Capa do livro: Economia Política do Poder - Uma Crítica da Teoria Geral da Administração - Volume 2, José Henrique de Faria

Economia Política do Poder - Uma Crítica da Teoria Geral da Administração - Volume 2

José Henrique de Faria

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Ficha técnica

Autor(es): José Henrique de Faria

ISBN v. impressa: 853620803-1

ISBN v. digital: 978853626519-3

Acabamento: Brochura

Formato: 15,0x21,0 cm

Peso: 326grs.

Número de páginas: 250

Publicado em: 23/09/2004

Área(s): Administração; Economia

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Sinopse

Fruto de um trabalho de pesquisa desenvolvido nos últimos vinte e cinco anos, "Economia Política do Poder” é um livro inovador nos estudos sobre organizações. Nele, José Henrique de Faria mostra com profundidade e competência como as formas e os mecanismos de controle foram sendo aperfeiçoados ao longo do último século, desde as experiências decorrentes da Organização Científica do Trabalho até a concepção atual da Gestão Flexível. Para tanto, no Volume I, são apresentados os fundamentos da análise, a partir de temas importantes como Teoria Crítica, Estratificação Social, Estado e Globalização, Relações de Poder e Ética. No Volume II, é realizada uma extensa análise crítica da evolução do pensamento em gestão de organizações, também conhecida como Teoria Geral da Administração. No Volume III, é apresentado um arcabouço da prática do controle nas organizações e uma Teoria Crítica do Controle. A análise crítica e sistemática que se encontra neste livro não tem paralelo na literatura brasileira sobre o tema, fazendo do mesmo uma referência obrigatória nas áreas de Teoria das Organizações, Teoria Geral da Administração, Sociologia do Trabalho, Psicologia do Trabalho, Educação e Trabalho, Economia do Trabalho e Relações Industriais. A base epistemológica e teórica que sustenta este estudo, denominada de Economia Política do Poder, busca essencialmente investigar, desde uma perspectiva crítica de natureza objetiva e subjetiva, as contradições existentes em organizações sob o comando do capital. Mais especificamente, interessa analisar a produção, a distribuição e a utilização política do poder, enquanto expresso em sistemas, níveis, formas e processos de controle em organizações produtivas capitalistas. É nesta instância particular que se podem desvendar os mecanismos de poder do capital, os quais se refletem nas formas de controle nos locais de trabalho. Este livro mostra como os mecanismos de controle partem de uma origem na qual a ênfase estava na repressão e na hierarquia e, sem abandonar esta origem, investem atualmente e de forma sutil sobre a psique humana. A ideologia da gestão, também chamada de teoria gerencialista, constitui-se no fundamento do sistema de idéias que, ao mesmo tempo, reproduz a lógica de dominação do capital sobre o trabalho e oferece suporte "científico" para legitimar as ações decorrentes de tal lógica. Para isto, muito têm contribuído as pesquisas desenvolvidas principalmente em algumas escolas de business, psicologia, educação e ciências sociais, sobre comportamento humano, liderança, motivação, conflitos, cognição, aprendizagem, colaboração e comprometimento. Desta forma, pode-se compreender como os mecanismos de controle vão se aperfeiçoando conforme se desenvolve histórica e socialmente o capitalismo. Aperfeiçoamento este que significa que os mecanismos presentes na Organização Científica do Trabalho não foram abandonados ou substituídos como se apregoa. Em alguns casos, inclusive, foram incrementados.

Autor(es)

 

 

 

José Henrique de Faria é Professor Titular da Universidade Federal do Paraná. Graduação em Ciências Econômicas (FAE-PR). Mestrado em Administração (PPGA-UFRGS). Doutorado em Administração (FEA-USP). Pós-Doutorado em Relações de Trabalho (University of Michigan-ILIR). Autor de Poder e Relações de Poder(1985), O Autoritarismo nas Organizações (1985), Comissões de Fábrica (1987) e Tecnologia e Processo de Trabalho (1992).

Sumário

INTRODUÇÃO, p. 17

Volume 2 ECONOMIA POLÍTICA DO PODER:Uma Crítica da Teoria Geral da Administração, p. 0

Capítulo 6 -A ORGANIZAÇÃO CIENTÍFICA DO TRABALHO:O ENFOQUE CLÁSSICO, p. 27

1 A Concepção de Frederick W. Taylor, p. 29

2 A Concepção de Henry Ford, p. 35

3 A Concepção de Henri Fayol, p. 53

Capítulo 7 - O ENFOQUE DAS RELAÇÕES HUMANAS, p. 65

1 A Concepção de G. Elton Mayo, p. 66

2 A Concepção de Chester I. Barnard, p. 75

3 A Concepção de Douglas McGregor, p. 82

4 A Concepção d e Abraham H. Maslow, p. 87

5 Observações Adicionais, p. 90

Capítulo 8 - O ENFOQUE NEOCLÁSSICO, p. 91

1 A Concepção de Peter F. Drucker, p. 92

2 A Concepção Empírico-Gerencialista, p. 105

Capítulo 9 - O ENFOQUE BEHAVIORISTA, p. 111

1 A Concepção de Herbert A. Simon e James G. March, p. 112

2 A Concepção de Rensis Likert, p. 117

3 A Concepção de Chris Argyris, p. 122

4 A Concepção de Robert Blake e Jane S. Mouton, p. 133

Capítulo 10 - O ENFOQUE ESTRUTURALISTA, p. 137

1 A Concepção de Amitai Etzioni, p. 138

2 A Concepção de Charles B. Perrow, p. 142

Capítulo 11 - O ENFOQUE FUNCIONALISTA DOS SISTEMAS SOCIAIS, p. 145

1 A Concepção Sistêmica, p. 146

2 A Concepção Desenvolvimentista, p. 154

3 A Concepção Contingencialista, p. 166

Capítulo 12 -O ENFOQUE DA TEORIA Z E OS CÍRCULOS DE CONTROLE DE QUALIDADE, p. 171

Capítulo 13 -A LINHA DE PRODUÇÃO FLEXÍVEL:TÉCNICAS JAPONESAS OU TAYLORISMO-FORDISMO DE BASE MICROELETRÔNICA?, p. 179

1 Os Grupos Semi-Autônomos e a Ideologia da Participação, p. 180

2 As Técnicas Japonesas de Gestão Industrial: o Chamado Toyotismo, p. 185

3 Tecnologia de Processo e Reorganização do Trabalho: Toyotismo ou Taylorismo- fordismo de Base Microeletrônica?, p. 191

Capítulo 14 - TRABALHO, TECNOLOGIA E SOFRIMENTO: UMA ANÁLISE DA TRANSIÇÃO DO TAYLORISMO-FORDISMO PARA A GESTÃO FLEXÍVEL, p. 205

1 Trabalho e Mudanças Tecnológicas, p. 206

2 A Reestru turação Produtiva e o Controle do Trabalho: Eufemismos e Injustiças, p. 213

3 Considerações Adicionais, p. 218

CONSIDERAÇÕES ADICIONAIS DO VOLUME 2, p. 221

REFERÊNCIAS, p. 223

ÍNDICE ALFABÉTICO, p. 243

LISTA DE QUADROS, p. 0

Quadro 01.6: Eventos Marcantes na História da Ford Motor Company, p. 37

Quadro 01:7. Hierarquia das Necessidades, p. 88

Quadro 01.13: Mudanças das Estratégias de Acumulação e suas Implicações Tecnológicas em Indústrias de Série, p. 192

Quadro 02.13: Mudança do Modelo Técnico-Econômico, p. 193

Índice alfabético

A

  • Administração. Economia política do poder: uma crítica da teoria geral da administração, p. 23
  • Ambiente. Dimensão do emprego, ambiente e condições de trabalho, p. 216
  • Antroposofia. Proposta holística: antroposofia, desejos e valores ou um ataque corporativo à consciência e aos sentimentos do empregado?, p. 162
  • Argyris. Concepção de Chris Argyris, p. 122
  • Ataque corporativo. Proposta holística: antroposofia, desejos e valores ou um ataque corporativo à consciência e aos sentimentos do empregado?, p. 162

B

  • Barnard. Concepção de Chester I. Barnard, p. 75
  • Beckhard. Proposta de Richard Beckhard., p. 159
  • Behaviorismo. Enfoque behaviorista., p. 111
  • Bennis. Proposta de Warren G. Bennis., p. 155
  • Bibliografia. Referências, p. 223
  • Blake. Concepção de Robert Blake e Jane S. Mouton, p. 133

C

  • Competitividade. Dimensão da competitividade e produtividade, p. 214
  • Concepção contingencialista, p. 166
  • Concepção de Abraham H. Maslow, p. 87
  • Concepção de Amitai Etzioni, p. 138
  • Concepção de Charles B. Perrow, p. 142
  • Concepção de Chester I. Barnard, p. 75
  • Concepção de Chris Argyris, p. 122
  • Concepção de Douglas McGregor, p. 82
  • Concepção de Frederick W. Taylor, p. 29
  • Concepção de G. Elton Mayo, p. 66
  • Concepção de Henri Fayol, p. 53
  • Concepção de Henry Ford, p. 35
  • Concepção de Herbert A. Simon e James G. March, p. 112
  • Concepção de Peter F. Drucker, p. 92
  • Concepção de Rensis Likert, p. 117
  • Concepção de Robert Blake e Jane S. Mouton, p. 134
  • Concepção empírico-gerencialista, p. 105
  • Concepção sistêmica, p. 146
  • Considerações adicionais do volume II, p. 221
  • Contingencialismo. Concepção contingencialista, p. 166
  • Controle de qualidade. Enfoque da Teoria Z e os círculos de controle de Qualidade, p. 171
  • Controle do trabalho. Reestruturação produtiva e controle do trabalho: eufemismos e injustiças, p. 213

D

  • Desenvolvimentismo. Concepção desenvolvimentista, p. 154
  • Dimensão da competitividade e produtividade, p. 214
  • Dimensão da organização coletiva, p. 217
  • Dimensão do desemprego, injustiça e sofrimento, p. 215
  • Dimensão do emprego, ambiente e condições de trabalho, p. 216
  • Drucker. Concepção de Peter F. Drucker, p. 92

E

  • Economia política do poder: uma crítica da teoria geral da administração, p. 23
  • Empírico. Concepção empírico-gerencialista, p. 105
  • Empregado. Proposta holística: antroposofia, desejos e valores ou um ataque corporativo à consciência e aos sentimentos do empregado?, p. 162
  • Emprego. Dimensão do desemprego, injustiça e sofrimento, p. 215
  • Emprego e tecnologia física, p. 209
  • Enfoque behaviorista., p. 111
  • Enfoque da Teoria Z e os círculos de controle de qualidade, p. 171
  • Enfoque das relações humanas, p. 65
  • Enfoque estruturalista., p. 137
  • Enfoque funcionalista dos sistemas sociais, p. 145
  • Enfoque neoclássico, p. 91
  • Estruturalismo. Enfoque estruturalista., p. 137
  • Etzioni. Concepção de Amitai Etzioni, p. 138
  • Eufemismo. Reestruturação produtiva e controle do trabalho: eufemismos e injustiças, p. 213
  • Eventos marcantes na história da Ford Motor Company. Quadro 01.6, p. 37

F

  • Fayol. Concepção de Henri Fayol, p. 53
  • Ford. Concepção de Henry Ford, p. 35
  • Ford Motor Company. Eventos marcantes na história da Ford Motor Company. Quadro 01.6, p. 37
  • Fordismo. Linha de produção flexível: técnicas japonesas ou taylorismo-fordismo de base microeletrônica?, p. 179
  • Fordismo. Tecnologia de processo e reorganização do trabalho: toyotismo ou taylorismo-fordismo de base microeletrônica?, p. 191
  • Fordismo. Trabalho, tecnologia e sofrimento: uma análise da transição do taylorismo-fordismo para a gestão flexível, p. 205
  • Funcionalismo. Enfoque funcionalista dos sistemas sociais., p. 145

G

  • Gerencialismo. Concepção empírico-gerencialista, p. 105
  • Gestão flexível. Trabalho, tecnologia e sofrimento: uma análise da transição do taylorismo-fordismo para a gestão flexível, p. 205
  • Gestão industrial. Técnicas japonesas de gestão industrial: o chamado toyotismo, p. 185
  • Gross. Proposta de Bertram Myron Gross., p. 151
  • Grupos semi-autônomos e a ideologia da participação, p. 180

H

  • Hierarquia das necessidades. Quadro 01:7., p. 88
  • Holismo. Proposta holística: antroposofia, desejos e valores ou um ataque corporativo à consciência e aos sentimentos do empregado?, p. 162

I

  • Ideologia da participação. Grupos semi-autônomos e a ideologia da participação, p. 180
  • Indústria de série. Mudanças das estratégias de acumulação e suas implicações tecnológicas em indústrias de série. Quadro 01.13, p. 192
  • Introdução, p. 17

J

  • Justiça. Dimensão do desemprego, injustiça e sofrimento, p. 215
  • Justiça. Reestruturação produtiva e controle do trabalho: eufemismos e injustiças, p. 213

K

  • Kahn. Proposta de Daniel Katz e Robert Lester Kahn., p. 147
  • Katz. Proposta de Daniel Katz e Robert Lester Kahn, p. 147

L

  • Lawrence. Proposta de Paul R. Lawrence e Jay W. Lorsch., p. 160
  • Likert. Concepção de Rensis Likert, p. 117
  • Linha de produção flexível: técnicas japonesas ou taylorismo-fordismo de base microeletrônica?, p. 179
  • Lorsch. Proposta de Paul R. Lawrence e Jay W. Lorsch., p. 160

M

  • March. Concepção de Herbert A. Simon e James G. March, p. 112
  • Maslow. Concepção de Abraham H. Maslow, p. 87
  • Mayo. Concepção de G. Elton Mayo, p. 66
  • McGregor. Concepção de Douglas McGregor, p. 82
  • Microeletrônica. Linha de produção flexível: técnicas japonesas ou taylorismo-fordismo de base microeletrônica?, p. 179
  • Microeletrônica. Tecnologia de processo e reorganização do trabalho: toyotismo ou taylorismo-fordismo de base microeletrônica?, p. 191
  • Mouton. Concepção de Robert Blake e Jane S. Mouton, p. 133
  • Mudança do modelo técnico-econômico. Quadro 02.13, p. 193
  • Mudanças das estratégias de acumulação e suas implicações tecnológicas em indústrias de série. Quadro 01.13, p. 192
  • Mudanças tecnológicas e trabalho, p. 206

N

  • Neoclássico. Enfoque neoclássico, p. 91
  • Novas tecnologias físicas, p. 207

O

  • Organização científica do trabalho: o enfoque clássico, p. 27

P

  • Perrow. Concepção de Charles B. Perrow, p. 142
  • Poder. Economia política do poder: uma crítica da teoria geral da administração, p. 23
  • Processo de trabalho e tecnologia física, p. 210
  • Produção. Linha de produção flexível: técnicas japonesas ou taylorismo-fordismo de base microeletrônica?, p. 179
  • Produção. Reestruturação produtiva e controle do trabalho: eufemismos e injustiças, p. 213
  • Produtividade. Dimensão da competitividade e produtividade., p. 214
  • Produtividade e qualidade., p. 211
  • Proposta de Bertram Myron Gross., p. 151
  • Proposta de Daniel Katz e Robert Lester Kahn., p. 147
  • Proposta de Paul R. Lawrence e Jay W. Lorsch., p. 160
  • Proposta de Richard Beckhard, p. 159
  • Proposta de Warren G. Bennis, p. 155
  • Proposta holística: antroposofia, desejos e valores ou um ataque corporativo à consciência e aos sentimentos do empregado?, p. 162

Q

  • Quadro 01.13. Mudanças das estratégias de acumulação e suas implicações tecnológicas em indústrias de série, p. 192
  • Quadro 01.6. Eventos marcantes na história da Ford Motor Company, p. 37
  • Quadro 01:7. Hierarquia das necessidades, p. 88
  • Qualidade e produtividade., p. 211
  • Qualificação do trabalhador, p. 207

R

  • Reestruturação produtiva e controle do trabalho: eufemismos e injustiças, p. 213
  • Referências. Bibliografia, p. 223
  • Relação humana. Enfoque. Observações adicionais, p. 90
  • Relação humana. Enfoque das relações humanas, p. 65

S

  • Sentimentos. Proposta holística: antroposofia, desejos e valores ou um ataque corporativo à consciência e aos sentimentos do empregado?, p. 162
  • Simon. Concepção de Herbert A. Simon e James G. March, p. 112
  • Sistema social. Enfoque funcionalista dos sistemas sociais., p. 145
  • Sistêmico. Concepção sistêmica, p. 146
  • Sofrimento. Dimensão do desemprego, injustiça e sofrimento, p. 215
  • Sumário, p. 15

T

  • Taylor. Trabalho. Concepção de Frederick W. Taylor, p. 29
  • Taylorismo. Linha de produção flexível: técnicas japonesas ou taylorismo-fordismo de base microeletrônica?, p. 179
  • Taylorismo. Tecnologia de processo e reorganização do trabalho: toyotismo ou taylorismo-fordismo de base microeletrônica?, p. 191
  • Taylorismo. Trabalho, tecnologia e sofrimento: uma análise da transição do taylorismo-fordismo para a gestão flexível, p. 205
  • Técnicas japonesas. Linha de produção flexível: técnicas japonesas ou taylorismo-fordismo de base microeletrônica?, p. 179
  • Técnicas japonesas de gestão industrial: o chamado toyotismo, p. 185
  • Tecnologia. Mudanças das estratégias de acumulação e suas implicações tecnológicas em indústrias de série. Quadro 01.13, p. 192
  • Tecnologia. Trabalho e mudanças tecnológicas, p. 206
  • Tecnologia. Trabalho, tecnologia e sofrimento: uma análise da transição do taylorismo-fordismo para a gestão flexível, p. 205
  • Tecnologia de processo e reorganização do trabalho: toyotismo ou taylorismo- fordismo de base microeletrônica?, p. 191
  • Tecnologia física e condições de trabalho, p. 210
  • Tecnologia física e emprego, p. 209
  • Tecnologia física e processo de trabalho, p. 210
  • Tecnologias físicas, p. 207
  • Teoria Z. Enfoque da Teoria Z e os círculos de controle de qualidade, p. 171
  • Toyotismo. Técnicas japonesas de gestão industrial: o chamado toyotismo, p. 185
  • Toyotismo. Tecnologia de processo e reorganização do trabalho: toyotismo ou taylorismo-fordismo de base microeletrônica?, p. 191
  • Trabalho. Concepção de Frederick W. Taylor, p. 29
  • Trabalho. Concepção de Henry Ford, p. 35
  • Trabalho. Dimensão do emprego, ambiente e condições de trabalho, p. 216
  • Trabalho. Organização científica do trabalho: o enfoque clássico, p. 27
  • Trabalho. Tecnologia de processo e reorganização do trabalho: toyotismo ou taylorismo-fordismo de base microeletrônica?, p. 191
  • Trabalho e mudanças tecnológicas, p. 206
  • Trabalho, tecnologia e sofrimento. Considerações adicionais, p. 218
  • Trabalho, tecnologia e sofrimento: uma análise da transição do taylorismo-fordismo para a gestão flexível, p. 205

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