Relações Brasil-Argentina - A Construção do Entendimento (1958-1986) - Coleção Relações Internacionais

Carlos Eduardo Vidigal

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FICHA TÉCNICA
Autor(es): Carlos Eduardo Vidigal
ISBN: 978853622394-0
Acabamento: Brochura
Número de Páginas: 286
Publicado em: 21/07/2009
Área(s): Direito Internacional
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SINOPSE

Neste Volume:

CAPÍTULO 1
INTEGRAÇÃO BRASIL-ARGENTINA: O PRIMEIRO ENSAIO (1958-1962)

CAPÍTULO 2
AFASTAMENTO E REAPROXIMAÇÃO (1962-1966)

CAPÍTULO 3
O APRENDIZADO DO DIÁLOGO (1966-1972)

CAPÍTULO 4
AS DIFICULDADES DO DIÁLOGO (1972-1976)

CAPÍTULO 5
A SUPERAÇÃO DAS DIFICULDADES (1976-1979)

CAPÍTULO 6
A CONSOLIDAÇÃO DO ENTENDIMENTO (1980-1986)

Coleção Relações Internacionais

A expansão do ensino de relações internacionais, nos níveis de graduação e pós-graduação, tem sido exponencial nos últimos anos.
A Coleção Relações Internacionais, lançamento da Juruá Editora, tem o propósito de prover estudantes, professores e profissionais da área com o conhecimento que resulta da expansão das pesquisas nas Universidades brasileiras.
O apoio do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico-CNPq, por meio do projeto integrado de pesquisa “Parcerias Estratégicas do Brasil: a construção do conceito e as experiências em curso”, financiado com recursos do Edital Renato Archer de fomento do estudo das relações internacionais e sediado na Universidade de Brasília, encontra-se na origem dessa iniciativa.
A Coleção Relações Internacionais reúne estudos originais resultantes de dissertações e teses selecionadas, em razão de sua originalidade e relevância, nas Universidades que mantêm programas de pós-graduação, bem como obras coletivas ou individuais especialmente focadas nas parcerias operadas pelo Brasil junto a países europeus e emergentes, objetos a que se volta o Renato Archer da UnB.
Em razão do elevado número de lançamentos que a Coleção programou, pretende ser ela instrumento indispensável a todos os que manuseiam o conhecimento atualizado das relações internacionais, seja com o propósito acadêmico, seja com o fim de tomar decisões nas esferas política e social, pública e privada, que engendram o modelo brasileiro de inserção internacional e sua dinâmica operacional.
O espírito que norteia as publicações da Coleção coincide com o espírito de isenção, objetividade, clareza e funcionalidade que preside os estudos nas Universidades. Desse modo, põe-se o conhecimento a serviço dos atores que dele fazem uso para equipar-se de expertise com que possam alcançar interesses externos da nação ou de seus segmentos sociais, bem como reagir e equilibrar-se diante de interesses que outros países buscam realizar no Brasil.

AUTOR(ES)

Carlos Eduardo Vidigal é Doutor em Relações Internacionais pela Universidade de Brasília (UnB); Professor dos cursos de Relações Internacionais da Universidade Católica de Brasília (UCB) e do Instituto de Educação Superior de Brasília (IESB) e Diretor d'O Diplomata Instituto de Relações Internacionais, o autor pesquisa as relações bilaterais Brasil-Argentina há dez anos. Outro objeto de estudo refere-se as relações internacionais da América Latina, tema de módulo ministrado no Curso de Especialização em Relações Internacionais do Instituto de Relações Internacionais da UnB.

SUMÁRIO

INTRODUÇÃO

Capítulo 1 - INTEGRAÇÃO BRASIL-ARGENTINA: O PRIMEIRO ENSAIO (1958-1962)

1.1 Desencontros (1945-1954)

1.2 Cordialidade e Rivalidade (1956-1957)

1.3 A Operação Pan-Americana

1.4 Coordenação Política e Integração Econômica (1959-1960)

1.5 O Encontro de Uruguaiana

1.6 De Uruguaiana a Punta Del Este: Apogeu e Ocaso de um Ensaio

Capítulo 2 - AFASTAMENTO E REAPROXIMAÇÃO (1962-1966)

2.1 A Crise do Interamericanismo e o Fim do "Ensaio de Integração"

2.2 Argentina: do Alinhamento à Política Exterior Independente

2.3 Brasil: da PEI à Retomada do Nacional-Desenvolvimentismo

2.4 Comércio, Relações Bilaterais e Segurança Hemisférica

2.5 As Relações Diplomáticas Brasil-Argentina

2.6 Compassos e Descompassos

Capítulo 3 - O APRENDIZADO DO DIÁLOGO (1966-1972)

3.1 A Détente e a Onda Nacionalista na América Latina

3.2 O Diálogo Bilateral e a Circunstância Sul-Americana

3.3 O Tratado da Bacia do Prata

3.4 A Visão Brasileira: Rivalidade Histórica e Instabilidade Política

3.5 A Visão Argentina: Tendências Históricas e a Expansão Brasileira

3.6 O Esforço Negociador e seus Limites

Capítulo 4 - AS DIFICULDADES DO DIÁLOGO (1972-1976)

4.1 Distintas Respostas na Nova Conjuntura dos Anos 1970

4.2 Argentina: Instabilidade e Inconstância

4.3 Brasil: Estabilidade e Constância

4.4 A Preponderância Brasileira e as Apreensões da Argentina

4.5 O Voo do Condor: Considerações

4.6 Sob os Signos da "Instabilidade" e da "Expansão" (1972 a 1976)

Capítulo 5 - A SUPERAÇÃO DAS DIFICULDADES (1976-1979)

5.1 Conjuntura Internacional e Regional: o Jogo das Forças

5.2 O Proceso e a Política Exterior Argentina

5.3 As Relações Bilaterais e a Busca do Entendimento

5.4 As Reuniões Tripartites e o Acordo de 1979

5.5 A Cooperação Nuclear: uma "Carta Argentina"?

5.6 O Diálogo Bilateral e a Força das Ideias

Capítulo 6 - A CONSOLIDAÇÃO DO ENTENDIMENTO (1980-1986)

6.1 Os Acordos de 1980: Cooperação e Direitos Humanos

6.2 A Segunda Fase do Proceso e o Relacionamento Bilateral

6.3 A Crise das Malvinas e o Posicionamento do Brasil

6.4 Continuidade, Redemocratização e Relacionamento Bilateral

6.5 O Papel do Brasil em Londres

6.6 Da Cooperação à Integração

CONCLUSÃO

REFERÊNCIAS

ÍNDICE ALFABÉTICO

A

  • Acordo de 1979. Reuniões tripartites e o Acordo de 1979.
  • Acordos de 1980: Cooperação e Direitos Humanos.
  • América Latina. Diálogo bilateral ea circunstância sul-americana
  • Aprendizado do diálogo (1966-1972)
  • Aproveitamento hidrelétrico. Tratado da Bacia do Prata
  • Aproveitamento hidrelétrico. Visão brasileira: rivalidade histórica e instabilidade política.
  • Argentina. Integração Brasil-Argentina: o primeiro ensaio (1958-1962).
  • Argentina. Preponderânciabrasileira e as apreensões da Argentina
  • Argentina.Proceso e política exteriorargentina
  • Argentina. Relações diplomáticas Brasil-Argentina.
  • Argentina: do alinhamento à política exterior independente.
  • Argentina: instabilidadee inconstância.

B

  • Brasil. Integração Brasil-Argentina: o primeiro ensaio (1958-1962)
  • Brasil. Relações diplomáticas Brasil-Argentina.
  • Brasil: da PEI à retomada donacional-desenvolvimentismo
  • Brasil: estabilidadee constância.

C

  • "Carta Argentina". Cooperação Nuclear: uma "Carta Argentina"?
  • Coexistência pacífica. Aprendizado do diálogo (1966-1972)
  • Comércio, relações bilaterais e segurança hemisférica
  • Conclusão.
  • Conjuntura internacional e regional: o jogo das forças
  • Consolidação do entendimento (1980-1986).
  • Continuidade, redemocratização erelacionamento bilateral
  • Cooperação Nuclear: uma "Carta Argentina"?.
  • Cooperação. Sob os signos da "instabilidade" e da "expansão" (1972 a 1976).
  • Cooperação à integração.
  • Coordenação Política e Integração Econômica (1959-1960).
  • Cordialidade e rivalidade (1956-1957).
  • Crise das Malvinas e o posicionamento do Brasil
  • Crise do interamericanismo e ofim do "ensaio de integração".

D

  • Desencontros(1945-1954)
  • Détente e a onda nacionalista na América Latina.
  • Diálogo. Relações internacionais. Dificuldades do diálogo (1972-1976)
  • Diálogo bilateral. Conjuntura internacional e regional: o jogo das forças.
  • Diálogo bilateral e a circunstância sul-americana
  • Diálogo bilateral e aforça das ideias.
  • Dificuldades do diálogo (1972-1976).
  • Diplomacia. Relacionamento Brasil-Argentina. Compassos e descompassos.
  • Diplomacia. Relações diplomáticas Brasil-Argentina
  • Distintas respostas na nova conjuntura dos anos 1970

E

  • Encontro de Uruguaiana.
  • Entendimento. Consolidação doentendimento (1980-1986).
  • Entendimento. Relações bilaterais e a busca do entendimento.
  • Estabilidade política. Visão argentina: tendências históricas e a expansão brasileira
  • Expansão. Sob os signos da "instabilidade" e da "expansão" (1972 a 1976).
  • Expansão brasileira. Visão argentina: tendências históricas e a expansão brasileira

F

  • Força das ideias. Diálogo bilateral e a força das ideias

H

  • História. Visão argentina: tendências históricas e a expansão brasileira.
  • História. Visão brasileira: rivalidade histórica e instabilidade política

I

  • Instabilidade. Sob os signos da "instabilidade" e da "expansão" (1972 a 1976)
  • Instabilidade política. Argentina:instabilidade e inconstância
  • Instabilidade política. Visão brasileira: rivalidade histórica e instabilidade política
  • Integração Brasil-Argentina.Desencontros (1945-1954).
  • Integração Brasil-Argentina: o primeiro ensaio (1958-1962).
  • Integração. Cooperação à integração.
  • Integração. Esforço negociador e seus limites.
  • Integração econômica. Coordenação Política e Integração Econômica (1959-1960).
  • Introdução

L

  • Londres. Papel do Brasil em Londres.

M

  • Malvina. Crise das Malvinas e oposicionamento do Brasil.

N

  • Nacional-desenvolvimentismo. Brasil: da PEI à retomada do nacional-desenvolvimentismo

O

  • Operação Pan-Americana.
  • Operação. Voo do Condor: considerações

P

  • PEI. Brasil: da PEI à retomada do nacional-desenvolvimentismo.
  • Papel do Brasilem Londres.
  • Política exterior. Afastamento ereaproximação (1962-1966).
  • Política exterior. Argentina: do alinhamento à política exterior independente
  • Política exterior. Cordialidadee rivalidade (1956-1957)
  • Política exterior.Proceso e política exterior argentina.
  • Política exterior brasileira. Brasil: da PEI à retomada do nacional-desenvolvimentismo
  • Política exterior brasileira. Brasil: estabilidade e constância.
  • Política externa. Encontro de Uruguaiana
  • Política internacional. Aprendizado do diálogo (1966-1972).
  • Preponderância brasileira e asapreensões da Argentina
  • Proceso. Segunda fase do proceso e o relacionamento bilateral
  • Proceso e política exterior argentina
  • Punta Del Leste. Uruguaiana a Punta Del Leste: Apogeu e ocaso de um ensaio.

R

  • Reaproximação. Relação bilateral.Afastamento e reaproximação (19621966).
  • Redemocratização. Continuidade, redemocratização e relacionamento bilateral.
  • Referências
  • Regime político. Diálogo bilateral ea circunstância sul-americana.
  • Relação bilateral. Afastamentoe reaproximação (1962-1966).
  • Relação bilateral. Argentina: do linhamento à política exterior independente
  • Relação bilateral. Comércio, relaçõesbilaterais e segurança hemisférica.
  • Relação bilateral. Coordenação Política e Integração Econômica (19591960).
  • Relação bilateral. Uruguaiana a Punta Del Leste: Apogeu e ocaso de um ensaio.
  • Relacionamento Brasil-Argentina.Compassos e descompassos
  • Relacionamento bilateral. Continuidade, redemocratização e relacionamento bilateral.
  • Relacionamento bilateral. Cordialidade e rivalidade (1956-1957)
  • Relacionamento bilateral. Segunda fase do proceso e o relacionamento bilateral.
  • Relacionamento bilateral. Visão brasileira: rivalidade histórica e instabilidade política
  • Relações bilaterais e a busca do entendimento.
  • Relações diplomáticas Brasil-Argentina
  • Relações internacionais. Consolidação do entendimento (1980-1986)
  • Relações internacionais. Crise das Malvinas e o posicionamento do Brasil
  • Relações internacionais. Dificuldades do diálogo (1972-1976)
  • Relações internacionais. Distintas respostas na nova conjuntura dos anos 1970.
  • Relações internacionais.Operação Pan-Americana
  • Relações internacionais. Papel do Brasil em Londres
  • Relações internacionais. Superaçãodas dificuldades (1976-1979)
  • Relações internacionais. Tratado da Bacia do Prata.
  • Relações internacionais. Voodo Condor: considerações
  • Reuniões tripartites e oAcordo de 1979
  • Rivalidade e cordialidade (1956-1957)

S

  • Segunda fase doproceso e o relacionamento bilateral.
  • Segurança hemisférica. Comércio, relações bilaterais e segurança hemisférica.
  • Sob os signos da "instabilidade" e da "expansão" (1972 a 1976)

U

  • Uruguaiana. Encontro de Uruguaiana
  • Uruguaiana a Punta Del Leste: Apogeu e ocaso de um ensaio.

V

  • Visão argentina: tendências históricas e a expansão brasileira.
  • Visão brasileira: rivalidade histórica e instabilidade política
  • Voo do Condor: considerações.
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