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Capa do livro: Interesses Coletivos - Ineficiência de sua Tutela Judicial, J. Elias Dubard de Moura Rocha Interesses Coletivos - Ineficiência de sua Tutela Judicial
J. Elias Dubard de Moura Rocha, 201 pgs.
Publicado em: 22/7/2003
Editora: Juruá Editora
ISBN: 853620435-4
Preço: R$ 39,40

* Desconto não cumulativo com outras promoções e P.A.P.

         

ÁREA(S)

  • Direito Processual Civil
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    SINOPSE
    Compreender a tutela judicial brasileira dos interesses coletivos no contexto das crises intelectual e política do século XX. É a proposta de uma estratégia de aproximação crítica e heurística da iuris dictio de nosso tempo. Inserida na totalidade do processo histórico da tradição jurídica ocidental eurocentrista, a tutela judicial brasileira enfrenta-se com o conflito social moderno de satisfação de necessidades adjudicadas a grupos sociais mais ou menos extensos por meio das declarações solenes de direitos. Os litígios que fazem da iuris dictio uma zona de tensão mediada encobrem uma tensão primária no eixo de conexão nas dimensões política, normativa e teleológica da prestação jurisdicional. Trata-se da tensão entre os modelos nucleares conceituais normativos da pessoa humana (a pessoa moral e o sujeito histórico) que forjou o Cidadão paradoxal o qual habita os cotidianos forenses brasileiros. Assumindo a sua vocação conciliatória por meio da desdogmatização dos modelos nucleares da pessoa humana inserida na historicidade da dialética do poder/não-liberdade política, da livre produção espiritual e econômica, a tutela judicial alcançaria a tão desejada eficiência na solução dos conflitos de interesses coletivos harmonizados com a esfera da liberdade individual.
    SUMÁRIO DA OBRA
    INTRODUÇÃO
    CAPÍTULO I - A TENSÃO DA «ERA DOS DIREITOS» NUMA «ERA DOS EXTREMOS»
    1 O cidadão paradoxal nos cotidianos forenses
    2 O Direito na disputa da (ir)redutibilidade dos conteúdos concretos
    3 A tensão dos fundamentos últimos na «Era dos Direitos»
    CAPÍTULO II - IURIS DICTIO: DE ZONA DE TENSÃO MEDIADA À ZONA DE MEDIAÇÃO TENSIONADA
    1 A tendência histórica de burocratização da Justiça
    2 A litigiosidade como tensão secundária
    3 Os modelos conceituais normativos da pessoa e o direito
    4 Diagnóstico da ineficiência da iuris dictio de nosso tempo
    CAPÍTULO III - A INSERÇÃO DA DIALÉTICA LIBERTÁRIA NA IURIS DICTIO DE NOSSO TEMPO
    1 O eixo de conexão das dimensões da iuris dictio
    2 A dialética poder/não liberdade como via conciliatória
    3 Significação do direito e pré-compreensão da judicatura atualizadas
    CAPÍTULO IV - A VOCAÇÃO CONCILIATÓRIA DA IURIS DICTIO DE NOSSO TEMPO
    2 A Superação da tensão primária nos cotidianos forenses
    3 A (re)abertura do sistema normativo na vocação conciliatória
    CAPÍTULO V´- IURIS DICTIO: DE ZONA DE MEDIAÇÃO TENSIONADA À ZONA DE TENSÃO MEDIADA
    1 O engendramento da tutela de interesses coletivos com as relações de dominação/sujeição
    2 Os obstáculos à realização do direito positivo brasileiro
    3 A realização do direito brasileiro pela superação da tensão primária
    CONCLUSÕES
    REFERÊNCIAS
              

     

     
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