Supervisão Clínico-Institucional - A Equivocidade e as Ressonâncias do Significante

Paula Dias Moreira Penna

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Ficha técnica

Autor(es): Paula Dias Moreira Penna

ISBN v. impressa: 978652630914-8

ISBN v. digital: 978652631298-8

Acabamento: Brochura

Formato: 15,0x21,0 cm

Peso: 154grs.

Número de páginas: 124

Publicado em: 04/07/2024

Área(s): Psicologia - Social; Psicologia - Diversos

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Sinopse

Este livro tem como objetivo compreender o que pode a supervisão de orientação psicanalítica lacaniana na política pública de assistência social. Foi feito um percurso histórico-conceitual sobre a noção de supervisão desde Freud até Lacan para preparar o terreno da construção desse espaço na política pública. Como recurso metodológico, extraiu-se um excerto do Seminário 23: o Sinthoma (1975-76/2007), que serviu como “citação-guia” para se pensar a supervisão no contexto institucional. As duas etapas propostas por Lacan serviram de base para essa reflexão: a primeira, a lógica do rinoceronte; e segunda, a equivocidade e as ressonâncias do significante. Concluiu-se que as questões que chegam à supervisão ultrapassam as garantias e respostas que a política pública pode oferecer, e nesse sentido, outra aposta clínica se faz necessária, na direção da escuta da singularidade, da relevância às ressonâncias do significante, da equivocidade e da liberação de algo da ordem do sinthoma.

Autor(es)

PAULA DIAS MOREIRA PENNA

Psicóloga, psicanalista, bacharel em Direito. Doutora e mestre em Psicologia (UFMG), pós-graduada em Clínica Psicanalítica na Atualidade (PUC-MG). Pesquisadora do PSI-LACS (UFMG), docente e coordenadora do curso de Psicologia (FUMEC). Docente na Pós-Graduação em Psicologia Jurídica (PUC-MG). Atuou como supervisora na política pública de assistência social da Prefeitura Municipal de Belo Horizonte.

Sumário

INTRODUÇÃO, p. 21

METODOLOGIA, p. 25

1 ANÁLISE TEÓRICO-CRÍTICA BASEADA EM REVISÃO DE LITERATURA E PESQUISA BIBLIOGRÁFICA, p. 26

2 EXTRAÇÃO DE FRAGMENTOS DE CASOS CLÍNICOS ADVINDOS DA PRÁTICA NA SUPERVISÃO CLÍNICO-INSTITUCIONAL, p. 27

1 VICISSITUDES DA SUPERVISÃO DE ORIENTAÇÃO PSICANALÍTICA, p. 29

1.1 O PERÍODO QUE ANTECEDE A INSTITUCIONALIZAÇÃO DA SUPERVISÃO, p. 30

1.2 A SUPERVISÃO E O MOVIMENTO DE INSTITUCIONALIZAÇÃO DA PSICANÁLISE, p. 34

1.3 A CRÍTICA DE JACQUES LACAN, p. 42

1.4 A FUNDAÇÃO DA ESCOLA FREUDIANA DE PARIS, p. 46

1.5 CONTROLE OU SUPERVISÃO?, p. 49

2 A SUPERVISÃO: DO RINOCERONTE AO SINTHOMA, p. 53

2.1 FORMULAÇÕES LACANIANAS SOBRE A SUPERVISÃO, p. 54

2.2 O RINOCERONTE DE EUGÈNE IONESCO E O TEATRO DO ABSURDO, p. 63

2.3 DA RESSONÂNCIA DO SIGNIFICANTE: SENTIDO E SIGNIFICAÇÃO, p. 73

2.4 DO EQUÍVOCO À LIBERAÇÃO DO SINTHOMA, p. 78

3 A SUPERVISÃO CLÍNICO-INSTITUCIONAL NA POLÍTICA PÚBLICA DE ASSISTÊNCIA SOCIAL, p. 85

3.1 AS PARTICULARIDADES DA SUPERVISÃO NO CONTEXTO DA POLÍTICA PÚBLICA DE ASSISTÊNCIA SOCIAL, p. 86

3.2 O SUJEITO MAIS-ALÉM DO QUE É POSSÍVEL GARANTIR, p. 92

3.3 A GARANTIA DE DIREITOS E O SUJEITO DO INCONSCIENTE, p. 96

3.4 O CASO CLÍNICO COMO SUBVERSÃO, p. 100

3.5 MAL-ESTAR NA INSTITUIÇÃO, p. 104

CONCLUSÃO: O QUE PODE A SUPERVISÃO NA POLÍTICA DE ASSISTÊNCIA SOCIAL?, p. 107

REFERÊNCIAS, p. 113

Índice alfabético

A

  • Análise teórico-crítica baseada em revisão de literatura e pesquisa bibliográfica, p. 26
  • Assistência social. Conclusão: o que pode a supervisão na política de assistência social?, p. 107
  • Assistência social. Particularidades da supervisão no contexto da política pública de assistência social, p. 86
  • Assistência social. Supervisão clínico-institucional na política pública de assistência social, p. 85

C

  • Caso clínico como subversão, p. 100
  • Caso clínico. Extração de fragmentos de casos clínicos advindos da prática na supervisão clínico-institucional, p. 27
  • Clínica. Supervisão clínico-institucional na política pública de assistência social, p. 85
  • Conclusão: o que pode a supervisão na política de assistência social?, p. 107
  • Controle ou supervisão?, p. 49
  • Crítica de Jacques Lacan, p. 42

E

  • Equívoco à liberação do sinthoma, p. 78
  • Escola Freudiana de Paris. Fundação da Escola Freudiana de Paris, p. 46
  • Eugène Ionesco. Rinoceronte de Eugène Ionesco e o teatro do absurdo, p. 63
  • Extração de fragmentos de casos clínicos advindos da prática na supervisão clínico-institucional, p. 27

F

  • Formulações lacanianas sobre a supervisão, p. 54
  • Freud. Fundação da Escola Freudiana de Paris, p. 46
  • Fundação da Escola Freudiana de Paris, p. 46

G

  • Garantia de direitos e o sujeito do inconsciente, p. 96

I

  • Institucional. Supervisão clínico-institucional na política pública de assistência social, p. 85
  • Institucionalização. Período que antecede a institucionalização da supervisão, p. 30
  • Institucionalização. Supervisão e o movimento de institucionalização da psicanálise, p. 34
  • Instituição. Mal-estar na instituição, p. 104
  • Introdução, p. 21

J

  • Jacques Lacan. Crítica, p. 42

L

  • Lacan. Formulações lacanianas sobre a supervisão, p. 54
  • Literatura sobre o tema. Análise teórico-crítica baseada em revisão de literatura e pesquisa bibliográfica, p. 26

M

  • Mal-estar na instituição, p. 104
  • Metodologia, p. 25

O

  • Orientação psicanalítica. Vicissitudes da supervisão de orientação psicanalítica, p. 29

P

  • Particularidades da supervisão no contexto da política pública de assistência social, p. 86
  • Período que antecede a institucionalização da supervisão, p. 30
  • Pesquisa bibliográfica. Análise teórico-crítica baseada em revisão de literatura e pesquisa bibliográfica, p. 26
  • Política pública. Particularidades da supervisão no contexto da política pública de assistência social, p. 86
  • Política pública. Supervisão clínico-institucional na política pública de assistência social, p. 85
  • Psicanálise. Supervisão e o movimento de institucionalização da psicanálise, p. 34

R

  • Referências, p. 113
  • Ressonância do significante: sentido e significação, p. 73
  • Rinoceronte de Eugène Ionesco e o teatro do absurdo, p. 63
  • Rinoceronte. Supervisão: do Rinoceronte ao Sinthoma, p. 53

S

  • Significação. Ressonância do significante: sentido e significação, p. 73
  • Significante. Ressonância do significante: sentido e significação, p. 73
  • Sinthoma. Equívoco à liberação do sinthoma, p. 78
  • Sinthoma. Supervisão: do Rinoceronte ao Sinthoma, p. 53
  • Subversão. Caso clínico como subversão, p. 100
  • Sujeito do inconsciente. Garantia de direitos e o sujeito do inconsciente, p. 96
  • Sujeito mais-além do que é possível garantir, p. 92
  • Supervisão clínico-institucional na política pública de assistência social, p. 85
  • Supervisão clínico-institucional. Extração de fragmentos de casos clínicos advindos da prática na supervisão clínico-institucional, p. 27
  • Supervisão e o movimento de institucionalização da psicanálise, p. 34
  • Supervisão. Conclusão: o que pode a supervisão na política de assistência social?, p. 107
  • Supervisão. Controle ou supervisão?, p. 49
  • Supervisão. Formulações lacanianas sobre a supervisão, p. 54
  • Supervisão. Particularidades da supervisão no contexto da política pública de assistência social, p. 86
  • Supervisão. Período que antecede a institucionalização da supervisão, p. 30
  • Supervisão. Vicissitudes da supervisão de orientação psicanalítica, p. 29
  • Supervisão: do Rinoceronte ao Sinthoma, p. 53

T

  • Teatro do absurdo. Rinoceronte de Eugène Ionesco e o teatro do absurdo, p. 63
  • Teoria. Análise teórico-crítica baseada em revisão de literatura e pesquisa bibliográfica, p. 26

V

  • Vicissitudes da supervisão de orientação psicanalítica, p. 29

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