Moderna Análise de Balanços ao Alcance de Todos

3ª Edição - Revista e Atualizada Antônio Lopes de Sá - Atualização: Wilson Alberto Zappa Hoog

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Ficha técnica

Autor(es): Antônio Lopes de Sá - Atualização: Wilson Alberto Zappa Hoog

ISBN: 978853624785-4

Edição/Tiragem: 3ª Edição - Revista e Atualizada

Acabamento: Brochura

Número de páginas: 314

Publicado em: 21/08/2014

Área(s): Administração; Contabilidade - Contabilidade Geral Aplicada

Sinopse

"O que os balanços dizem a respeito das empresas e das instituições é o objetivo desta obra. Com um método original, de rara simplicidade e com uma didática extrema, este livro consegue dar a quem o lê, tenha que profissão tiver, a ideia nítida do que significa o valor da informação contábil, quando estudada sob o enfoque da racionalidade. Além disso, ainda propicia uma visão sobre a doutrina científica da Contabilidade e sobre a mais moderna concepção científica desta disciplina e que é o  Neopatrimonialismo.

Trata-se de uma obra que conseguiu consagração imensa e que tem como mérito tornar simples o que é deveras científico e técnico. Consegue oferecer bases para que se possa saber se uma empresa tem capacidade para pagar, ter lucros, sobreviver, estar equilibrada, em suma sobre o destino das riquezas".

O Autor

"Nesta atualização da importante e elevada doutrina estão sendo preservados todos os ensinamentos da mais importante corrente doutrinária, o "neopatrimonialismo", e as sólidas e clássicas fundamentações do Prof. Dr. Antônio Lopes de Sá, portanto, as atualizações decorrem apenas de mudanças na legislação, jurisprudência ou semântica".

Wilson Alberto Zappa Hoog

Atualizador

Autor(es)

ANTÔNIO LOPES DE SÁ
Doutor em Ciências Contábeis pela Universidade do Brasil; doutor em Letras Honoris Causa pela Samuel Benjamin Thomas University, Londres, Inglaterra. Foi administrador, economista e professor universitário. Publicou 176 livros no Brasil e no exterior, bem como mais de 13.000 artigos. Foi vice-presidente da Academia Nacional de Economia e presidente da Academia Brasileira de Ciências Contábeis. Tinha a maior titulação contábil que se atribui a um profissional, oficialmente, no Brasil, a Medalha de Ouro João Lyra, conferida pelo órgão governamental de fiscalização do exercício da profissão, Conselho Federal de Contabilidade. Foi líder da Corrente Científica do Neopatrimonialismo Contábil. Era detentor de diversos prêmios nacionais e internacionais de mérito profissional e literatura científica.

ATUALIZADOR
WILSON ALBERTO ZAPPA HOOG
Mestre em Ciência Jurídica; especialista em Avaliação de Sociedades Empresárias; bacharel em Ciências Contábeis. É Perito-contador, auditor, consultor empresarial e palestrante. Professor doutrinador de Perícia Contábil, Direito Contábil e de Empresas em cursos de pós-graduação de várias instituições de ensino. Escritor e pesquisador de matéria contábil. Mentor intelectual do Método Zappa de Avaliação da Carteira de Clientes e do Método Holístico de Avaliação do Fundo Empresarial, antigo Fundo de Comércio, e do Método de Amortização a Juros Simples - MAJS. Sócio-fundador e administrador da Zappa Hoog e Cia SS. Membro da ACIN - Associação Científica Internacional Neopatrimonialista.

Sumário

1 - GENERALIDADES SOBRE A ANÁLISE DE BALANÇOS, p. 15

1.1 Conceito de análise de balanços, p. 15

1.2 Finalidades das análises, p. 17

1.3 Referências históricas sobre a análise contábil, p. 21

1.4 Aspectos de observação na análise, p. 22

1.5 Métodos de análise, p. 24

1.6 Método e critério de análise, p. 31

1.7 Análise externa e análise interna, p. 32

1.8 Ética e opinião do analista, p. 33

1.9 Normas internacionais de contabilidade aplicadas aos balanços e cuidados do analista, p. 34

2 - BALANÇO PATRIMONIAL, p. 41

2.1 Conceito de balanço patrimonial, p. 41

2.2 Requisitos para a qualidade do balanço, p. 44

2.3 Inexatidão e fraudes nos balanços, p. 45

2.4 Difusão dos balanços e análise contábil, p. 49

3 - O CAPITAL DAS EMPRESAS, p. 51

3.1 Conceitos preliminares, p. 51

3.2 O capital no balanço, p. 52

4 - VALORES DO ATIVO, p. 55

4.1 Estrutura do ativo, p. 55

4.2 Grupos de contas da estrutura do ativo, p. 58

4.3 Imobilizado e intangível, p. 62

4.4 Ativo diferido, p. 63

4.5 Investimentos, p. 64

4.6 Ativo realizável em longo prazo, p. 65

4.7 Ativo circulante, p. 66

4.8 Deduções do ativo, p. 67

5 - VALORES DO PASSIVO, p. 70

5.1 Estrutura do passivo, p. 70

5.2 Estrutura do passivo na lei brasileira, p. 72

5.3 Passivo circulante, p. 72

5.4 Exigível em longo prazo, p. 72

5.5 Resultados de exercícios futuros, p. 73

5.6 Patrimônio líquido, p. 74

5.7 Deduções do passivo, p. 75

6 - ESTRUTURA DO BALANÇO PATRIMONIAL E PLANO DE CONTAS, p. 76

6.1 Resumo de estrutura patrimonial, p. 76

6.2 Plano de contas, p. 77

7 - ESTRUTURA DO BALANÇO DE RESULTADOS, p. 91

7.1 Duas maneiras de calcular resultados, p. 91

7.2 Estrutura contábil da conta de apuração de resultados, p. 92

7.3 Exemplo de balanço de resultados, p. 93

8 - OUTRAS DEMONSTRAÇÕES CONTÁBEIS E ANÁLISE, p. 97

8.1 Demonstrações complementares e eficácia das mesmas, p. 97

8.2 Demonstração de lucros e prejuízos acumulados, p. 98

8.3 Demonstração do fluxo de caixa, p. 98

ANÁLISE DE BALANÇOS POR QUOCIENTES, p. 107

9 - QUOCIENTE DE LIQUIDEZ, p. 109

9.1 Valor dos quocientes, p. 109

9.2 Fórmula para a obtenção do quociente de liquidez geral, p. 110

9.3 Uma curiosidade interessante quanto a conceitos na liquidez, p. 112

9.4 Quociente absoluto de liquidez, p. 113

9.5 Quociente seco de liquidez, p. 115

9.6 Circulação financeira e dinâmica, p. 117

9.7 Quociente de liquidez dinâmica, p. 118

9.8 Interpretação e liquidez dinâmica, p. 119

10 - QUOCIENTE DE PARTICIPAÇÃO DE ORIGENS DE RECURSOS, p. 120

10.1 Conceito e finalidade, p. 120

10.2 Aspectos derivados da análise das fontes de recursos, p. 121

10.3 Fórmula para a obtenção do quociente absoluto, p. 121

10.4 Exemplo prático da obtenção de um quociente de origens de recursos, p. 122

10.5 Interpretação, p. 123

10.6 Peculiaridades a observar, p. 124

11 - EXIGÍVEL EM LONGO PRAZO E CAPITAL LÍQUIDO CIRCULANTE, p. 126

11.1 Conceito e finalidade, p. 126

11.2 Débitos de financiamento e suas partes em curto prazo, p. 127

11.3 Fórmula para obtenção do quociente, p. 128

11.4 Interpretação, p. 129

11.5 Exemplo prático da extração do quociente do exigível em longo prazo e capital circulante líquido, p. 131

11.6 Interpretação, p. 133

12 - QUOCIENTE DE IMOBILIZAÇÃO DO CAPITAL PRÓPRIO, p. 134

12.1 Conceito e finalidade, p. 134

12.2 Fórmula para a obtenção do quociente de imobilização do capital próprio, p. 135

12.3 Quociente absoluto, p. 136

12.4 Peculiaridade sobre o capital social e o quociente de absorção, p. 137

12.5 Exemplo prático da extração do quociente de imobilização do capital próprio, p. 137

12.6 Interpretação, p. 139

12.7 Cuidado especial sobre as informações do imobilizado, p. 140

13 - QUOCIENTES DE PARTICIPAÇÃO DE INVESTIMENTOS, p. 141

13.1 Conceito e finalidade, p. 141

13.2 Fórmulas dos quocientes de participação de investimentos, p. 142

13.3 Exemplo prático, p. 143

13.4 Interpretação, p. 144

14 - QUOCIENTES DE ROTAÇÃO OU GIRO DO CAPITAL E FÓRMULA UNIVERSAL, p. 146

14.1 Conceito e finalidade, p. 146

14.2 Fórmula universal dos quocientes de rotação, p. 147

15 - QUOCIENTE DE ROTAÇÃO OU GIRO DE ESTOQUES, p. 149

15.1 Conceito e finalidade, p. 149

15.2 Fórmula do quociente de rotação ou giro de estoques, p. 151

15.3 Exemplo prático, p. 153

15.4 Interpretação, p. 156

15.5 Outra opção de cálculo de giro de estoques, p. 157

15.6 Incertezas sobre a média dos estoques, p. 158

16 - QUOCIENTE DE ROTAÇÃO OU GIRO DE CRÉDITOS CEDIDOS A TERCEIROS, p. 161

16.1 Conceito e finalidade, p. 161

16.2 Fórmula do quociente de rotação ou giro de créditos, p. 162

16.3 Exemplo prático, p. 162

16.4 Interpretação, p. 165

16.5 Outra opção de cálculo de giro de créditos, p. 166

17 - QUOCIENTE DE ROTAÇÃO OU GIRO DE DÍVIDAS, p. 168

17.1 Conceito e finalidade, p. 168

17.2 Fórmula do quociente de rotação ou giro de dívidas, p. 169

17.3 Exemplo prático, p. 171

17.4 Interpretação, p. 174

18 - QUOCIENTE DE CAPITALIZAÇÃO OU CRESCIMENTO COM RECURSOS PRÓPRIOS, p. 175

18.1 Conceito e finalidade, p. 175

18.2 Fórmula do quociente de capitalização, p. 176

18.3 Exemplo prático, p. 176

18.4 Interpretação, p. 178

18.5 Cuidado especial sobre as informações do patrimônio líquido, p. 179

19 - QUOCIENTE DE VELOCIDADE DO CAPITAL PRÓPRIO, p. 180

19.1 Conceito e finalidade, p. 180

19.2 Fórmula do quociente de velocidade do capital próprio, p. 181

19.3 Exemplo prático, p. 181

19.4 Interpretação, p. 184

19.5 Cuidado especial sobre as informações do patrimônio líquido, p. 185

20 - QUOCIENTES DE RENTABILIDADE DAS ORIGENS PRÓPRIAS DO CAPITAL, p. 186

20.1 Conceito e finalidade, p. 186

20.2 Fórmula do quociente de velocidade do capital próprio, p. 186

20.3 Exemplo prático, p. 187

20.4 Tempo de permanência do capital, p. 188

20.5 Interpretação, p. 189

21 - QUOCIENTES DE RENTABILIDADE DAS APLICAÇÕES DO CAPITAL, p. 191

21.1 Conceito e finalidade, p. 191

21.2 Fórmulas dos quocientes de rentabilidade das aplicações de capitais, p. 192

21.3 Exemplo prático, p. 192

21.4 Interpretação, p. 195

21.5 Cuidado especial sobre as informações do imobilizado, p. 196

22 - QUOCIENTES DE RENTABILIDADE DAS VENDAS, p. 197

22.1 Conceito e finalidade, p. 197

22.2 Fórmulas dos quocientes de rentabilidade das vendas, p. 198

22.3 Exemplo prático, p. 199

22.4 Interpretação, p. 201

23 - QUOCIENTE ENTRE VENDAS E CAPITAL LÍQUIDO CIRCULANTE, p. 203

23.1 Conceito e finalidade, p. 203

23.2 Fórmula do quociente entre vendas e capital líquido circulante, p. 204

23.3 Exemplo prático, p. 205

23.4 Interpretação, p. 208

24 - QUOCIENTES DE ABSORÇÃO DE CUSTOS, p. 209

24.1 Conceito e finalidade, p. 209

24.2 Fórmulas dos quocientes de absorção de custos, p. 210

24.3 Exemplo prático, p. 211

24.4 Interpretação, p. 212

DOUTRINA CIENTÍFICA ANÁLISE CONTÁBIL E PROPORÇÕES QUALITATIVAS, p. 213

25 - PROPORÇÕES DO CAPITAL A SEREM OBSERVADAS NAS ANÁLISES DOS BALANÇOS, p. 215

25.1 Proporções do capital, p. 215

25.2 Critério dos paradigmas ou modelos - referências teóricas e históricas, p. 217

25.3 Modelo científico e a moderna doutrina do neopatrimonialismo contábil, p. 220

25.4 Funções, sistemas e modelos patrimoniais em face da moderna análise contábil, p. 221

25.5 Modelo teórico e modelo quantitativo, p. 224

25.6 Metodologia para a aplicação dos modelos na análise contábil, p. 227

25.7 Variações, modelos científicos e razões sobre as opiniões do analista, p. 229

26 - MODELOS CONTÁBEIS DE GESTÃO E ANÁLISE DA CAPACIDADE LUCRATIVA, p. 232

26.1 Considerações iniciais, p. 232

26.2 Análise correlativa, sistemática e lucros, p. 232

26.3 Campos de observação para a construção de modelos de resultabilidade, p. 234

26.4 Fatores causais derivados de filosofia e política administrativa, p. 238

26.5 Efeitos externos e internos a serem considerados na análise da capacidade lucrativa, p. 241

26.6 Tempo e lucro (temporalidade), p. 242

26.7 Espaços operacionais e lucro, p. 244

26.8 Quantidade dos meios patrimoniais e margem de resultados dos empreendimentos, p. 245

26.9 Qualidade como fator de lucratividade, p. 247

26.10 Ambiente endógeno e a eficácia do lucro, p. 248

26.11 Ambiente exógeno e defesa do lucro, p. 250

26.12 O teorema da proporcionalidade como base na construção e análise da estrutura de modelos contábeis, p. 251

26.13 Modelos contábeis e futuro do lucro, p. 255

27 - MODELOS CONTÁBEIS DE GESTÃO E ANÁLISE DO EQUILÍBRIO DO CAPITAL, p. 258

27.1 Conceitos gerais sobre o equilíbrio e importância das proporções como bases para modelos, p. 258

27.2 Aspectos do capital nos estudos teóricos e referências históricas sobre o débito e o crédito em contabilidade, p. 260

27.3 Princípio natural do giro como instrumento de equilíbrio, p. 264

27.4 Modelo qualitativo do equilíbrio estrutural, p. 266

27.5 Modelo qualitativo de sustentação da estrutura, p. 267

27.6 Prosperidade e equilíbrio, p. 270

27.7 Renovação e equilíbrio patrimonial, p. 272

27.8 Funções patrimoniais de resultabilidade e estabilidade, p. 274

27.9 Relações proporcionais de cada sistema em relação à estabilidade, p. 276

28 - EXEMPLO PRÁTICO DE UM RELATÓRIO DE ANÁLISE DE BALANÇOS, p. 278

28.1 Relatório de análise, p. 278

28.2 Exemplo de um relatório, p. 278

28.3 Comentários sobre o relatório, p. 282

REFERÊNCIAS, p. 283

Índice alfabético

A

  • Absorção de custos. Quocientes de absorção de custos, p. 209
  • Ambiente endógeno e a eficácia do lucro, p. 248
  • Ambiente exógeno e defesa do lucro, p. 250
  • Análise. Finalidades das análises, p. 17
  • Análise. Método e critério de análise, p. 31
  • Análise. Métodos de análise, p. 24
  • Análise. Relatório de análise, p. 278
  • Análise contábil. Difusão dos balanços e análise contábil, p. 49
  • Análise contábil. Metodologia para a aplicação dos modelos na análise contábil, p. 227
  • Análise contábil. Referências históricas, p. 21
  • Análise contábil e proporções qualitativas. Doutrina científica, p. 213
  • Análise correlativa, sistemática e lucros, p. 232
  • Análise das fontes de recursos. Aspectos derivados, p. 121
  • Análise de balanços. Conceito, p. 15
  • Análise de balanços. Generalidades, p. 15
  • Análise de balanços. Modelo teórico e modelo quantitativo, p. 224
  • Análise de balanços. Proporções do capital a serem observadas nas análises dos balanços, p. 215
  • Análise de balanços por quocientes, p. 107
  • Análise externa e análise interna, p. 32
  • Analista. Ética e opinião do analista, p. 33
  • Analista. Normas internacionais de contabilidade aplicadas aos balanços e cuidados do analista, p. 34
  • Analista. Variações, modelos científicos e razões sobre as opiniões do analista, p. 229
  • Apuração de resultados. Estrutura contábil da conta de apuração de resultados, p. 92
  • Aspectos de observação na análise, p. 22
  • Aspectos derivados da análise das fontes de recursos, p. 121
  • Aspectos do capital nos estudos teóricos e referências históricas sobre o débito e o crédito em contabilidade, p. 260
  • Ativo. Deduções do ativo, p. 67
  • Ativo. Estrutura do ativo, p. 55
  • Ativo. Grupos de contas da estrutura do ativo, p. 58
  • Ativo. Valores do ativo, p. 55
  • Ativo circulante, p. 66
  • Ativo diferido, p. 63
  • Ativo realizável em longo prazo, p. 65

B

  • Balanço. Análise de balanços por quocientes, p. 107
  • Balanço. Capital no balanço, p. 52
  • Balanço. Difusão dos balanços e análise contábil, p. 49
  • Balanço. Exemplo de balanço de resultados, p. 93
  • Balanço. Inexatidão e fraudes nos balanços, p. 45
  • Balanço. Normas internacionais de contabilidade aplicadas aos balanços e cuidados do analista, p. 34
  • Balanço. Requisitos para a qualidade do balanço, p. 44
  • Balanço de resultados. Estrutura, p. 91
  • Balanço patrimonial, p. 41
  • Balanço patrimonial. Conceito, p. 41
  • Balanço patrimonial. Estrutura do balanço patrimonial e plano de contas, p. 76
  • Balanço patrimonial. Lei 11.638/07 (quanto à reforma de classificação no balanço patrimonial). Considerações, p. 39

C

  • Cálculo de giro de créditos. Outra opção, p. 166
  • Cálculo de giro de estoques. Outra opção, p. 157
  • Campos de observação para a construção de modelos de resultabilidade, p. 234
  • Capacidade lucrativa. Efeitos externos e internos a serem considerados na análise da capacidade lucrativa, p. 241
  • Capacidade lucrativa. Modelos contábeis de gestão e análise da capacidade lucrativa, p. 232
  • Capital. Aspectos do capital nos estudos teóricos e referências históricas sobre o débito e o crédito em contabilidade, p. 260
  • Capital. Proporções do capital, p. 215
  • Capital. Quocientes de rentabilidade das aplicações do capital, p. 191
  • Capital. Quocientes de rentabilidade das origens próprias do capital, p. 186
  • Capital. Tempo de permanência do capital, p. 188
  • Capital circulante líquido. Exemplo prático da extração do quociente do exigível em longo prazo e capital circulante líquido, p. 131
  • Capital das empresas, p. 51
  • Capital das empresas. Conceitos preliminares, p. 51
  • Capital líquido circulante. Exigível em longo prazo e capital líquido circulante, p. 126
  • Capital líquido circulante e quociente entre vendas, p. 203
  • Capital no balanço, p. 52
  • Capital próprio. Quociente de imobilização do capital próprio, p. 134
  • Capital próprio. Quociente de velocidade do capital próprio, p. 180
  • Capital social. Peculiaridade sobre o capital social e o quociente de absorção, p. 137
  • Capital social e o quociente de absorção. Interpretação, p. 139
  • Capitalização. Quociente de capitalização ou crescimento com recursos próprios, p. 175
  • Circulação financeira e dinâmica, p. 117
  • Conceito de análise de balanços, p. 15
  • Conceito de balanço patrimonial, p. 41
  • Conceitos gerais sobre o equilíbrio e importância das proporções como bases para modelos, p. 258
  • Contabilidade. Aspectos do capital nos estudos teóricos e referências históricas sobre o débito e o crédito em contabilidade, p. 260
  • Contabilidade. Normas internacionais de contabilidade aplicadas aos balanços e cuidados do analista, p. 34
  • Crédito. Aspectos do capital nos estudos teóricos e referências históricas sobre o débito e o crédito em contabilidade, p. 260
  • Créditos cedidos a terceiros. Quociente de rotação ou giro de créditos cedidos a terceiros, p. 161
  • Crescimento com recursos próprios. Quociente de capitalização ou crescimento com recursos próprios, p. 175
  • Critério dos paradigmas ou modelos. Referências teóricas e históricas, p. 217
  • Critério e método de análise, p. 31
  • Cuidado especial sobre as informações do imobilizado, p. 140
  • Cuidado especial sobre as informações do imobilizado, p. 196
  • Curto prazo. Débitos de financiamento e suas partes em curto prazo, p. 127

D

  • Débito. Aspectos do capital nos estudos teóricos e referências históricas sobre o débito e o crédito em contabilidade, p. 260
  • Débitos de financiamento e suas partes em curto prazo, p. 127
  • Demonstração de lucros e prejuízos acumulados, p. 98
  • Demonstração do fluxo de caixa, p. 98
  • Demonstrações complementares e eficácia das mesmas, p. 97
  • Demonstrações contábeis e análise. Outras, p. 97
  • Difusão dos balanços e análise contábil, p. 49
  • Doutrina científica. Análise contábil e proporções qualitativas, p. 213

E

  • Efeitos externos e internos a serem considerados na análise da capacidade lucrativa, p. 241
  • Eficácia. Ambiente endógeno e a eficácia do lucro, p. 248
  • Eficácia. Demonstrações complementares e eficácia das mesmas, p. 97
  • Empreendimento. Quantidade dos meios patrimoniais e margem de resultados dos empreendimentos, p. 245
  • Empresa. Capital das empresas, p. 51
  • Equilíbrio. Conceitos gerais sobre o equilíbrio e importância das proporções como bases para modelos, p. 258
  • Equilíbrio. Princípio natural do giro como instrumento de equilíbrio, p. 264
  • Equilíbrio. Prosperidade e equilíbrio, p. 270
  • Equilíbrio do capital. Modelos contábeis de gestão e análise do equilíbrio do capital, p. 258
  • Equilíbrio estrutural. Modelo qualitativo do equilíbrio estrutural, p. 266
  • Equilíbrio patrimonial e renovação, p. 272
  • Espaços operacionais e lucro, p. 244
  • Estabilidade. Funções patrimoniais de resultabilidade e estabilidade, p. 274
  • Estabilidade. Relações proporcionais de cada sistema em relação à estabilidade, p. 276
  • Estoque. Incertezas sobre a média dos estoques, p. 158
  • Estrutura. Modelo qualitativo de sustentação da estrutura, p. 267
  • Estrutura contábil da conta de apuração de resultados, p. 92
  • Estrutura do balanço de resultados, p. 91
  • Estrutura do balanço patrimonial e plano de contas, p. 76
  • Estrutura patrimonial. Resumo, p. 76
  • Ética e opinião do analista, p. 33
  • Exemplo de balanço de resultados, p. 93
  • Exemplo de um relatório, p. 278
  • Exemplo prático da extração do quociente de imobilização do capital próprio, p. 137
  • Exemplo prático da extração do quociente do exigível em longo prazo e capital circulante líquido, p. 131
  • Exemplo prático da obtenção de um quociente de origens de recursos, p. 122
  • Exemplo prático de um relatório de análise de balanços, p. 278
  • Exercício futuro. Resultados de exercícios futuros, p. 73
  • Exigível em longo prazo, p. 72
  • Exigível em longo prazo e capital líquido circulante, p. 126
  • Exigível em longo prazo e capital líquido circulante. Conceito e finalidade, p. 126
  • Exigível em longo prazo e capital líquido circulante. Interpretação, p. 129

F

  • Fatores causais derivados de filosofia e política administrativa, p. 238
  • Filosofia administrativa. Fatores causais derivados de filosofia e política administrativa, p. 238
  • Finalidades das análises, p. 17
  • Financiamento. Débitos de financiamento e suas partes em curto prazo, p. 127
  • Fluxo de caixa. Demonstração do fluxo de caixa, p. 98
  • Fórmula do quociente de capitalização, p. 176
  • Fórmula do quociente de capitalização. Exemplo prático, p. 176
  • Fórmula do quociente de rotação ou giro de créditos, p. 162
  • Fórmula do quociente de rotação ou giro de créditos. Exemplo prático, p. 162
  • Fórmula do quociente de rotação ou giro de dívidas, p. 169
  • Fórmula do quociente de rotação ou giro de dívidas. Exemplo prático, p. 171
  • Fórmula do quociente de rotação ou giro de estoques, p. 151
  • Fórmula do quociente de velocidade do capital próprio, p. 181
  • Fórmula do quociente de velocidade do capital próprio. Exemplo prático, p. 181
  • Fórmula do quociente entre vendas e capital líquido circulante, p. 204
  • Fórmula para a obtenção do quociente absoluto, p. 121
  • Fórmula para a obtenção do quociente de imobilização do capital próprio, p. 135
  • Fórmula para a obtenção do quociente de liquidez geral, p. 110
  • Fórmula para obtenção do quociente, p. 128
  • Fórmula universal. Quocientes de rotação ou giro do capital e fórmula universal, p. 146
  • Fórmula universal dos quocientes de rotação, p. 147
  • Fórmulas dos quocientes de absorção de custos, p. 210
  • Fórmulas dos quocientes de participação de investimentos, p. 142
  • Fórmulas dos quocientes de rentabilidade das aplicações de capitais, p. 192
  • Fórmulas dos quocientes de rentabilidade das vendas, p. 198
  • Fraude. Inexatidão e fraudes nos balanços, p. 45
  • Funções patrimoniais de resultabilidade e estabilidade, p. 274
  • Funções, sistemas e modelos patrimoniais em face da moderna análise contábil, p. 221

G

  • Generalidades sobre a análise de balanços, p. 15
  • Gestão. Modelos contábeis de gestão e análise do equilíbrio do capital, p. 258
  • Giro. Princípio natural do giro como instrumento de equilíbrio, p. 264
  • Giro de capital. Quocientes de rotação ou giro do capital e fórmula universal, p. 146
  • Giro de créditos. Fórmula do quociente de rotação ou giro de créditos, p. 162
  • Giro de créditos. Outra opção de cálculo de giro de créditos, p. 166
  • Giro de dívidas. Fórmula do quociente de rotação ou giro de dívidas, p. 169
  • Giro de dívidas. Quociente de rotação ou giro de dívidas, p. 168
  • Giro de estoques. Fórmula do quociente de rotação ou giro de estoques, p. 151
  • Giro de estoques. Outra opção de cálculo de giro de estoques, p. 157
  • Giro de estoques e quociente de rotação, p. 149
  • Grupos de contas da estrutura do ativo, p. 58

H

  • Hermenêutica. Interpretação e liquidez dinâmica, p. 119
  • Histórico. Referências históricas sobre a análise contábil, p. 21

I

  • Imobilizado. Cuidado especial sobre as informações do imobilizado, p. 140
  • Imobilizado. Cuidado especial sobre as informações do imobilizado, p. 196
  • Imobilizado e intangível, p. 62
  • Incertezas sobre a média dos estoques, p. 158
  • Inexatidão e fraudes nos balanços, p. 45
  • Intangível e imobilizado, p. 62
  • Interpretação. Capital social e o quociente de absorção, p. 139
  • Interpretação. Exigível em longo prazo e capital líquido circulante, p. 129
  • Interpretação. Quociente de capitalização ou crescimento com recursos próprios, p. 178
  • Interpretação. Quociente de origens de recursos, p. 123
  • Interpretação. Quociente de rotação, p. 156
  • Interpretação. Quociente de rotação ou giro de créditos cedidos a terceiros, p. 165
  • Interpretação. Quociente de rotação ou giro de dívidas, p. 174
  • Interpretação. Quociente de velocidade do capital próprio, p. 184
  • Interpretação. Quociente de rentabilidade das origens próprias do capital, p. 189
  • Interpretação. Quociente do exigível em longo prazo e capital circulante líquido, p. 131
  • Interpretação. Quociente entre vendas e capital líquido circulante, p. 208
  • Interpretação. Quocientes de absorção de custos, p. 212
  • Interpretação. Quocientes de participação de investimentos, p. 144
  • Interpretação. Quocientes de rentabilidade das aplicações de capitais, p. 195
  • Interpretação. Quocientes de rentabilidade das vendas, p. 201
  • Interpretação e liquidez dinâmica, p. 119
  • Investimento. Fórmulas dos quocientes de participação de investimentos, p. 142
  • Investimento. Quocientes de participação de investimentos, p. 141
  • Investimentos, p. 64

L

  • Lei 11.638/07 (quanto à reforma de classificação no balanço patrimonial). Considerações, p. 39
  • Liquidez. Fórmula para a obtenção do quociente de liquidez geral, p. 110
  • Liquidez. Quociente absoluto de liquidez, p. 113
  • Liquidez. Quociente de liquidez, p. 109
  • Liquidez. Quociente seco de liquidez, p. 115
  • Liquidez. Uma curiosidade interessante quanto a conceitos na liquidez, p. 112
  • Liquidez dinâmica. Quociente de liquidez dinâmica, p. 118
  • Liquidez dinâmica e interpretação, p. 119
  • Longo prazo. Ativo realizável em longo prazo, p. 65
  • Longo prazo. Exemplo prático da extração do quociente do exigível em longo prazo e capital circulante líquido, p. 131
  • Longo prazo. Exigível em longo prazo, p. 72
  • Longo prazo. Exigível em longo prazo e capital líquido circulante, p. 126
  • Lucratividade. Qualidade como fator de lucratividade, p. 247
  • Lucro. Ambiente endógeno e a eficácia do lucro, p. 248
  • Lucro. Ambiente exógeno e defesa do lucro, p. 250
  • Lucro. Análise correlativa, sistemática e lucros, p. 232
  • Lucro. Demonstração de lucros e prejuízos acumulados, p. 98
  • Lucro. Espaços operacionais e lucro, p. 244
  • Lucro. Modelos contábeis e futuro do lucro, p. 255
  • Lucro. Tempo e lucro (temporalidade), p. 242

M

  • Método e critério de análise, p. 31
  • Metodologia para a aplicação dos modelos na análise contábil, p. 227
  • Métodos de análise, p. 24
  • Modelo. Critério dos paradigmas ou modelos. Referências teóricas e históricas, p. 217
  • Modelo científico. Variações, modelos científicos e razões sobre as opiniões do analista, p. 229
  • Modelo científico e a moderna doutrina do neopatrimonialismo contábil, p. 220
  • Modelo contábil. Teorema da proporcionalidade como base na construção e análise da estrutura de modelos contábeis, p. 251
  • Modelo patrimonial. Funções, sistemas e modelos patrimoniais em face da moderna análise contábil, p. 221
  • Modelo qualitativo de sustentação da estrutura, p. 267
  • Modelo qualitativo do equilíbrio estrutural, p. 266
  • Modelo quantitativo. Modelo teórico e modelo quantitativo, p. 224
  • Modelos contábeis de gestão e análise da capacidade lucrativa, p. 232
  • Modelos contábeis de gestão e análise da capacidade lucrativa. Considerações iniciais, p. 232
  • Modelos contábeis de gestão e análise do equilíbrio do capital, p. 258
  • Modelos contábeis e futuro do lucro, p. 255
  • Moderna análise contábil. Funções, sistemas e modelos patrimoniais em face da moderna análise contábil, p. 221

N

  • Neopatrimonialismo contábil. Modelo científico e a moderna doutrina do neopatrimonialismo contábil, p. 220
  • Norma IASB 21 (CPC 02), p. 39
  • Normas internacionais de contabilidade aplicadas aos balanços e cuidados do analista, p. 34

O

  • Origem de recursos. Exemplo prático da obtenção de um quociente de origens de recursos, p. 122

P

  • Paradigma. Critério dos paradigmas ou modelos. Referências teóricas e históricas, p. 217
  • Passivo. Deduções do passivo, p. 75
  • Passivo. Estrutura do passivo, p. 70
  • Passivo. Estrutura do passivo na lei brasileira, p. 72
  • Passivo. Valores do passivo, p. 70
  • Passivo circulante, p. 72
  • Patrimônio. Quantidade dos meios patrimoniais e margem de resultados dos empreendimentos, p. 245
  • Patrimônio líquido, p. 74
  • Patrimônio líquido. Cuidado especial sobre as informações do patrimônio líquido, p. 179
  • Patrimônio líquido. Cuidado especial sobre as informações do patrimônio líquido, p. 185
  • Peculiaridade sobre o capital social e o quociente de absorção, p. 137
  • Plano de contas, p. 77
  • Plano de contas. Estrutura do balanço patrimonial e plano de contas, p. 76
  • Política administrativa. Fatores causais derivados de filosofia e política administrativa, p. 238
  • Prejuízo acumulado. Demonstração de lucros e prejuízos acumulados, p. 98
  • Princípio natural do giro como instrumento de equilíbrio, p. 264
  • Proporção. Conceitos gerais sobre o equilíbrio e importância das proporções como bases para modelos, p. 258
  • Proporcionalidade. Teorema da proporcionalidade como base na construção e análise da estrutura de modelos contábeis, p. 251
  • Proporções do capital, p. 215
  • Proporções do capital a serem observadas nas análises dos balanços, p. 215
  • Prosperidade e equilíbrio, p. 270

Q

  • Quantidade dos meios patrimoniais e margem de resultados dos empreendimentos, p. 245
  • Quociente. Análise de balanços por quocientes, p. 107
  • Quociente. Exemplo prático da obtenção de um quociente de origens de recursos, p. 122
  • Quociente. Fórmula para a obtenção do quociente de liquidez geral, p. 110
  • Quociente. Fórmula para obtenção do quociente, p. 128
  • Quociente. Valor dos quocientes, p. 109
  • Quociente absoluto, p. 136
  • Quociente absoluto. Fórmula para a obtenção do quociente absoluto, p. 121
  • Quociente absoluto de liquidez, p. 113
  • Quociente de absorção. Peculiaridade sobre o capital social e o quociente de absorção, p. 137
  • Quociente de capitalização. Fórmula, p. 176
  • Quociente de capitalização ou crescimento com recursos próprios, p. 175
  • Quociente de capitalização ou crescimento com recursos próprios. Conceito e finalidade, p. 175
  • Quociente de capitalização ou crescimento com recursos próprios. Interpretação, p. 178
  • Quociente de imobilização do capital próprio, p. 134
  • Quociente de imobilização do capital próprio. Conceito e finalidade, p. 134
  • Quociente de imobilização do capital próprio. Fórmula para a obtenção, p. 135
  • Quociente de liquidez, p. 109
  • Quociente de liquidez dinâmica, p. 118
  • Quociente de origens de recursos. Interpretação, p. 123
  • Quociente de participação de origens de recursos, p. 120
  • Quociente de participação de origens de recursos. Conceito e finalidade, p. 120
  • Quociente de participação de origens de recursos. Peculiaridades a observar, p. 124
  • Quociente de rotação. Exemplo prático, p. 153
  • Quociente de rotação. Fórmula do quociente de rotação ou giro de créditos, p. 162
  • Quociente de rotação. Fórmula do quociente de rotação ou giro de dívidas, p. 169
  • Quociente de rotação. Fórmula do quociente de rotação ou giro de estoques, p. 151
  • Quociente de rotação. Fórmula universal, p. 147
  • Quociente de rotação. Interpretação, p. 156
  • Quociente de rotação ou giro de créditos cedidos a terceiros, p. 161
  • Quociente de rotação ou giro de créditos cedidos a terceiros. Conceito e finalidade, p. 161
  • Quociente de rotação ou giro de créditos cedidos a terceiros. Interpretação, p. 165
  • Quociente de rotação ou giro de dívidas, p. 168
  • Quociente de rotação ou giro de dívidas. Conceito e finalidade, p. 168
  • Quociente de rotação ou giro de dívidas. Interpretação, p. 174
  • Quociente de rotação ou giro de estoques, p. 149
  • Quociente de rotação ou giro de estoques. Conceito e finalidade, p. 149
  • Quociente de velocidade do capital próprio, p. 180
  • Quociente de velocidade do capital próprio. Conceito e finalidade, p. 180
  • Quociente de velocidade do capital próprio. Exemplo prático, p. 181
  • Quociente de velocidade do capital próprio. Exemplo prático, p. 187
  • Quociente de velocidade do capital próprio. Fórmula, p. 186
  • Quociente de velocidade do capital próprio. Interpretação, p. 184
  • Quociente do exigível em longo prazo e capital circulante líquido. Interpretação, p. 133
  • Quociente entre vendas e capital líquido circulante, p. 203
  • Quociente entre vendas e capital líquido circulante. Conceito e finalidade, p. 203
  • Quociente entre vendas e capital líquido circulante. Exemplo prático, p. 205
  • Quociente entre vendas e capital líquido circulante. Fórmula, p. 204
  • Quociente entre vendas e capital líquido circulante. Interpretação, p. 208
  • Quociente seco de liquidez, p. 115
  • Quocientes de absorção de custos, p. 209
  • Quocientes de absorção de custos. Conceito e finalidade, p. 209
  • Quocientes de absorção de custos. Exemplo prático, p. 211
  • Quocientes de absorção de custos. Fórmulas, p. 210
  • Quocientes de absorção de custos. Interpretação, p. 212
  • Quocientes de participação de investimentos, p. 141
  • Quocientes de participação de investimentos. Conceito e finalidade, p. 141
  • Quocientes de participação de investimentos. Exemplo prático, p. 143
  • Quocientes de participação de investimentos. Interpretação, p. 144
  • Quocientes de rentabilidade das aplicações de capitais. Fórmulas, p. 192
  • Quocientes de rentabilidade das aplicações do capital, p. 191
  • Quocientes de rentabilidade das aplicações de capitais. Exemplo prático, p. 192
  • Quocientes de rentabilidade das aplicações de capitais. Interpretação, p. 195
  • Quocientes de rentabilidade das aplicações do capital. Conceito e finalidade, p. 191
  • Quocientes de rentabilidade das origens próprias do capital, p. 186
  • Quocientes de rentabilidade das origens próprias do capital. Conceito e finalidade, p. 186
  • Quocientes de rentabilidade das origens próprias do capital. Interpretação, p. 189
  • Quocientes de rentabilidade das vendas, p. 197
  • Quocientes de rentabilidade das vendas. Conceito e finalidade, p. 197
  • Quocientes de rentabilidade das vendas. Exemplo prático, p. 199
  • Quocientes de rentabilidade das vendas. Fórmulas, p. 198
  • Quocientes de rentabilidade das vendas. Interpretação, p. 201
  • Quocientes de rotação ou giro do capital e fórmula universal, p. 146
  • Quocientes de rotação ou giro do capital e fórmula universal. Conceito e finalidade, p. 146

R

  • Recurso. Quociente de participação de origens de recursos, p. 120
  • Referencial histórico. Aspectos do capital nos estudos teóricos e referências históricas sobre o débito e o crédito em contabilidade, p. 260
  • Referências, p. 283
  • Referências históricas sobre a análise contábil, p. 21
  • Relações proporcionais de cada sistema em relação à estabilidade, p. 276
  • Relatório. Comentários sobre o relatório, p. 282
  • Relatório. Exemplo de um relatório, p. 278
  • Relatório de análise, p. 278
  • Relatório de análise de balanços. Exemplo prático, p. 278
  • Renovação e equilíbrio patrimonial, p. 272
  • Rentabilidade. Quocientes de rentabilidade das aplicações do capital, p. 191
  • Rentabilidade. Quocientes de rentabilidade das origens próprias do capital, p. 186
  • Rentabilidade. Quocientes de rentabilidade das vendas, p. 197
  • Resultabilidade. Campos de observação para a construção de modelos de resultabilidade, p. 234
  • Resultabilidade. Funções patrimoniais de resultabilidade e estabilidade, p. 274
  • Resultado. Exemplo de balanço de resultados, p. 93
  • Resultados. Duas maneiras de calcular, p. 91
  • Resultados. Estrutura contábil da conta de apuração de resultados, p. 92
  • Resultados de exercícios futuros, p. 73
  • Resumo de estrutura patrimonial, p. 76
  • Rotação de capital. Quociente de rotação ou giro de créditos cedidos a terceiros, p. 161
  • Rotação de capital. Quocientes de rotação ou giro do capital e fórmula universal, p. 146
  • Rotação de dívidas. Quociente de rotação ou giro de dívidas, p. 168

T

  • Tempo de permanência do capital, p. 188
  • Tempo e lucro (temporalidade), p. 242
  • Teorema da proporcionalidade como base na construção e análise da estrutura de modelos contábeis, p. 251

V

  • Valor dos quocientes, p. 109
  • Valores do ativo, p. 55
  • Variações, modelos científicos e razões sobre as opiniões do analista, p. 229
  • Velocidade do capital próprio. Fórmula do quociente, p. 181
  • Vendas. Quocientes de rentabilidade das vendas, p. 197

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