Escrituração Contábil - Aspectos Essenciais à sua Validação - À Luz dos Novos Padrões de Contabilidade - 4ª Edição - Revista e Atualizada

Wilson Alberto Zappa Hoog

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FICHA TÉCNICA
Autor(es): Wilson Alberto Zappa Hoog
ISBN: 978853625185-1
Edição/Tiragem: 4ª Edição - Revista e Atualizada
Acabamento: Brochura
Número de Páginas: 180
Publicado em: 08/06/2015
Área(s): Contabilidade Geral Aplicada
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SINOPSE

A presente obra foi criada com o intuito de auxiliar os contadores no processo de interpretação, servindo de livro-texto para o âmbito universitário e profissionalizante a partir de um modelo referente às atividades de escrituração.

Com lastro no Código Civil e na reforma da Lei 6.404/76, esta nova edição encontra-se atualizada e revisada, destacando-se as importantes e necessárias Resoluções do CFC, do Comitê de Pronunciamentos Contábeis e Deliberações da CVM.

AUTOR(ES)

WILSON ALBERTO ZAPPA HOOG

Mestre em Ciência Jurídica; especialista em Avaliação de Sociedades Empresárias; bacharel em Ciências Contábeis. É Perito-contador, auditor, consultor empresarial e palestrante. Professor doutrinador de Perícia Contábil, Direito Contábil e de Empresas em cursos de pós-graduação de várias instituições de ensino. Escritor e pesquisador de matéria contábil. Mentor intelectual do Método Zappa de Avaliação da Carteira de Clientes e do Método Holístico de Avaliação do Fundo Empresarial, antigo Fundo de Comércio, e do Método de Amortização a Juros Simples - MAJS. Sócio-fundador e administrador da Zappa Hoog e Cia SS. Membro da ACIN - Associação Científica Internacional Neopatrimonialista.

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APLICAÇÃO

No meio profissional, em decorrência da sua forte característica de vade mecum, é indicada como um guia geral de consultas para o uso profissionalizante de contadores auditores, consultores, pareceristas, analistas de balanços, peritos e professores. Serve também como um referente de amplo aspecto na implantação ou na reestruturação dos sistemas de controles internos e implantações de procedimentos de escrituração contábil em sociedades empresárias ou simples. É recomendado, também, como um manual geral de escrituração contábil aplicado às várias formas de organização das empresas, e para o uso dos profissionais de mercado como base de preceito científico em relatos contabilísticos sobre a regularidade das escriturações dos atos e fatos patrimoniais.

No meio acadêmico, esta obra serve como livro-texto para a disciplina de contabilidade empresarial nos cursos de graduação, além de servir como leitura complementar quando da elaboração de monografias, artigos científicos, dissertações e teses, além de se constituir como leitura complementar para o embasamento doutrinário. Em decorrência da liberdade de cátedra, avulta a importância deste livro para os professores de contabilidade em seus vários ramos, como por exemplo, contabilidade industrial, comercial e societária, por conter uma posição doutrinária rica em uma série de observações com que se esclarece e/ou se critica a política contábil brasileira.

SUMÁRIO

Capítulo 1 - CONTABILIDADE - SENTIDO E ALCANCE

1.1 Contabilidade objetivo

1.2 Contabilidade objeto

1.3 Contabilidade função

1.4 Espécies ou tipos de contabilidade

1.4.1 Contabilidade ambiental

1.4.2 Contabilidade de entidades beneficentes e do terceiro setor

1.4.3 Contabilidade agrícola

1.4.4 Contabilidade agropecuária

1.4.5 Contabilidade bancária

1.4.6 Contabilidade comercial

1.4.7 Contabilidade cooperativa

1.4.8 Contabilidade da construção civil

1.4.9 Contabilidade das associações

1.4.10 Contabilidade de custos

1.4.11 Contabilidade de gestão

1.4.12 Contabilidade de recursos humanos

1.4.13 Contabilidade de seguros

1.4.14 Contabilidade de transportes

1.4.15 Contabilidade departamental

1.4.16 Contabilidade doméstica

1.4.17 Contabilidade dos serviços

1.4.18 Contabilidade empresarial

1.4.19 Contabilidade fiscal

1.4.20 Contabilidade gerencial

1.4.21 Contabilidade hospitalar

1.4.22 Contabilidade imobiliária

1.4.23 Contabilidade industrial

1.4.24 Contabilidade orçamentária

1.4.25 Contabilidade pastoril

1.4.26 Contabilidade por atividade

1.4.27 Contabilidade rural

1.4.28 Contabilidade simples

1.4.29 Contabilidade sindical

1.4.30 Contabilidade social

1.4.31 Contabilidade de empresário

1.4.32 Contabilidade financeira

Capítulo 2 - ESCRITURAÇÃO - ASPECTOS GERAIS

2.1 Os lançamentos contábeis

2.1.1 As fórmulas de lançamentos contábeis

2.2 Distinção nos registros e escrituração contabilísticas, entre as duas principais espécies de sociedades empresárias: as anônimas onde se incluem as de grande porte e as limitadas

2.2.1 Nas limitadas e outras sociedades que não são de grande porte

2.2.2 Nas anônimas e nas de grande porte

2.2.3 O direito contábil

2.3 A segurança dos registros contabilísticos, a conciliação de saldos de contas e o exame das contas

2.4 Sigilo na escrituração

2.4.1 O sigilo e o responsável técnico pelos registros contábeis

2.5 Livros de registros dos atos e fatos

2.5.1 Livros contábeis e societários específicos das Sociedades Anônimas

2.5.2 Livros fiscais

2.6 Obrigatoriedade da escrita contábil

2.6.1 Fundamentação legal para a escrituração

2.7 Regime principiológico contabilístico da escrituração contábil

2.7.1 Normas de contabilidade

2.7.2 Os princípios de contabilidade emanados do CFC

2.7.2.1 Os princípios de contabilidade mais perfeitos, na história do Brasil, que provieram do CFC

2.8 Três importantes teorias para a escrituração e preparação das demonstrações financeiras

2.8.1 A teoria da essência sobre a forma

2.8.1.1 Teorema da essência sobre a forma

2.8.1.2 Princípios fundamentais aplicados à teoria e ao teorema da essência sobre a forma

2.8.1.2.1 Princípio da dialeticidade

2.8.1.2.2 Princípio da eticidade

2.8.1.2.3 Princípio da socialidade

2.8.1.2.4 Princípio da operabilidade

2.8.1.2.5 Princípio da veracidade

2.8.1.2.6 Princípio da impessoalidade

2.8.1.2.7 Princípio da fidelidade

2.8.2 Teoria da ultra vires doctrine, na avaliação contábil do patrimônio de sociedade empresária

2.8.3 A teoria pura da contabilidade

Capítulo 3 - O PROFISSIONAL DE CONTABILIDADE

3.1 O profissional de contabilidade e o grande equívoco da expressão: empresário da contabilidade, ou empreendedor contábil

3.2 Os utentes da contabilidade

Capítulo 4 - PLANO DE CONTAS

4.1 A lógica contabilística e as diretrizes para a elaboração de um plano de contas

4.2 As diretrizes para a elaboração de um plano de contas

4.3 Estrutura dos graus das contas

4.4 Sugestão de modelo de plano de contas

4.4.1 Um modelo resumido da estrutura do plano de contas, específico para entidades de capital aberto e as de grande porte

4.4.2 Um modelo resumido de plano de contas para entidades empresárias organizadas na forma e em sintonia com o espírito do Código Civil de 2002, que não sejam as anônimas e as de grande porte

CONSIDERAÇÕES FINAIS

REFERÊNCIAS

ÍNDICE ALFABÉTICO

C

  • CFC. Princípios de contabilidade emanados do CFC
  • CFC. Princípios de contabilidade mais perfeitos, na história do Brasil, que provieram do CFC
  • Considerações finais
  • Contabilidade sentido e alcance
  • Contabilidade. Espécies ou tipos
  • Contabilidade. Função
  • Contabilidade. Normas de contabilidade
  • Contabilidade. Objetivo
  • Contabilidade. Objeto
  • Contabilidade. Profissional de contabilidade e o grande equívoco da expressão: empresário da contabilidade, ou empreendedor contábil
  • Contabilidade. Profissional de contabilidade
  • Contabilidade. Teoria pura da contabilidade
  • Contabilidade. Utentes da contabilidade
  • Contas. Segurança dos registros contabilísticos, a conciliação de saldos de contas e o exame das contas

D

  • Demonstração financeira. Três importantes teorias para a escrituração e preparação das demonstrações financeiras
  • Dialeticidade. Princípio da dialeticidade
  • Direito contábil
  • Diretrizes para a elaboração de um plano de contas
  • Distinção nos registros e escrituração contabilísticas, entre as duas principais espécies de sociedades empresárias: as anônimas onde se incluem as de grande porte e as limitadas

E

  • Empreendedor. Profissional de contabilidade e o grande equívoco da expressão: empresário da contabilidade, ou empreendedor contábil
  • Empresário. Profissional de contabilidade e o grande equívoco da expressão: empresário da contabilidade, ou empreendedor contábil
  • Escrita contábil. Obrigatoriedade
  • Escrituração contábil. Distinção nos registros e escrituração contabilísticas, entre as duas principais espécies de sociedades empresárias: as anônimas onde se incluem as de grande porte e as limitadas
  • Escrituração contábil. Regime principiológico contabilístico da escrituração contábil
  • Escrituração. Aspectos gerais
  • Escrituração. Fundamentação legal para a escrituração
  • Escrituração. Sigilo na escrituração
  • Escrituração. Três importantes teorias para a escrituração e preparação das demonstrações financeiras
  • Essência. Princípios fundamentais aplicados à teoria e ao teorema da essência sobre a forma
  • Essência. Teoria da essência sobre a forma
  • Estrutura dos graus das contas
  • Eticidade. Princípio da eticidade

F

  • Fidelidade. Princípio da fidelidade
  • Forma. Princípios fundamentais aplicados à teoria e ao teorema da essência sobre a forma
  • Forma. Teoria da essência sobre a forma
  • Fundamentação legal para a escrituração

I

  • Impessoalidade. Princípio da impessoalidade

L

  • Lançamentos contábeis
  • Livros contábeis e societários específicos das sociedades anônimas
  • Livros de registros dos atos e fatos
  • Livros fiscais
  • Lógica contabilística e as diretrizes para a elaboração de um plano de contas

N

  • Normas de contabilidade

O

  • Obrigatoriedade da escrita contábil
  • Operabilidade. Princípio da operabilidade

P

  • Patrimônio. Teoria da ultra vires doctrine, na avaliação contábil do patrimônio de sociedade empresária
  • Plano de contas
  • Plano de contas. Diretrizes para a elaboração de um plano de contas
  • Plano de contas. Estrutura dos graus das contas
  • Plano de contas. Lógica contabilística e as diretrizes para a elaboração de um plano de contas
  • Plano de contas. Sugestão de modelo de plano de contas
  • Plano de contas. Um modelo resumido da estrutura do plano de contas, específico para entidades de capital aberto e as de grande porte
  • Plano de contas. Um modelo resumido de plano de contas para entidades empresárias organizadas na forma e em sintonia com o espírito do Código Civil de 2002, que não sejam as anônimas e as de grande porte
  • Princípio da dialeticidade
  • Princípio da eticidade
  • Princípio da fidelidade
  • Princípio da impessoalidade
  • Princípio da operabilidade
  • Princípio da socialidade
  • Princípio da veracidade
  • Princípio. Regime principiológico contabilístico da escrituração contábil
  • Princípios de contabilidade emanados do CFC
  • Princípios de contabilidade mais perfeitos, na história do Brasil, que provieram do CFC
  • Princípios fundamentais aplicados à teoria e ao teorema da essência sobre a forma
  • Profissional de contabilidade e o grande equívoco da expressão: empresário da contabilidade, ou empreendedor contábil
  • Profissional de contabilidade

R

  • Referências
  • Regime principiológico contabilístico da escrituração contábil
  • Registro contábil. Distinção nos registros e escrituração contabilísticas, entre as duas principais espécies de sociedades empresárias: as anônimas onde se incluem as de grande porte e as limitadas
  • Registro contábil. Sigilo e o responsável técnico pelos registros contábeis
  • Registro contabilístico. Segurança dos registros contabilísticos, a conciliação de saldos de contas e o exame das contas
  • Registros dos atos e fatos. Livros
  • Responsável técnico. Sigilo e o responsável técnico pelos registros contábeis

S

  • Segurança dos registros contabilísticos, a conciliação de saldos de contas e o exame das contas
  • Sigilo e o responsável técnico pelos registros contábeis
  • Sigilo na escrituração
  • Socialidade. Princípio da socialidade
  • Sociedade anônima. Distinção nos registros e escrituração contabilísticas, entre as duas principais espécies de sociedades empresárias: as anônimas onde se incluem as de grande porte e as limitadas
  • Sociedade anônima. Livros contábeis e societários específicos das sociedades anônimas
  • Sociedade anônima. Nas anônimas e nas de grande porte
  • Sociedade empresária. Distinção nos registros e escrituração contabilísticas, entre as duas principais espécies de sociedades empresárias: as anônimas onde se incluem as de grande porte e as limitadas
  • Sociedade empresária. Teoria da ultra vires doctrine, na avaliação contábil do patrimônio de sociedade empresária
  • Sociedade limitada. Distinção nos registros e escrituração contabilísticas, entre as duas principais espécies de sociedades empresárias: as anônimas onde se incluem as de grande porte e as limitadas
  • Sociedade limitada. Nas limitadas e outras sociedades que não são de grande porte
  • Sugestão de modelo de plano de contas

T

  • Teorema da essência sobre a forma
  • Teoria da essência sobre a forma
  • Teoria da ultra vires doctrine, na avaliação contábil do patrimônio de sociedade empresária
  • Teoria pura da contabilidade
  • Três importantes teorias para a escrituração e preparação das demonstrações financeiras

U

  • Ultra vires doctrine. Teoria da ultra vires doctrine, na avaliação contábil do patrimônio de sociedade empresária
  • Um modelo resumido da estrutura do plano de contas, específico para entidades de capital aberto e as de grande porte
  • Um modelo resumido de plano de contas para entidades empresárias organizadas na forma e em sintonia com o espírito do Código Civil de 2002, que não sejam as anônimas e as de grande porte
  • Utentes da contabilidade

V

  • Veracidade. Princípio da veracidade
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