| INTRODUÇÃO |
1 REPRESENTAÇÃO DA REALIDADE E DO CONHECIMENTO |
| | 1.1 Representação da realidade |
| | 1.1.1 Linguagem |
| | 1.1.2 Modelos científicos |
| | 1.1.3 Sistemas complexos |
| | 1.1.4 Coerência e consistência |
| | 1.1.5 Incompletude |
| | 1.2 Representação do conhecimento |
| | 1.2.1 Hipótese cognitivista |
| | 1.2.2 Características do conhecimento |
| | 1.2.3 Conhecimento impreciso |
| | 1.2.4 Formas de conhecimento |
| | 1.2.5 Formas diversas de representação do conhecimento |
| | 1.2.6 Ontologias |
| | 1.2.7 Uma representação fragmentária do raciocínio inteligente |
2 ARTIFICIALIDADES DA INTELIGÊNCIA |
| | 2.1 Inteligência artificial |
| | 2.1.1 Breve histórico |
| | 2.1.2 Aprendizagem, raciocínio e representação do conhecimento |
| | 2.1.3 Metodologia e tarefas da IA |
| | 2.2 Modelos lógicos e matemáticos |
| | 2.2.1 Lógica clássica |
| | 2.2.2 Lógicas não-clássicas |
| | 2.2.3 Lógica modal |
| | 2.2.4 Lógica deôntica |
| | 2.2.5 Vantagens da representação lógica |
| | 2.2.6 Raciocínio não monótono |
| | 2.2.7 Teoria da probabilidade |
| | 2.2.8 Teoria dos fatores de certeza |
| | 2.2.9 Teoria da evidência de Demster Shafer |
| | 2.3 Tecnologias de IA |
| | 2.3.1 Algoritmos de aprendizagem |
| | 2.3.2 Algoritmos Genéticos |
| | 2.3.3 Redes neurais |
| | 2.3.4 Raciocínio Baseado em Casos |
| | 2.3.5 Sistemas Especialistas (SE) |
| | 2.3.6 Sistemas computacionais híbridos |
3 SISTEMAS ESPECIALISTAS |
| | 3.1 Definições, vantagens e distinções |
| | 3.1.1 Características e vantagens |
| | 3.1.2 Uso apropriado |
| | 3.1.3 Diferenças com os programas convencionais |
| | 3.1.4 Diferenças com os especialistas humanos |
| | 3.2 Componentes e construção de um Sistema Especialista |
| | 3.2.1 Base de conhecimento |
| | 3.2.2 Motor ou mecanismo de inferências |
| | 3.2.3 Interface homem máquina |
| | 3.2.4 Construção e fases de desenvolvimento de um Sistema Especialista |
| | 3.3 Aquisição do conhecimento |
| | 3.3.1 Sujeitos do processo de Aquisição do Conhecimento |
| | 3.3.2 Etapas da Aquisição do Conhecimento |
| | 3.3.3 Métodos de Aquisição do Conhecimento |
| | 3.3.4 Problemas e erros na Aquisição do Conhecimento |
4 REPRESENTAÇÃO SIMBÓLICA E ESTRUTURAL DO CONHECIMENTO |
| | 4.1 Sistemas Baseados em Regras |
| | 4.1.1 Construção de sistemas de produção |
| | 4.1.2 Gerenciamento da base de regras e de conflitos |
| | 4.1.3 Vantagens e desvantagens |
| | 4.2 Sistemas orientados a Objetos |
| | 4.2.1 Modelo de objetos vs. modelo lógico |
| | 4.2.2 Triplas objeto-atributo-valor |
| | 4.2.3 Formas de organizar e hierarquizar objetos |
| | 4.2.4 Características básicas da orientação a objetos |
| | 4.2.5 Redes semânticas |
| | 4.2.6 Quadros (frames) |
| | 4.2.7 Vantagens e desvantagens |
| | 4.3 Sistemas híbridos de representação |
5 SISTEMA JURÍDICO E SISTEMAS ESPECIALISTAS LEGAIS |
| | 5.1 A lógica do Sistema Jurídico |
| | 5.1.1 Busca de racionalidade |
| | 5.1.2 Direito e ciência do Direito, normas e proposições jurídicas |
| | 5.1.3 Indeterminação semântica ou textura aberta do Direito |
| | 5.1.4 Complexidade, unidade e validade no ordenamento jurídico |
| | 5.1.5 Coerência e consistência, conflitos e redundância |
| | 5.1.6 Completude do Sistema Jurídico |
| | 5.1.7 Raciocínio jurídico: o papel da interpretação no Direito |
| | 5.1.8 Direito Jurisprudencial vs. Direito estatutário |
| | 5.1.9 Tarefas realizadas pelos operadores do Direito |
| | 5.2 A lógica dos Sistemas Especialistas Legais |
| | 5.2.1 Formalização, modelagem e algoritmização do Direito |
| | 5.2.2 O uso da Lógica Deôntica em sistemas computacionais |
| | 5.2.3 Sistemas Especialistas Legais |
| | 5.2.4 Representação do conhecimento legal |
| | 5.2.5 Resolvendo problemas de construção e manutenção dos SEL |
| | 5.2.6 Presente e futuro dos Sistemas Especialistas Legais |
| | 5.2.7 Uma nova epistemologia para o Direito |
CONCLUSÃO |
BIBLIOGRAFIA |
ÍNDICE DOS ANEXOS |
| | Figuras |
| | Tabelas |
| | | | | | | | | | |