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Capa do livro: Busca e Apreensão - • Teoria •Prática •Jurisprudência, Liberato Póvoa Busca e Apreensão - • Teoria •Prática •Jurisprudência - 5ª Edição - Revista e Atualizada
Liberato Póvoa, 208 pgs.
Publicado em: 23/6/2006
Editora: Juruá Editora
ISBN: 853621297-7
Preço: R$ 49,70

* Desconto não cumulativo com outras promoções e P.A.P.

         

ÁREA(S)

  • Direito Processual Civil
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    SINOPSE

    Quando me propus a escrever sobre o tema da busca e apreensão, levei em consideração a necessidade de uma obra prática e em linguagem simples, ao alcance de estudantes e profissionais do Direito, a exemplo da minha obra anterior, O PROCEDIMENTO NO JUÍZO CÍVEL, também editado pela Juruá Editora.

    Não pretendo, com este BUSCA E APREENSÃO – TEORIA E PRÁTICA, demonstrar erudição, mesmo porque todos somos eternos estudantes, mas apenas prestar uma pequena parcela de colaboração àqueles que, como eu, são estudiosos do assunto. E como o tema da busca e apreensão só é tratado como capítulos de obras que enfocam o processo cautelar, pelos grandes e consagrados hermeneutas do processo civil, era necessário que alguém desse o primeiro passo para editar uma obra específica.

    Procurei abordar o tema de forma objetiva, sem preciosismo de linguagem para não prejudicar o entendimento, sempre à luz da nova ordem constitucional, ousando, por vezes, discordar de posições doutrinárias tradicionais, sempre com uma visão teleológica, buscando interpretar a lei às vezes de forma alternativa, como magistrado orgânico, e não será estranho se houver críticas ao meu posicionamento acerca da violência da busca e apreensão regulada pelo Decreto-Lei 911/69.

    CURRÍCULO DO AUTOR

    Liberato Póvoa, nascido em Dianópolis/TO e residente em Palmas/TO, é Desembargador do Tribunal de Justiça do Estado do Tocantins, tendo sido Presidente das Comissões Permanentes de Seleção e Treinamento, de Jurisprudência e Documentação e de Sistematização daquele Tribunal; foi Professor de Direito Internacional na Fundação Universidade do Tocantins (Unitins); é membro fundador da Academia de Letras Jurídicas do Estado do Tocantins, da Academia Tocantinense de Letras, que presidiu por duas vezes; é membro correspondente da Sociedad Peruana de Criminología y Ciencia Penitenciaria e membro honorário do Instituto Histórico e Geográfico de Goiás; pós-graduado lato sensu em Direito Civil e Processo Civil pela Faculdade Anhangüera de Ciências Humanas, de Goiânia; cursando Doutorado em Direito Público pela Universidade de Extremadura, da Espanha; foi Diretor-Geral da Escola Superior da Magistratura do Estado do Tocantins. Foi Presidente, por duas vezes, do TRE/TO. Conferencista, romancista, contista, filólogo e cronista, possui várias obras publicadas nessas áreas, além de obras jurídicas de ampla aceitação, como: O Procedimento no Juízo Cível; O Procedimento no Juízo Criminal; Prisão Temporária, em co-autoria com o Juiz tocantinense Marco Villas Boas, e Teoria e Prática dos Juizados Especiais Criminais, em co-autoria com o desembargador José Maria de Melo, do Tribunal de Justiça do Ceará. Na área da literatura, publicou: Rua do Grito, 162 (contos); Pássaro de Asa Quebrada (novela infanto-juvenil); Causos que o Tocantinense Conta (crônicas); De Zé Goela a Pé-de-Janta – Os Causos que o Duro Conta (crônicas); Senhor do Tempo (novela infanto-juvenil); João de Deus, o Fenômeno de Abadiânia (biográfico); Dicionário Tocantinense de Termos e Expressões Afins (filologia); Mandinga (romance); Besta-fera e Outros Contos (contos); História Didática do Tocantins (História); Conversa de Compadres (crônicas); Um Causo Puxa Outro (crônicas); De gente, de bichos, meizinhas e abusões (crônicas) e O Furto do Menino-Deus (contos).

    SUMÁRIO DA OBRA
     DISPOSIÇÕES COMUNS NAS MEDIDAS CAUTELARES
    1 Introdução
    2 Conceito
    3 Classificação
    4 Características
    5 Pressupostos para a Concessão da Liminar
    6 Audiência de Justificação Prévia
    7 A Cautelar "Embutida"
    8 Eficácia da Medida Cautelar
    9 Casos em que é Vedada a Concessão de Liminar
    10 Competência nas Medidas Cautelares
    11 As Exceções nas Cautelares
    12 O Valor da Causa nas Cautelares
    13 Os Honorários Advocatícios nas Cautelares
    14 A Defesa nas Cautelares
    15 Cautelares que não Admitem Defesa nem Recursos
    16 Recursos no Processo Cautelar
    17 Roteiro Comum das Medidas Cautelares (CPC, arts. 796/812)
     BUSCA E APREENSÃO EM GERAL
    1 Conceito
    2 Características da Busca e Apreensão
    3 Classificação da Busca e Apreensão
    4 Pressupostos da Busca e Apreensão
    5 Objeto da Busca e Apreensão
    6 Natureza da Busca e Apreensão
    7 As Diversas Espécies de Busca e Apreensão
    8 Procedimento na Busca e Apreensão
     BUSCA E APREENSÃO DE COISAS
    1 Natureza da Busca e Apreensão de Menores
    2 Caso em que a Ação só Pode ser Autônoma
    3 Menor em Poder de Terceiros - Legitimidade
    4 Direito não Absoluto do Pai e da Mãe
    5 Competência
    6 A Liminar na Busca e Apreensão de Menores
    7 Eficácia da MedidaLiminar
    8 Procedimento na Busca e Apreensão de Menores
    9 Recomendação do Rito Ordinário
    10 Recurso Cabível da Decisão Sobre a Liminar
    11 Desnecessidade de Sanear o Processo Cautelar
    12 Quando o Juiz Decidirá a Medida
    13 Roteiro da Busca e Apreensão de Menores (CPC, arts. 839/843)
    14 Jurisprudência (Busca e Apreensão de Pessoas)
     BUSCA E APREENSÃO DE BENS SOB ALIENAÇÃO FIDUCIÁRIA
    1 Diferenças Entre os Dois Procedimentos
    2 Crítica ao Processo Violento do Dec.-lei 911/69
    3 Inconstitucionalidade da Liminar no Dec.-lei 911/69
    4 Natureza e Objeto da Busca e Apreensão (Dec.-lei 911/69)
    5 A Prova na Alienação Fiduciária
    6 Foro de Competência para a Ação
    7 A Posse e o Domínio da Coisa
    8 Bens Sujeitos à Alienação Fi duciária
    9 Quem Pode ser Credor na Alienação Fiduciária
    10 Quando o Credor Pode Alienar o Bem
    11 Componentes e Natureza do Crédito
    12 Presunção de Validade Contra Terceiros (Registro)
    13 Quando Ocorre a Tipificação Penal para o Devedor
    14 Fato Gerador da Busca e Apreensão
    15 Procedimentos Opcionais para o Credor
    16 Procedimento da Busca e Apreensão (Dec.-lei 911/69)
    17 Possibilidade de Prestação de Caução
    18 Sobre a Necessidade de Caução
    19 Utilização da Legislação (para nós) Derrogada
    20 O "Preço Financiado"
    21 Os Honorários Advocatícios no Dec.-lei 911/69
    22 Direito à Purgação da Mora - Quando Ocorre
    23 Julgamento da Busca e Apreensão
    24 Prazo para o Juiz Decidir
    25 Improcedência da Ação d e Busca e Apreensão
    26 A Venda do Bem pelo Credor
    27 Conversão da Busca e Apreensão em Ação de Depósito
    28 Recurso Cabível da Denegação do Pedido
    29 A Decretação da Prisão Civil - Quando Ocorre
    30 Discussão Acerca da Constitucionalidade da Prisão
    31 Natureza da Prisão Civil - Posição do STF
    32 Casos que Excluem a Infidelidade no Depósito
    33 Ação Executiva Ajuizada pelo Credor
    34 Sub-rogação do Avalista ou Fiador no Crédito
    35 Falência do Devedor Fiduciário
    36 O Pedido de Restituição na Falência
    37 Roteiro da busca e Apreensão de Bens Sob Alienação Fiduciária (Lei 6.071/79 e Dec.-lei 911/69)
    38 JURISPRUDÊNCIA (Busca e Apreensão - Alienação Fiduciária)
    REFERÊNCIAS
    APÊNDICE - MODELOS DE PETIÇÕES DIVERSAS
              

     

     
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