Júri - Persuasão na Tribuna

Danni Sales Silva

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Ficha técnica

Autor(es): Danni Sales Silva

ISBN v. impressa: 978853628119-3

ISBN v. digital: 978853628137-7

Acabamento: Brochura

Número de páginas: 182

Publicado em: 17/07/2018

Área(s): Direito - Penal; Direito - Processual Penal; Internacional

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Sinopse

O Tribunal do Júri não tem seus princípios calçados, estritamente, na estrutura dos códigos. Sua tradição não é ditada apenas pela  lei, pois seu rito incorpora valores outros da sociedade. Uma justiça do povo, pelo povo e para o povo, que tem por função compreender o mais complexo dos elementos envolvidos no julgamento: o ser humano. 

Ao abordar fatores antropológicos e aspectos psicológicos que influenciam na formação do veredito, o autor desvenda enigmas da “arte da persuasão”, embarcando o leitor na compreensão sobre as conexões que devem ser estabelecidas entre o Tribuno e o homem que julga (Jurado).

Autor(es)

DANNI SALES SILVA

Mestre em Ciências Criminais pela Faculdade de Direito de Lisboa, Portugal. Licenciando em Filosofia pela Pontifícia Universidade Católica de Goiás – PUC GOIÁS. Pesquisador das Ciências da Antropologia e Psicologia da Comunicação, mormente a Neurociência. Pesquisador Visitante pelo Instituto Max Planck in Freiburg, Alemanha. Professor de Processo Penal na Pós-Graduação da PUC GOIÁS e outras instituições de ensino. Promotor do Júri no Estado de Goiás. Foi Promotor de Justiça no Estado do Tocantins (aprovado em 1º lugar).

Sumário

Capítulo I INTRODUÇÃO, p. 15

Capítulo II CONCEITOS ESSENCIAIS, p. 19

1 VIDA, p. 19

2 JURADOS, p. 21

2.1 Fatores Antropológicos e Aspectos Psicológicos que Influenciam no Veredito, p. 26

3 JUSTIÇA, p. 30

3.1 Qual o Padrão de Justiça Deve o Orador Invocar dos Jurados?, p. 32

3.2 Técnica da Rejeição Seguida de Recuo e o Uso das Teses Alternativas, p. 34

3.3 Pode o Júri Absolver por Clemência?, p. 37

Capítulo III O ORADOR, p. 41

1 ORADORES PRÉ-FABRICADOS, p. 44

2 A PALAVRA, p. 46

3 A VOZ, p. 49

4 POR QUANTO TEMPO DEVE O ORADOR FALAR EM PLENÁRIO?, p. 52

5 QUAL ABORDAGEM DEVE SER PRIORIZADA NO DISCURSO?, p. 54

Capítulo IV ELEMENTOS DA PERSUASÃO, p. 57

1 COMUNICAÇÕES NÃO VERBAIS, p. 57

2 RETÓRICA, PERSUASÃO E CONVENCIMENTO, p. 60

3 PODER DA AFEIÇÃO, p. 63

4 HUMANIZANDO O DISCURSO, p. 65

5 INCONSCIENTE COLETIVO, p. 66

6 DESPERTANDO O INCONSCIENTE COLETIVO, p. 69

7 TIO ALQUINO: A PALAVRA CONFIANÇA, p. 71

8 O FASCÍNIO DAS HISTÓRIAS E PARÁBOLAS, p. 73

8.1 Parábola do ‘Melhor Vinho’, p. 73

9 MUDANÇA DO ESTADO DE ESPÍRITO DOS JURADOS, p. 76

10 NÃO COMPREENSÃO, CONFUSÃO E CONVICÇÕES, p. 78

Capítulo V A ARTE DE TER A RAZÃO, p. 81

1 TÉCNICA DA AMPLIAÇÃO INDEVIDA OU EXPANSÃO, p. 83

2 RETORSIO ARGUMENTI E REDUCTIO AD ABSURDUM (EXAGERANDO A VERDADE DO OPOSITOR), p. 86

3 A ARTE DAS PERGUNTAS, p. 87

4 CONTRADIÇÕES DO ORADOR, p. 89

5 O ‘APARTE INTERRUPÇÃO’, p. 90

6 ERUDITOS QUE DISPUTAM PERANTE OUVINTES LEIGOS: O PODER DA AUTORIDADE, p. 92

7 A IRONIA NA TRIBUNA, p. 95

8 O PODER DA ANEDOTA, p. 97

9 POSTURA DURANTE OFENSAS DA PARTE ADVERSA, p. 99

10 COLOQUE SOB SUSPEITA A AFIRMAÇÃO DO ADVERSÁRIO: RÓTULO ODIOSO, p. 100

11 A RUÍNA DA PROVA DEFICIENTE, p. 102

12 PROVOCAR IRA NO ADVERSÁRIO (ENCOLERIZAR), p. 104

Capítulo VI PECADOS CAPITAIS NA TRIBUNA, p. 107

1 SOBERBA, p. 109

1.1 Soberba na Acusação: o Preço, p. 109

1.2 Do Campo Santo ao Plenário: uma Beca Depositada no Túmulo da Vítima, p. 111

2 INVEJA, p. 114

3 GULA, p. 116

4 IRA, p. 119

5 PREGUIÇA: O PECADO QUE NÃO PODE CONTAMINAR A TRIBUNA!, p. 121

6 AVAREZA, p. 122

7 LUXÚRIA (LIBERTINO), p. 124

7.1 Feminicídio e Libertinagem, p. 124

7.2 Presenteando o Réu com o Cálice Mágico, p. 125

8 HIPOCRISIA: O OITAVO PECADO CAPITAL, p. 127

8.1 Aborto e Hipocrisias, p. 128

Capítulo VII PRÁTICA DA TRIBUNA: "NERVOS DE FÓRUM", p. 131

1 EXÓRDIO (COMEÇO DO DISCURSO), p. 133

1.1 Pigarreando os Cumprimentos ao Réu, p. 135

1.2 Saudação aos Jurados, p. 136

1.3 Saudação ao Advogado, na Réplica, p. 136

1.4 Saudação Convidando o Jurado para Voltar à Cena do Crime, p. 137

1.5 Saudações ao Juiz Togado, p. 137

1.6 Saudação em Silêncio, p. 138

2 NARRAÇÃO, p. 139

3 PROVA, p. 141

3.1 Técnica das Sete Provas, p. 142

3.2 Provas que Possibilitam Empatia e Transcendência, p. 142

3.3 O Truque da Prova Proibida, p. 143

4 PERORAÇÃO, p. 145

4.1 Como não Encerrar uma Oração, p. 145

4.2 Encerramento com Ab-reação: Atirando o Livro no Oficial de Promotoria, p. 147

5 RÉPLICA, p. 149

5.1 Réplica e a Técnica da Reinquirição de Testemunha, p. 151

6 INSPIRAÇÃO POÉTICA: POEMAS NA TRIBUNA, p. 152

7 O CRIMINOSO PASSIONAL: EMOÇÃO, PAIXÃO E AMOR, p. 155

7.1 Amor Platônico e a Rosa de Cristal, p. 156

8 MENTIRAS, VERDADES E VEREDITO: COMO BONS ADVOGADOS LIDAM COM A DÚVIDA?, p. 159

9 POR QUE SENTENCIAR O RÉU A UM CÁRCERE QUE DEGENERA?, p. 162

REFERÊNCIAS, p. 167

ÍNDICE REMISSIVO, p. 171

Índice alfabético

A

  • Ab-reação. Encerramento com ab-reação: atirando o livro no oficial de promotoria, p. 147
  • Abordagem. Qual abordagem deve ser priorizada no discurso?, p. 54
  • Aborto e hipocrisias, p. 128
  • Absolvição. Pode o júri absolver por clemência?, p. 37
  • Acusação. Soberba na acusação: o preço, p. 109
  • Adversário. Coloque sob suspeita a afirmação do adversário: rótulo odioso, p. 100
  • Adversário. Provocar ira no adversário (encolerizar), p. 104
  • Advogado. Mentiras, verdades e veredito: como bons advogados lidam com a dúvida?, p. 159
  • Advogado. Saudação ao advogado, na réplica, p. 136
  • Afeição. Poder da afeição, p. 63
  • Amor platônico e a rosa de cristal, p. 156
  • Amor. Criminoso passional: emoção, paixão e amor, p. 155
  • Ampliação indevida. Técnica da ampliação indevida ou expansão, p. 83
  • Antropologia. Fatores antropológicos e aspectos psicológicos que influenciam no veredito, p. 26
  • Aparte. O ‘aparte interrupção’, p. 90
  • Arte das perguntas, p. 87
  • Arte de ter a razão, p. 81
  • Avareza, p. 122

C

  • Campo Santo ao plenário: uma beca depositada no túmulo da vítima, p. 111
  • Cárcere. Por que sentenciar o réu a um cárcere que degenera?, p. 162
  • Cena do crime. Saudação convidando o jurado para voltar à cena do crime, p. 137
  • Clemência. Pode o júri absolver por clemência?, p. 37
  • Coletividade. Inconsciente coletivo, p. 66
  • Comportamento. Mudança do estado de espírito dos jurados, p. 76
  • Comunicações não verbais, p. 57
  • Conceitos essenciais, p. 19
  • Confiança. Tio Alquino: a palavra confiança, p. 71
  • Confusão. Não compreensão, confusão e convicções, p. 78
  • Contradições do orador, p. 89
  • Convencimento. Arte de ter a razão, p. 81
  • Convencimento. Retórica, persuasão e convencimento, p. 60
  • Convicção. Não compreensão, confusão e convicções, p. 78
  • Criminoso passional: emoção, paixão e amor, p. 155

D

  • Despertando o inconsciente coletivo, p. 69
  • Discurso. Exórdio (começo do discurso), p. 133
  • Discurso. Humanizando o discurso, p. 65
  • Discurso. Qual abordagem deve ser priorizada no discurso?, p. 54
  • Dúvida. Mentiras, verdades e veredito: como bons advogados lidam com a dúvida?, p. 159

E

  • Elementos da persuasão, p. 57
  • Emoção. Criminoso passional: emoção, paixão e amor, p. 155
  • Empatia. Provas que possibilitam empatia e transcendência, p. 142
  • Encerramento com ab-reação: atirando o livro no oficial de promotoria, p. 147
  • Encolerizar. Provocar ira no adversário (encolerizar), p. 104
  • Eruditos que disputam perante ouvintes leigos: o poder da autoridade, p. 92
  • Exórdio (começo do discurso), p. 133
  • Expansão. Técnica da ampliação indevida ou expansão, p. 83

F

  • Fascínio das histórias e parábolas, p. 73
  • Fatores antropológicos e aspectos psicológicos que influenciam no veredito, p. 26
  • Feminicídio e libertinagem, p. 124

G

  • Gula, p. 116

H

  • Hipocrisia. Aborto e hipocrisias, p. 128
  • Hipocrisia: o oitavo pecado capital, p. 127
  • História. Fascínio das histórias e parábolas, p. 73
  • Humanizando o discurso, p. 65
  • Humor. Poder da anedota, p. 97

I

  • Inconsciente coletivo, p. 66
  • Inconsciente coletivo. Despertando o inconsciente coletivo, p. 69
  • Inspiração poética: poemas na tribuna, p. 152
  • Interrupção. O ‘aparte interrupção’, p. 90
  • Introdução, p. 15
  • Inveja, p. 114
  • Ira, p. 119
  • Ira. Provocar ira no adversário (encolerizar), p. 104
  • Ironia na tribuna, p. 95

J

  • Juiz togado. Saudações, p. 137
  • Jurado. Mudança do estado de espírito dos jurados, p. 76
  • Jurado. Qual o padrão de justiça deve o orador invocar dos jurados?, p. 32
  • Jurado. Saudação aos jurados, p. 136
  • Jurado. Saudação convidando o jurado para voltar à cena do crime, p. 137
  • Jurados, p. 21
  • Júri. Pode o júri absolver por clemência?, p. 37
  • Justiça, p. 30
  • Justiça. Qual o padrão de justiça deve o orador invocar dos jurados?, p. 32

L

  • Libertinagem. Feminicídio e libertinagem, p. 124
  • Libertinagem. Luxúria (libertino), p. 124
  • Luxúria (libertino), p. 124

M

  • Mentiras, verdades e veredito: como bons advogados lidam com a dúvida?, p. 159
  • Mudança do estado de espírito dos jurados, p. 76

N

  • Não compreensão, confusão e convicções, p. 78
  • Narração, p. 139

O

  • Ofensa da parte adversa. Postura durante ofensas da parte adversa, p. 99
  • Oração. Como não encerrar uma oração, p. 145
  • Orador, p. 41
  • Orador. Contradições do orador, p. 89
  • Orador. Por quanto tempo deve o orador falar em plenário?, p. 52
  • Orador. Qual o padrão de justiça deve o orador invocar dos jurados?, p. 32
  • Oradores pré-fabricados, p. 44
  • Oratória. Qual abordagem deve ser priorizada no discurso?, p. 54
  • Ouvintes leigos. Eruditos que disputam perante ouvintes leigos: o poder da autoridade, p. 92

P

  • Paixão. Criminoso passional: emoção, paixão e amor, p. 155
  • Palavra, p. 46
  • Parábola do ‘Melhor Vinho’, p. 73
  • Parábola. Fascínio das histórias e parábolas, p. 73
  • Passionalidade. Criminoso passional: emoção, paixão e amor, p. 155
  • Pecados capitais na tribuna, p. 107
  • Pergunta. Arte das perguntas, p. 87
  • Peroração, p. 145
  • Persuasão. Elementos da persuasão, p. 57
  • Persuasão. Retórica, persuasão e convencimento, p. 60
  • Pigarreando os cumprimentos ao réu, p. 135
  • Plenário. Campo Santo ao plenário: uma beca depositada no túmulo da vítima, p. 111
  • Plenário. Por quanto tempo deve o orador falar em plenário?, p. 52
  • Poder da afeição, p. 63
  • Poder da anedota, p. 97
  • Poder da autoridade. Eruditos que disputam perante ouvintes leigos: o poder da autoridade, p. 92
  • Poema. Inspiração poética: poemas na tribuna, p. 152
  • Por que sentenciar o réu a um cárcere que degenera?, p. 162
  • Postura durante ofensas da parte adversa, p. 99
  • Prática da tribuna: "nervos de fórum", p. 131
  • Preguiça: o pecado que não pode contaminar a tribuna!, p. 121
  • Presenteando o réu com o cálice mágico, p. 125
  • Promotoria. Encerramento com ab-reação: atirando o livro no oficial de promotoria, p. 147
  • Prova, p. 141
  • Prova deficiente. Ruína da prova deficiente, p. 102
  • Prova. Técnica das sete provas, p. 142
  • Prova. Truque da prova proibida, p. 143
  • Provas que possibilitam empatia e transcendência, p. 142
  • Provocar ira no adversário (encolerizar), p. 104
  • Psicologia. Fatores antropológicos e aspectos psicológicos que influenciam no veredito, p. 26

R

  • Razão. Arte de ter a razão, p. 81
  • Reductio ad absurdum. Retorsio argumenti e reductio ad absurdum (exagerando a verdade do opositor), p. 86
  • Referências, p. 167
  • Reinquirição de testemunha. Réplica e a técnica da reinquirição de testemunha, p. 151
  • Rejeição. Técnica da rejeição seguida de recuo e o uso das teses alternativas, p. 34
  • Réplica, p. 149
  • Réplica e a técnica da reinquirição de testemunha, p. 151
  • Réplica. Saudação ao advogado, na réplica, p. 136
  • Retórica, persuasão e convencimento, p. 60
  • Retorsio argumenti e reductio ad absurdum (exagerando a verdade do opositor), p. 86
  • Réu. Pigarreando os cumprimentos ao réu, p. 135
  • Réu. Por que sentenciar o réu a um cárcere que degenera?, p. 162
  • Réu. Presenteando o réu com o cálice mágico, p. 125
  • Rótulo odioso. Coloque sob suspeita a afirmação do adversário: rótulo odioso, p. 100
  • Ruína da prova deficiente, p. 102

S

  • Saudação ao advogado, na réplica, p. 136
  • Saudação aos jurados, p. 136
  • Saudação convidando o jurado para voltar à cena do crime, p. 137
  • Saudação em silêncio, p. 138
  • Saudações ao juiz togado, p. 137
  • Sentença. Por que sentenciar o réu a um cárcere que degenera?, p. 162
  • Silêncio. Saudação em silêncio, p. 138
  • Soberba, p. 109
  • Soberba na acusação: o preço, p. 109

T

  • Técnica da ampliação indevida ou expansão, p. 83
  • Técnica da rejeição seguida de recuo e o uso das teses alternativas, p. 34
  • Técnica das sete provas, p. 142
  • Tese alternativa. Técnica da rejeição seguida de recuo e o uso das teses alternativas, p. 34
  • Tio Alquino: a palavra confiança, p. 71
  • Transcendência. Provas que possibilitam empatia e transcendência, p. 142
  • Tribuna. Inspiração poética: poemas na tribuna, p. 152
  • Tribuna. Ironia na tribuna, p. 95
  • Tribuna. Pecados capitais na tribuna, p. 107
  • Tribuna. Prática da tribuna: "nervos de fórum", p. 131
  • Tribuna. Preguiça: o pecado que não pode contaminar a tribuna!, p. 121
  • Truque da prova proibida, p. 143

V

  • Verbalidade. Comunicações não verbais, p. 57
  • Verdade do opositor. Retorsio argumenti e reductio ad absurdum (exagerando a verdade do opositor), p. 86
  • Verdade. Mentiras, verdades e veredito: como bons advogados lidam com a dúvida?, p. 159
  • Veredito. Fatores antropológicos e aspectos psicológicos que influenciam no veredito, p. 26
  • Veredito. Mentiras, verdades e veredito: como bons advogados lidam com a dúvida?, p. 159
  • Vida, p. 19
  • Voz, p. 49

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