Capitalismo Amarelo - Relações Internacionais da China – Biblioteca Juruá de Diplomacia e Política Exterior Coordenada por Argemiro Procópio - 2ª Edição – Revista e Atualizada

Argemiro Procópio

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FICHA TÉCNICA
Autor(es): Argemiro Procópio
ISBN: 978853623992-7
Edição/Tiragem: 2ª Edição – Revista e Atualizada
Acabamento: Brochura
Número de Páginas: 248
Publicado em: 26/11/2012
Área(s): Direito Internacional; Direito - Outros
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SINOPSE

 Capitalismo Amarelo oferece uma visão crítica da dinâmica político-econômica da República Popular da China. Estimulado pelo estudo das relações internacionais do Oriente, o livro relembra a raramente citada contribuição do maoísmo no país, que caminhando para ser a primeira potência mundial sabe o quanto e onde investir. Começando pelas portas de Macau onde a lusofonia dialoga com as tradições asiáticas, o autor entra no estudo da Força Amarga, 苦力, isto é, do cule. Iniciada no século XVIII, a contribuição do "escravo amarelo" na formação das Américas perdura até inícios do século XX. Pelos caminhos do mundo onde outros mundos se encontram, animada pela teoria da acoplagem, a análise penetra nos vazios da cooperação Sul mais Sul. Ao questionar as parcerias estratégicas, os capítulos examinam as políticas do mercado importador de commodities e exportador de produtos com valor agregado. Até o final de 2012, apenas meia centena de empresas rasileiras possuíam investimentos na China. O livro elenca certezas e incertezas da diplomacia econômica mostrando a urgência do trabalho conjunto, da cooperação mútua e da necessidade de harmonia. Explica como a demanda por grãos, minério e petróleo, no espírito da antiga divisão internacional do trabalho, cria obstáculos a desfavor do cumprimento de obrigações socioambientais. Após revelar dimensões da ordem que leva os países emergentes a se entender com o Império do Meio, o autor aponta as ciladas das desigualdades nas relações de troca. Somando legados pretéritos e presentes do povo guardião de vários milênios de história contínua, a análise mergulha o leitor na questão tibetana. Ao registrar os receios de Pequim diante da expansão do islamismo na China, O Capitalismo Amarelo explica o pragmatismo das paradiplomacias. Manifestando preocupação para com a lentidão na solução das controvérsias e das desigualdades, o autor ressalta o valor que o Partido Comunista dá à política da cooperação internacional, apesar dos desequilíbrios estruturais nas relações de troca da periferia com o maior polo produtor e exportador de mercadorias. Numa anatomia das assimetrias dos ercados, a análise esclarece como o acoplamento estratégico com a China, a um só tempo calça, veste e desemprega o pobre.

 

AUTOR(ES)

Argemiro Procópio é, desde 1995, o primeiro Professor Titular de Relações Internacionais por Concurso Público no Brasil, na vaga originalmente ocupada por Afonso Arinos de Melo Franco na UnB. Docente na Universidade de Varsóvia em 2002 e em 2010 na Universidade Livre de Berlim, o autor diplomou-se em Ciências Sociais pela Universidade Federal de Minas Gerais. Exerceu o jornalismo em O Diário, Belo Horizonte, até ser detido pela ditadura militar. Foi para a Bélgica onde rosseguiu seus estudos na Universitas Catholica Lovaniensis, no Instituto de Estudos dos Países em Desenvolvimento, pioneiro centro europeu dedicado às relações internacionais. Em 1979, recebeu o título de Doutor pela Freie Universität Berlin, Alemanha. Uma década depois, testemunhando a queda do muro de Berlim e a preocupação mundial para com as mudanças climáticas elegeu a Amazônia como tema do seu Pós-doutorado. Articulador do acordo de cooperação entre a Universidade de Brasília e a Universidade de Pequim, em vigor desde o início dos anos 1980, há três décadas o autor visita a China proferindo conferências e participando de encontros nas universidades de Pequim, Fudan e São José em Macau. Publicado depois os livros No Olho da Águia, Século da China e Subdesenvolvimento Sustentável, chega agora ao leitor Capitalismo Amarelo, obra de um dos raros sinólogos brasileiros. Observador de primeira hora do dragão, o autor o estuda anos antes da sua triunfante reentrada na cena internacional. Apontando como preencher a falta de harmonia e justiça no acoplamento econômico onde commodities se trocam por produtos com valor agregado, o texto sugere formas de mitigar eventos extremos e crises na política internacional.

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