUTROS PENSAMENTOS

§ 1º Claus Roxin - Sobre o Futuro do Direito Penal

§ 2º Amilton Bueno de Carvalho Direito Alternativo

§ 3º Luigi Ferrajoli - Conceito de Garantismo

§ 4º Luigi Ferrajoli - Modelos de Direito Penal

§ 5º Luigi Ferrajoli - As Doutrinas Abolicionistas

§ 6º Winfried Hassemer - A Abolição do Direito Penal

§ 7º Alessandro de Giorgi -O Governo da Miséria

§ 8º Garofalo, Lombroso e Ferri - A Criminologia Positivista

§ 9º Ferrajoli e Hulsman - Garantismo ou Abolicionismo?

§ 10 Zaffaroni - O Inimigo no Direito Penal

§ 11 Rotina

§ 12 Figueiredo Dias - Sociedade de Risco

§ 13 Ulrich Beck - Sociedade de Risco

§ 14 Ulrich Beck II - Sociedade do Risco

§ 15 Zygmunt Bauman - Modernidade Líquida

§ 16 Zygmunt Bauman - Do Moderno ao Pós-Moderno

§ 17 Erich Fromm - O Caráter Social

§ 18 René Ariel Dotti - Movimento Antiterror

§ 19 René Ariel Dotti - Movimento Antiterror II

§ 20 Zaffaroni, Batista, Alagia e Slokar - Conceito de Direito Penal

§ 21 Zaffaroni, Batista, Alagia e Slokar - Criminalização Primária e Secundária

§ 22 Zaffaroni, Batista, Alagia e Slokar - Criminalização Secundária e Vitimização

§ 23 Zaffaroni, Batista, Alagia e Slokar - Função Política da Seleção Policizante e da Imagem Bélica

§ 24 Zaffaroni, Batista, Alagia e Slokar - Sistema Penal e Poder

§ 25 Zaffaroni, Batista, Alagia e Slokar - Relações entre Sistema Penal e Dados Sociais

§ 26 Zaffaroni, Batista, Alagia e Slokar - Encruzilhadas Teóricas

§ 27 Sérgio Salomão Shecaira - Direito Penal e Globalização

§ 28 Augusto Thompson - O Futuro da Criminologia

§ 29 Rodrigo Sánchez Rios - Criminologia e Delinquência Econômica

REFERÊNCIAS

ÍNDICE ALFABÉTICO

A

  • A América Latina e sua criminologia. Pensamento de Rosa Del Olmo
  • A abolição do Direito Penal. Winfried Hassemer
  • A criminologia positivista. Garofalo, Lombroso e Ferri
  • A criminologia radical. Pensamentode Juarez Cirino dos Santos
  • A expansão do Direito Penal. Pensamento de Jesús-María Silva Sánchez.
  • A pena de prisão. Georg Rusche eOtto Kirchheimer. Pensamento
  • A política criminal de classes no sistema carcerário. Georg Rusche e Otto Kirchheimer. Pensamento
  • A sanção normalizadora. Michel Foucault. Pensamento.
  • A sociedade excludente. Pensamento de Jock Young
  • Abolição da deportação I. Georg Rusche e Otto Kirchheimer. Pensamento
  • Abolição da deportação II. Georg Rusche e Otto Kirchheimer. Pensamento
  • Abolição do sistema penal. Louk Hulsman. Pensamento.
  • Abolicionismo. As doutrinas abolicionistas. Luigi Ferrajoli.
  • Abolicionismo. Eugenio RaúlZaffaroni. Pensamento
  • Abolicionismo ou garantismo? Ferrajoli e Hulsman.
  • Abordagem punitiva. Panorama. Loïc Wacquant. Pensamento.
  • Acordo semântico necessário. Hannah Arendt. Pensamento.
  • Administração da pobreza. Georg Rusche e Otto Kirchheimer. Pensamento.
  • Administrativização do Direito Penal. Jesús-María Silva Sánchez. Pensamento.
  • Agência judicial. Responsabilidade da agência judicial. Eugenio Raúl Zaffaroni. Pensamento.
  • Agência não judicial. Papel da mídia na conservação das agências não judiciais. Eugenio Raúl Zaffaroni. Pensamento.
  • Ainda o voluntariado. AntonioBeristain. Pensamento.
  • Alagia. Zaffaroni, Batista, Alagia e Slokar. Criminalização primária e secundária
  • Alagia. Zaffaroni, Batista, Alagia e Slokar. Criminalização secundária e vitimização
  • Alagia. Zaffaroni, Batista, Alagia e Slokar. Encruzilhadas teóricas.
  • Alagia. Zaffaroni, Batista, Alagia e Slokar. Função política da seleção policizante e da imagem bélica.
  • Alagia. Zaffaroni, Batista, Alagia e Slokar. Relações entre sistema penal e dados sociais.
  • Alessandro Baratta. Pensamento. Capitalismo e criminologia crítica
  • Alessandro Baratta. Pensamento. Cárcere e fábrica
  • Alessandro Baratta. Pensamento. Cesare Lombroso
  • Alessandro Baratta. Pensamento. Conclusões
  • Alessandro Baratta. Pensamento. Criminologia crítica
  • Alessandro Baratta. Pensamento. Criminologia crítica e crítica do Direito Penal.
  • Alessandro Baratta. Pensamento. Criminologia liberal contemporânea e concepções patológicas
  • Alessandro Baratta. Pensamento. Crítica à criminologia liberal
  • Alessandro Baratta. Pensamento. Crítica ao Direito Penal I
  • Alessandro Baratta. Pensamento. Crítica ao Direito Penal II
  • Alessandro Baratta. Pensamento. Críticas às teorias do conflito.
  • Alessandro Baratta. Pensamento. Escola liberal clássica
  • Alessandro Baratta. Pensamento. Francesco Carrara
  • Alessandro Baratta. Pensamento. Introdução
  • Alessandro Baratta. Pensamento. Microssociologia, macrossociologia e criminologia positivista
  • Alessandro Baratta. Pensamento. Política criminal alternativa
  • Alessandro Baratta. Pensamento. Reais funções da pena.
  • Alessandro Baratta. Pensamento. Recepção Alemã doLabeling Approach I
  • Alessandro Baratta. Pensamento. Recepção Alemã doLabeling Approach II.
  • Alessandro Baratta. Pensamento. Recepção Alemã doLabeling Approach III.
  • Alessandro Baratta. Pensamento. Sistema penal e sistema escolar I.
  • Alessandro Baratta. Pensamento. Sistema penal e sistema escolar II.
  • Alessandro Baratta. Pensamento. Sociologia jurídica e sociologia jurídico-penal.
  • Alessandro Baratta. Pensamento. Teoria do Labeling Approach I.
  • Alessandro Baratta. Pensamento. Teoria do Labeling Approach II.
  • Alessandro Baratta. Pensamento. Teoria do Labeling Approach III
  • Alessandro Baratta. Pensamento. Teorias da ideologia da defesa social.
  • Alessandro Baratta. Pensamento. Teorias das subculturas criminais
  • Alessandro Baratta. Pensamento. Teorias das técnicas de neutralização
  • Alessandro Baratta. Pensamento. Teorias do Conflito I.
  • Alessandro Baratta. Pensamento. Teorias do Conflito II
  • Alessandro Baratta. Pensamento. Teorias do Conflito III
  • Alessandro Baratta. Pensamento. Teorias do Conflito IV.
  • Alessandro Baratta. Pensamento. Teorias funcionalistas I.
  • Alessandro Baratta. Pensamento. Teorias funcionalistas II.
  • Alessandro Baratta. Pensamento. Teorias psicanalíticas.
  • Alessandro de Giorgi. O governo da Miséria
  • Aligia. Zaffaroni, Batista, Alagia eSlokar. Sistema penal e poder
  • América Latina. As três revoluções da América Latina. Eugenio Raúl Zaffaroni. Pensamento
  • Amilton Bueno de Carvalho. Direito alternativo.
  • Antagonismo. Falsos papéis e antagonismos criados. Eugenio Raúl Zaffaroni. Pensamento
  • Antiterror. Movimento antiterror. René Ariel Dotti.
  • Antonio Beristain. Pensamento. A predisposição de ser vítima
  • Antonio Beristain. Pensamento. Ainda o voluntariado
  • Antonio Beristain. Pensamento. Cartas de princípios dos modelos de Justiça Penal
  • Antonio Beristain. Pensamento.Criminologia pós-moderna
  • Antonio Beristain. Pensamento.Desafios da vitimologia
  • Antonio Beristain. Pensamento. Justiça recriadora
  • Antonio Beristain. Pensamento. Nova criminologia à luz do Direito Penal e da vitimologia
  • Antonio Beristain. Pensamento. O perdão.
  • Antonio Beristain. Pensamento. Religião, arte e voluntariado
  • Antonio Beristain. Pensamento. Revendo o Talião
  • Apogeu e decadência da fiança. Georg Rusche e Otto Kirchheimer. Pensamento.
  • Apogeu e decadência dossuplícios. Michel Foucault. Pensamento.
  • As doutrinas abolicionistas. Luigi Ferrajoli.
  • As galés. Georg Rusche e Otto Kirchheimer. Pensamento.
  • As três revoluções da América Latina. Eugenio Raúl Zaffaroni. Pensamento.
  • Assistencialismo. Recuo assistencialista e avanço punitivo. Loïc Wacquant. Pensamento.
  • Augusto Thompson. O futuro da criminologia.
  • Aumento da criminalidade e do rigor punitivo. Georg Rusche e Otto Kirchheimer. Pensamento.
  • Autoria. Execução penal e Direito Penal de autor. Michel Foucault. Pensamento.
  • Avanço punitivo. Recuo assistencialista e avanço punitivo. Loïc Wacquant. Pensamento.
  • Avanço tecnológico. Efeitos positivos e negativos do avanço tecnológico. Eugenio Raúl Zaffaroni. Pensamento.

B

  • Batista. Zaffaroni, Batista, Alagia e Slokar. Criminalização primária e secundária
  • Batista. Zaffaroni, Batista, Alagia e Slokar. Criminalização secundária e vitimização
  • Batista. Zaffaroni, Batista, Alagia eSlokar. Encruzilhadas teóricas
  • Batista. Zaffaroni, Batista, Alagia e Slokar. Função política da seleção policizante e da imagem bélica.
  • Batista. Zaffaroni, Batista, Alagia e Slokar. Relações entre sistema penal e dados sociais.
  • Batista. Zaffaroni, Batista, Alagia eSlokar. Sistema penal e poder
  • Beatificação e demonização. Jock Young. Pensamento.
  • Breve relato histórico do século XV. Georg Rusche e Otto Kirchheimer. Pensamento
  • Bridewell e Rasp-Huis. Dario Melossi e Massimo Pavarini. Pensamento
  • Bulimia. Jock Young. Pensamento.

C

  • Capitalismo. Bases para a decolagem capitalista. Dario Melossi e Massimo Pavarini. Pensamento
  • Capitalismo e criminologia crítica. Alessandro Baratta. Pensamento
  • Características comuns aos modelos penitenciários. Dario Melossi e Massimo Pavarini. Pensamento
  • Caráter científico da criminologia.
  • Caráter social.Erich Fromm
  • Carcerário. Michel Foucault. Pensamento.
  • Cárcere. Função do cárcere. Dario Melossi e Massimo Pavarini. Pensamento
  • Cárcere e fábrica. Alessandro Baratta. Pensamento
  • Cárcere e fábrica. Pensamento de Dario Melossi e Massimo Pavarini.
  • Carruagem panóptica. Michel Foucault. Pensamento
  • Cartas de princípios dos modelos de Justiça Penal. Antonio Beristain. Pensamento
  • Casa de correção. Constatações sobre as casas de correção. Georg Rusche e Otto Kirchheimer. Pensamento.
  • Casa de correção. Disciplina. Dario Melossi e Massimo Pavarini. Pensamento.
  • Casa de correção. Expansão. Dario Melossi e Massimo Pavarini. Pensamento.
  • Casa de correção. Surgimento. GeorgRusche e Otto Kirchheimer. Pensamento.
  • Cesare Lombroso. Alessandro Baratta. Pensamento
  • Cidadãos. Direito Penal do cidadão e Direito Penal do inimigo. Günther Jakobs. Pensamento.
  • Cidadãos e inimigos. Günther Jakobs. Pensamento
  • Claus Roxin. Sobre o futuro do Direito Penal
  • Código Penal. Penitenciária, Código Penal e criminologia. Rosa Del Olmo.
  • Colapso do sistema manufatureiro. Dario Melossi e Massimo Pavarini. Pensamento.
  • Combater a criminalidade. Jock Young. Pensamento
  • Conceito de Direito Penal. Zaffaroni, Batista, Alagia e Slokar
  • Conceito de criminologia
  • Conceito de garantismo. Luigi Ferrajoli.
  • Conceito de pena. Eugenio Raúl Zaffaroni. Pensamento
  • Conceito de realismo e conceito de marginal. Eugenio Raúl Zaffaroni. Pensamento.
  • Conceito de suplício e processo criminal. Michel Foucault. Pensamento
  • Conceito proletário de crime. JuarezCirino dos Santos. Pensamento.
  • Conclusões. Alessandro Baratta. Pensamento
  • Condenado. O endurecimento das penas e a condição social do condenado. Georg Rusche e Otto Kirchheimer. Pensamento
  • Conduta e tipicidade. Eugenio Raúl Zaffaroni. Pensamento
  • Confinamento solitário na Europa. Georg Rusche e Otto Kirchheimer. Pensamento.
  • Confinamento solitário nos Estados Unidos. Georg Rusche e Otto Kirchheimer. Pensamento.
  • Confissão e tortura. MichelFoucault. Pensamento
  • Congressos. Rosa Del Olmo.
  • Consagração da pena de prisão. Georg Rusche e Otto Kirchheimer. Pensamento.
  • Constatações sobre as casas de correção. Georg Rusche e Otto Kirchheimer. Pensamento.
  • Controle social e impulso industrial. Dario Melossi e Massimo Pavarini. Pensamento.
  • Crime. Conceito proletário de crime. Juarez Cirino dos Santos. Pensamento
  • Crime. Inexistência do crime. Eugenio Raúl Zaffaroni. Pensamento.
  • Crime. Rótulo do crime. Louk Hulsman. Pensamento
  • Criminalidade. Aumento da criminalidade e do rigor punitivo. Georg Rusche e Otto Kirchheimer. Pensamento.
  • Criminalidade. Combater a criminalidade. Jock Young. Pensamento.
  • Criminalidade e guerra. Georg Rusche eOtto Kirchheimer. Pensamento
  • Criminalização. Universidade, criminalização e policização. Eugenio Raúl Zaffaroni. Pensamento
  • Criminalização primária e secundária. Zaffaroni, Batista, Alagia e Slokar.
  • Criminalização secundária e vitimização. Zaffaroni, Batista, Alagia e Slokar
  • Criminologia. Caráter científico.
  • Criminologia. Conceito
  • Criminologia. Crise. Jock Young. Pensamento.
  • Criminologia. Função legitimadora. Lola Aniyar de Castro. Pensamento
  • Criminologia. Gabinetes de identificação e institutos de criminologia. Rosa Del Olmo.
  • Criminologia. Localização
  • Criminologia. Nova criminologia à luz do Direito Penal e da vitimologia. Pensamento de Antonio Beristain
  • Criminologia. O futuro da criminologia. Augusto Thompson.
  • Criminologia. Objeto.
  • Criminologia. Penitenciária, Código Penal e criminologia. Rosa Del Olmo.
  • Criminologia. Pressupostos criminológicos à criminologia radical. Juarez Cirino dos Santos. Pensamento
  • Criminologia. Teoria geral
  • Criminologia crítica. Alessandro Baratta. Pensamento
  • Criminologia crítica e capitalismo. Alessandro Baratta. Pensamento
  • Criminologia crítica e crítica do Direito Penal. Pensamento de Alessandro Baratta
  • Criminologia da libertação. Pensamento de Lola Aniyar de Castro.
  • Criminologia da libertação. Surgimento. Lola Aniyar de Castro. Pensamento.
  • Criminologia e delinquência econômica. Rodrigo Sánchez Rios.
  • Criminologia e política criminal. Nilo Batista. Pensamento
  • Criminologia liberal contemporânea e concepções patológicas. Alessandro Baratta. Pensamento
  • Criminologia pós-moderna. Antonio Beristain. Pensamento
  • Criminologia positivista. Garofalo, Lombroso e Ferri
  • Criminologia positivista. Microssociologia, macrossociologia e criminologia positivista. Alessandro Baratta. Pensamento
  • Criminologia radical. Matrizes teóricas. Juarez Cirino dos Santos. Pensamento.
  • Criminologia radical. Pensamento de Juarez Cirino dos Santos.
  • Criminologia radical. Política criminal lternativa da criminologia radical. Juarez Cirino dos Santos. Pensamento
  • Crise da criminologia. Jock Young. Pensamento
  • Crítica à criminologia liberal. Alessandro Baratta. Pensamento
  • Crítica ao Direito Penal I. Alessandro Baratta. Pensamento
  • Crítica ao Direito Penal II. Alessandro Baratta. Pensamento
  • Crítica às Teorias do Conflito. Alessandro Baratta. Pensamento
  • Críticas à reforma social dos EUA de1996. Loïc Wacquant. Pensamento
  • Críticas e princípios da prisão.Michel Foucault. Pensamento
  • Culpabilidade. Inexistência. EugenioRaúl Zaffaroni. Pensamento.
  • Culpabilidade como vulnerabilidade. Eugenio Raúl Zaffaroni. Pensamento.

D

  • Da fiança à prisão. Georg Rusche e Otto Kirchheimer. Pensamento
  • Dario Melossi. Pensamento de Dario Melossi e Massimo Pavarini. Cárcere e fábrica
  • Dario Melossi e Massimo Pavarini. Pensamento. A New Poor Law.
  • Dario Melossi e Massimo Pavarini. Pensamento. A disciplina nas casas de correção
  • Dario Melossi e Massimo Pavarini. Pensamento. A expansão das casas de correção
  • Dario Melossi e Massimo Pavarini. Pensamento. A experiência norte-americana
  • Dario Melossi e Massimo Pavarini. Pensamento. A família colonial dos Estados Unidos.
  • Dario Melossi e Massimo Pavarini. Pensamento. Apresentação crítica.
  • Dario Melossi e Massimo Pavarini. Pensamento. Bases para a decolagem capitalista.
  • Dario Melossi e Massimo Pavarini. Pensamento. Bridewell e Rasp-Huis
  • Dario Melossi e Massimo Pavarini. Pensamento. Características comuns aos modelos penitenciários.
  • Dario Melossi e Massimo Pavarini. Pensamento. Do modelo feudal para o modelo burguês
  • Dario Melossi e Massimo Pavarini. Pensamento. Dois modelos de penitenciária.
  • Dario Melossi e Massimo Pavarini. Pensamento. Exploração do trabalho penitenciário.
  • Dario Melossi e Massimo Pavarini. Pensamento. Função do cárcere
  • Dario Melossi e Massimo Pavarini. Pensamento. Impulso industrial e controle social
  • Dario Melossi e Massimo Pavarini. Pensamento. Introdução
  • Dario Melossi e Massimo Pavarini. Pensamento. O colapso do sistema manufatureiro
  • Dario Melossi e Massimo Pavarini. Pensamento. O panótico.
  • Dario Melossi e Massimo Pavarini. Pensamento. O pensamento de Jean-Paul Marat
  • Dario Melossi e Massimo Pavarini. Pensamento. Os relatos de John Howard.
  • Decadência dos suplícios. Michel Foucault. Pensamento
  • Decadência e apogeu da fiança. Georg Rusche e Otto Kirchheimer. Pensamento
  • Declínio e apogeu da prisão. Georg Rusche e Otto Kirchheimer. Pensamento.
  • Defesa social. Rosa Del Olmo.
  • Defesa social. Teorias da ideologia da defesa social. Alessandro Baratta. Pensamento
  • Déficit ou privação relativa. Jock Young. Pensamento
  • Delinquência e prisão. Michel Foucault. Pensamento.
  • Delinquência econômica e criminologia. Rodrigo Sánchez Rios.
  • Delitos de acumulação. Paradigma. Jesús-María Silva Sánchez. Pensamento.
  • Demografia carcerária. Fatores do aumento da demografia carcerária. Loïc Wacquant. Pensamento.
  • Demolindo mitos. Louk Hulsman. Pensamento
  • Demonização do outro e essencialismo.Jock Young. Pensamento.
  • Demonização e beatificação. Jock Young. Pensamento.
  • Deportação. Abolição da deportação I. Georg Rusche e Otto Kirchheimer. Pensamento.
  • Deportação. Abolição da deportação II . Georg Rusche e Otto Kirchheimer. Pensamento.
  • Deportação. Georg Rusche e OttoKirchheimer. Pensamento.
  • Desafios da modernidade recente. Jock Young. Pensamento.
  • Desafios da vitimologia. Antonio Beristain. Pensamento
  • Desigualdade. Meritocracia, desigualdade e família. Jock Young. Pensamento.
  • Deslegitimação do Direito Penal a partir dos direitos humanos. Eugenio Raúl Zaffaroni. Pensamento
  • Deslegitimando o sistema penal. Louk Hulsman. Pensamento
  • Desmistificação da tolerância zero. Jock Young. Pensamento.
  • Diferença e dificuldade. Jock Young. Pensamento
  • Diferenças, violência e estatísticas. Louk Hulsman. Pensamento
  • Dificuldade e diferença. Jock Young. Pensamento
  • Direito Penal. A abolição do Direito Penal. Winfried Hassemer
  • Direito Penal. Conceito. Zaffaroni, Batista, Alagia e Slokar.
  • Direito Penal. Criminologia crítica e crítica do Direito Penal. Pensamento de Alessandro Baratta.
  • Direito Penal. Deslegitimação do Direito Penal a partir dos direitos humanos. Eugenio Raúl Zaffaroni. Pensamento
  • Direito Penal. Execução penal e Direito Penal de autor. Michel Foucault. Pensamento.
  • "Direito Penal". Expressão. Nilo Batista. Pensamento.
  • Direito Penal. Globalização do Direito Penal. Jesús-María Silva Sánchez. Pensamento.
  • Direito Penal. Introdução crítica ao Direito Penal brasileiro. Pensamento de Nilo Batista.
  • Direito Penal. Missão. Jesús-María Silva Sánchez. Pensamento
  • Direito Penal. Missão. Nilo Batista. Pensamento.
  • Direito Penal. Modelos. Luigi Ferrajoli
  • Direito Penal. Nova criminologia à luz do Direito Penal e da vitimologia. Pensamento de Antonio Beristain
  • Direito Penal. O inimigo no Direito Penal. Zaffaroni
  • Direito Penal. Reetização. EugenioRaúl Zaffaroni. Pensamento
  • Direito Penal. Sobre o futuro do Direito Penal. Claus Roxin.
  • Direito Penal. Terceira velocidade. Jesús-María Silva Sánchez. Pensamento.
  • Direito Penal como Direito Público. Nilo Batista. Pensamento
  • Direito Penal do cidadão e Direito Penal do inimigo. Günther Jakobs. Pensamento
  • Direito Penal do inimigo. Günther Jakobs. Pensamento
  • Direito Penal do inimigo. Pensamento de Günther Jakobs.
  • Direito Penal e globalização.Sérgio Salomão Shecaira.
  • Direito Penal fascista. Georg Rusche e Otto Kirchheimer. Pensamento
  • Direito Penal fascista. Efeitos. Georg Rusche e Otto Kirchheimer. Pensamento.
  • Direito Penal simbólico e punitivismo. Günther Jakobs. Pensamento
  • Direito Público. Direito Penal como Direito Público. Nilo Batista. Pensamento.
  • Direito. Uso alternativo do Direito. Eugenio Raúl Zaffaroni. Pensamento
  • Direito alternativo. Amilton Bueno de Carvalho.
  • Direitos Humanos. Deslegitimação do Direito Penal a partir dos direitos humanos. Eugenio Raúl Zaffaroni. Pensamento
  • Disciplina. Relações entre disciplina, tempo e força. Michel Foucault. Pensamento
  • Disciplina. Resumo sobre a disciplina. Michel Foucault. Pensamento
  • Disciplina nas casas de correção. Dario Melossi e Massimo Pavarini. Pensamento
  • Discurso jurídico-penal. Empobrecimento teórico. Eugenio Raúl Zaffaroni. Pensamento
  • Discurso legitimante. Elementos Eugenio Raúl Zaffaroni. Pensamento
  • Discurso sistêmico. Eugenio Raúl Zaffaroni. Pensamento.
  • Distribuição do espaço disciplinar.Michel Foucault. Pensamento
  • Distribuição do tempo disciplinar.Michel Foucault. Pensamento
  • Dois modelos de penitenciária. Dario Melossi e Massimo Pavarini. Pensamento.
  • Doutrinas abolicionistas. Luigi Ferrajoli
  • Duas constatações sobre as casas de correção. Georg Rusche e Otto Kirchheimer. Pensamento.
  • Duas regras finais de uma semiotécnica da pena. Michel Foucault. Pensamento.
  • Duas velocidades do Direito Penal. Jesús-María Silva Sánchez. Pensamento.

E

  • Efeitos da reforma americana de 1996. Loïc Wacquant. Pensamento.
  • Efeitos da revolução industrial na prisão. Georg Rusche e Otto Kirchheimer. Pensamento.
  • Efeitos do Direito Penal fascista. Georg Rusche e Otto Kirchheimer. Pensamento.
  • Efeitos positivos e negativos do avanço tecnológico. Eugenio Raúl Zaffaroni. Pensamento.
  • Elementos do discurso legitimante. Eugenio Raúl Zaffaroni. Pensamento
  • Em busca das penas perdidas. Pensamento de Eugenio Raúl Zaffaroni.
  • Empobrecimento teórico do discurso jurídico-penal. Eugenio Raúl Zaffaroni. Pensamento.
  • Encruzilhadas teóricas. Zaffaroni, Batista, Alagia e Slokar
  • Epoché multicultural. Jock Young. Pensamento
  • Erich Fromm. O caráter social.
  • Escola Liberal Clássica. Alessandro Baratta. Pensamento
  • Escola. Sistema penal e sistema escolar I. Alessandro Baratta. Pensamento
  • Escola. Sistema penal e sistema escolar II. Alessandro Baratta. Pensamento.
  • Espaço disciplinar. Distribuição. Michel Foucault. Pensamento.
  • Esquerda punitiva. Jesús-María Silva Sánchez. Pensamento
  • Essencialismo e demonização do outro.Jock Young. Pensamento.
  • Estado híbrido. Loïc Wacquant. Pensamento.
  • Estatística. Diferenças, violência e estatísticas. Louk Hulsman. Pensamento.
  • Estrutura social e punição. Pensamento de Georg Rusche e Otto Kirchheimer.
  • Eu. O outro sou eu. Jock Young. Pensamento.
  • Eugenio Raúl Zaffaroni. Pensamento. A ilegalidade do sistema.
  • Eugenio Raúl Zaffaroni. Pensamento. A inexistência do crime
  • Eugenio Raúl Zaffaroni. Pensamento. As três revoluções da América Latina
  • Eugenio Raúl Zaffaroni. Pensamento. Conceito de realismo e conceito de marginal.
  • Eugenio Raúl Zaffaroni. Pensamento. Culpabilidade como vulnerabilidade.
  • Eugenio Raúl Zaffaroni. Pensamento. Da conduta e da tipicidade
  • Eugenio Raúl Zaffaroni. Pensamento.Da inexistência de culpabilidade
  • Eugenio Raúl Zaffaroni. Pensamento. Da responsabilidade da agência judicial.
  • Eugenio Raúl Zaffaroni. Pensamento. Deslegitimação do Direito Penal a partir dos direitos humanos
  • Eugenio Raúl Zaffaroni. Pensamento. Efeitos positivos e negativos do avanço tecnológico.
  • Eugenio Raúl Zaffaroni. Pensamento. Elementos do discurso legitimante
  • Eugenio Raúl Zaffaroni. Pensamento. Em busca das penas perdidas.
  • Eugenio Raúl Zaffaroni. Pensamento. Falsos papéis e antagonismos criados
  • Eugenio Raúl Zaffaroni. Pensamento. Guerra e sistema penal.
  • Eugenio Raúl Zaffaroni. Pensamento. Guerra e sistema penal II.
  • Eugenio Raúl Zaffaroni. Pensamento. História, política e teoria do realismo marginal
  • Eugenio Raúl Zaffaroni.Pensamento. Introdução.
  • Eugenio Raúl Zaffaroni. Pensamento. O abolicionismo
  • Eugenio Raúl Zaffaroni. Pensamento. O conceito de pena
  • Eugenio Raúl Zaffaroni. Pensamento. O discurso sistêmico.
  • Eugenio Raúl Zaffaroni. Pensamento. O empobrecimento teórico do discurso jurídico-penal.
  • Eugenio Raúl Zaffaroni. Pensamento. O papel da mídia na conservação das agências não judiciais.
  • Eugenio Raúl Zaffaroni. Pensamento. O uso alternativo do direito
  • Eugenio Raúl Zaffaroni. Pensamento. Objetivos político-criminais do realismo marginal e táticas para alcançá-los
  • Eugenio Raúl Zaffaroni. Pensamento.Painel de teorias deslegitimantes
  • Eugenio Raúl Zaffaroni. Pensamento. Personagens e funções das garantias
  • Eugenio Raúl Zaffaroni. Pensamento. Pessimismo ou otimismo
  • Eugenio Raúl Zaffaroni. Pensamento. Princípios.
  • Eugenio Raúl Zaffaroni. Pensamento. Reação legitimante
  • Eugenio Raúl Zaffaroni. Pensamento. Reetização do Direito Penal.
  • Eugenio Raúl Zaffaroni. Pensamento. Saberversus poder.
  • Eugenio Raúl Zaffaroni. Pensamento. Sistema penal e guerra.
  • Eugenio Raúl Zaffaroni. Pensamento. Teorias realistas versus teorias idealistas
  • Eugenio Raúl Zaffaroni. Pensamento. Universidade, criminalização e policização.
  • Evolução da penalidade na escalada do neoliberalismo. Loïc Wacquant. Pensamento.
  • Evolução histórica do sistema punitivo. Georg Rusche e Otto Kirchheimer. Pensamento.
  • Execução e funções do suplício. Michel Foucault. Pensamento
  • Execução penal e Direito Penal de autor. Michel Foucault. Pensamento.
  • Expansão das casas de correção. Dario Melossi e Massimo Pavarini. Pensamento.
  • Expansão do Direito Penal. Pensamento de Jesús-María Silva Sánchez.
  • Expansionismo penal. Globalização e integração como multiplicadores do expansionismo penal. Jesús-MaríaSilva Sánchez. Pensamento.
  • Experiência norte-americana. Dario Melossi e Massimo Pavarini. Pensamento.
  • Exploração do trabalho penitenciário. Dario Melossi e Massimo Pavarini. Pensamento.
  • Expressão "Direito Penal". Nilo Batista. Pensamento.

F

  • Fábrica e cárcere. Alessandro Baratta. Pensamento
  • Fascismo. Direito Penal fascista. Georg Rusche e Otto Kirchheimer. Pensamento
  • Falácias da tolerância zero.Jock Young. Pensamento
  • Falsos papéis e antagonismos criados. Eugenio Raúl Zaffaroni. Pensamento.
  • Família. Meritocracia, desigualdade e família. Jock Young. Pensamento
  • Família colonial dos Estados Unidos. Dario Melossi e Massimo Pavarini. Pensamento
  • Fatores da revolução social pós-moderna. Jock Young. Pensamento
  • Fatores do aumento da demografia carcerária. Loïc Wacquant. Pensamento.
  • Ferrajoli e Hulsman. Garantismo ou abolicionismo?
  • Ferri. Garofalo, Lombroso e Ferri. A criminologia positivista.
  • Fiança. Ainda sobre a fiança. GeorgRusche e Otto Kirchheimer. Pensamento.
  • Fiança. Apogeu e decadência da fiança. Georg Rusche e Otto Kirchheimer. Pensamento
  • Fiança à prisão. Georg Rusche e Otto Kirchheimer. Pensamento
  • Figueiredo Dias. Sociedade de risco
  • Força. Relações entre disciplina, tempo e força. Michel Foucault. Pensamento.
  • Formalidade e minimalismo. Jesús-María Silva Sánchez. Pensamento
  • Francesco Carrara. Alessandro Baratta. Pensamento
  • Função do cárcere. Dario Melossi eMassimo Pavarini. Pensamento
  • Função legitimadora da criminologia. Lola Aniyar de Castro. Pensamento
  • Função política da seleção policizante e da imagem bélica. Zaffaroni Batista, Alagia e Slokar.
  • Fundamentos do novo sistema. Michel Foucault. Pensamento
  • Futuro da criminologia. Augusto Thompson.

G

  • Gabinetes de identificação e institutosde criminologia. Rosa Del Olmo.
  • Galés. Georg Rusche e Otto Kirchheimer. Pensamento
  • Garantia. Processo, garantia e expectativas. Günther Jakobs. Pensamento.
  • Garantias. Personagens e funções das garantias. Eugenio Raúl Zaffaroni. Pensamento.
  • Garantias. Rigor das punições e o grau das garantias. Jesús-María Silva Sánchez. Pensamento
  • Garantias processuais. Georg Rusche e Otto Kirchheimer. Pensamento.
  • Garantismo. Conceito de garantismo. Luigi Ferrajoli
  • Garantismo ou abolicionismo? Ferrajoli e Hulsman
  • Garofalo, Lombroso e Ferri. A criminologia positivista
  • Georg Rusche. Pensamento de Georg Rusche e Otto Kirchheimer. Punição e estrutura social.
  • Georg Rusche e Otto Kirchheimer. Pensamento. A administração da pobreza
  • Georg Rusche e Otto Kirchheimer. Pensamento. A pena de prisão
  • Georg Rusche e Otto Kirchheimer. Pensamento. A política criminal de classes no sistema carcerário
  • Georg Rusche e Otto Kirchheimer. Pensamento. Abolição da deportação II.
  • Georg Rusche e Otto Kirchheimer. Pensamento. Abolição da deportação I
  • Georg Rusche e Otto Kirchheimer. Pensamento. Ainda sobre a fiança
  • Georg Rusche e Otto Kirchheimer. Pensamento. Apogeu e decadência da fiança
  • Georg Rusche e Otto Kirchheimer. Pensamento. As galés.
  • Georg Rusche e Otto Kirchheimer. Pensamento. Aumento da criminalidade e do rigor punitivo
  • Georg Rusche e Otto Kirchheimer. Pensamento. Breve relato histórico do século XV.
  • Georg Rusche e Otto Kirchheimer. Pensamento. Confinamento solitário na Europa
  • Georg Rusche e Otto Kirchheimer. Pensamento. Confinamento solitário nos Estados Unidos
  • Georg Rusche e Otto Kirchheimer. Pensamento. Consagração da pena de prisão.
  • Georg Rusche e Otto Kirchheimer. Pensamento. Da fiança à prisão
  • Georg Rusche e Otto Kirchheimer. Pensamento. Declínio e apogeu da prisão
  • Georg Rusche e Otto Kirchheimer. Pensamento. Deportação.
  • Georg Rusche e Otto Kirchheimer. Pensamento. Direito Penal fascista
  • Georg Rusche e Otto Kirchheimer. Pensamento. Duas constatações sobre as casas de correção.
  • Georg Rusche e Otto Kirchheimer. Pensamento. Efeitos da revolução industrial na prisão
  • Georg Rusche e Otto Kirchheimer. Pensamento. Efeitos do Direito Penal fascista.
  • Georg Rusche e Otto Kirchheimer. Pensamento. Evolução histórica do sistema punitivo
  • Georg Rusche e Otto Kirchheimer. Pensamento. Garantias processuais.
  • Georg Rusche e Otto Kirchheimer. Pensamento. Guerra e criminalidade
  • Georg Rusche e Otto Kirchheimer. Pensamento. Introdução.
  • Georg Rusche e Otto Kirchheimer. Pensamento. Mudança de paradigmas. Fins do século XIX.
  • Georg Rusche e Otto Kirchheimer. Pensamento. Mudanças institucionais do fim do mercantilismo.
  • Georg Rusche e Otto Kirchheimer. Pensamento. O crime como doença
  • Georg Rusche e Otto Kirchheimer. Pensamento. O endurecimento das penas e a condição social do condenado
  • Georg Rusche e Otto Kirchheimer. Pensamento. O surgimento da casa de correção
  • Georg Rusche e Otto Kirchheimer. Pensamento. Origens do sistema carcerário
  • Georg Rusche e Otto Kirchheimer. Pensamento. Política criminal e cifras criminais e conclusão
  • Georg Rusche e Otto Kirchheimer. Pensamento. Problemas da pena de prisão.
  • Georg Rusche e Otto Kirchheimer. Pensamento. Revolução industrial
  • Globalização do Direito Penal. Jesús-María Silva Sánchez. Pensamento
  • Globalização e Direito Penal.Sérgio Salomão Shecaira
  • Globalização e integração como multiplicadores do expansionismo penal. Jesús-María Silva Sánchez. Pensamento
  • Globalização e microcriminalidade. Jesús-María Silva Sánchez. Pensamento.
  • Governo da Miséria. Alessandro de Giorgi
  • Grupos da sociedade pós-modernista. Jock Young. Pensamento
  • Guerra e criminalidade. Georg Rusche e Otto Kirchheimer. Pensamento.
  • Guerra e sistema penal. Eugenio Raúl Zaffaroni. Pensamento.
  • Guerra e sistema penal. Eugenio Raúl Zaffaroni. Pensamento.
  • Guerra e sistema penal II. Eugenio Raúl Zaffaroni. Pensamento
  • Günther Jakobs. Pensamento. Cidadãos e inimigos
  • Günther Jakobs. Pensamento. Direito Penal do cidadão e Direito Penal do inimigo
  • Günther Jakobs. Pensamento. Direito Penal do inimigo
  • Günther Jakobs. Pensamento. Direito Penal do inimigo
  • Günther Jakobs. Pensamento. DireitoPenal simbólico e punitivismo
  • Günther Jakobs. Pensamento. Introdução.
  • Günther Jakobs. Pensamento. Processo, garantia e expectativas.

H

  • Hannah Arendt. Pensamento. A razão violenta ou a violência racional
  • Hannah Arendt. Pensamento. Novos riscos antigos
  • Hannah Arendt. Pensamento. O suicídio universal
  • Hannah Arendt. Pensamento. Sobre a violência.
  • Hannah Arendt. Pensamento. Um acordo semântico necessário.
  • Hannah Arendt. Pensamento. Violência orgânica
  • Hannah Arendt. Pensamento. Violência x poder.
  • História, política e teoria do realismo marginal. Eugenio Raúl Zaffaroni. Pensamento.
  • Histórico. Breve relato histórico do século XV. Georg Rusche e Otto Kirchheimer. Pensamento.
  • Histórico. Modelo feudal para o modelo burguês. Dario Melossi e Massimo Pavarini. Pensamento
  • Humanização das penas. Michel Foucault. Pensamento

I

  • Idealismo. Teorias realistas versus teorias idealistas. Eugenio Raúl Zaffaroni. Pensamento
  • Ideologia. Teorias da ideologia da defesa social. Alessandro Baratta. Pensamento
  • Ilegalidade do sistema. Eugenio Raúl Zaffaroni. Pensamento
  • Imagem bélica. Função política da seleção policizante e da imagem bélica. Zaffaroni, Batista, Alagia e Slokar.
  • Importação do saber.Rosa Del Olmo.
  • Impulso industrial e controle social. Dario Melossi e Massimo Pavarini. Pensamento
  • Inexistência de culpabilidade. Eugenio Raúl Zaffaroni. Pensamento.
  • Inexistência do crime. Eugenio Raúl Zaffaroni. Pensamento.
  • Inimigo. Direito Penal do cidadão e Direito Penal do inimigo. Günther Jakobs. Pensamento.
  • Inimigo. Direito Penal do inimigo. Günther Jakobs. Pensamento.
  • Inimigo. Direito Penal do inimigo. Pensamento de Günther Jakobs
  • Inimigo e cidadão. GüntherJakobs. Pensamento
  • Inimigo no Direito Penal. Zaffaroni
  • Inspeção penal. Jesús-María Silva Sánchez. Pensamento
  • Integração. Globalização e integração como multiplicadores do expansionismo penal. Jesús-María Silva Sánchez. Pensamento.
  • Introdução crítica ao Direito Penal brasileiro. Pensamento de Nilo Batista.

J

  • Jean-Paul Marat. Pensamento. Dario Melossi e Massimo Pavarini. Considerações.
  • Jesús-María Silva Sánchez. Pensamento. A administrativização do Direito Penal.
  • Jesús-María Silva Sánchez. Pensamento. A esquerda punitiva
  • Jesús-María Silva Sánchez. Pensamento . A formalidade e o minimalismo
  • Jesús-María Silva Sánchez. Pensamento. A inspeção penal.
  • Jesús-María Silva Sánchez. Pensamento. A missão do Direito Penal
  • Jesús-María Silva Sánchez. Pensamento. A terceira velocidade do Direito Penal.
  • Jesús-María Silva Sánchez. Pensamento. Duas velocidades do Direito Penal.
  • Jesús-María Silva Sánchez. Pensamento . Globalização do Direito Penal
  • Jesús-María Silva Sánchez. Pensamento. Globalização e integração como multiplicadores do expansionismo penal.
  • Jesús-María Silva Sánchez. Pensamento. Globalização e microcriminalidade
  • Jesús-María Silva Sánchez.Pensamento. Introdução.
  • Jesús-María Silva Sánchez. Pensamento. Maioria e vítima.
  • Jesús-María Silva Sánchez. Pensamento. O paradigma dos delitos de acumulação
  • Jesús-María Silva Sánchez. Pensamento. O resgate da neutralização
  • Jesús-María Silva Sánchez. Pensamento. O rigor das punições e o grau das garantias
  • Jesús-María Silva Sánchez. Pensamento. Sociedade do medo
  • Jesús-María Silva Sánchez. Pensamento. Sujeitos passivos.
  • Jock Young. Pensamento. A bulimia.
  • Jock Young. Pensamento. A crise da criminologia
  • Jock Young. Pensamento. A desmistificação da tolerância zero.
  • Jock Young. Pensamento. Combater a criminalidade
  • Jock Young. Pensamento. Déficit ou privação relativa
  • Jock Young. Pensamento. Demonização e beatificação.
  • Jock Young. Pensamento. Desafios da modernidade recente.
  • Jock Young. Pensamento. Diferença e dificuldade
  • Jock Young. Pensamento. Essencialismo e demonização do outro.
  • Jock Young. Pensamento. Falácias da tolerância zero
  • Jock Young. Pensamento. Fatores da revolução social pós-moderna
  • Jock Young. Pensamento. Introdução
  • Jock Young. Pensamento. Meritocracia, desigualdade e família
  • Jock Young. Pensamento. Novos métodos para uma nova realidade.
  • Jock Young. Pensamento. O epoché multicultural.
  • Jock Young. Pensamento. O outro sou eu.
  • Jock Young. Pensamento. O projeto modernista.
  • Jock Young. Pensamento. O projeto pós-modernista.
  • Jock Young. Pensamento. Os grupos da sociedade pós-modernista
  • Jock Young. Pensamento. Umwelt e medo
  • John Howard. Relatos. Dario Melossie Massimo Pavarini. Pensamento
  • Juarez Cirino dos Santos. Pensamento. A criminologia radical
  • Juarez Cirino dos Santos. Pensamento. Conceito proletário de crime.
  • Juarez Cirino dos Santos. Pensamento. Introdução.
  • Juarez Cirino dos Santos. Pensamento. Matrizes teóricas da criminologia radical.
  • Juarez Cirino dos Santos. Pensamento. Modo de produção e sistema de punição
  • Juarez Cirino dos Santos. Pensamento. O marxismo aplicado à Teoria Geral do Direito
  • Juarez Cirino dos Santos. Pensamento. Origens, características e funções da prisão
  • Juarez Cirino dos Santos. Pensamento. Política criminal alternativa da criminologia radical.
  • Juarez Cirino dos Santos. Pensamento. Pressupostos criminológicos à criminologia radical.
  • Justiça penal. Cartas de princípios dos modelos de Justiça Penal. Antonio Beristain. Pensamento
  • Justiça recriadora. Antonio Beristain. Pensamento

L

  • Libertação. Pensamento de Lola Aniyar de Castro. Criminologia da libertação
  • Localização dacriminologia.
  • Lola Aniyar de Castro. Pensamento. Criminologia da libertação.
  • Lola Aniyar de Castro. Pensamento. Função legitimadora da criminologia.
  • Lola Aniyar de Castro. Pensamento. Introdução
  • Lola Aniyar de Castro. Pensamento. O método
  • Lola Aniyar de Castro. Pensamento. Surgimento da criminologia da libertação
  • Lombroso. Garofalo, Lombroso e Ferri. A criminologia positivista
  • Louk Hulsman. Pensamento. A abolição do sistema penal
  • Louk Hulsman. Pensamento. Demolindo mitos
  • Louk Hulsman. Pensamento. Deslegitimando o sistema penal
  • Louk Hulsman. Pensamento. Diferenças, violência e estatísticas
  • Louk Hulsman. Pensamento. O rótulo do crime.
  • Louk Hulsman. Pensamento. Penas perdidas
  • Louk Hulsman. Pensamento. Poema de Castro Alves.
  • Louk Hulsman. Pensamento. Processo fictício.
  • Loïc Wacquant. Pensamento. Como abolir a prisão.
  • Loïc Wacquant. Pensamento. Críticas à reforma social dos EUA de 1996
  • Loïc Wacquant. Pensamento. Efeitos da reforma americana de 1996.
  • Loïc Wacquant. Pensamento. Evolução da penalidade na escalada do neoliberalismo.
  • Loïc Wacquant. Pensamento. Fatores do aumento da demografia carcerária.
  • Loïc Wacquant. Pensamento. Introdução
  • Loïc Wacquant. Pensamento. O Estado híbrido
  • Loïc Wacquant. Pensamento. Panorama da abordagem punitiva
  • Loïc Wacquant. Pensamento. Punir os pobres.
  • Loïc Wacquant. Pensamento. Recuo assistencialista e avanço punitivo
  • Loïc Wacquant. Pensamento. Tolerância zero
  • Luigi Ferrajoli. As doutrinas abolicionistas.
  • Luigi Ferrajoli. Conceito de garantismo.
  • Luigi Ferrajoli. Modelos de Direito Penal.

M

  • Maioria e vítima. Jesús-María S ilva Sánchez. Pensamento
  • Marginal. Conceito de realismo e conceito de marginal. Eugenio Raúl Zaffaroni. Pensamento
  • Marxismo aplicado à Teoria Geral do Direito. Juarez Cirino dos Santos. Pensamento
  • Massimo Pavarini. Pensamento de Dario Melossi e Massimo Pavarini. Cárcere e fábrica.
  • Matrizes teóricas da criminologia radical. Juarez Cirino dos Santos. Pensamento
  • Medo. Sociedade do medo. Jesús-María Silva Sánchez. Pensamento.
  • Medo. Umwelt e medo. Jock Young. Pensamento
  • Mercantilismo. Mudanças institucionais do fim do mercantilismo. Georg Rusche e Otto Kirchheimer. Pensamento.
  • Meritocracia, desigualdade e família. Jock Young. Pensamento
  • Método. Lola Aniyar deCastro. Pensamento.
  • Michel Foucault. Pensamento.A sanção normalizadora.
  • Michel Foucault. Pensamento. Apogeu e decadência dos suplícios.
  • Michel Foucault. Pensamento. Carruagem panóptica
  • Michel Foucault. Pensamento. Conceito de suplício e processo criminal.
  • Michel Foucault. Pensamento. Confissão e tortura
  • Michel Foucault. Pensamento. Críticas e princípios da prisão.
  • Michel Foucault. Pensamento.Decadência dos suplícios
  • Michel Foucault. Pensamento. Distribuição do espaço disciplinar
  • Michel Foucault. Pensamento. Distribuição do tempo disciplinar
  • Michel Foucault. Pensamento. Duas regras finais de uma semiotécnica da pena
  • Michel Foucault. Pensamento. Execução e funções do suplício
  • Michel Foucault. Pensamento. Execuçãopenal e Direito Penal de autor.
  • Michel Foucault. Pensamento. Fundamentos do novo sistema
  • Michel Foucault. Pensamento. Humanização das penas
  • Michel Foucault. Pensamento. Modelos prisionais
  • Michel Foucault. Pensamento. O carcerário.
  • Michel Foucault. Pensamento. O exame
  • Michel Foucault. Pensamento. O olhar
  • Michel Foucault. Pensamento. Os reformadores do século XVIII
  • Michel Foucault. Pensamento. Panoptismo.
  • Michel Foucault. Pensamento. Pena de prisão
  • Michel Foucault. Pensamento. Princípios da prisão.
  • Michel Foucault. Pensamento. Prisão e delinquência.
  • Michel Foucault. Pensamento. Prisão: fracasso ou sucesso?.
  • Michel Foucault. Pensamento. Quatro eixos de partida
  • Michel Foucault. Pensamento. Relaçõesentre disciplina, tempo e força
  • Michel Foucault. Pensamento. Resumo sobre a disciplina.
  • Michel Foucault. Pensamento. Sistema punitivo do século XVIII.
  • Michel Foucault. Pensamento. Tecnologia do corpo e microfísica do poder.
  • Michel Foucault. Pensamento. Transição e desaparecimento dos suplícios.
  • Michel Foucault. Pensamento. Transição histórica de modelos disciplinares
  • Microcriminalidade e globalização. Jesús-María Silva Sánchez. Pensamento.
  • Microfísica do poder. Tecnologia docorpo e microfísica do poder. Michel Foucault. Pensamento.
  • Microssociologia, macrossociologia e criminologia positivista. Alessandro Baratta. Pensamento
  • Mídia. Papel da mídia na conservação das agências não judiciais. Eugenio Raúl Zaffaroni. Pensamento
  • Minimalismo e formalidade. Jesús-María Silva Sánchez. Pensamento.
  • Miséria. O governo da Miséria. Alessandro de Giorgi
  • Missão do Direito Penal. Jesús-María Silva Sánchez. Pensamento.
  • Missão do Direito Penal. Nilo Batista. Pensamento
  • Modelo disciplinar. Transição histórica de modelos disciplinares. Michel Foucault. Pensamento.
  • Modelos de Direito Penal. Luigi Ferrajoli.
  • Modelos prisionais. Michel Foucault. Pensamento
  • Modernidade. Desafios da modernidade recente. Jock Young. Pensamento.
  • Modernidade líquida. Zygmunt Bauman.
  • Moderno ao pós-moderno. Zygmunt Bauman.
  • Modo de produção e sistema de punição. Juarez Cirino dos Santos. Pensamento
  • Movimento antiterror. René Ariel Dotti. .
  • Movimento antiterror II. René Ariel Dotti
  • Mudança de paradigmas. Fins do século XIX. Georg Rusche e Otto Kirchheimer. Pensamento
  • Mudanças institucionais do fim do mercantilismo. Georg Rusche e Otto Kirchheimer. Pensamento

N

  • Neoliberalismo. Evolução da penalidade na escalada do neoliberalismo. Loïc Wacquant. Pensamento
  • Neutralização. Resgate da neutralização. Jesús-María Silva Sánchez. Pensamento
  • New Poor Law. Dario Melossi e Massimo Pavarini. Pensamento.
  • Nilo Batista. Pensamento. A expressão "Direito Penal"
  • Nilo Batista. Pensamento. A missão do Direito Penal.
  • Nilo Batista. Pensamento. Criminologia e políticacriminal
  • Nilo Batista. Pensamento. DireitoPenal como Direito Público
  • Nilo Batista. Pensamento. Introdução
  • Nilo Batista. Pensamento. Introdução crítica ao Direito Penal brasileiro.
  • Nova criminologia à luz do Direito Penal e da vitimologia. Pensamento de Antonio Beristain
  • Novos métodos para uma nova realidade. Jock Young. Pensamento.
  • Novos riscos antigos. Hannah Arendt. Pensamento

O

  • O carcerário. Michel Foucault. Pensamento.
  • O crime como doença. Georg Rusche e Otto Kirchheimer. Pensamento
  • O endurecimento das penas e a condição social do condenado. Georg Rusche e Otto Kirchheimer. Pensamento
  • O epoché multicultural. Jock Young. Pensamento.
  • O exame. Michel Foucault. Pensamento
  • O futuro da criminologia. Augusto Thompson.
  • O governo da Miséria. Alessandro de Giorgi
  • O inimigo no Direito Penal. Zaffaroni.
  • O marxismo aplicado à Teoria Geral do Direito. Juarez Cirino dos Santos. Pensamento.
  • O olhar. Michel Foucault. Pensamento
  • O outro sou eu. Jock Young. Pensamento
  • Objetivos político-criminais do realismo marginal e táticas para alcançá-los. Eugenio Raúl Zaffaroni. Pensamento.
  • Objeto da criminologia.
  • Origens, características e funções da prisão. Juarez Cirino dos Santos. Pensamento.
  • Origens do sistema carcerário. Georg Rusche e Otto Kirchheimer. Pensamento.
  • Otimismo e pessimismo. Eugenio Raúl Zaffaroni. Pensamento.
  • Otto Kirchheimer. Pensamento de Georg Rusche e Otto Kirchheimer. Punição e estrutura social

P

  • Painel de teorias deslegitimantes. Eugenio Raúl Zaffaroni. Pensamento
  • Panoptismo. Carruagem panóptica. Michel Foucault. Pensamento.
  • Panoptismo. Michel Foucault. Pensamento.
  • Panorama da abordagem punitiva. Loïc Wacquant. Pensamento
  • Panótico. Dario Melossi e Massimo Pavarini. Pensamento.
  • Papel da mídia na conservação dasagências não judiciais. Eugenio Raúl Zaffaroni. Pensamento
  • Paradigma dos delitos de acumulação.Jesús-María Silva Sánchez. Pensamento.
  • Passividade. Sujeitos passivos. Jesús-María Silva Sánchez. Pensamento
  • Patologia. Criminologia liberal contemporânea e concepções patológicas. Alessandro Baratta. Pensamento
  • Pena. Conceito de pena. EugenioRaúl Zaffaroni. Pensamento.
  • Pena. Duas regras finais de uma semiotécnica da pena. Michel Foucault. Pensamento
  • Pena. Humanização das penas. Michel Foucault. Pensamento.
  • Pena. O endurecimento das penas e a condição social do condenado. Georg Rusche e Otto Kirchheimer. Pensamento.
  • Pena. Reais funções da pena. Alessandro Baratta. Pensamento
  • Pena de prisão. Georg Rusche e Otto Kirchheimer. Pensamento.
  • Pena de prisão. Michel Foucault. Pensamento
  • Penalidade. Evolução da penalidadena escalada do neoliberalismo. Loïc Wacquant. Pensamento
  • Penas perdidas. Pensamento de Louk Hulsman
  • Penitenciária. Características comuns aos modelos penitenciários. Dario Melossi e Massimo Pavarini. Pensamento
  • Penitenciária, Código Penal e criminologia. Rosa Del Olmo.
  • Penitenciária. Dois modelos de penitenciária. Dario Melossi e Massimo Pavarini. Pensamento
  • Penitenciária. Exploração do trabalho penitenciário. Dario Melossi e Massimo Pavarini. Pensamento
  • Pensamento. Outros pensamentos
  • Pensamento de Alessandro Baratta. Criminologia crítica e crítica do Direito Penal.
  • Pensamento de Antonio Beristain. Nova criminologia à luz do Direito Penal e da vitimologia
  • Pensamento de Dario Melossi e Massimo Pavarini. Cárcere e fábrica.
  • Pensamento de Eugenio Raúl Zaffaroni. Em busca das penas perdidas.
  • Pensamento de Georg Rusche e Otto Kirchheimer. Punição e estrutura social.
  • Pensamento de Günther Jakobs.Direito Penal do inimigo.
  • Pensamento de Hannah Arendt. Sobre a violência.
  • Pensamento de Jean-Paul Marat. Dario Melossi e Massimo Pavarini. Pensamento.
  • Pensamento de Jesús-María Silva Sánchez. A expansão do Direito Penal.
  • Pensamento de Jock Young. A sociedade excludente
  • Pensamento de Juarez Cirino dos Santos. A criminologia radical.
  • Pensamento de Lola Aniyar de Castro. Criminologia da libertação.
  • Pensamento de Louk Hulsman. Penas perdidas
  • Pensamento de Loïc Wacquant. Punir os pobres.
  • Pensamento de Michel Foucault. Vigiar e punir
  • Pensamento de Nilo Batista. Introduçãocrítica ao Direito Penal brasileiro.
  • Pensamento de Rosa Del Olmo. A América Latina e sua criminologia
  • Perdão. Antonio Beristain. Pensamento
  • Personagens e funções das garantias. Eugenio Raúl Zaffaroni. Pensamento.
  • Pessimismo ou otimismo. Eugenio Raúl Zaffaroni. Pensamento
  • Pobreza. Pensamento de Loïc Wacquant. Punir os pobres
  • Poder. Saber versus poder. Eugenio Raúl Zaffaroni. Pensamento
  • Poder. Violência x poder. Hannah Arendt. Pensamento.
  • Poder e sistema penal. Zaffaroni, Batista, Alagia e Slokar.
  • Poema de Castro Alves. Louk Hulsman. Pensamento.
  • Policização. Universidade, criminalização e policização. Eugenio Raúl Zaffaroni. Pensamento.
  • Política criminal alternativa. Alessandro Baratta. Pensamento
  • Política criminal alternativa da criminologia radical. Juarez Cirino dos Santos. Pensamento
  • Política criminal de classes no sistema carcerário. Georg Rusche e Otto Kirchheimer. Pensamento.
  • Política criminal e cifras criminais e conclusão. Georg Rusche e Otto Kirchheimer. Pensamento.
  • Política criminal e criminologia.Nilo Batista. Pensamento
  • Predisposição de ser vítima. Antonio Beristain. Pensamento.
  • Pressupostos criminológicos à criminologia radical. Juarez Cirino dos Santos. Pensamento
  • Princípios. Eugenio RaúlZaffaroni. Pensamento.
  • Princípios da prisão. Michel Foucault. Pensamento.
  • Prisão. A pena de prisão. Georg Rusche e Otto Kirchheimer. Pensamento
  • Prisão. Como abolir a prisão. Loïc Wacquant. Pensamento.
  • Prisão. Consagração da pena de prisão. Georg Rusche e Otto Kirchheimer. Pensamento
  • Prisão. Críticas e princípios da prisão. Michel Foucault. Pensamento
  • Prisão. Da fiança à prisão. Georg Rusche e Otto Kirchheimer. Pensamento.
  • Prisão. Declínio e apogeu da prisão. Georg Rusche e Otto Kirchheimer. Pensamento
  • Prisão. Efeitos da revolução industrial na prisão. Georg Rusche e Otto Kirchheimer. Pensamento
  • Prisão. Modelos prisionais. Michel Foucault. Pensamento
  • Prisão. Origens, características e funções da prisão. Juarez Cirino dos Santos. Pensamento.
  • Prisão. Pena de prisão. Michel Foucault. Pensamento
  • Prisão. Princípios da prisão. Michel Foucault. Pensamento.
  • Prisão. Problemas da pena de prisão. Georg Rusche e Otto Kirchheimer. Pensamento
  • Prisão e delinquência. Michel Foucault. Pensamento
  • Prisão: fracasso ou sucesso?. Michel Foucault. Pensamento.
  • Privação relativa oudéficit. Jock Young. Pensamento.
  • Problemas da pena de prisão. Georg Rusche e Otto Kirchheimer. Pensamento.
  • Pobreza. Administração da pobreza. Georg Rusche e Otto Kirchheimer. Pensamento
  • Processo. Garantias processuais. Georg Rusche e Otto Kirchheimer. Pensamento
  • Processo criminal. Conceito de suplício e processo criminal. Michel Foucault. Pensamento.
  • Processo fictício. Louk Hulsman. Pensamento
  • Processo, garantia e expectativas.Günther Jakobs. Pensamento
  • Produção. Modo de produção e sistema de punição. Juarez Cirino dos Santos. Pensamento.
  • Projeto modernista. JockYoung. Pensamento
  • Projeto pós-modernista. Jock Young. Pensamento.
  • Punição. Modo de produção e sistema de punição. Juarez Cirino dos Santos. Pensamento
  • Punição. Rigor das punições e o grau das garantias. Jesús-María Silva Sánchez. Pensamento
  • Punição. Sistema punitivo do século XVIII. Michel Foucault. Pensamento
  • Punição e estrutura social. Pensamento de Georg Rusche e Otto Kirchheimer
  • Punir os pobres. Pensamento de Loïc Wacquant.
  • Punitivismo. Direito Penal simbólico e punitivismo. Günther Jakobs. Pensamento.

Q

  • Quatro eixos de partida. Michel Foucault. Pensamento

R

  • Racionalidade. Razão violenta ou a violência racional. Hannah Arendt. Pensamento.
  • Rasp-Huis e Bridewell. Dario Melossi e Massimo Pavarini. Pensamento
  • Razão violenta ou a violência racional. Hannah Arendt. Pensamento.
  • Reação legitimante. Eugenio RaúlZaffaroni. Pensamento
  • Reais funções da pena. Alessandro Baratta. Pensamento.
  • Realidade. Novos métodos para uma nova realidade. Jock Young. Pensamento.
  • Realismo. Conceito de realismo e conceito de marginal. Eugenio Raúl Zaffaroni. Pensamento.
  • Realismo. Teorias realistasversus teorias idealistas. Eugenio Raúl Zaffaroni. Pensamento.
  • Realismo marginal. História, política eteoria do realismo marginal. Eugenio Raúl Zaffaroni. Pensamento
  • Realismo marginal. Objetivos político-criminais do realismo marginal e táticas para alcançá-los. EugenioRaúl Zaffaroni. Pensamento
  • Recepção Alemã do Labeling Approach I. Alessandro Baratta. Pensamento.
  • Recepção Alemã do Labeling Approach II. Alessandro Baratta. Pensamento.
  • Recepção Alemã doLabeling Approach III. Alessandro Baratta. Pensamento.
  • Recuo assistencialista e avanço punitivo. Loïc Wacquant. Pensamento
  • Reetização do Direito Penal. Eugenio Raúl Zaffaroni. Pensamento
  • Referências.
  • Reformadores do século XVIII. Michel Foucault. Pensamento
  • Relações entre disciplina, tempo e força. Michel Foucault. Pensamento.
  • Relações entre sistema penal e dados sociais. Zaffaroni, Batista, Alagia e Slokar
  • Relatos de John Howard. Dario Melossi e Massimo Pavarini. Pensamento
  • Religião, arte e voluntariado. Antonio Beristain. Pensamento.
  • René Ariel Dotti. Movimento antiterror.
  • René Ariel Dotti. Movimento antiterror II
  • Resgate da neutralização. Jesús-María Silva Sánchez. Pensamento
  • Responsabilidade da agência judicial. Eugenio Raúl Zaffaroni. Pensamento.
  • Resumo sobre a disciplina. Michel Foucault. Pensamento.
  • Revendo o Talião. Antonio Beristain. Pensamento.
  • Revolução industrial. Efeitos da revolução industrial na prisão. Georg Rusche e Otto Kirchheimer. Pensamento.
  • Revolução industrial. Georg Rusche eOtto Kirchheimer. Pensamento
  • Revolução social pós-moderna. Fatores. Jock Young. Pensamento.
  • Rigor das punições e o grau das garantias. Jesús-María Silva Sánchez. Pensamento
  • Rigor punitivo. Aumento da criminalidade e do rigor punitivo. Georg Rusche e Otto Kirchheimer. Pensamento.
  • Risco. Sociedade de risco. Figueiredo Dias
  • Risco. Sociedade de risco. Ulrich Beck.
  • Rodrigo Sánchez Rios. Criminologia e delinquência econômica.
  • Rosa Del Olmo. A penitenciária, oCódigo Penal e a criminologia
  • Rosa Del Olmo. Congressos.
  • Rosa Del Olmo. Defesa social.
  • Rosa Del Olmo. Gabinetes de identificação e institutos de criminologia.
  • Rosa Del Olmo. Importação do saber.
  • Rosa Del Olmo. Pensamento. A América Latina e sua criminologia
  • Rosa Del Olmo. Pensamento. Introdução.
  • Rotina
  • Rótulo do crime. Louk Hulsman. Pensamento

S

  • Saber. Importação do saber. Rosa Del Olmo.
  • Saber versus poder. Eugenio Raúl Zaffaroni. Pensamento.
  • Sanção normalizadora. Michel Foucault. Pensamento
  • Seleção policizante. Função política da seleção policizante e da imagem bélica. Zaffaroni, Batista, Alagia e Slokar.
  • Semiotécnica da pena. Duas regras finais de uma semiotécnica da pena. Michel Foucault. Pensamento
  • Sérgio Salomão Shecaira. Direito Penal e globalização
  • Sistema carcerário. A política criminal de classes no sistema carcerário. Georg Rusche e Otto Kirchheimer. Pensamento
  • Sistema carcerário. Origens. Georg Rusche e Otto Kirchheimer. Pensamento.
  • Sistema manufatureiro. Colapso. Dario Melossi e Massimo Pavarini. Pensamento.
  • Sistema penal. Abolição. Louk Hulsman. Pensamento
  • Sistema penal. Deslegitimando. Louk Hulsman. Pensamento.
  • Sistema penal. Relações entre sistema penal e dados sociais. Zaffaroni, Batista, Alagia e Slokar
  • Sistema penal e guerra. Eugenio Raúl Zaffaroni. Pensamento.
  • Sistema penal e poder. Zaffaroni, Batista, Alagia e Slokar
  • Sistema penal e sistema escolar I.Alessandro Baratta. Pensamento.
  • Sistema penal e sistema escolar II.Alessandro Baratta. Pensamento.
  • Sistema punitivo. Evolução histórica. Georg Rusche e Otto Kirchheimer. Pensamento
  • Sistema punitivo do século XVIII.Michel Foucault. Pensamento.
  • Slokar. Zaffaroni, Batista, Alagia e Slokar. Criminalização primária e secundária.
  • Slokar. Zaffaroni, Batista, Alagia e Slokar. Criminalização secundária e vitimização
  • Slokar. Zaffaroni, Batista, Alagia eSlokar. Encruzilhadas teóricas.
  • Slokar. Zaffaroni, Batista, Alagia e Slokar. Função política da seleção policizante e da imagem bélica
  • Slokar. Zaffaroni, Batista, Alagia e Slokar. Relações entre sistema penal e dados sociais.
  • Slokar. Zaffaroni, Batista, Alagia eSlokar. Sistema penal e poder.
  • Sobre a violência. Pensamento de Hannah Arendt.
  • Sobre o futuro do Direito Penal. Claus Roxin
  • Sociedade. Relações entre sistema penal e dados sociais. Zaffaroni, Batista, Alagia e Slokar.
  • Sociedade de risco.Figueiredo Dias
  • Sociedade de risco. Ulrich Beck.
  • Sociedade do medo. Jesús-María Silva Sánchez. Pensamento.
  • Sociedade do risco. Ulrich Beck II.
  • Sociedade excludente. Pensamento de Jock Young
  • Sociologia jurídica e sociologia jurídico-Penal. Alessandro Baratta. Pensamento
  • Suicídio universal. Hannah Arendt. Pensamento
  • Sujeitos passivos. Jesús-María Silva Sánchez. Pensamento.
  • Suplício. Apogeu e decadência dos suplícios. Michel Foucault. Pensamento.
  • Suplício. Conceito de suplício e processo criminal. Michel Foucault. Pensamento
  • Suplício. Decadência dossuplícios. Michel Foucault. Pensamento
  • Suplício. Execução e funções do suplício . Michel Foucault. Pensamento
  • Suplício. Transição e desaparecimento dos suplícios. Michel Foucault. Pensamento
  • Surgimento da casa de correção. Georg Rusche e Otto Kirchheimer. Pensamento.
  • Surgimento da criminologia da libertação. Lola Aniyar de Castro. Pensamento.

T

  • Tecnologia. Efeitos positivos e negativos do avanço tecnológico. Eugenio Raúl Zaffaroni. Pensamento
  • Tecnologia do corpo e microfísica do poder. Michel Foucault. Pensamento.
  • Tempo. Relações entre disciplina, tempo e força. Michel Foucault. Pensamento.
  • Tempo disciplinar. Distribuição. Michel Foucault. Pensamento.
  • Teoria Geral do Direito. O marxismo aplicado. Juarez Cirino dos Santos. Pensamento.
  • Teoria do Labeling Approach I. Alessandro Baratta. Pensamento.
  • Teoria do Labeling Approach II. Alessandro Baratta. Pensamento.
  • Teoria do Labeling Approach III. Alessandro Baratta. Pensamento
  • Teorias da ideologia da defesa social. Alessandro Baratta. Pensamento.
  • Teorias das subculturas criminais. Alessandro Baratta. Pensamento
  • Teorias das técnicas de neutralização. Alessandro Baratta. Pensamento
  • Teorias deslegitimantes. Painel. Eugenio Raúl Zaffaroni. Pensamento
  • Teorias do Conflito I. Alessandro Baratta. Pensamento.
  • Teorias do Conflito II. Alessandro Baratta. Pensamento.
  • Teorias do Conflito III. Alessandro Baratta. Pensamento
  • Teorias do Conflito IV. Alessandro Baratta. Pensamento
  • Teorias funcionalistas I. Alessandro Baratta. Pensamento
  • Teorias funcionalistas II. Alessandro Baratta. Pensamento.
  • Teorias psicanalíticas. Alessandro Baratta. Pensamento
  • Teorias realistas versus teorias idealistas. Eugenio Raúl Zaffaroni. Pensamento.
  • Terceira velocidade do Direito Penal. Jesús-María Silva Sánchez. Pensamento.
  • Tipicidade e conduta. Eugenio Raúl Zaffaroni. Pensamento.
  • Tolerância zero. Desmistificação.Jock Young. Pensamento
  • Tolerância zero. Falácias. Jock Young. Pensamento.
  • Tolerância zero. Loïc Wacquant. Pensamento
  • Tortura e confissão. Michel Foucault. Pensamento.
  • Transição e desaparecimento dos suplícios. Michel Foucault. Pensamento.
  • Transição histórica de modelos disciplinares. Michel Foucault. Pensamento
  • Três revoluções da América Latina. Eugenio Raúl Zaffaroni. Pensamento

U

  • Ulrich Beck. Sociedade de risco.
  • Ulrich Beck II. Sociedade do risco.
  • Um acordo semântico necessário. Hannah Arendt. Pensamento.
  • Umwelt e medo. Jock Young. Pensamento.
  • Universidade, criminalização e policização. Eugenio Raúl Zaffaroni. Pensamento
  • Uso alternativo do Direito. Eugenio Raúl Zaffaroni. Pensamento

V

  • Vigiar e punir. Pensamento de Michel Foucault
  • Violência. Diferenças, violência e estatísticas. Louk Hulsman. Pensamento
  • Violência. Razão violenta ou a violência racional. Hannah Arendt. Pensamento.
  • Violência. Sobre a violência. Pensamento de Hannah Arendt
  • Violência orgânica. HannahArendt. Pensamento
  • Violência x poder. Hannah Arendt. Pensamento.
  • Vítima. Maioria e vítima. Jesús-María Silva Sánchez. Pensamento
  • Vítima. Predisposição de ser vítima. Antonio Beristain. Pensamento.
  • Vitimização. Criminalização secundária e vitimização. Zaffaroni, Batista, Alagia e Slokar.
  • Vitimologia. Desafios da vitimologia. Antonio Beristain. Pensamento
  • Vitimologia. Nova criminologia à luz do Direito Penal e da vitimologia. Pensamento de Antonio Beristain.
  • Voluntariado. Ainda o voluntariado. Antonio Beristain. Pensamento.
  • Vulnerabilidade. Culpabilidade como vulnerabilidade. Eugenio Raúl Zaffaroni. Pensamento.

W

  • Winfried Hassemer. A abolição do Direito Penal.

Z

  • Zaffaroni, Batista, Alagia e Slokar. Conceito de Direito Penal
  • Zaffaroni, Batista, Alagia e Slokar. Criminalização primáriae secundária.
  • Zaffaroni, Batista, Alagia e Slokar. Criminalização secundária e vitimização.
  • Zaffaroni, Batista, Alagia e Slokar. Encruzilhadas teóricas
  • Zaffaroni, Batista, Alagia e Slokar. Função política da seleção policizante e da imagem bélica
  • Zaffaroni, Batista, Alagia e Slokar. Relações entre sistema penal e dados sociais.
  • Zaffaroni, Batista, Alagia e Slokar. Sistema penal e poder
  • Zaffaroni. O inimigo no Direito Penal.
  • Zygmunt Bauman. Do moderno ao pós-moderno
  • Zygmunt Bauman. Modernidade líquida.
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