Avessos do Direito - Ensaios de Crítica da Razão Jurídica

Paulo Ferreira da Cunha

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Versão impressa

Ficha técnica

Autor(es): Paulo Ferreira da Cunha

ISBN: 978853623648-3

Acabamento: Brochura

Número de páginas: 238

Publicado em: 16/02/2012

Área(s): Direito - Filosofia do Direito; Direito Internacional; Direito - Outros; Juruá Internacional

Sinopse

“Este é o livro de Paulo Ferreira da Cunha, que me encantou profundamente. Paulo é uma espécie de Warat lusitano. Sensível como o mestre argentino; arguto, crítico implacável com a pasteurização do direito."
Lenio Luiz Streck

“Neste livro, a rutilante inteligência e a vasta cultura do Professor Paulo Ferreira da Cunha revelam-se de modo peculiar, porque se expressam verticalmente, ao aprofundar a análise crítica da razão jurídica; e horizontalmente, ao tecer-lhe os liames interdisciplinares com a sociedade, a academia e a vida."
Maria Francisca Carneiro

Autor(es)

Paulo Ferreira da Cunha é Constitucionalista, politólogo e filósofo do Direito e da Política, é Doutor em Direito da Univ. Paris II e da Faculdade de Direito da Univ. de Coimbra, e Agregado em Direito, Ciências Jurídicas Públicas. Professor Catedrático da Faculdade de Direito da Universidade do Porto, aí fundou o Instituto Jurídico Interdisciplinar de que é Director. Professor Honorário, Associado, ou colaborador das Laurentian Univ./Univ. Laurentienne, Paris XIII, Univ. Mackenzie, Escola Superior de Direito Constitucional etc. Director de Relações Internacionais do CEMOrOc da Univ. de São Paulo, e membro, entre outras sociedades científicas, da Academia Paulista de Letras Jurídicas, da Académie européenne de théorie du droit, das Associações Portuguesa e Internacional de Direito Constitucional, e dos Fundadores da Associação Portuguesa de Ciência Política. Co-Director de International Studies on Law and Education, Cadernos Interdisciplinares Luso-Brasileiros, Mirandum e Notandum. Publicou mais de 500 artigos e de 80 livros, em várias línguas, em 12 países. Prêmio Jabuti de Direito, com o livro Direito Constitucional Geral.

Sumário

PALIMPSESTOS

Livro I LEITURAS E RELEITURAS

Parte I - LER A HISTÓRIA. O AVESSO DOS DIREITOS HUMANOS. PARA UMA HISTÓRIA PENSADA DA ESCRAVATURA

Capítulo I - O AVESSO DO DIREITO, O DIREITO DO AVESSO

Capítulo II - ESCRAVATURA, PENA E MORTE

Capítulo III - GLOBALIZAÇÃO, ECONOMIA E ANTROPOLOGIA

Capítulo IV - A IDEOLOGIA LEGITIMADORA

Capítulo V - DAS REAÇÕES

Capítulo VI - NORMA E REALIDADE

Capítulo VII - EPÍLOGO (?)

Parte II - LER OS LIVROS. DIÁLOGOS COM OS AUTORES

Capítulo I - DOS MESTRES

Capítulo II - JACQUES MARITAIN E O DIREITO NATURAL

1 O Problema do Direito Natural, Hoje

2 Modalidades do Pensar

3 Elementos Ontológicos e Epistemológicos do Direito Natural

4 Lei divina

5 Direitos

6 Referências

Capítulo III - O PENSAMENTO NEO-HELÊNICO VISTO DO BRASIL: A OBRA DE EVANGHÉLOS MOUTSOPOULOS

Capítulo IV - NÃO PREFÁCIO A UM DISCURSO ÉTICO-JUDAICO CONTEMPORÂNEO

Capítulo V - VIDA ATIVA E VIDA CONTEMPLATIVA

1 O Direito e os Outros

2 O Choque do Texto "Não Ativo"

3 Um Livro de um Monge

4 O Desafio do Despojamento

5 Um Propósito

Capítulo VI - O PREFÁCIO COMO SINAL

1 A Crítica aosPrefácios

2 Função dos Prefácios

3 Os Prefácios no Direito

Parte III - RELER O MUNDO. LIÇÕES DO QUOTIDIANO AO DIREITO

Capítulo I - O MUNDO VISTO PELO DIREITO

Capítulo II - DESCUBRA AS DIFERENÇAS

Capítulo III - FUTEBOL COMO METÁFORA

Capítulo IV - LIÇÕES DO KIWI

Parte IV - LER O VIRTUAL E O REAL

Capítulo I - VIDA E MORTE VIRTUAIS

Capítulo II - SETE (HIPÓ)TESES SOBRE REDES SOCIAIS

1 As Redes Sociais, o Tempo e o Modo

2 As Hipóteses

2.1 Há mais mundo

2.2 A complexidade e a banalização

2.3 Liderança, carisma e legalidade

2.4 Memória

2.5 Mentira, propaganda, verdade e verosimilhança

2.6 Leis da atração

2.7 Liberdade de expressão?

3 O Virtual e o Real

Capítulo III - O CÉU NO BOLSO

Livro II PASSADO, PRESENTE E FUTURO(S)

Parte V - IDENTIDADE E ATRASO

Capítulo I - QUESTÃO EDITORIAL E PREOCUPAÇÕES NACIONAIS

Capítulo II - OS DIÁLOGOS

Capítulo III - ETHOS OU HABITUS?

Capítulo IV - O PLANO E O DESENVOLVIMENTO

Capítulo V - ALGUMAS (HIPÓ)TESES

Capítulo VI - O LIVRO, OS LIVROS E A PRÁTICA

Parte VI - FERNANDO PESSOA E A DES-RAZÃO JURÍDICA

Capítulo I - ROSTO SEM MÁSCARA?

Capítulo II - ALGUMAS INTUIÇÕES

Capítulo III - LIMITAÇÃO DO OBJETO

Capítulo IV - UM TEXTO "JURÍDICO" DE FERNANDO PESSOA, A HERMENÊUTICA JURÍDICA E A RETÓRICA

Parte VII - DIREITO E TECNOLOGIA

Capítulo I - PÃO E JUSTIÇA

Capítulo II - MAL-ENTENDIDOS JURÍDICO-TECNOLÓGICOS

Capítulo III - LIÇÕES JURÍDICAS E TECNOLÓGICAS DE DOIS CLÁSSICOS

Capítulo IV - ARQUEOLOGIA DOS SENTIDOS

Capítulo V - TÉCNICAS E TECNOLOGIAS

Parte VIII - DIREITO, UTOPIA E INSULARIDADE

Capítulo I - INSULARIDADE, CONTINENTALIDADE E OUTRAS METÁFORAS, NÃO APENAS GEOGRÁFICAS

Capítulo II - DIREITO E UTOPIA NAS UTOPIAS INSULARES

Capítulo III - CONSTITUIÇÃO E UTOPIA, HOJE

Capítulo IV - CONCLUSÃO

Livro III DIREITO, UNIVERSIDADE E SOCIEDADE

Parte IX - SEMIÓTICA DOS TÍTULOS ACADÊMICOS

Capítulo I - CULTURAS E ACADEMIAS

Capítulo II - VOCATIVOS E RITUAIS

Capítulo III - TÍTULOS ACADÊMICOS OU TÍTULOS NOBILIÁRQUICOS?

Capítulo IV - APARÊNCIAS E REALIDADES

Parte X - PENSADA LEI, PENSADA MALÍCIA

Capítulo I - TEMÁTICA E METODOLOGIA

Capítulo II - DOS AVALIADORES

Capítulo III - DOS CRITÉRIOS DE AVALIAÇÃO

Capítulo IV - DA FALIBILIDADE DA AVALIAÇÃO E DAS GARANTIAS DO AVALIADO

Capítulo V - DOS FALSOS CRITÉRIOS AVALIADORES E DE ALGUNS ANTÍDOTOS

Capítulo VI - DO DIREITO À AUTOCONFORMAÇÃO DO CURRÍCULO

Capítulo VII - DO DIREITO À AVALIAÇÃO TEMPORALMENTE COERENTE E HOLÍSTICA

Capítulo VIII - AVALIANDO OS AVALIADORES

Capítulo IX - POR UMA AVALIAÇÃO OBJETIVA

Parte XI - UNIVERSIDADE, DIREITO(S) E PESSOA(S)

Capítulo I - UNIVERSIDADE, ESPAÇO DE DIREITO E DIREITOS

Capítulo II - PRINCÍPIOS E DIREITOS DOS DOCENTES E INVESTIGADORES UNIVERSITÁRIOS

Capítulo III - UNIVERSIDADES CONTRA AS PESSOAS?

Parte XII - IDENTIDADES & ALTERIDADES. PEDAGOGIA E ORGANIZAÇÃO UNIVERSITÁRIAS NO BRASIL E EM PORTUGAL

Capítulo I - A DÚVIDA DO ETNOCENTRISMO

Capítulo II - AUTOGNOSE LUSO-BRASILEIRA

Capítulo III - IDENTIDADES NACIONAIS E CULTURA

Capítulo IV - PERIGOS E PRECONCEITOS

Capítulo V - A PONTE DOS JURISTAS

Capítulo VI - UM EXEMPLO DE DIVERSA MENTALIDADE: AS CLASSIFICAÇÕES ACADÊMICAS

Capítulo VII - LIÇÕES BRASILEIRAS DE PEDAGOGIA E ORGANIZAÇÃO

Livro IV PERFIS DE DOUTRINA CONTEMPORÂNEA

Parte XIII - L. A. WARAT, UM CRÍTICO DA RAZÃO JURÍDICA

Capítulo I - DIREITO PENSADO, SENTIDO E VIVIDO

Capítulo II - CRÍTICADA RAZÃO JURÍDICA

Parte XIV - RETRATO DE UM CONSTITUCIONALISTA SEMPRE JOVEM. PAULO BONAVIDES

Capítulo I - PESSOAS, MESTRES E ESCOLAS

Capítulo II - CIÊNCIA & POLÍTICA

Parte XV - UMA TEORIA CLÁSSICA MODERNA: TRIDIMENSIONALISMO EM MIGUEL REALE

Capítulo I - QUESTÕES GERAIS DE TEORIA E DA TEORIA REALEANA

Capítulo II - UMA APLICAÇÃO DA TRIFUNCIONALIDADE REALEANA

Capítulo III - TEORIA TRIDIMENSIONAL E TIPOS E FORTUNA DAS TEORIAS

REFERÊNCIAS

Índice alfabético

A

  • Academia. Culturase academias
  • Academia. Títulos acadêmicosou títulos nobiliárquicos?
  • Academia. Vocativos e rituais
  • Alteridades. Identidades & alteridades. Pedagogia e organização universitárias no Brasil e em Portugal
  • Antropologia. Globalização,economia e antropologia
  • Aparências e realidades
  • Arqueologia dossentidos
  • Atividade. Vida ativa evida contemplativa
  • Atraso. Identidade e atraso
  • Atualidade. Problema doDireito Natural, hoje
  • Autognose luso-brasileira
  • Autor. Ler os livros. Diálogos com os autores
  • Avaliação. Critériosde avaliação
  • Avaliação. Direito à avaliação temporalmente coerente e holística
  • Avaliação. Falibilidade da avaliaçãoe das garantias do avaliado
  • Avaliação. Por uma avaliação objetiva
  • Avaliando os avaliadores.
  • Avesso do direito, odireito do avesso
  • Avesso do direito, odireito do avesso
  • Avesso dos direitos humanos. Ler a história. Para uma história pensada da escravatura

B

  • Brasil. Autognose luso-brasileira
  • Brasil. Identidades & alteridades. Pedagogia e organização universitárias no Brasil e em Portugal
  • Brasil. Pensamento neo-helênico visto do Brasil: a obra de Evanghélos Moutsopoulos

C

  • Céu no bolso
  • Choque do texto "não ativo"
  • Ciência &política
  • Clássicos. Lições jurídicas e tecnológicas de dois clássicos
  • Classificação acadêmica. Um exemplo dediversa mentalidade: as classificações acadêmicas
  • Complexidade e a banalização. Redes sociais
  • Constitucionalista. Retrato de um constitucionalista sempre jovem. Paulo Bonavides
  • Constituição e utopia, hoje
  • Contemplação. Vida ativa evida contemplativa
  • Contemporaneidade. Não prefácio a um discurso ético-judaico contemporâneo
  • Continentalidade. Insularidade, continentalidade e outras metáforas, não apenas geográficas
  • Crítica aos prefácios
  • Crítica da razão jurídica
  • Cultura. Identidades nacionais e cultura
  • Culturas e academias
  • Currículo. Direito à autoconformação do currículo

D

  • Des-razão jurídica. Fernando Pessoa e a des-razão jurídica
  • Desafio do despojamento
  • Descubra as diferenças
  • Despojamento. Desafiodo despojamento
  • Diálogos com os autores. Ler os livros
  • Diálogos
  • Diferença. Descubra as diferenças
  • Direito Natural. Elementos ontológicose epistemológicos do Direito Natural
  • Direito Natural. Jacques Maritain e o Direito Natural
  • Direito Natural. Lei divina
  • Direito Natural. Problemado Direito Natural, hoje
  • Direito e os outros
  • Direito e tecnologia
  • Direito e utopia nas utopias insulares
  • Direito pensado, sentido e vivido
  • Direito, universidade e sociedade
  • Direito, utopia e insularidade
  • Direito. Avesso do direito, o direito do avesso
  • Direito. Mal-entendidos jurídico-tecnológicos
  • Direito. Mundo visto pelo Direito
  • Direito. Prefácios no Direito
  • Direito. Reler o mundo. Lições do quotidiano ao Direito
  • Direito. Universidade, direito(s) e pessoa(s)
  • Direitos Humanos. Ler a história. O avesso dos direitos humanos. Para uma história pensada da escravatura
  • Direitos
  • Direitos. Universidade, espaço de direito e direitos
  • Docência. Avaliadores
  • Docência. Critérios de avaliação
  • Docência. Direito à autoconformação do currículo
  • Docência. Direito à avaliação temporalmente coerente e holística
  • Docência. Falibilidade da avaliaçãoe das garantias do avaliado
  • Docência. Falsos critérios avaliadores e de alguns antídotos
  • Docência. Pensada lei, pensada malícia
  • Docência. Princípios e direitos dos docentes e investigadores universitários
  • Docência. Temáticae metodologia
  • Doutrina contemporânea. Perfis
  • Dúvida do etnocentrismo

E

  • Economia. Globalização, economia e antropologia
  • Editora. Questão editorial epreocupações nacionais
  • Elementos ontológicos e epistemológicos do Direito Natural
  • Ensino. Universidade, espaço de direito e direitos
  • Epílogo (?)
  • Epistemologia. Elementos ontológicos eepistemológicos do Direito Natural
  • Escola. Pessoas, mestres e escolas
  • Escravatura, pena e morte
  • Escravatura. Ler a história. O avesso dos direitos humanos. Para uma história pensada da escravatura
  • Espaço. Universidade, espaço de direito e direitos
  • Ethos ou habitus?
  • Ética judaica. Não prefácio a um discurso ético-judaico contemporâneo
  • Etnocentrismo. Dúvidado etnocentrismo
  • Evanghélos Moutsopoulos. Pensamento neo-helênico visto do Brasil: a obra de Evanghélos Moutsopoulos

F

  • Fernando Pessoa e a des-razão jurídica
  • Fernando Pessoa. Algumas intuições
  • Fernando Pessoa. Limitação do objeto
  • Fernando Pessoa. Rosto sem máscara?
  • Fernando Pessoa. Um texto "jurídico" de Fernando Pessoa, a hermenêutica jurídica e a retórica
  • Função dos prefácios
  • Futebol como metáfora
  • Futuro. Passado, presente e futuro(s)

G

  • Geografia. Insularidade, continentalidade e outras metáforas, não apenas geográficas
  • Globalização, economiae antropologia

H

  • Habitus ou ethos?
  • Helenismo. Pensamento neo-helênico visto do Brasil: a obra de Evanghélos Moutsopoulos
  • Hermenêutica jurídica. Um texto "jurídico" de Fernando Pessoa, a hermenêutica jurídica e aretórica
  • História. Ler a história. O avesso dos direitos humanos. Para uma história pensada da escravatura

I

  • Identidade e atraso
  • Identidades & alteridades. Pedagogia e organização universitárias no Brasil e em Portugal
  • Identidades nacionais e cultura
  • Ideologia legitimadora
  • Insalubridade e continentalidade. Conclusão
  • Insalubridade. Direito, utopia e insularidade
  • Insularidade, continentalidade e outrasmetáforas, não apenas geográficas
  • Investigador universitário. Princípios e direitos dos docentes e investigadores universitários

J

  • Jacques Maritain e oDireito Natural
  • Jurista. Ponte dos juristas
  • Justiça. Pão e justiça

L

  • L. A. Warat, um críticoda razão jurídica
  • Legitimidade. Ideologia legitimadora
  • Lei divina
  • Lei. Pensada lei,pensada malícia
  • Leis da atração.Redes sociais
  • Leituras e releituras
  • Ler a história. O avesso dos direitos humanos. Para uma história pensada da escravatura
  • Ler o virtual e o real
  • Ler os livros. Diálogos com os autores
  • Liberdade de expressão? Redes sociais
  • Lições brasileiras de pedagogia e organização
  • Lições do kiwi
  • Lições jurídicas e tecnológicas de dois clássicos
  • Liderança, carisma e legalidade. Redes sociais
  • Literatura. Fernando Pessoae a des-razão jurídica
  • Livro, os livros,e a prática
  • Livro. Algumas (hipó)teses
  • Livros. Ler os livros. Diálogos com os autores

M

  • Mal-entendidos jurídico-tecnológicos
  • Malícia. Pensada lei,pensada malícia
  • Memória. Redes sociais
  • Mentira, propaganda, verdade e verossimilhança. Redes sociais
  • Mercado editorial. Questão editorial e preocupações nacionais
  • Mestre. Pessoas, mestres e escolas
  • Mestres
  • Metáfora. Futebol como metáfora
  • Metáfora. Insularidade, continentalidade e outras metáforas, não apenas geográficas
  • Miguel Reale. Questões gerais deteoria e da teoria realeana
  • Miguel Reale. Uma teoria clássica moderna: tridimensionalismo em Miguel Reale
  • Modalidades do pensar
  • Modo. Redes sociais, o tempo e o modo
  • Monge. Um livro de um monge
  • Morte e vida virtuais
  • Morte. Escravatura, pena e morte
  • Mundo visto pelo Direito

N

  • Não prefácio a um discursoético-judaico contemporâneo
  • Nobiliarquia. Títulos acadêmicos ou títulos nobiliárquicos?
  • Norma e realidade

O

  • Ontologia. Elementos ontológicos e epistemológicos do Direito Natural
  • Organização universitária. Identidades& alteridades. Pedagogia e organização universitárias no Brasil e em Portugal
  • Organização. Lições brasileirasde pedagogia e organização

P

  • Palimpsestos
  • Pão e justiça
  • Passado, presente e futuro(s)
  • Paulo Bonavides. Retrato de um constitucionalista sempre jovem. Paulo Bonavides
  • Pedagogia. Identidades & alteridades. Pedagogia e organização universitárias no Brasil e em Portugal
  • Pedagogia. Lições brasileirasde pedagogia e organização
  • Pena. Escravatura, pena e morte
  • Pensada lei, pensada malícia
  • Pensamento neo-helênico visto do Brasil: a obra de Evanghélos Moutsopoulos
  • Pensamento. Modalidades do pensar
  • Perfis de doutrinacontemporânea
  • Perigos e preconceitos
  • Pessoa. Universidade, direito(s) e pessoa(s)
  • Pessoas, mestrese escolas
  • Pessoas. Universidades contra as pessoas?
  • Plano e o desenvolvimento
  • Política. Ciência & política
  • Ponte dos juristas
  • Por uma avaliação objetiva
  • Portugal. Autognoseluso-brasileira
  • Portugal. Identidades & alteridades. Pedagogia e organização universitárias no Brasil e em Portugal
  • Prática. Livro, os livros, e a prática
  • Preconceito. Perigose preconceitos
  • Prefácio como sinal
  • Prefácio. Críticaaos prefácios
  • Prefácio. Função dos prefácios
  • Prefácios no Direito
  • Preocupações nacionais. Questão editorial e preocupações nacionais
  • Presente. Passado, presente e futuro(s)
  • Princípios e direitos dos docentes einvestigadores universitários
  • Problema do DireitoNatural, hoje
  • Propaganda. Mentira, propaganda, verdade e verossimilhança. Redes sociais
  • Propósito. Um propósito

Q

  • Questão editorial e preocupações nacionais
  • Questionamentos. Lições do kiwi
  • Questões gerais de teoriae da teoria realeana
  • Quotidiano ao Direito. Reler o mundo.Lições do quotidiano ao Direito

R

  • Razão jurídica. Crítica da razão jurídica
  • Razão jurídica. Fernando Pessoa e a des-razão jurídica
  • Razão jurídica. L. A. Warat, um crítico da razão jurídica
  • Reações
  • Real. Redes sociais.Virtual e o real
  • Realidade e aparências
  • Realidade e norma
  • Realidade. Ler o virtual e o real
  • Redes sociais, otempo e o modo
  • Redes sociais. Complexidade e a banalização
  • Redes sociais. Há mais mundo
  • Redes sociais. Hipóteses
  • Redes sociais. Leis da atração
  • Redes sociais. Liberdade de expressão?
  • Redes sociais. Liderança, carisma e legalidade
  • Redes sociais. Memória
  • Redes sociais. Mentira, propaganda, verdade e verosimilhança
  • Redes sociais. Sete (hipó)teses sobre redes sociais
  • Redes sociais. Virtual e o real
  • Referências
  • Referências. Parte II
  • Releituras eleituras
  • Reler o mundo. Lições do quotidiano ao Direito
  • Retórica. Um texto "jurídico" de Fernando Pessoa, a hermenêutica jurídica e a retórica
  • Retrato de um constitucionalista sempre jovem. Paulo Bonavides
  • Ritual. Vocativose rituais

S

  • Semiótica dos títulos acadêmicos
  • Sentidos. Arqueologia dos sentidos
  • Sete (hipó)teses sobre redes sociais
  • Sinal. Prefácio como sinal
  • Sociedade. Direito, universidade e sociedade

T

  • Técnicas e tecnologias
  • Tecnologia eDireito
  • Tecnologia etécnicas
  • Tecnologia. Lições jurídicas e tecnológicas de dois clássicos
  • Tecnologia. Mal-entendidosjurídico-tecnológicos
  • Tempo. Redes sociais, o tempo e o modo
  • Teoria realeana. Questões gerais de teoria e da teoria realeana
  • Teoria realeana. Uma aplicação datrifuncionalidade realeana
  • Teoria tridimensional e tipose fortuna das teorias
  • Texto "não ativo". Choque do texto "não ativo"
  • Título acadêmico. Semióticados títulos acadêmicos
  • Títulos acadêmicos ou títulos nobiliárquicos?
  • Tridimensionalismo. Teoria tridimensional e tipos e fortuna das teorias
  • Tridimensionalismo. Uma teoria clássica moderna: tridimensionalismo em Miguel Reale

U

  • Um exemplo de diversa mentalidade: as classificações acadêmicas
  • Um livro de um monge
  • Um texto "jurídico" de Fernando Pessoa, a hermenêutica jurídica e a retórica
  • Uma aplicação da trifuncionalidade realeana
  • Uma teoria clássica moderna: tridimensionalismo em Miguel Reale
  • Universidade, direito(s) e pessoa(s)
  • Universidade, espaço de direito e direitos
  • Universidade. Direito, universidade e sociedade
  • Universidade. Organização universitária. Identidades & alteridades. Pedagogia e organização universitáriasno Brasil e em Portugal
  • Universidades contra as pessoas?
  • Utopia. Constituiçãoe utopia, hoje
  • Utopia. Direito e utopia nas utopias insulares
  • Utopia. Direito, utopia e insularidade

V

  • Verdade. Mentira, propaganda, verdade e verossimilhança. Redes sociais
  • Verossimilhança. Mentira, propaganda,verdade e verossimilhança. Redes sociais
  • Vida ativa e vidacontemplativa
  • Vida e morte virtuais
  • Virtual. Redes sociais. Virtual e o real
  • Virtualidade. Ler ovirtual e o real
  • Virtualidade. Vidae morte virtuais
  • Vocativos erituais

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