Fisionomia Líquida - Poemas de Circunstâncias - Semeando Livros

Juarez Poletto

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FICHA TÉCNICA
Autor(es): Juarez Poletto
ISBN: 978853625062-5
Acabamento: Brochura
Número de Páginas: 112
Publicado em: 27/03/2015
Área(s): Literatura e Cultura - Diversos
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SINOPSE

A literatura em prosa do autor tem seu destaque nas narrativas em que a trama é urdida com esmero de detalhes e as personagens representam a busca pela superação na rotina do cotidiano. "A técnica de intercalar narrativas, misturando as secundárias com as principais, é de grande importância para a sustentação do mistério", no dizer de Miguel Sanches Neto. Analisando Corpo de Marfim, o mesmo escritor e crítico acrescenta que a obra por um lado se insere "dentro da atual vertente romanesca que trabalha com a reciclagem de temas e enredos, e, por outro, na narrativa de cunho policial. Dizendo apenas isso ficaríamos na superfície deste livro que traz algumas singularidades que ultrapassam o contexto em que se manifestam, problematizando a prática deste gênero". Ainda sobre a mesma obra, o professor Renildo Meurer assim se manifesta em artigo publicado: "Como pode ser verificado, o romance é complexo, literário, na compreensão maior do termo e, não por isso, deixa de ser policial e de fazer parte de uma literatura de consumo, afinal Andy Warhol já provou que a arte, na era da produção, virou produto, e o produto virou arte".

Por sua vez, a poesia de Juarez Poletto transita intensamente pelos caminhos da dualidade, principalmente se considerarmos suas duas últimas publicações: Vaidade (2002) e Adverso (2009). Na primeira, a obra é claramente dividida em duas partes: "Crimes", que aborda o fazer poético como a tentativa impossível de traduzir a vida em palavras; e "Cuspe e Beijos", que explora a existência sempre dupla, uma mescla entre o sublime e o vulgar. EmAdverso, a própria concepção dos poemas manifesta dois modos de composição, um fruto da motivação interna do autor e outro provocado pelos interesses alheios. Um e outro modo de criação estão também presentes na nova obra, Fisionomia Líquida, que já no título sugere um rosto mutável, como se a experiência vital fosse constantemente adequar-se a circunstâncias, como propõem os versos: "O que é a vida/ senão variedade? Moldura não cabe/ em sua anatomia"; ou ainda: "O rosto da vida tem cara curiosa/ geografia confusa/ relevo indeciso/ se adapta/ e dissolve o esquadro que o forma/ e troca aparência/ e não se conforma". O início do poema "Poética" resume bem a angústia que a poesia de Poletto revela: "O exercício de dizer a existência/ é a tradução impossível/ de moldar água com ar".

Hoje, portanto, ler a obra poética de Juarez Poletto já é uma necessidade, tanto no sentido da criatividade que manifesta, quanto na experiência vital que encerra.

AUTOR(ES)

JUAREZ POLETTO

Doutor em Letras e professor da Universidade Tecnológica Federal do Paraná, o autor publicou estudos acadêmicos em revistas e livros da área e atua no ensino de literatura brasileira há mais de trinta e cinco anos, tanto como professor quanto realizando palestras sobre ensino da literatura e o usufruto da poesia em congressos, encontros e escolas. Autor de seis obras de poesia, sendo elas Alma nos DedosDiálogoArmazémSilhuetaVaidade e Adverso. Autor também de cinco romances intitulados No Limiar da Imaginação, O Anjo FatalTeiaCorpo de Marfim e Entre a Corda e o Nó.

SUMÁRIO

1. ReflexõesdeRotina

Fisionomia líquida

Em três vozes

Orfeu

Ventura

Insensibilidade

Destino

Destino

Quattro circostanze

Quatro circunstâncias

Ícaro

Interpretação

Ruptura

Depressão

Sentidos

Dois momentos

Em pelo

Outras circunstâncias

Sísifo

Outra memória

Quase ditados

Participante

Natureza de mãe

Natura di madre

Hospital

Passagem

Rota

Destino

Desconhecimento

Lucca

Lucca

Alice

Alice

Francesco

Francesco

Armazém

2. Arranjos da Rotina

I

II

III

IV

V

VI

VII

VIII

IX

X

XI

XII

XIII

XIV

XV

XVI

XVII

XVIII

XIX

XX

XXI

XXII

XXIII

XXIV

XXV

XXVI

XXVII

Perfil

Da luz

Da chuva

Da segurança

Pecado

Prisioneiro

Capital

Linguagem matemática

Dos contrastes

Densidade

3. Rotina da Palavra

Atemporal

Cruz e Sousa

Leminskiana

Linguagem

Oração

Criação

Discurso

Vento

Poética

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