Moderna Análise de Balanços ao Alcance de Todos

3ª Edição - Revista e Atualizada Antônio Lopes de Sá - Atualização: Wilson Alberto Zappa Hoog

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Versão impressa

Ficha técnica

Autor(es): Antônio Lopes de Sá - Atualização: Wilson Alberto Zappa Hoog

ISBN: 978853624785-4

Edição/Tiragem: 3ª Edição - Revista e Atualizada

Acabamento: Brochura

Número de páginas: 314

Publicado em: 21/08/2014

Área(s): Administração; Contabilidade Geral Aplicada

Sinopse

"O que os balanços dizem a respeito das empresas e das instituições é o objetivo desta obra. Com um método original, de rara simplicidade e com uma didática extrema, este livro consegue dar a quem o lê, tenha que profissão tiver, a ideia nítida do que significa o valor da informação contábil, quando estudada sob o enfoque da racionalidade. Além disso, ainda propicia uma visão sobre a doutrina científica da Contabilidade e sobre a mais moderna concepção científica desta disciplina e que é o  Neopatrimonialismo.

Trata-se de uma obra que conseguiu consagração imensa e que tem como mérito tornar simples o que é deveras científico e técnico. Consegue oferecer bases para que se possa saber se uma empresa tem capacidade para pagar, ter lucros, sobreviver, estar equilibrada, em suma sobre o destino das riquezas".

O Autor

"Nesta atualização da importante e elevada doutrina estão sendo preservados todos os ensinamentos da mais importante corrente doutrinária, o "neopatrimonialismo", e as sólidas e clássicas fundamentações do Prof. Dr. Antônio Lopes de Sá, portanto, as atualizações decorrem apenas de mudanças na legislação, jurisprudência ou semântica".

Wilson Alberto Zappa Hoog

Atualizador

Autor(es)

Antônio Lopes de Sá

Doutor em Ciências Contábeis pela Universidade do Brasil; doutor em Letras Honoris Causa pela Samuel Benjamin Thomas University, Londres, Inglaterra. Foi administrador, economista e professor universitário. Publicou 176 livros no Brasil e no exterior, bem como mais de 13.000 artigos. Foi vice-presidente da Academia Nacional de Economia e presidente da Academia Brasileira de Ciências Contábeis. Tinha a maior titulação contábil que se atribui a um profissional, oficialmente, no Brasil, a Medalha de Ouro João Lyra, conferida pelo órgão governamental de fiscalização do exercício da profissão, Conselho Federal de Contabilidade. Foi líder da Corrente Científica do Neopatrimonialismo Contábil. Era detentor de diversos prêmios nacionais e internacionais de mérito profissional e literatura científica.

 

Atualização: Wilson Alberto Zappa Hogg

Mestre em Ciência Jurídica; especialista em Avaliação de Sociedades Empresárias; bacharel em Ciências Contábeis. É Perito-contador, auditor, consultor empresarial e palestrante. Professor doutrinador de Perícia Contábil, Direito Contábil e de Empresas em cursos de pós-graduação de várias instituições de ensino. Escritor e pesquisador de matéria contábil. Mentor intelectual do Método Zappa de Avaliação da Carteira de Clientes e do Método Holístico de Avaliação do Fundo Empresarial, antigo Fundo de Comércio, e do Método de Amortização a Juros Simples - MAJS. Sócio-fundador e administrador da Zappa Hoog e Cia SS. Membro da ACIN - Associação Científica Internacional Neopatrimonialista.

Sumário

1 - GENERALIDADES SOBRE A ANÁLISE DE BALANÇOS

1.1 Conceito de análise de balanços

1.2 Finalidades das análises

1.3 Referências históricas sobre a análise contábil

1.4 Aspectos de observação na análise

1.5 Métodos de análise

1.6 Método e critério de análise

1.7 Análise externa e análise interna

1.8 Ética e opinião do analista

1.9 Normas internacionais de contabilidade aplicadas aos balanços e cuidados do analista

2 - BALANÇO PATRIMONIAL

2.1 Conceito de balanço patrimonial

2.2 Requisitos para a qualidade do balanço

2.3 Inexatidão e fraudes nos balanços

2.4 Difusão dos balanços e análise contábil

3 - O CAPITAL DAS EMPRESAS

3.1 Conceitos preliminares

3.2 O capital no balanço

4 - VALORES DO ATIVO

4.1 Estrutura do ativo

4.2 Grupos de contas da estrutura do ativo

4.3 Imobilizado e intangível

4.4 Ativo diferido

4.5 Investimentos

4.6 Ativo realizável em longo prazo

4.7 Ativo circulante

4.8 Deduções do ativo

5 - VALORES DO PASSIVO

5.1 Estrutura do passivo

5.2 Estrutura do passivo na lei brasileira

5.3 Passivo circulante

5.4 Exigível em longo prazo

5.5 Resultados de exercícios futuros

5.6 Patrimônio líquido

5.7 Deduções do passivo

6 - ESTRUTURA DO BALANÇ O PATRIMONIAL E PLANO DE CONTAS

6.1 Resumo de estrutura patrimonial

6.2 Plano de contas

7 - ESTRUTURA DO BALANÇO DE RESULTADOS

7.1 Duas maneiras de calcular resultados

7.2 Estrutura contábil da conta de apuração de resultados

7.3 Exemplo de balanço de resultados

8 - OUTRAS DEMONSTRAÇÕES CONTÁBEIS E ANÁLISE

8.1 Demonstrações complementares e eficácia das mesmas

8.2 Demonstração de lucros e prejuízos acumulados

8.3 Demonstração do fluxo de caixa

ANÁLISE DE BALANÇOS POR QUOCIENTES

9 - QUOCIENTE DE LIQUIDEZ

9.1 Valor dos quocientes

9.2 Fórmula para a obtenção do quociente de liquidez geral

9.3 Uma curiosidade interessante quanto a conceitos na liquidez

9.4 Quociente absoluto de liquidez

9.5 Quociente seco de liquidez

9.6 Circulação financeira e dinâmica

9.7 Quociente de liquidez dinâmica

9.8 Interpretação e liquidez dinâmica

10 - QUOCIENTE DE PARTICIPAÇÃO DE ORIGENS DE RECURSOS

10.1 Conceito e finalidade

10.2 Aspectos derivados da análise das fontes de recursos

10.3 Fórmula para a obtençãodo quociente absoluto

10.4 Exemplo prático da obtenção de um quociente de origens de recursos

10.5 Interpretação

10.6 Peculiaridades a observar

11 - EXIGÍVEL EM LONGO PRAZO E CAPITAL LÍQUIDO CIRCULANTE

11.1 Conceito e finalidade

11.2 Débitos de financiamento e suas partes em curto prazo

11.3 Fórmula para obtenção do quociente

11.4 Interpretação

11.5 Exemplo prático da extração do quociente do exigível em longo prazo e capital circulante líquido

11.6 Interpretação

12 - QUOCIENTE DE IMOBILIZAÇÃO DO CAPITAL PRÓPRIO

12.1 Conceito e finalidade

12.2 Fórmula para a obtenção do quociente de imobilização do capital próprio

12.3 Quociente absoluto

12.4 Peculiaridade sobre o capital social e o quociente de absorção

12.5 Exemplo prático da extração do quociente de imobilização do capital próprio

12.6 Interpretação

12.7 Cuidado especial sobre as informações do imobilizado

13 - QUOCIENTES DE PARTICIPAÇÃO DE INVESTIMENTOS

13.1 Conceito e finalidade

13.2 Fórmulas dos quocientes de participação de investimentos

13.3 Exemplo prático

13.4 Interpretação

14 - QUOCIENTES DE ROTAÇÃO OU GIRO DO CAPITAL E FÓRMULA UNIVERSAL

14.1 Conceito e finalidade

14.2 Fórmula universal dos quocientes de rotação

15 - QUOCIENTE DE ROTAÇÃO OU GIRO DE ESTOQUES

15.1 Conceito e finalidade

15.2 Fórmula do quociente de rotação ou giro de estoques

15.3 Exemplo prático

15.4 Interpretação

15.5 Outra opção de cálculode giro de estoques

15.6 Incertezas sobre a média dos estoques

16 - QUOCIENTE DE ROTAÇÃO OU GIRO DE CRÉDITOS CEDIDOS A TERCEIROS

16.1 Conceito e finalidade

16.2 Fórmula do quociente de rotação ou giro de créditos

16.3 Exemplo prático

16.4 Interpretação

16.5 Outra opção de cálculode giro de créditos

17 - QUOCIENTE DE ROTAÇÃO OU GIRO DE DÍVIDAS

17.1 Conceito e finalidade

17.2 Fórmula do quociente de rotação ou giro de dívidas

17.3 Exemplo prático

17.4 Interpretação

18 - QUOCIENTE DE CAPITALIZAÇÃO OU CRESCIMENTO COM RECURSOS PRÓPRIOS

18.1 Conceito e finalidade

18.2 Fórmula do quociente de capitalização

18.3 Exemplo prático

18.4 Interpretação

18.5 Cuidado especial sobre as informações do patrimônio líquido

19 - QUOCIENTE DE VELOCIDADE DO CAPITAL PRÓPRIO

19.1 Conceito e finalidade

19.2 Fórmula do quociente de velocidade do capital próprio

19.3 Exemplo prático

19.4 Interpretação

19.5 Cuidado especial sobre as informações do patrimônio líquido

20 - QUOCIENTES DE RENTABILIDADE DAS ORIGENS PRÓPRIAS DO CAPITAL

20.1 Conceito e finalidade

20.2 Fórmula do quociente de velocidade do capital próprio

20.3 Exemplo prático

20.4 Tempo de permanência do capital

20.5 Interpretação

21 - QUOCIENTES DE RENTABILIDADE DAS APLICAÇÕES DO CAPITAL

21.1 Conceito e finalidade

21.2 Fórmulas dos quocientes de rentabilidade das aplicações de capitais

21.3 Exemplo prático

21.4 Interpretação

21.5 Cuidado especial sobre as informações do imobilizado

22 - QUOCIENTES DE RENTABILIDADE DAS VENDAS

22.1 Conceito e finalidade

22.2 Fórmulas dos quocientes de rentabilidade das vendas

22.3 Exemplo prático

22.4 Interpretação

23 - QUOCIENTE ENTRE VENDAS E CAPITAL LÍQUIDO CIRCULANTE

23.1 Conceito e finalidade

23.2 Fórmula do quociente entre vendas e capital líquido circulante

23.3 Exemplo prático

23.4 Interpretação

24 - QUOCIENTES DE ABSORÇÃO DE CUSTOS

24.1 Conceito e finalidade

24.2 Fórmulas dos quocientes de absorção de custos

24.3 Exemplo prático

24.4 Interpretação

DOUTRINA CIENTÍFICA ANÁLISE CONTÁBIL E PROPORÇÕES QUALITATIVAS

25 - PROPORÇÕES DO CAPITAL A SEREM OBSERVADAS NAS ANÁLISES DOS BALANÇOS

25.1 Proporções do capital

25.2 Critério dos paradigmas ou modelos - referências teóricas e históricas

25.3 Modelo científico e a moderna doutrina do neopatrimonialismo contábil

25.4 Funções, sistemas e modelos patrimoniais em face da moderna análise contábil

25.5 Modelo teórico e modelo quantitativo

25.6 Metodologia para a aplicação dos modelos na análise contábil

25.7 Variações, modelos científicos e razões sobre as opiniões do analista

26 - MODELOS CONTÁBEIS DE GESTÃO E ANÁLISE DA CAPACIDADE LUCRATIVA

26.1 Considerações iniciais

26.2 Análise correlativa, sistemática e lucros

26.3 Campos de observação para a construção de modelos de resultabilidade

26.4 Fatores causais derivados de filosofia e política administrativa

26.5 Efeitos externos e internos a serem considerados na análise da capacidade lucrativa

26.6 Tempo e lucro (temporalidade)

26.7 Espaços operacionais e lucro

26.8 Quantidade dos meios patrimoniais e margem de resultados dos empreendimentos

26.9 Qualidade como fator de lucratividade

26.10 Ambiente endógeno e a eficácia do lucro

26.11 Ambiente exógeno e defesa do lucro

26.12 O teorema da proporcionalidade como base na construção e análise da estrutura de modelos contábeis

26.13 Modelos contábeis e futuro do lucro

27 - MODELOS CONTÁBEIS DE GESTÃO E ANÁLISE DO EQUILÍBRIO DO CAPITAL

27.1 Conceitos gerais sobre o equilíbrio e importância das proporções como bases para modelos

27.2 Aspectos do capital nos estudos teóricos e referências históricas sobre o débito e o crédito em contabilidade

27.3 Princípio natural do giro como instrumento de equilíbrio

27.4 Modelo qualitativo do equilíbrio estrutural

27.5 Modelo qualitativo de sustentação da estrutura

27.6 Prosperidade e equilíbrio

27.7 Renovação e equilíbrio patrimonial

27.8 Funções patrimoniais de resultabilidade e estabilidade

27.9 Relações proporcionais de cada sistema em relação à estabilidade

28 - EXEMPLO PRÁTICO DE UM RELATÓRIO DE ANÁLISE DE BALANÇOS

28.1 Relatório de análise

28.2 Exemplo de um relatório

28.3 Comentários sobre o relatório

REFERÊNCIAS

Índice alfabético

A

  • Absorção de custos . Quocientesde absorção de custos
  • Ambiente endógeno e a eficácia do lucro
  • Ambiente exógeno e defesa do lucro
  • Análise . Finalidades das análises
  • Análise . Método e critério de análise .
  • Análise . Métodosde análise .
  • Análise . Relatóriode análise .
  • Análise contábil . Difusão dos balanços e análise contábil
  • Análise contábil . Metodologia para a aplicação dos modelos na análise contábil
  • Análise contábil . Referências históricas .
  • Análise contábil e proporções qualitativas . Doutrina científica .
  • Análise correlativa, sistemática e lucros
  • Análise das fontes de recursos . Aspectos derivados
  • Análise de balanços . Conceito
  • Análise de balanços . Generalidades .
  • Análise de balanços . Modelo teórico e modelo quantitativo .
  • Análise de balanços . Proporções do capital a serem observadas nas análi - ses dos balanços
  • Análise de balançospor quocientes
  • Análise externa e análise interna .
  • Analista . Ética e opinião do analista
  • Analista . Normas internacionais de contabilidade aplicadas aos balanços e cuidados do analista
  • Analista . Variações, modelos científicos e razões sobre as opiniões do analista
  • Apuração de resultados . Estrutura contábil da conta de apuração de resul - tados
  • Aspectos de observação na análise
  • Aspectos derivados da análisedas fontes de recursos
  • Aspectos do capital nos estudos teóricos e referências históricas sobre o débito e o crédito em contabilidade
  • Ativo . Deduções do ativo
  • Ativo . Estrutura do ativo .
  • Ativo . Grupos de contasda estrutura do ativo .
  • Ativo . Valores do ativo .
  • Ativo circulante
  • Ativo diferido
  • Ativo realizável em longo prazo .

B

  • Balanço . Análise de balanços por quocientes
  • Balanço . Capitalno balanço
  • Balanço . Difusão dos balanços e análise contábil .
  • Balanço . Exemplo de balanço de resultados .
  • Balanço . Inexatidão e fraudes nos balanços
  • Balanço . Normas internacionais de contabilidade aplicadas aos balanços e cuidados do analista .
  • Balanço . Requisitos para a qualidade do balanço .
  • Balanço de resultados . Estrutura .
  • Balanço patrimonial .
  • Balanço patrimonial . Conceito
  • Balanço patrimonial . Estrutura do balanço patrimonial e plano de contas
  • Balanço patrimonial . Lei 11 . 638/07(quanto à reforma de classificação no balanço patrimonial) . Considerações .

C

  • Cálculo de giro de créditos . Outra opção .
  • Cálculo de giro de estoques . Outra opção .
  • Campos de observação para a construção de modelos de resultabilidade
  • Capacidade lucrativa . Efeitos externos e internos a serem considerados na análise da capacidade lucrativa .
  • Capacidade lucrativa . Modelos contábeis de gestão e análise da capacida - de lucrativa .
  • Capital . Aspectos do capital nos estudos teóricos e referências históricas sobre o débito e o crédito em contabilidade .
  • Capital . Proporções do capital .
  • Capital . Quocientes de rentabilidade das aplicações do capital
  • Capital . Quocientes de rentabilidade das origens próprias do capital
  • Capital . Tempo de permanência do capital
  • Capital circulante líquido . Exemplo prático da extração do quociente do exigível em longo prazo e capital circulante líquido .
  • Capital das empresas .
  • Capital das empresas . Conceitos preliminares
  • Capital líquido circulante . Exigível em longo prazo e capital líquido cir - culante .
  • Capital líquido circulante equociente entre vendas .
  • Capital nobalanço .
  • Capital próprio . Quociente de imobilização do capital próprio .
  • Capital próprio . Quociente de velocidade do capital próprio .
  • Capital social . Peculiaridade sobre o capital social e o quociente de absor - ção .
  • Capital social e o quociente de absorção . Interpretação .
  • Capitalização . Quociente de capitalização ou crescimento com recursos próprios
  • Circulação financeira e dinâmica
  • Conceito de análise de balanços .
  • Conceito de balanço patrimonial .
  • Conceitos gerais sobre o equilíbrio e importância das proporções como bases para modelos
  • Contabilidade . Aspectos do capital nos estudos teóricos e referências his - tóricas sobre o débito e o crédito em contabilidade
  • Contabilidade . Normas internacionais de contabilidade aplicadas aos ba - lanços e cuidados do analista
  • Crédito . Aspectos do capital nos estudos teóricos e referências históricas sobre o débito e o crédito em contabilidade .
  • Créditos cedidos a terceiros . Quociente de rotação ou giro de créditos ce - didos a terceiros
  • Crescimento com recursos próprios . Quociente de capitalização ou cres - cimento com recursos próprios
  • Critério dos paradigmas ou modelos . Referências teóricas e históricas
  • Critério e método de análise
  • Cuidado especial sobre as informações do imobilizado
  • Cuidado especial sobre as informações do imobilizado
  • Curto prazo . Débitos de financiamento e suas partes em curto prazo .

D

  • Débito . Aspectos do capital nos estudos teóricos e referências históricas sobre o débito e o crédito em contabilidade .
  • Débitos de financiamento e suas partes em curto prazo
  • Demonstração de lucros eprejuízos acumulados
  • Demonstração do fluxo de caixa .
  • Demonstrações complementares e eficácia das mesmas
  • Demonstrações contábeise análise . Outras
  • Difusão dos balançose análise contábil .
  • Doutrina científica . Análise contábil e proporções qualitativas .

E

  • Efeitos externos e internos a serem considerados na análise da capacidade lucrativa
  • Eficácia . Ambiente endógenoe a eficácia do lucro
  • Eficácia . Demonstrações complementares e eficácia das mesmas
  • Empreendimento . Quantidade dos meios patrimoniais e margem de resul - tados dos empreendimentos .
  • Empresa . Capitaldas empresas .
  • Equilíbrio . Conceitos gerais sobre o equilíbrio e importância das propor - ções como bases para modelos
  • Equilíbrio . Princípio natural do girocomo instrumento de equilíbrio
  • Equilíbrio . Prosperidade e equilíbrio
  • Equilíbrio do capital . Modelos contábeis de gestão e análise do equilíbrio do capital
  • Equilíbrio estrutural . Modelo qualitativo do equilíbrioestrutural
  • Equilíbrio patrimonial e renovação .
  • Espaços operacionais e lucro
  • Estabilidade . Funções patrimoniais de resultabilidade e estabilidade .
  • Estabilidade . Relações proporcionaisde cada sistema em relação à estabi - lidade .
  • Estoque . Incertezas sobrea média dos estoques
  • Estrutura . Modelo qualitativo desustentação da estrutura .
  • Estrutura contábil da conta de apuração de resultados .
  • Estrutura do balanço de resultados .
  • Estrutura do balanço patrimonial e plano de contas .
  • Estrutura patrimonial . Resumo .
  • Ética e opinião do analista
  • Exemplo de balanço de resultados
  • Exemplo de um relatório .
  • Exemplo prático da extração do quociente de imobilização do capital pró - prio .
  • Exemplo prático da extração do quociente do exigível em longo prazo e capital circulante líquido .
  • Exemplo prático da obtenção de um quociente de origens de recursos
  • Exemplo prático de um relatório de análise de balanços
  • Exercício futuro . Resultadosde exercícios futuros
  • Exigível em longo prazo
  • Exigível em longo prazo e capital líquido circulante
  • Exigível em longo prazo e capital líquido circulante . Conceito e finali - dade .
  • Exigível em longo prazo e capital líquido circulante . Interpretação

F

  • Fatores causais derivados de filosofia e política administrativa .
  • Filosofia administrativa . Fatores causais derivados de filosofia e política administrativa .
  • Finalidades das análises
  • Financiamento . Débitos de financiamento e suas partes em curto prazo
  • Fluxo de caixa . Demonstração do fluxo de caixa .
  • Fórmula do quocientede capitalização
  • Fórmula do quociente de capitalização . Exemplo prático .
  • Fórmula do quociente de rotação ou giro de créditos
  • Fórmula do quociente de rotação ou giro de créditos . Exemplo prático .
  • Fórmula do quociente de rotação ou giro de dívidas
  • Fórmula do quociente de rotação ou giro de dívidas . Exemplo prático .
  • Fórmula do quociente de rotação ou giro de estoques
  • Fórmula do quociente de velocidade do capital próprio
  • Fórmula do quociente de velocidade do capital próprio . Exemplo prático .
  • Fórmula do quociente entre vendase capital líquidocirculante
  • Fórmula para a obtenção do quociente absoluto .
  • Fórmula para a obtenção do quociente de imobilização do capital próprio .
  • Fórmula para a obtenção do quociente de liquidez geral .
  • Fórmula para obtenção do quociente
  • Fórmula universal . Quocientes de rotação ou giro do capital e fórmula universal
  • Fórmula universal dos quocientes de rotação
  • Fórmulas dos quocientes deabsorção de custos
  • Fórmulas dos quocientes de participação de investimentos .
  • Fórmulas dos quocientes de rentabilidade das aplicações de capitais
  • Fórmulas dos quocientes de rentabilidade das vendas .
  • Fraude . Inexatidão e fraudes nos balanços
  • Funções patrimoniais de resultabilidade e estabilidade
  • Funções, sistemas e modelos patrimoniais em face da moderna análise contábil

G

  • Generalidades sobre a análise de balanços
  • Gestão . Modelos contábeis de gestão e análise do equilíbrio do capital .
  • Giro . Princípio natural do giro como instrumento de equilíbrio .
  • Giro de capital . Quocientes de rotação ou giro do capital e fórmula uni - versal .
  • Giro de créditos . Fórmula do quocientede rotação ou giro de créditos .
  • Giro de créditos . Outra opção de cálculo de giro de créditos
  • Giro de dívidas . Fórmula do quocientede rotação ou giro de dívidas .
  • Giro de dívidas . Quociente de rotação ou giro de dívidas
  • Giro de estoques . Fórmula do quocientede rotação ou giro de estoques
  • Giro de estoques . Outra opção de cálculo de giro de estoques
  • Giro de estoques e quociente de rotação
  • Grupos de contas da estrutura do ativo

H

  • Hermenêutica . Interpretação e liquidez dinâmica
  • Histórico . Referências históricas sobre a análise contábil .

I

  • Imobilizado . Cuidado especial sobreas informações do imobilizado .
  • Imobilizado . Cuidado especial sobreas informações do imobilizado .
  • Imobilizado e intangível .
  • Incertezas sobre a média dos estoques
  • Inexatidão e fraudes nos balanços .
  • Intangível e imobilizado .
  • Interpretação . Capital social eo quociente de absorção .
  • Interpretação . Exigível em longo prazo e capital líquido circulante
  • Interpretação . Quociente de capitalização ou crescimento com recursos próprios
  • Interpretação . Quociente deorigens de recursos .
  • Interpretação . Quociente de rotação .
  • Interpretação . Quociente de rotação ou giro de créditos cedidos a terceiros .
  • Interpretação . Quociente de rotação ou giro de dívidas
  • Interpretação . Quociente de velocidade do capital próprio
  • Interpretação . Quociente de rentabilidadedas origens próprias do capital
  • Interpretação . Quociente do exigívelem longo prazo e capital circulante líquido
  • Interpretação . Quociente entre vendase capital líquido circulante
  • Interpretação . Quocientes deabsorção de custos
  • Interpretação . Quocientes de participação de investimentos .
  • Interpretação . Quocientes de rentabilidade das aplicações de capitais .
  • Interpretação . Quocientes derentabilidade das vendas .
  • Interpretação e liquidez dinâmica
  • Investimento . Fórmulas dos quocientesde participação de investimentos
  • Investimento . Quocientes de participação de investimentos .
  • Investimentos .

L

  • Lei 11 . 638/07 (quanto à reforma declassificação no balanço patrimonial) . Considerações .
  • Liquidez . Fórmula para a obtenção do quociente de liquidez geral .
  • Liquidez . Quociente absoluto de liquidez .
  • Liquidez . Quociente de liquidez
  • Liquidez . Quociente seco de liquidez
  • Liquidez . Uma curiosidade interessantequanto a conceitos na liquidez
  • Liquidez dinâmica . Quociente de liquidez dinâmica
  • Liquidez dinâmica einterpretação .
  • Longo prazo . Ativo realizável em longo prazo .
  • Longo prazo . Exemplo prático da extração do quociente do exigível em longo prazo e capital circulante líquido .
  • Longo prazo . Exigível em longo prazo .
  • Longo prazo . Exigível em longo prazo e capital líquido circulante .
  • Lucratividade . Qualidade como fator de lucratividade .
  • Lucro . Ambiente endógeno ea eficácia do lucro .
  • Lucro . Ambiente exógeno e defesa do lucro
  • Lucro . Análise correlativa,sistemática e lucros
  • Lucro . Demonstração de lucros e prejuízos acumulados .
  • Lucro . Espaços operacionais e lucro .
  • Lucro . Modelos contábeise futuro do lucro
  • Lucro . Tempo e lucro (temporalidade)

M

  • Método e critériode análise .
  • Metodologia para a aplicação dosmodelos na análise contábil .
  • Métodos de análise
  • Modelo . Critério dos paradigmas ou modelos . Referências teóricas e histó - ricas .
  • Modelo científico . Variações, modelos científicos e razões sobre as opi - niões do analista .
  • Modelo científico e a moderna doutrina do neopatrimonialismo contábil
  • Modelo contábil . Teorema da proporcionalidade como base na construção e análise da estrutura de modelos contábeis .
  • Modelo patrimonial . Funções, sistemas e modelos patrimoniais em face da moderna análise contábil .
  • Modelo qualitativo de sustentação da estrutura
  • Modelo qualitativo do equilíbrio estrutural .
  • Modelo quantitativo . Modelo teórico e modelo quantitativo
  • Modelos contábeis de gestão e análise da capacidade lucrativa .
  • Modelos contábeis de gestão e análise da capacidade lucrativa . Considera - ções iniciais .
  • Modelos contábeis de gestão e análise do equilíbriodo capital .
  • Modelos contábeis e futuro do lucro .
  • Moderna análise contábil . Funções, sistemas e modelos patrimoniais em face da moderna análise contábil

N

  • Neopatrimonialismo contábil . Modelo científico e a moderna doutrina do neopatrimonialismo contábil .
  • Norma IASB 21 (CPC 02)
  • Normas internacionais de contabilidade aplicadas aos balanços e cuidados do analista

O

  • Origem de recursos . Exemplo prático da obtenção de um quociente de ori - gens de recursos

P

  • Paradigma . Critério dos paradigmas ou modelos . Referências teóricas e históricas
  • Passivo . Deduções do passivo .
  • Passivo . Estrutura do passivo .
  • Passivo . Estrutura do passivo na lei brasileira
  • Passivo . Valoresdo passivo .
  • Passivo circulante
  • Patrimônio . Quantidade dos meios patrimoniais e margem de resultados dos empreendimentos
  • Patrimônio líquido
  • Patrimônio líquido . Cuidado especial sobre as informações do patrimônio líquido .
  • Patrimônio líquido . Cuidado especial sobre as informações do patrimônio líquido .
  • Peculiaridade sobre o capital sociale o quociente de absorção
  • Plano de contas
  • Plano de contas . Estrutura do balanço patrimonial e plano de contas .
  • Política administrativa . Fatores causais derivados de filosofia e política administrativa
  • Prejuízo acumulado . Demonstração delucros e prejuízos acumulados .
  • Princípio natural do giro como instrumento de equilíbrio
  • Proporção . Conceitos gerais sobreo equilíbrio e importância das propor - ções como bases para modelos
  • Proporcionalidade . Teorema da proporcionalidade como base na constru - ção e análise da estruturade modelos contábeis .
  • Proporções docapital .
  • Proporções do capital a serem observadas nas análises dos balanços .
  • Prosperidade eequilíbrio

Q

  • Quantidade dos meios patrimoniais e margem de resultados dos empreen - dimentos
  • Quociente . Análise de balanços por quocientes .
  • Quociente . Exemplo prático da obtenção de um quociente de origens de recursos .
  • Quociente . Fórmula para a obtençãodo quociente de liquidez geral .
  • Quociente . Fórmula para obtenção do quociente .
  • Quociente . Valor dos quocientes
  • Quociente absoluto
  • Quociente absoluto . Fórmula para aobtenção do quociente absoluto
  • Quociente absoluto de liquidez .
  • Quociente de absorção . Peculiaridade sobre o capital social e o quociente de absorção .
  • Quociente de capitalização . Fórmula
  • Quociente de capitalização ou crescimento com recursos próprios
  • Quociente de capitalização ou crescimento com recursos próprios . Con - ceito e finalidade
  • Quociente de capitalização ou crescimento com recursos próprios . Inter - pretação .
  • Quociente de imobilizaçãodo capital próprio .
  • Quociente de imobilização do capitalpróprio . Conceito e finalidade .
  • Quociente de imobilização do capital próprio . Fórmula para a obtenção
  • Quociente deliquidez .
  • Quociente de liquidez dinâmica
  • Quociente de origens de recursos . Interpretação .
  • Quociente de participação de origens de recursos .
  • Quociente de participação de origens de recursos . Conceito e finalidade .
  • Quociente de participação de origens derecursos . Peculiaridades a observar
  • Quociente de rotação . Exemplo prático
  • Quociente de rotação . Fórmula do quociente de rotação ou giro de cré - ditos .
  • Quociente de rotação . Fórmula do quociente de rotação ou giro de dívidas .
  • Quociente de rotação . Fórmula do quociente de rotação ou giro de esto - ques
  • Quociente de rotação . Fórmula universal .
  • Quociente de rotação . Interpretação .
  • Quociente de rotação ou giro de créditos cedidos a terceiros
  • Quociente de rotação ou giro de créditos cedidos a terceiros . Conceito e finalidade
  • Quociente de rotação ou giro de créditos cedidos a terceiros . Interpretação .
  • Quociente de rotação ou giro de dívidas
  • Quociente de rotação ou giro dedívidas . Conceito e finalidade
  • Quociente de rotação ou girode dívidas . Interpretação
  • Quociente de rotação ougiro de estoques .
  • Quociente de rotação ou giro deestoques . Conceito e finalidade
  • Quociente de velocidade do capital próprio .
  • Quociente de velocidade do capitalpróprio . Conceito e finalidade
  • Quociente de velocidade do capital próprio . Exemplo prático .
  • Quociente de velocidade do capital próprio . Exemplo prático
  • Quociente de velocidade docapital próprio . Fórmula
  • Quociente de velocidade do capital próprio . Interpretação .
  • Quociente do exigível em longo prazo e capital circulante líquido . Inter - pretação .
  • Quociente entre vendas e capital líquido circulante .
  • Quociente entre vendas e capital líquido circulante . Conceito e finalidade .
  • Quociente entre vendas e capital líquido circulante . Exemplo prático
  • Quociente entre vendas e capitallíquido circulante . Fórmula
  • Quociente entre vendas e capital líquido circulante . Interpretação .
  • Quociente secode liquidez
  • Quocientes de absorção de custos .
  • Quocientes de absorção de custos . Conceito e finalidade .
  • Quocientes de absorção decustos . Exemplo prático
  • Quocientes de absorção de custos . Fórmulas .
  • Quocientes de absorção decustos . Interpretação .
  • Quocientes de participação de investimentos
  • Quocientes de participação de investimentos . Conceito e finalidade
  • Quocientes de participação de investimentos . Exemplo prático .
  • Quocientes de participação de nvestimentos . Interpretação
  • Quocientes de rentabilidade das aplicações de capitais . Fórmulas
  • Quocientes de rentabilidade das aplicações do capital
  • Quocientes de rentabilidade das aplicações de capitais . Exemplo prático .
  • Quocientes de rentabilidade das aplicações de capitais . Interpretação
  • Quocientes de rentabilidade das aplicações do capital . Conceito e finalidade
  • Quocientes de rentabilidade das origens próprias do capital
  • Quocientes de rentabilidade das origens próprias do capital . Conceito e fi - nalidade .
  • Quocientes de rentabilidade das origens próprias do capital . Interpretação
  • Quocientes de rentabilidade das vendas
  • Quocientes de rentabilidade das vendas . Conceito e finalidade
  • Quocientes de rentabilidade dasvendas . Exemplo prático
  • Quocientes de rentabilidadedas vendas . Fórmulas
  • Quocientes de rentabilidade das vendas . Interpretação
  • Quocientes de rotação ou giro docapital e fórmula universal
  • Quocientes de rotação ou giro do capital e fórmula universal . Conceito e finalidade

R

  • Recurso . Quociente de participação de origens de recursos .
  • Referencial histórico . Aspectos do capital nos estudos teóricos e referên - cias históricas sobre o débito e o crédito em contabilidade .
  • Referências .
  • Referências históricas sobre a análise contábil
  • Relações proporcionais de cada sistema em relação à estabilidade
  • Relatório . Comentáriossobre o relatório
  • Relatório . Exemplo de um relatório
  • Relatório deanálise .
  • Relatório de análise de balanços . Exemplo prático .
  • Renovação e equilíbrio patrimonial
  • Rentabilidade . Quocientes de rentabilidade das aplicações do capital .
  • Rentabilidade . Quocientes de rentabilidade das origens próprias do capital
  • Rentabilidade . Quocientes de rentabilidade das vendas .
  • Resultabilidade . Campos de observação para a construção de modelos de resultabilidade
  • Resultabilidade . Funções patrimoniaisde resultabilidade e estabilidade .
  • Resultado . Exemplo de balanço de resultados
  • Resultados . Duas maneiras de calcular
  • Resultados . Estrutura contábil daconta de apuração de resultados
  • Resultados de exercícios futuros .
  • Resumo de estrutura patrimonial
  • Rotação de capital . Quociente de rotação ou giro de créditos cedidos a ter - ceiros .
  • Rotação de capital . Quocientes de rotação ou giro do capital e fórmula universal .
  • Rotação de dívidas . Quociente derotação ou giro de dívidas .

T

  • Tempo de permanência do capital .
  • Tempo e lucro (temporalidade) .
  • Teorema da proporcionalidade como base na construção e análise da es - trutura de modelos contábeis

V

  • Valor dos quocientes
  • Valores do ativo .
  • Variações, modelos científicos e razões sobre as opiniões do analista .
  • Velocidade do capital próprio . Fórmula do quociente .
  • Vendas . Quocientes de rentabilidade das vendas .

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